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A produ o escrita de alunos com e sem síndrome de Down: uma análise da coerência textual The written production of students with and without Down syndrome: an analysis of textual coherence  [cached]
Adriana Leite Limaverde Gomes
Educar em Revista , 2013,
Abstract: Neste trabalho, analisa-se a coerência textual a partir da reescrita do conto de Rapunzel. Baseia-se em uma abordagem psicogenética da língua escrita. Participaram desse estudo nove alunos, sendo seis com síndrome de Down (Grupo I) e os outros três sem deficiência (Grupo II). Eles cursavam entre o 2o e 8o anos do Ensino Fundamental em escolas regulares. O procedimento de produ o textual consistiu em um encontro individual, cuja solicita o de produ o escrita era precedida pela leitura do conto pela pesquisadora. Os dados indicaram a presen a da coerência textual nos dois grupos, embora mais frequente nas produ es do grupo II, que demonstrava maior competência com os elementos de coerência textual. O grupo II apresentou estratégias poderosas para mobilizar os recursos cognitivos que permitiram articular conhecimentos anteriores e focalizá-los na produ o e articula o de suas ideias no texto. O grupo I, na sua maioria, experimentava dificuldades em elaborar um desfecho em estreita rela o com as partes que compunham o texto. N o apresentaram, porém, dificuldades em definir e manter a personagem principal ao longo de toda a história escrita, mesmo quando a história era incoerente se considerarmos outros indicadores. Qualitativamente, os textos dos alunos com síndrome de Down se diferenciaram daqueles produzidos pelo grupo II. N o identificamos, porém, características que podem representar especificidades na produ o escrita dos alunos com essa síndrome, visto que alguns alunos com síndrome de Down produziram textos apresentando coerência. This work examines the textual coherence from the rewriting of the tale of Rapunzel. It is based on a psychogenetic approach of written language. Nine students participated in this study, six with Down syndrome (Group I) and the other three without disabilities (Group II). They were enrolled between 2nd and 8th years of Primary Education in regular schools. The procedure of textual production consisted in an individual meeting, whose request for written production was preceded by the reading of the story by the researcher. The data indicated the presence of textual coherence in the two groups, although more frequent in productions of group II, which showed greater competence with the elements of textual coherence. Group II presented powerful strategies to mobilize the cognitive resources that enabled to articulate previous knowledge and to focus them in the production and articulation of their ideas in the text. The group I, in its majority experienced difficulty in drawing up an endpoint in close relationship with th
A cultura escolar material, a modernidade e a aquisi o da escrita no Brasil no século XIX =The material school culture, modernity and the acquisition of the writing in Brazil on the XIX century  [PDF]
Arriada, Eduardo,Tambara, Elomar
Educa??o , 2012,
Abstract: O processo de modernidade teve especial significa o no Brasil no século XIX. Entre as esferas de sua influência, a que mais se destacou foi a do recinto escolar. A ideia de civilizar a popula o por meio de um saber vinculado à moraliza o, ordenamento religioso, civilidade, etc. , passou a n o ser suficiente para a forma o do novo homem alfabetizado demandado pelo novel padr o de desenvolvimento industrial. Ao par, e n o menos importante, instituiu-se uma “machina de ensinar” subordinada aos interesses do capitalismo em consolida o. Houve, sem dúvida, uma adequa o do sistema de educa o à produ o e, principalmente, ao consumo em massa. Uma nova racionalidade imp s-se, a qual estava vinculada principalmente à aquisi o da escrita, objeto deste estudo. The modernity process had a special meaning in Brazil on the XIX century. Among its influential areas the most significant was the school premises. The idea to civilize the population through knowledge, which was tied to the moralization, religious ordainment, civility, etc. , started to be insufficient to the formation of the new alphabetized man now demanded by the new pattern of industrial development. Also, and not least important, a “teaching machine” was introduced subordinated to the capitalism interests in consolidation. There is, without any doubts, an adequacy of the education system to the production and, mostly, to the mass consumerism. A new reasoning enforces itself. And it is connected specially to the writing acquisition.
Lengua escrita y rendimiento escolar  [cached]
Arboleda Toro Rubén
Forma y Función , 1991,
Abstract: En estas páginas no haré consideraciones técnicas resultantes de un dise o experimental sobre la lectoescritura como factor de éxito o fracaso escolar. Aventuraré algunas opiniones sobre lo que impulsa a nuestro país a preocuparse por este asunto y el estado en que se encuentra la reflexión; trataré de relativizar y problematizar la relación que se establece entre lectura y rendimiento escolar, no para generar pesimismo en relación con nuestra acción sino para contribuir a valorarla adecuadamente y a fijar sus metas.
Análise de erros ortográficos em alunos do ensino público fundamental que apresentam dificuldades na escrita  [cached]
Gislaine Gasparin Nobile,Sylvia Domingos Barrera
Psicologia em Revista , 2009,
Abstract: O objetivo desta pesquisa foi realizar uma análise dos erros ortográficos de uma amostra de alunos com dificuldades de aprendizagem. Participaram 18 alunos de 3a a 7a séries do ensino fundamental, frequentando turmas de refor o escolar. Os dados foram coletados pela aplica o individual de uma prova de escrita de palavras e outra de produ o de texto. Observou-se que as dificuldades ortográficas encontradas n o diferem, em sua natureza, daquelas obtidas em estudos com crian as sem dificuldades de aprendizagem, porém evidenciam uma frequência elevada, mesmo entre os alunos do segundo ciclo. Os erros mais comuns foram os de transcri o da fala, seguidos de dificuldades baseadas na análise fonológica, tais como: trocas de letras, marca o de nasaliza o e sílabas complexas. Discute-se o papel das habilidades de consciência fonológica e morfossintática no planejamento de atividades pedagógicas visando a facilitar a apropria o do sistema ortográfico.
Interferências de estímulos visuais na produ??o escrita de escolares ouvintes sem queixas de altera??es na escrita
Casemiro, Juliana Ramos;Ribeiro, Karen Barros;Matta, Tatiana Ribeiro Gomes da;Soares, Aparecido José Couto;Cárnio, Maria Silvia;
Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia , 2011, DOI: 10.1590/S1516-80342011000400006
Abstract: purpose: to investigate the influence of visual stimuli on the written production of elementary school students with no complaints of reading and writing difficulties. methods: participants were 25 elementary school children without reading and writing complaints who were enrolled in 3rd and 4th grades of a public school. the following inclusion criteria were adopted: responses at 20 dbhl for frequencies from 500 hz to 4 khz on hearing screening; to be enrolled in school for at least two years; and to present alphabetic or orthographic writing level. participants were divided into small groups, and the written productions were collected in two separate days. productions were analyzed according to the criteria adopted, which were based on a study regarding communicative skills (generic, encyclopedic and linguistic). data were statistically analyzed. results: there was no difference in the duration of writing elaboration, regardless the type of visual stimulus. as for the generic skills, the predominant type of discourse was the narrative genre. regarding the encyclopedic skills, there was evidence of greater intertextuality for the action picture. with regards to the linguistic skills, the produced texts were long, with inadequate score, orthographic errors and partial overall cohesion. conclusion: the visual stimuli presented did not interfere in the written production of elementary school students regarding communicative skills.
A produ o de contra-argumentos na escrita infantil  [cached]
Leit?o Selma,Almeida Eliana G. da S.
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2000,
Abstract: Pesquisas sobre a produ o de textos argumentativos mostram que antecipar contra-argumentos e reagir a estes é uma das principais dificuldades na escrita deste tipo de texto. Este estudo investigou a habilidade de 157 crian as (segunda, quarta e sétima séries) gerarem contra-argumentos nos textos que produziam. Observou-se que, embora contra-argumentos apare am ocasionalmente nos escritos da segunda série, só a partir da quarta essa presen a se torna sistemática. Progressos relacionados à idade e escolaridade foram também registrados quanto ao número de contra-argumentos examinados num mesmo texto. A estrutura global dos textos produzidos (narrativo vs. opinativo) e o tema discutido n o parecem ter afetado a produ o de contra-argumentos pelas crian as, embora efeitos destes fatores tenham sido notados sobre o número de idéias usadas pelas mesmas para justificarem suas própria posi es. Na discuss o destes resultados examina-se o papel de fatores pragmáticos no desenvolvimento de contra-argumentos em textos escritos.
A influência de diferentes situa es de produ o na escrita de histórias
Silva Maria Emília Lins e,Spinillo Alina Galv?o
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2000,
Abstract: O estudo examinou o efeito de diferentes situa es de produ o na escrita de histórias. Oitenta crian as de primeira à quarta série do ensino fundamental escreveram histórias em quatro situa es distintas: produ o livre; produ o oral/escrita; produ o a partir de seqüência de gravuras; e reprodu o de uma história ouvida. Inicialmente, 320 histórias foram classificadas em categorias hierárquicas de organiza o textual. Em um segundo momento, cada crian a foi analisada ao longo das quatro condi es. As condi es experimentais tiveram um efeito sobre qualidade narrativa das histórias: as mais elaboradas eram aquelas produzidas a partir da seqüência de gravuras e a partir da história ouvida. Este efeito n o foi observado entre as crian as das séries mais adiantadas, cujas histórias apresentavam uma estrutura narrativa elaborada em todas as condi es. Identificou-se três níveis de desenvolvimento quanto à habilidade narrativa na escrita de histórias, desenvolvimento este que ocorre mesmo após a instru o formal da leitura e da escrita.
A escrita como recurso mnem nico na fase inical de alfabetiza o escolar: Uma análise histórico-cultural
Gontijo Cláudia Maria Mendes,Leite Sérgio Ant?nio da Silva
Educa??o & Sociedade , 2002,
Abstract: Com base na concep o de que a linguagem escrita é um sistema de signos que serve como apoio às fun es intelectuais, o artigo apresenta os resultados da pesquisa cuja finalidade foi investigar os processos que se constituem nas crian as, na fase inicial de alfabetiza o escolar, ao serem incentivadas a usar a escrita como recurso mnem nico. A partir das atividades de registro dos textos, elaborados oralmente pelas crian as, conclui que o surgimento de grafias indiferenciadas propiciadas pela presen a, nos textos, de quantidades, palavras que se repetiam e palavras cuja grafia as crian as dominavam, possibilitou que os alunos estabelecessem uma rela o funcional com a escrita e, portanto, a usasse como recurso mnem nico.
Avalia o pelo P300 de crian as com e sem epilepsia e rendimento escolar  [cached]
VISIOLI-MELO JUCELEI F.,ROTTA NEWRA TELLECHEA
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2000,
Abstract: Dificuldade de aprendizagem é situa o comum em crian as com epilepsia. Distúrbios da inteligência têm sido associados com epilepsia. O potencial cognitivo (P300) é um adjunto clínico para mensurar neurofisiologicamente o processo cognitivo. Foram estudadas 99 crian as com 10 anos a 11 anos e 11 meses. Do Grupo I, sem epilepsia, faziam parte 64 crian as, das quais 32 com bom rendimento e outras 32 com mau rendimento escolar. Do Grupo II, com epilepsia, faziam parte 35 crian as, sendo 21 com bom rendimento escolar e 15 com mau rendimento escolar. N o foi encontrada diferen a significativa na latência do P300 entre os dois grupos. Quando foram estratificados segundo o desempenho escolar, as crian as do Grupo I, com bom rendimento escolar, apresentaram latência do P300 de 336 ms e as com mau rendimento escolar, latência de 382 ms; as crian as do Grupo II, com bom rendimento escolar, apresentaram latência do P300 de 363 ms e as com mau rendimento escolar, latência de 400 ms, com diferen a significativa. Essa diferen a estava localizada entre as crian as n o epilépticas com bom desempenho escolar e as com mau desempenho escolar, epilépticas ou n o.
Um novo olhar sobre a produ o didática da EJA: as produ es do meio escolar  [cached]
Paulo Eduardo Dias de Mello
Revista Brasileira de Educa??o de Jovens e Adultos , 2013,
Abstract: O tema dos materiais didáticos que circulam no ambiente escolar, e servem como subsídio ou instrumento de apoio ao processo de ensino e aprendizagem, tem despertado o interesse de pesquisadores de várias áreas de estudos. No campo da EJA, os estudos produzidos têm-se dedicado, em especial, à análise dos materiais impressos e, com maior ênfase, ao livro didático, elaborados como produto de alguma a o ou programa de governo, ou movimentos sociais e organiza es da sociedade civil. S o escassos, no entanto, os estudos dedicados aos materiais didáticos produzidos diretamente por educadores e educandos da EJA no ambito das escolas. Para este trabalho, tomamos como referência o material didático disponível no Acervo EJA do MEC, produzidos no meio escolar, ou seja, elaborados por professores que atuam em sala de aula, nas redes públicas de ensino, entre a década de 1990 e início dos anos 2000. Nosso objetivo é caracterizar essa produ o didática e identificar a diversidade das práticas de produ o e formas de constru o de saberes no meio escolar.
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