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DESCRI O E USO DE UMA METODOLOGIA PARA AVALIA O DOS CUSTOS DA QUALIDADE NA COLHEITA FLORESTAL SEMIMECANIZADA
Laércio Ant?nio Gon?alves Jacovine,José Luiz Pereira Rezende,Amaury Paulo de Souza,Hélio Garcia Leite
Ciência Florestal , 1999,
Abstract: O estudo fez uma descri o e uso de uma metodologia para avaliar os custos da qualidade na colheita florestal semimecanizada. Para a descri o da metodologia detalhou-se as opera es que comp em a colheita florestal; listou-se os reflexos da má qualidade em cada opera o, sobre as opera es subsequentes; e definiu-se entre os reflexos, aqueles que poderiam ser avaliados monetariamente para compor os custos da qualidade. Os custos da qualidade foram divididos nas categorias: custos de avalia o, preven o e falhas. A metodologia descrita foi aplicada a um estudo de caso. Concluiu-se que a empresa n o investe em avalia o e preven o, tendo, consequentemente, os custos de falhas muito alto, chegando a R$ 1.538,19/ha, compostos, porcentualmente, por: rachamento de toras - 41,03%; erro no cálculo do volume de madeira entregue no pátio - 37,20%; desperdício de madeira no talh o - 9,53%; presen a de toras finas junto às grossas - 8,48%; desperdício de madeira no aceiro - 1,49%; erro no cálculo do volume de madeira rachada - 1,35%; desperdício de madeira remanescente nas cepas - 0,51%; e presen a de galhada no aceiro - 0,41%. O rachamento de toras sendo o item que mais contribuiu para os custos de falhas, merece esfor os específicos para diminui o de seus custos ou mesmo elimina o da opera o. Deve-se também buscar reduzir os custos dos demais itens que comp em os custos de falhas. Finalmente infere-se que, em raz o dos altos custos de falhas, o investimento em qualidade é compensador. Qualquer investimento em preven o e avalia o poderá aumentar os retornos da empresa. Quando se trabalha com recursos escassos, os desperdícios devem ser severamente evitados, pois a perda n o é só da empresa, mas de toda a sociedade.
COST EVALUATION: STRUCTURING OF A MODEL AVALIA O DE CUSTOS: ESTRUTURA O DE UM MODELO
Altair Borgert,Léo Schonorrenberger,Jóici Martins,Maurício Fernandes Pereira
Future Studies Research Journal : Trends and Strategies , 2010, DOI: 10.7444/future.v1i2.16
Abstract: This study’s purpose was to build a cost evaluation model with views to providing managers and decision makers with information to support the resolution process. From a strategic positioning standpoint, the pondering of variables involved in a cost system is key to corporate success. To this extent, overall consideration was given to contemporary cost approaches – the Theory of Constraints, Balanced Scorecard and Strategic Cost Management – and cost evaluation was analysed. It is understood that this is a relevant factor and that it ought to be taken into account when taking corporate decisions. Furthermore, considering that the MCDA methodology is recommended for the construction of cost evaluation models, some of it’s aspects were emphasised. Finally, the construction of the model itself complements this study. At this stage, cost variables for the three approaches were compiled. Thus, a repository of several variables was created and its use and combination is subject to the interests and needs of those responsible for it’s structuring within corporations. In so proceeding, the number of variables to ponder follows the complexity of the issue and of the required solution. Once meetings held with the study groups, the model was built, revised and reconstructed until consensus was reached. Thereafter, the conclusion was that a cost evaluation model, when built according to the characteristics and needs of each organization, might become the groundwork ensuring accounting becomes increasingly useful at companies. Key-words: Cost evaluation. Cost measurement. Strategy. Neste estudo, objetiva-se a constru o de um modelo de avalia o dos custos, com a finalidade de prover aos gerentes e decisores informa es para tomada de decis es. Na perspectiva de posicionamento estratégico, o julgamento das variáveis envolvidas num sistema de custos é fator expressivo para o sucesso empresarial. Neste sentido, fez-se uma tratativa de abordagens contemporaneas que envolvem custos – Teoria das Restri es, Balanced Scorecard e Gest o Estratégica de Custos – e discorreu-se sobre a avalia o dos custos. Entende-se que este é um fator relevante e que deve ser considerado para as decis es empresariais. Além disso, apontou-se alguns aspectos da Metodologia MCDA, recomendada à constru o de um modelo de avalia o de custos e, por fim, construiu-se o modelo para complementar este estudo. Neste ponto, foram compiladas as variáveis de custos das três abordagens. Com isso, criou-se um repositório de diversas variáveis, cuja utiliza o e combina o dependem dos interesses e necess
Metodologia de avalia o do trabalho na aten o primária à saúde  [cached]
Sala Arnaldo,Nemes Maria Ines Baptistella,Cohen Diane Dede
Cadernos de Saúde Pública , 1998,
Abstract: No presente trabalho, realiza-se um estudo de caso, no qual se analisa o processo de avalia o de a es assistenciais em uma unidade básica de saúde, no sentido de contribuir para o desenvolvimento de metodologias de avalia o do trabalho assistencial e de proposi o de categorias orientadoras desses processos de avalia o, tendo como base o processo de trabalho. Este estudo foi desenvolvido no Centro de Saúde Escola da Faculdade de Medicina da Universidade de S o Paulo, tomando como seu material empírico as avalia es das a es assistenciais dirigidas ao pronto-atendimento e ao atendimento programático de pacientes cr nicos (hipertensos e diabéticos). A análise dessas avalia es, que apreenderam diferentes momentos constituintes do processo de trabalho (objetos do trabalho, atua o dos agentes, análise dos meios de trabalho, produto do trabalho), sugerem a necessidade da elabora o de categorias analíticas que operacionalizem a apreens o desse processo, articulando cada momento à sua totalidade. As categorias analíticas propostas s o: 1) operacionalidade, como medida da efetiva o das a es propostas; 2) efetividade estratégica, como medida do alcance dos resultados apreensíveis nos usuários e/ou na popula o, atribuíveis às a es realizadas.
Seguran a alimentar em produtos tradicionais Food safety in traditional products  [cached]
M. E. Potes
Revista de Ciências Agrárias , 2007,
Abstract: Devido à crescente preocupa o por parte da sociedade em consumir alimentos que estejam em boas condi es e que, pelo menos, n o prejudiquem a sua saúde, diversas entidades se têm empenhado em garantir que os alimentos que chegam aos consumidores sejam salubres e inócuos. é este o principal objectivo da Seguran a Alimentar, tema analisado no Livro Branco da Seguran a dos Alimentos (2000). Este documento prop s a cria o, na Europa, da Autoridade Alimentar Europeia e estabeleceu uma metodologia baseada em quatro princípios fundamentais: a caracteriza o de toda a cadeia alimentar; a rastreabilidade dos alimentos para consumo humano e animal; a responsabiliza o dos diferentes intervenientes na referida cadeia; e a análise dos riscos. A estes fundamentos acrescentaram-se ainda o princípio da precau o e os sistemas de alerta rápido. A análise dos riscos, base de toda a política de seguran a dos alimentos, é constituída por três componentes interligadas, mas exercidas por entidades diferentes: a avalia o dos riscos, a gest o dos riscos e a comunica o dos riscos. Assim, a Autoridade Alimentar Europeia, designada por European Food Safety Agency (EFSA), é responsável pela avalia o dos riscos e pela comunica o dos riscos, actividades exercidas sob os requisitos da independência, excelência e transparência. A gest o dos riscos é da responsabilidade da Comiss o Europeia, que deve assegurar que a legisla o produzida com base nas informa es obtidas pela avalia o dos riscos, seja transposta e aplicada correctamente pelos diferentes Estados Membros. Respeitando os princípios fundamentais enunciados anteriormente foi decidido criar um conjunto coerente e transparente de regras, vulgarmente conhecido por “Pacote Higiene”, que entrou em vigor em 1 de Janeiro de 2006. Esta legisla o tem por objectivo condensar, harmonizar e simplificar a aplica o de todos os requisitos de higiene espalhados por um número considerável de instrumentos legislativos e gerir a seguran a alimentar. S o enunciadas regras de higiene integradas ao longo de toda a cadeia alimentar, tendo em vista assegurar um elevado nível de protec o da saúde pública, reduzir as barreiras comerciais e sujeitar todos os operadores do sector alimentar às mesmas regras. Além disso, s o também estabelecidos instrumentos de gest o da seguran a alimentar e de possíveis crises alimentares. Sem comprometer os fundamentos da seguran a alimentar mencionados anteriormente, a nova legisla o contemplará também os produtos tradicionais, permitindo alguma flexibilidade na aplica o das referidas regras de higiene. Es
Gest o de custos aplicada a hospitais universitários públicos: a experiência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeir o Preto da USP Cost management applied to public university hospitals
Carlos Alberto Grespan Bonacim,Adriana Maria Procópio de Araujo
Revista de Administra??o Pública , 2010, DOI: 10.1590/s0034-76122010000400007
Abstract: Este artigo apresenta a experiência de implanta o da metodologia de custos baseada em atividades (ABC) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeir o Preto da Universidade de S o Paulo, por meio de um estudo de caso, num período de cinco anos. As características dos hospitais universitários de alta tecnologia, tais como atividades docente-assistenciais e servi os básicos de saúde, fazem com que seus custos sejam mais elevados do que os de hospitais n o universitários. Na sua trajetória institucional, o HCFMRP-USP n o possuía uma metodologia consistente de mensura o e avalia o dos custos de sua atividade assistencial. No entanto, dificuldades de financiamento de suas atividades, associadas a uma completa reestrutura o em seu modelo de atendimento vinculado ao Sistema único de Saúde, impulsionaram a ado o do mapeamento de custos por atividades, para demonstrar, de forma adequada, como pode ser mensurado o impacto do ensino nos custos assistenciais, visto que a agenda democrática nacional tem reivindicado transparência, accountability e, fundamentalmente, eficiência na gest o dos recursos públicos This paper presents the experience of implementing the methodology of cost-based activities (ABC) at The Ribeir o Preto Medical School Clinics Hospital of the University of S o Paulo (HCFMRP-USP), through a case study over a period of five years. Characteristics of high technology university hospitals, such as teaching and assistance, make their costs higher than those of non-university hospitals. In its institutional history, HCFMRP-USP lacked a consistent methodology for measuring and assessing the costs of its assistance activities. However, difficulties in financing these activities, associated with a complete restructuring in the hospital's healthcare model linked to the National Health System, have furthered the adoption of cost mapping, in order to assess adequately the impact of teaching activities in healthcare costs, considering that the country's democratic agenda has demanded transparency, accountability and, above all, efficiency in public funds management
Seguran a e saúde no trabalho em Portugal: um lugar na história e a história de um lugar  [PDF]
Hernani Veloso Neto
International Journal on Working Conditions , 2011,
Abstract: O enfoque sistémico perfilhado pela seguran a e saúde no trabalho nas organiza es contemporaneas configura-se como um sinal da transforma o dos modelos sociais e organizacionais de gest o do trabalho e da forma como as sociedades come aram a percecionar esta área. A seguran a e saúde no trabalho surge como um fenómeno que decorre da história do trabalho, principalmente do lado negro dessa história. Ou seja, n o se firmou como um pressuposto inicial, mas como uma necessidade social que foi emergindo devido aos confrangimentos que o exercício ocupacional acarretou para o bem-estar do ser humano. Percorrer essa evolu o é o principal intuito do presente artigo. Tentar-se-á demarcar os compassos evolutivos da seguran a e saúde no trabalho nas sociedades ocidentais, enquadrando a constru o histórica da realidade portuguesa neste domínio.
Custos da qualidade: desafios de mensura o no setor de transportes  [cached]
Rogério Guilhermeti,Kerla Mattiello
ConTexto (Porto Alegre) , 2013,
Abstract: A rela o atual de competitividade entre as organiza es, somada ao advento da globaliza o, trouxe aos lares dos consumidores produtos de todas as partes do mundo. Esses consumidores, com mais op es de compra, passaram a ser mais exigentes com a qualidade do produto ou servi o ofertado. Dessa forma, a qualidade se torna mais que um valor adicional aos produtos, se tornando um requisito indispensável para que um produto ou uma organiza o se mantenha competitiva. Este estudo analisa o conceito da qualidade pelo enfoque contábil, mais especificamente sobre a ótica de custos, considerando o fato de que os gestores têm necessidade premente de tomar decis es levando em considera o o custo versus o retorno que este proporciona. Com esse objetivo, foram aplicados os conceitos de custo da qualidade em uma empresa que atua no setor de transportes. Foi utilizado como metodologia, além da revis o bibliográfica, o estudo de caso. Assim, primeiramente, se buscou identificar os principais estudos publicados para, posteriormente, encontrar respostas para o caso estudado, principalmente sobre o que avaliar e quais as dificuldades encontradas na prática. Os dados coletados no estudo foram classificados em custos de preven o, de avalia o, de falhas internas e de falhas externas e apresentaram resultados importantes, como a evidencia o de que os investimentos maci os em manuten o preventiva s o eficientes se comparados com a redu o das falhas externas. Também foi percebida a dificuldade de mensura o e alinhamento desta com o sistema de custos atualmente utilizado nas empresas.
REAJUSTES DE PRE OS BASEADOS NA MODELAGEM DE CUSTOS  [cached]
Gustavo Menoncin de Carvalho Pereira
Revista PRETEXTO , 2009,
Abstract: A determina o do pre o para a aquisi o de um produto ou servi o é discutida durante o processo de concorrência, após a empresa compradora constatar que a empresa vendedora está qualificada tecnicamente para suprir suas necessidades. Este pre o estará sujeito a pleitos de reajustes, que tradicionalmente tomam como base os indicadores inflacionários. Pode haver casos em que estes indicadores n o refletem as varia es reais dos componentes que formam o pre o. Este trabalho tem como objetivo discutir o modelo de avalia o de reajustes de pre os, verificando a abordagem tradicional, e propor que os profissionais que atuam na área de compras adquiram habilidades de analisar os pleitos baseando-se em técnicas de modelagem de custos. Para alcan ar este objetivo, faz-se uma revis o bibliográfica dos assuntos indicadores de infla o e técnicas modelagem de custos e discute-se a proposta através de um exemplo real.
Classifica o e custos de estradas em florestas plantadas na regi o sudeste do Brasil
Lopes Eduardo da Silva,Machado Carlos Cardoso,Souza Amaury Paulo de
Revista árvore , 2002,
Abstract: A classifica o de estradas florestais é essencial, pois permite o diálogo sem problemas de terminologia, dando subsídios ao planejamento que visa a implanta o, conserva o e avalia o das estradas existentes. Os objetivos deste trabalho foram elaborar uma classifica o de estradas florestais, estimar seus respectivos custos de constru o e aplicar esta classifica o em uma empresa florestal brasileira. Através da combina o de índices de qualidade foram obtidos, de forma hierarquizada, 20 diferentes classes de estradas com a respectiva velocidade operacional do veículo de transporte e 120 diferentes tipos de estradas com seus respectivos custos de constru o. Na regi o onde se realizou esta pesquisa, observaram-se três categorias de estradas: principais, secundárias e terciárias, cuja estimativa de custos de constru o foi R$ 9.050,00, R$ 4.050,00 e R$ 2.937,00/km, respectivamente.
éTICA NA CONTABILIDADE DE CUSTOS – DILEMAS DOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE DE CUSTOS  [cached]
Evandir Megliorini,Mauro Fernando Gallo,Aldy Fernandes da Silva,Marcos Reinaldo Severino Peters
Revista de Contabilidade do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ , 2008,
Abstract: As empresas s o constituídas, numa perspectiva econ mica, com o propósito de agregar riquezas a seus proprietários. Basicamente, isso decorre do lucro gerado em suas atividades operacionais e pela maximiza o de seu valor de mercado refletido no aumento do pre o de suas a es. Por outro lado, o aumento do pre o das a es é influenciado por diferentes fatores, dentre eles o próprio lucro das atividades operacionais, a adequada estrutura de capital e as vantagens competitivas adquiridas. Entretanto, os administradores encontram-se diante da possibilidade de empregar técnicas e procedimentos que permitam uma apresenta o mais otimista ou pessimista da situa o econ mica, financeira e patrimonial de uma empresa. Isso é tratado por pesquisadores e estudiosos como gerenciamento de resultados, com poder de induzir o mercado a avalia es equivocadas a respeito da empresa. Os contadores, por outro lado, podem receber press o dos administradores para escolher alternativas contábeis que melhoram os relatórios de desempenho. Isso coloca os contadores diante de dilemas éticos, que s o acentuados na medida em que os padr es éticos da profiss o também deixam lacunas para interpreta es e julgamentos. Em geral, os conflitos éticos têm seu foco voltado, na literatura contábil, à contabilidade financeira, notadamente quanto à apresenta o dos demonstrativos contábeis; pouco se tem discutido sobre ética relativamente à contabilidade de custos. O presente artigo tem como propósito discutir a ética na contabilidade de custos quanto aos procedimentos empregados no sistema de custeio que atende às necessidades informacionais requeridas pelos Demonstrativos contábeis elaborados em conformidade com os Princípios Fundamentais de Contabilidade.
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