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Adapta es, apropria es e o papel do adaptador Michael Cunningham em 'The hours'  [cached]
Yuri Jivago Amorim Caribé
Tradu??o & Comunica??o : Revista Brasileira de Tradutores , 2011,
Abstract: Este trabalho trata de apropria es e adapta es de textos da escritora inglesa Virginia Woolf propostas por Michael Cunningham no romance The Hours (Picador, 1998), sob a abordagem dos Estudos da Tradu o e Adapta o. Traz ainda um estudo sobre as tradu es da obra de Woolf no período posterior à publica o desse romance no Brasil (1999) e do lan amento do filme hom nimo (Daldry, 2002). A hipótese a ser discutida é que a reescritura de textos virginianos proposta por Cunningham (1998) estabelece de fato uma intera o com leitores antigos e novos de Woolf. Foram adaptadas por Cunningham Mrs. Dalloway (1925), o segundo volume dos diários de Woolf (Harcourt Brace & Company, 1978) e o sexto de suas cartas (Harcourt Brace & Company, 1980). Para a realiza o desta pesquisa, de caráter bibliográfico, nos valemos do conceito de reescritura de Lefevere (1992) e de apropria o segundo Sanders (2006).
FAKES NO TWITTER E APROPRIA ES IDENTITáRIAS: CONTRIBUI ES METODOLóGICAS PARA A COLETA E ANáLISE DE PERFIS  [cached]
AMARAL, Adriana,SANTOS, Dierli Mirelle dos
Contemporanea : Revista de Comunica??o e Cultura , 2012,
Abstract: O artigo discute algumas contribui es metodológicas possíveis para a coleta e análise de dados no processo da pesquisa empírica qualitativa na internet (Fragoso, Recuero e Amaral, 2011), aplicada à observa o e análise de perfis fakes do Twitter como forma de apropria o de identidade cultural (Woodward, 2000; Hall, 2002) nos ambientes digitais. O contexto e os resultados aqui debatidos partem do estudo de Santos (2011) sobre perfis fakes de celebridades midiáticas no Twitter. O objetivo do artigo é apresentar algumas possibilidades de explora o dessa plataforma para estudos empíricos sobre esse tema. Os resultados coletados a partir dessas processualidades online demonstram apropria es de características identitárias que geram a empatia dos mesmos com seu público seguidor. Além disso, observamos alguns padr es de usos e tipos de conteúdos produzidos pelos fakes que s o construídos através de um aprendizado obtido a partir do uso constante da plataforma em suas limita es e qualidades.
EXPRESS ES ANTROPOFáGICAS: APROPRIA O E RECRIA O DE VíDEOS NO YOUTUBE  [cached]
ZILLER, Joana
Contemporanea : Revista de Comunica??o e Cultura , 2012,
Abstract: As possibilidades de registro e compartilhamento de express es de sujeitos comuns sofrem uma significativa amplia o a partir da digitaliza o de fluxos, plataformas e ferramentas de comunica o. Assim, analisamos a prática da apropria o, recria o e republica o de vídeos sob a no o de antropofagia, remetendo ao Movimento Antropofágico do Modernismo brasileiro. Nesse contexto, o texto parte da análise de vídeos que passaram por relegendas, redublagens, titula es e outras práticas incluídas no universo do remix, vistas como formas de express o cotidiana daquele para quem a camera normalmente n o se volta. Conclui-se que a republica o de vídeos apropriados e modificados é também uma forma de autoria – e que é preciso repensar a quest o da autoria como um todo.
MúSICA INDíGENA BRASILEIRA: FILTRAGENS E APROPRIA ES DO COLONIZADOR E DO MúSICO OCIDENTAL  [cached]
José D'Assun??o Barros
Espa?o Ameríndio , 2011,
Abstract: This article, uniting historiographical, anthropologic and musical perspectives,intends to examine fundamental aspects of Brazilian indigenous music, including the socialdimension and the history of assimilation and restrictions imposed by the Western culture. It isintended, above all, to reflect on the inadequacy of approaches which have examined theindigenous practical music based on criteria of listening and annotations exclusively cementedon Western parameters. This text is an attempt to reflect the distortions that can arise from adislocation of a cultural production outside of its context.Este artigo – unindo as perspectivas historiográfica, antropológica e musicológica– busca examinar aspectos fundamentais da música indígena brasileira, particularmente a suadimens o social e a história de sua apropria o e restri o pela cultura ocidental. Busca-se,sobretudo, refletir sobre a inadequa o de abordagens que – até a primeira metade do séculoXX e em alguns casos persistindo ainda hoje – examinaram a prática musical indígena a partirde critérios de escuta e de anota o exclusivamente calcados nos parametros ocidentais. Otexto intenta refletir sobre as distor es que podem surgir com o deslocamento de umadeterminada produ o cultural para fora de seu contexto.
Prevalência de les es na temporada 2002 da Sele o Brasileira Masculina de Basquete  [cached]
Moreira Paulo,Gentil Daniel,Oliveira César de
Revista Brasileira de Medicina do Esporte , 2003,
Abstract: Este estudo objetiva apresentar a prevalência, provável etiologia e localiza o das les es da Sele o Brasileira de Basquete masculina adulta durante a fase de prepara o e o 14o Campeonato Mundial de Basquetebol, em 2002. No total, foram 102 queixas correspondendo ao período de 1/7/02 a 10/9/02, com média de 2,55 les es/mês/jogador. Encontrou-se maior índice de les es atraumáticas, incluindo as musculares, doen as sistêmicas e les es tendinosas (66/102 queixas), ou seja, 64,7% do total. Dentre as les es traumáticas, as mais freqüentes foram as entorses de tornozelo (13/102 les es) com 12,8%, seguidas dos traumas diretos (contus es) na regi o das m os (9/102 les es), com 8,8%. Em rela o ao local de acometimento, as maiores queixas foram nos membros inferiores (49 /102), com 48,0% e membros superiores (14/102), com 13,7%. Quanto à gravidade, les es leves representaram 57,8%, seguidas das moderadas e graves, com 32,4% e 9,8%, respectivamente. Em rela o à posi o de jogo, os piv s foram os atletas que apresentaram maior número de queixas, 45, representando 44,1% do total, sendo estas devido, principalmente, ao contato físico na regi o do garraf o. Dessa forma, por ser um esporte de extremo contato, as les es traumáticas, principalmente em m os e coxas, e as entorses de tornozelo s o altamente representativas, sendo os membros inferiores os mais acometidos.
Indo além do economizing: o papel das redes sociais na apropria o de valor em rela es cooperativas.
Bruno Varella Miranda,Aria Sylvia Macchione Saes
Revista de Administra??o Mackenzie , 2011,
Abstract: Este trabalho, de natureza teórica, investiga o papel das redes sociais para a compreens o da apropria o do valor em rela es cooperativas. A perspectiva da governan a (WILLIAMSON, 1985, 1996) adota um cenário composto por agentes atomizados para explicar a estratégia. Nele, é possível aos indivíduos estabelecer ex ante os benefícios de participa o em uma rela o cooperativa e, assim, mitigar as possibilidades de comportamento oportunista. O presente artigo demonstra que a caracteriza o dos mercados feita pela perspectiva da governan a é imprecisa. Mais especificamente, argumenta que a existência de ativos específicos dificulta a obten o da informa o necessária para a determina o do valor gerado em um esfor o cooperativo. Como consequência, é possível que haja o desalinhamento entre as contribui es relativas e as respectivas recompensas nessas rela es. Compreender a forma como os agentes econ micos obtêm essa informa o e quais as motiva es por trás de sua transferência s o os objetivos deste trabalho. Para tanto, a contribui o da nova sociologia econ mica (GRANOVETTER, 1985, 2005; UZZI, 1996) é utilizada. As principais conclus es s o: 1. o hold up n o representa o único risco de comportamento oportunista em uma rela o cooperativa; 2. a transferência de informa es constitui uma dimens o que ajuda a explicar as motiva es dos agentes nessas rela es; 3. a participa o em redes contribui para a redu o dos custos de obten o da informa o relevante; 4. a existência de redes densas explica a transferência gratuita de dados entre os seus membros. O conteúdo desenvolvido nas próximas páginas possibilita uma reflex o acerca da rela o entre os indivíduos e o espa o de intera o em que realizam intercambios. Permite, dessa maneira, um olhar mais realista sobre a arquitetura dos mercados, tema curiosamente pouco estudado pelos economistas. Ademais, fornece ferramentas para a interpreta o da existência de padr es heterogêneos de distribui o de valor em rela es cooperativas.
CADEIA PRODUTIVA DA AVICULTURA DE CORTE: AVALIA O DA APROPRIA O DE VALOR BRUTO NAS TRANSA ES ECON MICAS DOS AGENTES ENVOLVIDOS
Geraldino Carneiro de Araújo,Miriam Pinheiro Bueno,Veridiana Pinheiro Bueno,Renato Luis Sproesser
Gest?o & Regionalidade , 2008,
Abstract: Para a cadeia produtiva da avicultura de corte, a garantia da sustentabilidade passa pela distribui o dos ganhos por ela obtidos ao longo de toda a sua extens o, ou seja, todos os agentes econ micos envolvidos devem ser devidamente remunerados, para permanecer na atividade e continuar a fazer os investimentos necessários. Neste sentido, o trabalho prop e-se a avaliar a apropria o de valor bruto por parte dos principais agentes econ micos envolvidos na cadeia. A pesquisa se caracteriza como descritivo-exploratória, com uma abordagem quantitativa, e o levantamento de dados foi realizado com base em pesquisa bibliográfica sobre os pre os médios praticados ao longo da cadeia produtiva no período de 2002 a 2006, praticados no Estado de S oPaulo. Os resultados indicam que as varia es na evolu o da apropria o dos valores brutos da cadeia demonstram uma rela o de parceria e, conseqüentemente, menos oportunismo entre a indústria de abate e frigorifica o e os produtores granjeiros, o que parece n o estar evidenciado nas rela es entre o varejo e a indústria de abate e frigorifica o. Conclui-se que a indústria de abate e frigorifica o se apresenta impotente diante das negocia es com o varejo; no entanto, as fun es exercidas pelos elos s o aceitas pela própria estrutura e dinamica do mercado.
Familia e identidad masculina  [cached]
Gil Calvo, Enrique
Arbor : Ciencia, Pensamiento y Cultura , 2003,
Abstract: El objetivo que me mueve al abordar las relaciones entre la institución familiar y la identidad masculina no es el de inscribirme dentro de la tradición abierta por Elisabeth Badinter, cuando caracterizó (si es que no caricaturizó) una presunta identidad de género, socialmente construida, que debiera ser atribuida a todos los varones occidentales por igual, en la medida en que se les invita a reconocerse en ella y a realizarla en su propia trayectoria personal; para luego, a partir de allí, analizar las consecuencias que para el desempe o de los papeles de hijo, hermano, novio, marido, padre, tío, abuelo, etc., se derivarían de la existencia de semejante identidad colectiva...
Como nossos pais? Gera es, sexualidade masculina e autocuidado Like our parents? Generation, masculinity sexuality and self-care  [cached]
Rosane Berlinski Cunha,Lúcia Emilia Figueiredo de Sousa Rebello,Romeu Gomes
Physis: Revista de Saúde Coletiva , 2012,
Abstract: O presente trabalho tem como objetivo analisar a rela o entre os sentidos atribuídos por homens, de dois intervalos geracionais diferentes, à sexualidade masculina e ao cuidar de si. Buscou-se identificar se houve mudan a no posicionamento desses homens em rela o aos cuidados em saúde e se esta mudan a é influenciada por aspectos geracionais. O estudo ancora-se nos marcos conceituais teóricos: gera o e roteiro sexual. O desenho metodológico é de análise de narrativas. As fontes analisadas s o parte do acervo de duas pesquisas realizadas na cidade do Rio de Janeiro com homens com ensino superior e universitários, que tiveram inicia o sexual nos anos 1970 e 1990, respectivamente. Os resultados mostram que os homens estudados se acham confrontados com a inadequa o da constru o social do masculino e as novas demandas femininas, buscando um novo modelo. Observaram-se permanências e rupturas de padr es hegem nicos da masculinidade, o que está relacionado com a forma como o homem cuida de si. This paper aims to examine the relationship between the meanings of male sexuality and how male individuals from two different generations take care of their health. We sought to identify whether there were changes regarding the standing of these men in relation to health care, and whether these changes were influenced by generation gaps. The study is anchored in two theoretical conceptual frameworks: generation and sexual script. We used the narrative analysis methodology, and the sources of this study are part of two surveys conducted in Rio de Janeiro with men of higher education as well as university students, whose sexual initiation occurred during the 1970's and 1990's, respectively. The results show that the subjects are currently facing an inadequate male's social model in conjunction with the new social demands from the females, therefore seeking a new model for themselves. During this study, both permanent and changing patterns of hegemonic masculinity were noted to be related to how men take care of their own health.
As vis es feminina e masculina acerca da participa o de mulheres e homens no planejamento familiar  [cached]
Marcolino Clarice,Galastro Elizabeth Perez
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2001,
Abstract: Este artigo analisa os resultados das disserta es de mestrado das autoras. Em uma delas, os sujeitos sociais foram homens, e, na outra, mulheres. Os dois estudos foram qualitativos e utilizaram a abordagem fenomenológica. Ao compararmos os resultados das pesquisas, verificamos temas comuns acerca da participa o de homens e mulheres no planejamento familiar, os quais foram analisados sob a perspectiva da categoria gênero. Os resultados apontam para modifica es nos papéis que homens e mulheres ocupam em rela o à reprodu o, sexualidade e vida familiar. Diante dessa nova situa o, as autoras sugerem uma reorganiza o dos servi os de saúde de modo a atender a essas demandas.
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