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Anelamento e incis o anelar em fruteiras de caro o  [cached]
Sartori Ivar Antonio,Ilha Luciano Larruscahim Hamilton
Ciência Rural , 2005,
Abstract: O cultivo de pessegueiros é uma atividade de grande importancia econ mica no Sul do Brasil, e o Estado do Rio Grande do Sul se destaca como o maior produtor brasileiro. Grande parte dos pomares se encontram na Metade Sul do Estado. Um dos principais problemas da cultura para o consumo de frutas in natura é o tamanho reduzido das mesmas e a produ o concentrada, que dificultam a comercializa o. O anelamento e/ou a incis o anelar de ramos pode ser usada, com o intuito de aumentar a massa média das frutas e antecipar o período de colheita. Esta revis o busca encontrar dados referentes à época de execu o, cuidados necessários, problemas associados e aspectos fisiológicos do anelamento e incis o anelar de ramos em fruteiras de caro o, principalmente pêssegos, ameixas e nectarinas de maior express o comercial no sul do Brasil. O anelamento e/ou a incis o anelar torna-se uma prática útil para melhorar a qualidade da fruta e antecipar a colheita de cultivares de matura o precoce. Contudo, faz-se necessário a realiza o de estudos locais para as diferentes espécies e cultivares. A prática da incis o anelar é mais recomendada pela facilidade de execu o e com resposta semelhante ao anelamento. A época mais indicada para a realiza o da incis o anelar é na fase de lignifica o do endocarpo. Recomenda es devem ser específicas para cada situa o e o anelamento, em conjunto com outras práticas, poderá promover a antecipa o da matura o e contribuir para melhorar a qualidade organoléptica das frutas.
Anelamento e incis?o anelar em fruteiras de caro?o
Sartori, Ivar Antonio;Ilha, Luciano Larruscahim Hamilton;
Ciência Rural , 2005, DOI: 10.1590/S0103-84782005000300040
Abstract: growing peaches is of high economic importance in south of brazil and the state of rio grande do sul is the biggest brazilian producer. largest part of the orchards are located in the southern half. one of the main problems of peach production for fresh consumption in this area is the reduced size of the fruits. another problem is the short harvesting window, which brings difficulties to commercialization. girdling and/or ringing of branches might be used to increase fruti size and eventually extend the harvesting period. the present review intends to gather data regarding the most adequate period to apply treatments, to understand the physiological aspects and problems associated with these practices on stone fruit trees. girdling and ringing of stone fruit trees might be useful to improve quality and anticipate harvest period of early ripening cultivars. it is necessary to conduct local studies for different species and cultivars. recomendations should be specific for each situation and girdling and ringing together with other pratices to induce early ripening might help to anticipate harvest and ameliorate organoleptic of the fruit.
Coeficientes de Cobertura (Kr) em Fruteiras Tropicais Adultas Microirrigadas  [cached]
Marco Ant?nio Rosa de Carvalho,Moisés Custódio Saraiva Le?o,Lílian Cristina Castro de Carvalho,Francisco de Souza
Revista Brasileira de Agricultura Irrigada , 2007, DOI: 10.7127/rbai.v1n100006
Abstract: Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a adequa o dos modelos de estimativa do coeficiente de cobertura (Kr), bem como estabelecer uma equa o adequada para a regi o litoranea do Ceará. As coletas foram realizadas em três áreas no Estado do Ceará: Fortaleza, Pentecoste e Paraipaba. A pesquisa ocorreu no período de fevereiro a maio de 2002, em cultivos irrigados por microaspers o das seguintes culturas: a aí, acerola, ata, caju, goiaba, graviola, pitanga e sapoti. Foram feitas 96 medi es de diametro da copa, que aplicadas aos índices de cobertura (Cs), determinaram os coeficientes de cobertura (Kr) por meio de diferentes modelos propostos na literatura. O delineamento experimental foi o inteiramente aleatorizado, sendo considerado tratamento cada equa o de Kr (cinco) e repeti o cada cultura (oito), a análise de variancia mostrou que n o existe diferen a significativa para um nível de 5% e foi feita uma regress o linear com as cinco equa es, que forneceu uma equa o adequada para a regi o de estudo.
Ganho de peso vivo e fermenta o ruminal em novilhos mantidos em pastagem cultivada de clima temperado e recebendo diferentes suplementos  [cached]
Silveira Magali Floriano da,Kozloski Gilberto Vilmar,Brondani Ivan Luiz,Alves Filho Dari Celestino
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Foram conduzidos dois experimentos para avaliar o ganho de peso vivo (Experimento 1) e parametros da fermenta o ruminal (Experimento 2) em quarenta novilhos cruzados Charolês e Nelore, mantidos em pastagem cultivada de inverno, por quatro horas diárias e n o suplementados, ou por somente duas horas, mas suplementados (1% do peso vivo) com silagem de planta inteira, silagem de gr o úmido ou com gr o seco de sorgo. Os animais alimentados somente com pastagem obtiveram os maiores ganhos de peso vivo (P<0,05) e os suplementados com silagem de planta inteira, os menores. Os suplementados com gr os, tanto secos como na forma de silagem, obtiveram ganhos de peso intermediários. As concentra es de aminoácidos e peptídeos n o foram influenciadas (P>0,05) pela suplementa o, as de am nia e a úcares foram maiores nos animais mantidos somente com pastagem e nos suplementados com silagem de gr o úmido, e menores nos animais suplementados com silagem de planta inteira ou com gr o seco de sorgo (P<0,05). Os valores de pH ruminal foram menores nos animais suplementados com silagem de gr o úmido de sorgo (P<0,05). Os suplementos utilizados n o melhoraram o desempenho dos animais mantidos em pastagem cultivada de clima temperado, mas a fermenta o ruminal variou ao longo do dia e com o tipo de suplemento utilizado. No entanto, os resultados indicam também que, além do tipo, a adequa o de horários de pastejo e de suplementa o poderia representar um fator condicionante à eficiência do uso do suplemento pelos animais.
EFEITO DO CONTROLE CULTURAL E QUíMICO SOBRE O áCARO DA NECROSE DO COQUEIRO, EM COCO-AN O IRRIGADO  [cached]
ALENCAR JOSé ADALBERTO DE,ALENCAR POLIANNA CALINE GRANJA DE,HAJI FRANCISCA NEMAURA PEDROSA,BARBOSA FLáVIA RABELO
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: Dentre as pragas que atacam a cultura do coco (Cocos nucifera), destaca-se o ácaro da necrose, Aceria guerreronis. Esta praga danifica os frutos nos primeiros estágios de desenvolvimento, podendo acarretar perdas parciais ou totais na produ o de frutos. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de medida química e cultural no controle de A. guerreronis, visando à utiliza o dessas duas medidas em um programa de manejo dessa praga. O trabalho foi realizado em Petrolina-PE, no período de agosto a dezembro de 1999. Foi utilizado o delineamento em blocos ao acaso, com quatro tratamentos e quatro repeti es, sendo cada repeti o composta por duas plantas da variedade coco-an o verde. O trabalho foi composto pelos seguintes tratamentos: A -- plantas com limpeza e sem tratamento químico; B -- plantas com limpeza e com tratamento químico; C -- plantas sem limpeza e com tratamento químico; D -- plantas sem limpeza e sem tratamento químico (testemunha). Na limpeza das plantas, retiraram-se todos os frutos danificados pelo ácaro da necrose, repetindo esta etapa por três vezes. Utilizaram-se os produtos fenpyroxymate, tetradifon e surfactante, em mistura, na dose de 200ml, 300ml e 15ml, respectivamente, para 100 l de água. Foram realizadas três pulveriza es com intervalos de vinte dias. Os resultados mostraram que a utiliza o das medidas cultural e química, de forma individual, apresentou uma eficiência de 26% a 87% e 64% a 89%, respectivamente, no controle do ácaro. No entanto, a associa o dessas duas medidas de controle apresentou um efeito sinérgico com eficiência de 87% a 96%.
Efeito da inclus o do caro o de algod o sobre o consumo, digestibilidade e balan o da energia em dietas para ovinos
Rogério M.C.P.,Borges I.,Teixeira D.A.B.,Rodriguez N.M.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2002,
Abstract: Vinte e cinco carneiros castrados, em delineamento inteiramente ao acaso, foram utilizados para avaliar o efeito de níveis crescentes de inclus o (0, 12, 24, 35 e 45%) de caro o de algod o integral (Gossypium hirsutum) à dieta básica de feno de "Tifton 85" (Cynodon spp.) sobre a digestibilidade aparente da energia bruta, sobre os consumos de energia digestível e metabolizável por unidade de tamanho metabólico, e sobre o balan o energético. O consumo de energia digestível aumentou até o nível de 24% de inclus o de caro o de algod o integral (192,58 Kcal/kg0,75/dia). O balan o energético foi positivo para todas as dietas em virtude do atendimento aos requisitos energéticos de manten a. Os animais que receberam 24% de inclus o do caro o de algod o integral à dieta tiveram maior consumo de energia e melhores digestibilidade e balan o energético.
CONSERVA O DE GERMOPLASMA DE FRUTEIRAS TROPICAIS COM A PARTICIPA O DO AGRICULTOR  [cached]
CARVALHO PAULO CEZAR LEMOS DE,SOARES FILHO WALTER DOS SANTOS,RITZINGER ROGéRIO,CARVALHO JOANA ANGéLICA B. S.
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: A conserva o de germoplasma de fruteiras tropicais é uma a o importante contra a eros o genética decorrente de diversas atividades agrícolas que perturbam os ecossistemas em que se verificam, com prejuízos n o raro irreversíveis a muitas espécies, particularmente às nativas. A cria o e manuten o de cole es a campo de fruteiras perenes é dispendiosa, sendo comum a indisponibilidade de recursos financeiros para esta finalidade. O envolvimento do agricultor neste processo é uma a o estrategicamente importante, pois, além de favorecer a conserva o desse germoplasma, estimula a conscientiza o de sua importancia junto às comunidades envolvidas. Com base nisso, duas cole es de fruteiras tropicais foram instaladas em 1995/1996; uma na Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia, em Cruz das Almas, e outra em duas propriedades rurais no município de S o Felipe-BA. Vêm sendo conservadas cerca de 30 espécies, principalmente nativas. Algumas iniciaram a frutifica o, mostrando-se promissoras quanto ao seu cultivo comercial.
Conserva o de germoplasma de fruteiras tropicais com a participa o do agricultor  [cached]
CARVALHO PAULO CEZAR LEMOS DE,SOARES FILHO WALTER DOS SANTOS,RITZINGER ROGéRIO,CARVALHO JOANA ANGéLICA B. S.
Revista Brasileira de Fruticultura , 2002,
Abstract: A conserva o de germoplasma de fruteiras tropicais é uma a o importante no tocante à preven o da eros o genética decorrente de diversas atividades agrícolas que perturbam os ecossistemas, com prejuízos, n o raro irreversíveis, a muitas espécies, particularmente as nativas. A cria o e a manuten o a campo de cole es de fruteiras perenes s o dispendiosas, sendo comum a indisponibilidade de recursos financeiros para esta finalidade. O envolvimento do agricultor neste processo é uma a o estrategicamente importante, pois, além de favorecer a conserva o desse germoplasma, estimula a conscientiza o de sua importancia junto às comunidades envolvidas. Com base nisso, três cole es de fruteiras tropicais foram instaladas em 1995/1996: uma na Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia, em Cruz das Almas, e as demais em duas propriedades rurais no município de S o Felipe-BA. Vêm sendo conservadas cerca de 30 espécies, principalmente nativas. Algumas iniciaram a frutifica o, mostrando-se promissoras quanto ao seu cultivo comercial.
EFEITO DO THIDIAZURON (TDZ) NA FRUTIFICA??O DE FRUTEIRAS DE CLIMA TEMPERADO
PETRI, JOSé LUíS;SCHUCK, ENIO;LEITE, GABRIEL BERENHAUSER;
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001, DOI: 10.1590/S0100-29452001000300012
Abstract: thidiazuron (tdz) is a phenylurea like citokinin on cell division fruit growth and fruit shape in some deciduous fruit trees. the effects of tdz applied during flowering on apple cultivars 'gala' and 'fuji" were evaluated during seven growing seasons with annual applications on the same trees. the effects on pear and kiwi fruit trees were also evaluated. every year, tdz significantly increased fruit set and fruit weight on apple trees. the seven-year average of the fruit set from tdz at 10 mg.l-1 was 112.7% while the control was only 51.3%. tdz did not affect the number of clusters. the fruit weight increased 7.0% and 18.3% when the trees were sprayed with tdz at 10 mg.l-1 and 5 mg.l-1, respectively. tdz also increased fruit yield per tree by 28.7% and 41.8% for the 10 mg.l-1 and 5 mg.l-1 treatments, respectively. tdz reduced the seed number per fruit and the calcium content in the flesh fruit, but increased the fruit firmness. the fruit set increased significantly on pear cultivar packm's triumph treated with tdz, and reduced the seed numbers per fruit. tdz applied at 12.5 mg.l-1 increased fruit weight by 47,4% on "monty" kiwi.
Preferencia alimenticia del ácaro depredador Balaustium sp. en condiciones controladas  [cached]
Mu?oz Karen,Fuentes Luz,Cantor Fernando,Rodríguez Daniel
Agronomía Colombiana , 2009,
Abstract: Se evaluó la preferencia de presas de Balaustium sp., enemigo natural de diferentes artrópodos plaga, y el cual es nativo de la Sabana de Bogotá. En unidades experimentales construidas con foliolos de plantas de rosa se colocaron independientemente individuos de Balaustium sp. y se registró el número de presas consumidas. De esta manera se determinó la preferencia de los tres estados móviles del ácaro depredador Balaustium sp. por diferentes edades de tres presas. Las especies y edades de las presas estudiadas fueron: huevos, ninfas y adultos de Trialeurodes vaporariorum, huevos, ninfas y adultos de Tetranychus urticae, y larvas de primer y segundo instar y adultos de Frankliniella occidentalis. Los estados menos desarrollados fueron preferidos, aunque se observó que los adultos del depredador tienen gran habilidad para consumir adultos de T. vaporariorum. La presa preferida por las larvas de Balaustium sp. fue los huevos de T. urticae con una proporción de consumo de 0,54 de los huevos que se ofrecieron de esta presa; las deutoninfas del depredador eligieron huevos de T. vaporariorum (0,537) o de T. urticae (0,497) y los adultos de Balaustium sp. prefrieron los huevos de T. vaporariorum (0,588).
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