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" nibus 174": O sujeito e sua representa o filmica.
Julia Gon?alves Declie Fagioli
Ciberlegenda , 2010,
Abstract: Através da analise do filme nibus 174 (Brasil, 2002) de José Padilha, pretende-se, neste trabalho, esclarecer fen menos da comunica o no cinema documentário. Para isso, será preciso compreender o modelo relacional de Comunica o, desenvolvido por Louis Queré. As idéias de Jean-Louis Comolli dialogam com as de Quéré na medida em que permitem entender as rela es comunicacionais presentes no cinema: entre o filme e o espectador e entre aquele que filma e aquele que é filmado. Um terceiro movimento associa essas no es à possibilidade de uma análise da representa o do sujeito no cinema documentário em termos de fundo e fachada, conceitos fundamentais da sociologia de Erving Goffman. Por meio desse caminho teórico almeja-se alcan ar a compreens o do posicionamento da personagem principal do filme.
Relacionamentos interorganizacionais horizontais e forma o de valor em redes de agronegócios: o caso de uma rede de floriculturas  [PDF]
Heron Sergio Moreira Begnis,Rejane Maria Alievi,Vania de Fátima Barros Estivalete
Estudos do CEPE , 2011,
Abstract: O artigo tem como objetivo analisar o processo de forma o de valor nos relacionamentos interorganizacionais horizontais (em rede) no agronegócio de flores e plantas ornamentais em Santa Cruz do Sul - RS. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa e de caráter exploratório onde o método investigativo empregado foi o estudo de caso, constituído pela Rede Aflor. A coleta dos dados operou-se por meio de entrevistas com o principal gestor de cada uma das organiza es que formam essa rede. A análise do caso sustenta-se em um modelo teórico que apresenta o processo de forma o de valor através do relacionamento entre organiza es como sendo composto ou caracterizado pela presen a e atua o de elementos de valor transacional e elementos de valor relacional. Os primeiros associados a atributos de caráter objetivo e os segundos com um maior nível de subjetividade e complexidade sendo que coopera o, confian a, compensa o, comunica o, compartilhamento e comprometimento, figuram como elementos básicos da forma o de valor relacional. Abstract To analyze the process of value formation in horizontal interorganizational relationships (networking) in the agribusiness of flowers and ornamental plants in Santa Cruz do Sul - RS is the purpose of this paper. This is a qualitative and exploratory study where the investigative method was the case study. The Rede Aflor was the case studied. The data collection was conducted through interviews with the main manager of each organization of this network. The case analysis was based on a model in which the process of value formation takes place through the relationship between organizations. These relationships are evaluated according to the presence and action of transactional and relational elements of value. The first elements are related to attributes of an objective and the latter with a greater level of subjectivity and complexity. Elements such as cooperation, trust, compensation, communication, sharing and commitment, appear as the basic formation process of relational value.
N o é fita, é fato: tens es entre instrumento e objeto – um estudo sobre a utiliza o do cinema na educa o
Arlete Cipolini,Amaury Cesar Moraes
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2009, DOI: 10.5902/19846444239
Abstract: Este trabalho aborda a rela o entre a escola e os recursos audiovisuais utilizados por ela, destacando-se entre estes o cinema. A premissa é a de que mesmo as escolas estando cada vez mais equipadas, a inser o do cinema no cotidiano escolar, efetivamente, n o se realiza. Com o avan o tecnológico e o aperfei oamento dos equipamentos audiovisuais, hoje, a grande maioria da popula o tem acesso às grandes produ es cinematográficas através de fitas de videocassete e DVD. Tal crescimento parece ser ignorado pela educa o escolar, e as administra es públicas divulgam largamente o fato de equiparem as escolas para a reprodu o de filmes, mas sem uma preocupa o paralela de forma o e capacita o dos professores para tal empreendimento. Este trabalho também tece reflex es sobre a importancia histórica da linguagem do cinema e de seu caráter de conhecimento historicamente acumulado a ser transmitido pela escola aos que a ela chegam. As hipóteses deste projeto – de que a linguagem do cinema, além de ser um instrumento pedagógico (recurso didático), também é um objeto de conhecimento que possibilita a percep o da realidade mais ampla, e de que os cursos de forma o de professores n o os preparam para uma adequada utiliza o deste recurso e para a apropria o desta linguagem – foram, durante a trajetória teórica e empírica, confirmadas, o que comprova que a escola ainda faz uma utiliza o fragmentada, inadequada e incipiente das novas linguagens, tecnologias e saberes; obtendo, conseqüentemente, resultados muito aquém dos que poderia atingir através de uma apropria o efetiva dessas linguagens, tecnologias e saberes. Palavras-chave: Educa o. Cinema. Forma o de professores.
Prefigura o de contrapúblicos em Brad – Uma noite mais nas barricadas  [cached]
Bráulio de Britto Neves
Galáxia , 2011,
Abstract: O ciberativismo, surgido na cultura hacker, constitui a principal referência para os movimentos de resistência às formas de domina o por controle difuso, exatamente porque é um movimento político que tematiza a liberdade de comunica o e informa o. A despeito dos duros golpes sofridos pelo movimento, em decorrência da política de "guerra ao terror", o ciberativismo logrou produzir uma express o no cinema documentário que inflete a tendência da retórica documentária subjetiva para um uso coletivo, a autopoiese de contrapúblicos. Para demonstrar as características dessa nova estratégia de resistência, este artigo examina as peculiaridades do ciberdocumentário Brad – Uma noite mais nas barricadas em termos de interpretabilidade e de condi es de validez ética (sinceridade intencional, veracidade proposicional e corre o relacional).
O cinema como campo de experimenta o do pensamento
Evelyn Fernandes Azevedo Faheina
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: Este artigo reflete sobre a rela o cinema-pensamento a partir das discuss es de Gilles Deleuze em “Cinema II” (2007). Seu objetivo é desenvolver a compreens o de que o cinema pensa, através de seus autores, e nos faz pensar por seu intermédio. Ao difundir imagens, ou melhor, ao problematizar histórias, o cinema revela sua intencionalidade consubstanciada na comunica o de certos saberes, informa es e conhecimentos que poder o ser apropriados pelos espectadores ao entrar em contato com a imagem fílmica. Ressalta-se, contudo, que quando se trata de utilizar pedagogicamente o filme em situa es de aprendizagem n o basta possibilitar o simples contato do espectador com a obra fílmica. é preciso problematizar as situa es-problemas vistas em tela e extrair-lhes seu/s conceito/s-imagem.
Informa o, intera o e mobilidade Información, interacción y movilidad  [cached]
Camila Maciel Campolina Alves Mantovani,Maria Aparecida Moura
Informa??o & Informa??o , 2012,
Abstract: Introdu o: Como uma evolu o do estado de permanente conex o em que se encontram os sujeitos na contemporaneidade, as mídias móveis vêm se tornando um dos principais mediadores do estar em rede.Objetivo: Discutir as implica es da crescente interpenetra o das tecnologias móveis em rede na vida social e as mudan as provocadas nas intera es entre os sujeitos e entre sujeitos e informa es.Metodologia: Reflex o sobre os conceitos de informa o, intera o e ubiquidade, tendo em vista as rela es sociais e os processos de sociabilidade inaugurados no movimento físico e, principalmente, no movimento mediado pelas tecnologias de informa o e comunica o.Resultados: A no o de interatividade, presente nas rela es mediadas pelas tecnologias móveis, apresenta diferen as em rela o a outras mídias digitais. No caso, a ubiquidade torna-se uma característica distintiva das intera es nesses dispositivos. Devido ao acesso constante aos dispositivos tecnológicos, surgem novos comportamentos e atitudes que transformam nossas capacidades produtiva e interativa.Conclus es: As intera es via dispositivos móveis, além de alterarem o uso do tempo e o papel do lugar (ubiquidade), podem nos levar a um melhor entendimento das rela es entre sujeitos, informa o e dispositivos tecnológicos. A quest o n o está em avaliar essas mudan as em rela o a aspectos positivos ou negativos, mas sim constatar que o uso desses dispositivos acaba por configurar novas formas de se “estar junto”. Sob esse aspecto, acreditamos que o conceito de informa o precise ser entendido para além da no o que o vincula à a o “comunicar algo a alguém”, assumindo uma dimens o relacional.
Deficiência, cinema, imaginário e forma o docente  [cached]
Maria Inês Naujorks,Daniela Corte Real,Alana Claudia Mohr
Revista Educa??o Especial , 2011, DOI: 10.5902/1984686x4361
Abstract: Neste artigo, pretendemos articular as rela es entre cinema, imaginário, deficiência e forma o docente, refletindo acerca das possibilidades de interven o/forma o pedagógica na perspectiva da educa o inclusiva. Entendendo o cinema como arte, comunica o, divers o e dispositivo transmissor de cultura, apostamos na potência deste artefato midiático como mediador das rela es que envolvem os diferentes sujeitos da educa o especial nas múltiplas instancias que submergem às rela es de ensino/aprendizagem. Achamos significativo retomar a ideia de cinema como recurso pedagógico potencializador da for a comunicativa e expressiva da linguagem audiovisual. Para tanto, é preciso pensar o cinema como dispositivo transmissor de cultura, o que exige, no campo educacional, o domínio de certo saber sobre arte que, por sua vez, movimenta os processo de forma o docente através da media o estética. A valoriza o do saber do cinema (REIS, 2005) se alia a esta outra configura o do que ousamos chamar de nova gramática da educa o especial na perspectiva inclusiva, que amplia os espa os de forma o, extrapola os limites das salas de aula e ressignifica os processos de leitura e de constru o de conhecimento docente. Palavras-chave: Deficiência; Cinema; Imaginário; Forma o docente.
O Cinema no século
Arlindo Castro,José Gatti
Ilha do Desterro , 2008,
Abstract: In his elegantly written introduction to O Cinema no Século, Ismail Xavier comments on the crossroads at wich the area of film studies finds itself at the turn of the century. For those who are not familiar with the most important trends of film theory, Xavier’s text comes in handy. After all, few areas of knowledge have been as influential in the human sciences in our century as the study of cinema. In his elegantly written introduction to O Cinema no Século, Ismail Xavier comments on the crossroads at wich the area of film studies finds itself at the turn of the century. For those who are not familiar with the most important trends of film theory, Xavier’s text comes in handy. After all, few areas of knowledge have been as influential in the human sciences in our century as the study of cinema.
Consentindo ambigüidades: uma análise documental dos termos de consentimento informado, utilizados em clínicas de reprodu o humana assistida  [cached]
Menegon Vera Mincoff
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: Elegendo a reprodu o humana assistida como estudo de caso, este artigo apresenta resultados de pesquisa realizada com termos de consentimento informado, que articulou a compreens o do uso de linguagens sociais - com ênfase na linguagem dos riscos - e suas implica es nas rela es entre profissionais e clientes. A pesquisa qualitativa, na perspectiva da Psicologia Social, apoiou-se na abordagem teórica sobre práticas discursivas, compreendendo a linguagem dos riscos como uma linguagem que permite falar da aspira o de controle futuro dos riscos. Analisaram-se os textos de 27 formulários, cedidos por oito clínicas brasileiras. Além de entender especificidades lingüísticas, buscou-se responder à pergunta: o que está sendo consentido? Os resultados mostraram a ambigüidade desse documento, que pressup e o uso da metáfora correr ou n o correr riscos: ele pode ser democrático, burocrático ou mesmo autoritário; a comunica o de riscos e benefícios subsidia tanto o processo de tomada de decis o como dilui as responsabilidades pela rede relacional.
O ensino/aprendizagem da língua espanhola e a rede social Livemocha  [cached]
Ariana Michelle Ferreira da Silva
Revista Letrando , 2012,
Abstract: A inser o das Novas tecnologias de informa o e comunica o – NTIC’s, na escola, contribuem quanto ao acesso às informa es e privilegia a constru o do conhecimento, a comunica o e uma maior intera o. Este artigo tem como tema: O ensino/aprendizagem da língua espanhola e a rede social Livemocha, visando um estudo quanto às vantagens e desafios enfrentados pelos professores que utilizam o computador em seu contexto escolar. Nesse sentido, o foco desse estudo busca refletir as potencialidades do uso das TIC’s no ensino da língua espanhola e às contribui es da rede social de ensino Livemocha, no ambito educacional.
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