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O impacto dos valores organizacionais no estresse ocupacional: um estudo com professores de ensino médio
Karla Rejane Canova,Juliana Barreiros Porto
Revista de Administra??o Mackenzie , 2010,
Abstract: Este estudo teve como objetivo identificar o poder preditivo dos valores organizacionais sobre o nível de estresse ocupacional entre docentes do ensino médio. Utilizaram-se a escala de estresse no trabalho e o inventário de perfis dos valores organizacionais. Participaram da pesquisa 321 professores. A análise fatorial para estresse apontou para dois fatores, e o escalonamento multidimensional do inventário de valores organizacionais indicou 5 tipos motivacionais: ética e preocupa o com a coletividade; domínio, prestígio e realiza o; autonomia e bemestar; conformidade; e tradi o. A regress o múltipla sugere que quanto mais o professor percebe valores organizacionais de autonomia e bem-estar e ética e preocupa o com a coletividade, menos ele relata estresse ocupacional. Atividades físicas e licen as médicas também apresentaram impacto. Concluiu-se que os valores organizacionais influenciam significativamente o estresse ocupacional e que a gest o da cultura organizacional pode melhorar o nível de estresse.
Factors that influence business strategies of direct foreign investments in emerging countries Fatores que influenciam as estratégias empresariais de investimento externo direto em países emergentes.
Cláudia Wirz Leite Sá,Janann Joslin Medeiros
Revista Ibero-Americana de Estratégia , 2008, DOI: 10.5585/riae.v6i1.1222
Abstract: The purpose in this article is to propose an analytical model of the factors that influence business strategies of direct foreign investment in emerging markets. To this end, a literature review was conducted to identify the factors considered relevant to business investment in developing economies. The analytical model was developed on the basis of this review. This model includes external factors (driving mechanisms) and internal factors (leveraging mechanisms). Two dimensions of external factors were identified: macroenvironmental (localization advantages) and micro environmental (internalization advantages). The third dimension, internal factors, is composed of characteristics of the investing firms themselves (proprietary advantages). This model can be applied to the analysis of industries as a whole or to specific industrial segments, in terms of their attractiveness to foreign direct investment. O objetivo geral deste estudo é propor um modelo de análise de fatores que influenciam as estratégias empresariais de investimento externo direto (IED) em mercados emergentes. Para isso, este trabalho foi realizado em duas partes: identifica o dos fatores considerados relevantes pela revis o da literatura de IED, nas economias emergentes, e proposi o de modelo de análise. O modelo desenvolvido inclui fatores externos (mecanismos propulsores) e internos (mecanismos de alavancagem). Os externos se subdividem em duas dimens es: macroambiental (vantagens de localiza o) e microambiental (vantagens de internaliza o). Os fatores internos refletem as características das próprias empresas investidoras (vantagens de propriedade). O modelo criado é aplicável em indústrias e segmentos específicos.
Warfarina: fatores que influenciam no índice de normatiza o internacional  [cached]
Ticiane C. G. F. Campanili,Andrea Cotait Ayoub
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: O tratamento com Warfarina reduz a capacidade de coagula o do sangue, sendo acompanhado laboratorialmente pelo tempo de protrombina expresso como no índice de normatiza o internacional(INR). Fatores socioecon micos, culturais e a terapêutica podem influenciar os resultados. Objetivo: caracterizar pacientes em uso de Warfarina e identificar fatores que colaboraram para o INR permanecer fora da faixa terapêutica (INR <2,0 ou >3,0). Estudo descritivo exploratório utilizando instrumento de coleta de dados, com as variáveis: caracteriza o do paciente, uso da Warfarina e sua forma de utiliza o, hábitos alimentares, atividade física, controle do INR. Amostra foi de 38 pacientes que recebiam Warfarina há trinta dias com INR fora da faixa terapêutica. Os pacientes apresentavam hábitos alimentares inadequados, intera o medicamentosa da Warfarina com antibióticos e antiarrítmicos e ades o prejudicada ao tratamento.
ATTITUDES AND FACTORS THAT INFLUENCE THE CONSUMPTION OF ORGANIC PRODUCTS IN RETAIL DOI: 10.5585/remark.v8i1.2131 ATITUDES E FATORES QUE INFLUENCIAM O CONSUMO DE PRODUTOS ORG NICOS NO VAREJO DOI: 10.5585/remark.v8i1.2131  [cached]
Ricardo Rossetto Rodrigues,Camila Castro Carlos,Paulo Sergio Miranda Mendon?a,Stella Ribeiro Alves Correa
REMark : Revista Brasileira de Marketing , 2010, DOI: 10.5585/remark.v8i1.2131
Abstract: The market for organic food is growing due to the concern of consumers with a healthier nutrition and due to the pressures of the consumer market for the use of more sustainable means of production. In Brazil, the organic market also configures itself as a trend. This article aims at identifying the factors that influence the consumption of organic products. To do so, the analysis was focused on organic products consumers who choose the supermarket as their point of sale. To identify these factors, issues like consumer behavior, purchase attitude and retail was addressed in the literature review. The methodology has divided the article into 2 parts. The first one used an exploratory research. The second one used a descriptive research under a survey method and factorial analysis. Analysis of the results led to the conclusion that the factors are egocentric, and that there are barriers that confuse the consumers in buying organic food. O mercado de produtos organicos vem crescendo gra as à preocupa o de consumidores com uma alimenta o mais saudável e às press es do mercado para utiliza o de meios de produ o mais sustentáveis. No Brasil, os produtos organicos também se configuram como uma tendência. O presente artigo visa identificar os fatores que influenciam o consumo desses produtos em Ribeir o Preto, S o Paulo. Para tanto, foca sua análise nos consumidores de produtos organicos que optam pelo supermercado como ponto de venda. Empregou-se dois métodos de pesquisa. No primeiro, utilizou-se a pesquisa exploratória e, no segundo, a pesquisa descritiva, mais especificamente o survey. A análise estatística dos dados utilizou a técnica de análise fatorial. Os resultados mostraram que os fatores que levam ao consumo de produtos organicos s o egocêntricos. Além disso, verificou-se que os consumidores sentem que existem barreiras comerciais que dificultam a compra desses produtos.
FLAVONóIS E FLAVONAS: FONTES BRASILEIRAS E FATORES QUE INFLUENCIAM A COMPOSI O EM ALIMENTOS  [cached]
L. S. HUBER,D. B. RODRIGUEZ-AMAYA
Alimentos e Nutri??o , 2008,
Abstract: O interesse em pesquisar os flavonóides se deve a estudos que indicam efeitos benéfi cos à saúde, principalmente na preven o de doen as degenerativas, como cancer e doen as cardiovasculares. A determina o dos flavonóides em alimentos, bem como a investiga o dos fatores que influenciam a composi o, s o necessários para apontar as fontes e otimizar as condi es de produ o, processamento e estocagem, a fi m de manter ou incrementar seus teores na dieta da popula o, para promo o da saúde. Os chás preto e verde e a erva mate s o muito ricos em quercetina, sendo os dois primeiros fontes também de miricetina e kaempferol e o último de kaempferol. As melhores fontes entre as frutas s o pitanga e caju, que contém quercetina, kaempferol e miricetina; acerola, tendo quercetina e kaempferol, e taperebá e ma com altos conteúdos de quercetina. Entre as hortali as consumidas no Brasil, as principais fontes s o cebola, couve e rúcula, com altos teores de quercetina, rúcula e couve com altos níveis de kaempferol, e salsa com grande quantidade de apigenina. Os teores de flavonóides nos alimentos s o determinados geneticamente, porém, s o influenciados também por fatores como esta o do ano, clima, composi o do solo, estádio de matura o, preparo, processamento e estocagem dos alimentos.
FATORES QUE INFLUENCIAM A ESTRUTURA DE CAPITAL EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS  [cached]
Verónica Pe?aloza,Felipe de Castro Figueiredo
Revista PRETEXTO , 2011,
Abstract: Investigou-se, de modo exploratório, a influência de alguns fatores motivacionais e demográficos sobre a composi o da estrutura de capital de micro e pequenas empresas da cidade de Fortaleza. Os dados foram trabalhados com o software SPSS (Statistical Package for the Social Sciences), vers o 13.0, módulos de estatística descritiva, testes n o paramétricos, análise fatorial e regress o binaria logística. Inúmeros trabalhos abordam o tema das decis es de estrutura de capital nas empresas, porém poucos o fazem sob a ótica das micro e pequenas empresas, caracterizadas pela justaposi o de propriedade-gest o, o que faz com que as motiva es do empresário sejam variáveis importantes a serem incorporadas no estudo das decis es sobre estrutura de capital. Os resultados estatísticos confirmam a influência desses fatores nas decis es de estrutura de capital da empresa, mais especificamente, a variável representativa das dimens es do desafio pessoal relaciona-se com o uso exclusivo de capital próprio na composi o de capital da empresa.
Fatores que influenciam a textura da carne de novilhos Nelore e cruzados Limousin-Nelore
Heinemann Riana Jord?o Barrozo,Pinto Marcos Franke,Romanelli Pedro Fernando
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar fatores que influenciam a textura da carne de novilhos Nelore e cruzados Limousin-Nelore. Cinqüenta novilhos, 25 Nelore e 25 Limousin-Nelore, foram aleatoriamente divididos em cinco grupos de 10 animais (cinco de cada grupo genético), para o abate seriado, até 204 dias. Os valores de temperatura e pH muscular foram monitorados durante 24 horas após o abate. Em seguida, foram medidas a espessura de cobertura de gordura e a área de olho de lombo. O músculo longissimus dorsi retirado foi dividido para avalia o qualitativa do músculo sem matura o e submetido à matura o por 14 dias. A área de olho de lombo foi maior em animais cruzados. Os valores de cobertura de gordura e gordura intramuscular foram semelhantes entre os grupos genéticos. Peso ao abate e teor de gordura afetaram as quedas de pH e temperatura, mas n o resultaram em diferen as na for a de cisalhamento. Os animais cruzados apresentaram carne mais macia que os animais Nelore. A matura o causou redu o de 30% na for a de cisalhamento e foi, com o fator genético, o parametro que mais influenciou a textura da carne.
SERVI OS MéDICO-HOSPITALARES: FATORES DE SATISFA O DOS PACIENTES DE UM HOSPITAL PúBLICO DE BELéM-PA  [cached]
Carlos André Corrêa de Mattos,Danielle Cristina Gonzaga dos Santos,Alessandro de Castro Corrêa,Sérgio Castro Gomes
Revista PRETEXTO , 2011,
Abstract: O objetivo do presente artigo foi identificar os fatores que influenciam a satisfa o dos pacientes em rela o aos servi os prestados por um hospital da rede pública na Regi o Metropolitana de Belém. A preocupa o com a satisfa o dos pacientes e com a avalia o da qualidade dos servi os públicos está inserida no contexto da administra o pública gerencial. O estudo foi realizado com base em 400 questionários, aleatoriamente aplicados, com perguntas abertas e fechadas relativas ao perfil e a satisfa o em rela o ao atendimento dos pacientes do hospital, no período de 1 a 15 de setembro de 2008. Para determina o dos fatores, utilizou-se a análise fatorial exploratória (AFE). Os resultados sugerem que os fatores que influenciam a satisfa o dos pacientes s o o corpo clínico, recep o, atendimento e infraestrutura, além da importancia dos aspectos interpessoais nos servi os hospitalares.
Fatores que influenciam o padr o radiológico de densidade das mamas  [cached]
Figueira Rosa Nara Machado,Santos ?ngela Isabel dos,Camargo Maria Emília,Koch Hilton Augusto
Radiologia Brasileira , 2003,
Abstract: O padr o de densidade mamográfica deve ser referido, com a finalidade de atentar o clínico para possíveis dificuldades no diagnóstico da afec o mamária, pois s o conhecidas a menor sensibilidade e especificidade da mamografia em mamas densas. OBJETIVO: Correlacionar os diferentes padr es de densidade mamográfica com possíveis fatores que possam modificá-los, tais como idade, paridade e índice de massa corporal. MATERIAIS E MéTODOS: Foram avaliados 849 mulheres e seus respectivos exames mamográficos, para identifica o do padr o de densidade mamária, idade, paridade e índice de massa corporal. Realizou-se o teste do qui-quadrado, coeficiente de contingência e regress o logística. RESULTADOS: A maioria das mulheres situou-se na faixa etária dos 36 aos 55 anos. Houve predomínio dos padr es de baixa densidade (73,7%) sobre os de alta densidade (26,3%). Multiparidade foi encontrada em 69,8% da amostra, houve 16,5% de nulíparas e 13,7% com um filho. O índice de massa corporal foi normal em 53,3% das mulheres, 26,9% apresentaram sobrepeso, 9,5% eram obesas e 11,3% estavam abaixo do peso ideal. CONCLUS O: Os padr es densos foram influenciados pela idade jovem, nuliparidade e menor índice de massa corporal. Os padr es de baixa densidade aumentaram com a idade, o número de filhos e o índice de massa corporal.
Disfonia em professores do ensino municipal: prevalência e fatores de risco  [cached]
Fuess Vera L. R.,Lorenz Maria Cecília
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2003,
Abstract: A disfonia é um sintoma muito freqüente em professores, profissionais para os quais a voz é elemento indispensável. OBJETIVOS: Observar a prevalência deste sintoma em professores de pré-escola e da escola primária e avaliar fatores e sintomas associados, facilitando a promo o de medidas de preven o desta manifesta o ocupacional. FORMA DE ESTUDO: Coorte transversal. CASUíSTICA E MéTODO: Estudo transversal consistindo de questionários respondidos por 451 professores (pré-escola e quatro primeiras séries do ensino fundamental) de 66 escolas municipais de Mogi das Cruzes. Ao lado de dados de identifica o e demográficos, o questionário abordou quest es relacionadas à atividade de professor, à disfonia, presen a de sintomas concomitantes e hábitos. Trinta profissionais com problemas constantes de voz foram submetidos a telescopia laríngea, sendo seus diagnósticos tabulados. RESULTADOS: 80,7% dos professores referiram algum grau de disfonia. N o observamos rela o entre idade, tempo de profiss o e classe atendida e freqüência referida de disfonia. N o houve associa o entre freqüência de disfonia e número de fatores extra-profissionais de abuso da voz ou tabagismo. Observamos rela o direta entre a freqüência de disfonia e a carga horária semanal (p < 0,01) e o número de alunos por classe (p < 0,02), além de associa o significativa com presen a de sintomas de rinite alérgica (p < 0,001) e refluxo gastro-esofágico (p < 0,01). O diagnóstico laringoscópico incluiu, ao lado de les es características de esfor o vocal, altera es congênitas e outras etiologias. CONCLUS ES: A disfonia mostrou elevada prevalência em professores. Medidas preventivas devem contemplar a redu o da carga horária e do número de alunos por classe, bem como o tratamento de afec es concomitantes.
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