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Abla o por cateter do flutter atrial. Caracteriza o eletrofisiológica da interrup o da condu o pelos istmos posterior e septal
Moreira José Marcos,Alessi Sílvio Roberto Borges,Rezende André Gustavo da Silva,Prudêncio Luis Alberto Renjel
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar os tipos de bloqueio obtidos nos istmos posterior (entre o anel tricuspídeo e veia cava inferior) e septal (entre o anel tricuspídeo e óstio do seio coronário), após abla o do flutter atrial (FLA). MéTODOS: Foram submetidos à abla o por radiofreqüência (RF) 14 pacientes com FLA tipo I (9 homens) em 16 procedimentos. A ativa o atrial ao redor do anel tricuspídeo foi avaliada em ritmo sinusal utilizando-se cateter "Halo" com 10 pares de eletrodos (H1-2 a H19-20), durante estimula o do seio coronário proximal (SCP) e regi o póstero-lateral do átrio direito (H1-2), antes e após abla es lineares. De acordo com a frente de programa o do impulso definiu-se: ausência de bloqueio (condu o bidirecional), bloqueio incompleto (condu o bidirecional com retardo num dos sentidos) e bloqueio completo (ausência de condu o pelo istmo). O intervalo desta ativa o (deltaSCP/H1-2) foi analisado. RESULTADOS: Bloqueio completo foi obtido em 7 procedimentos (44%) e incompleto em 4 (25%). O deltaSCP/H1-2 foi de 74 ± 26ms no primeiro grupo e de 30,5 ± 7,5ms no segundo (p<0,05). Em 5 casos n o demonstrou-se bloqueio. Num seguimento médio de 12 meses, ocorreu recorrência do FLA nos 6 pacientes com bloqueio incompleto ou ausente e em nenhum com bloqueio completo (p<0,001). CONCLUS O: A verifica o de bloqueio completo pelo mapeamento multipolar atrial é uma estratégia eficaz para definir o sucesso e recorrência clínica na abla o do FLA tipo I.
Estudo mesoscópico da valva mitral e do seu anel fibroso  [cached]
Cavalcanti Jennecy Sales,Oliveira Eveline de Lucena,Godoi Emanuelle Tenório A. M.,Santos Laura Patrícia Ferreira
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1997,
Abstract: OBJETIVO: Estudar o arranjo espacial dos elementos fibrosos que constituem os folhetos da valva mitral e do seu anel fibroso. MéTODOS: Foram utilizados 20 cora es adultos, de ambos os sexos, fixados em formol a 10%. Isolaram-se a valva mitral, juntamente com o anel fibroso, e uma pequena quantidade de tecido muscular ao seu redor. Parte desse material foi incluído em parafina, submetido a cortes seriados de 40μm de espessura e corados pelo tricr mio de Azan e pela resorcina-fucsina, e o restante das pe as dissecadas sob lupa estereoscópica, com ajuda de delicadas pin as e agulhas, para se observar a disposi o dos feixes miocárdicos ao nível do anel mitral. RESULTADOS: Observou-se que o anel fibroso mitral era constituído por feixes colágenos de trajetória semicircular, envolvendo de forma incompleta o óstio atrioventricular, uma vez que era ausente na regi o antero-medial do óstio. Verificou-se que os feixes miocárdicos ventriculares inseriam-se de forma oblíqua, na borda externa do anel, sendo que na regi o antero-medial assumiam uma trajetória semicircular. Os folhetos da valva mitral eram constituídos de feixes colágenos dispostos, paralelamente, no sentido do maior eixo da válvula, recobertos pelo endocárdio atrial e ventricular. Os feixes colágenos, presentes na base dos folhetos valvares, praticamente se continuavam com os do anel fibroso. Observou-se, em alguns casos, a existência de delgados feixes miocárdios atriais no folheto valvar anterior, que praticamente eram restritos à regi o central das válvulas. CONCLUS O: Os folhetos da valva mitral e seu anel fibroso possuem uma continuidade estrutural, que demonstra que estes elementos funcionam de forma integrada no fechamento do óstio atrioventricular esquerdo durante a sístole ventricular, no que seria auxiliado pela redu o do diametro do anel fibroso, através da contra o dos feixes miocárdicos semicirculares que nele se inserem.
Estudo comparativo do anel valvar mitral e do ventrículo esquerdo na cardiomiopatia dilatada  [cached]
HUEB Alexandre Ciappina,JATENE Fabio B.,MOREIRA Luiz Felipe P.,POMERANTZEFF Pablo M. A.
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2001,
Abstract: OBJETIVO: O objetivo deste trabalho foi analisar o comportamento do anel valvar mitral e do ventrículo esquerdo na cardiomiopatia dilatada (CMD). MATERIAL E MéTODOS: Analisaram-se 68 cora es humanos adultos, fixados, sendo 48 portadores de CMD de etiologia isquêmica ou idiopática, e 20 cora es sem cardiopatia. Obteve-se imagens digitalizadas do perímetro do anel mitral, inser o da cúspide anterior e posterior e da por o fibrosa e muscular. Obteve-se também o perímetro interno do VE, distancia do septo ao músculo papilar anterior e posterior, distancia entre os músculos papilares, e extens o do septo interventricular. RESULTADOS: A análise dos resultados demonstrou proporcionalidade, tanto da por o fibrosa (r2= 0.98), quanto da por o muscular (r2= 0.99) do anel em rela o ao grau de dilata o da valva mitral. A regress o linear revelou que o perímetro de inser o das cúspides anterior (r2= 0.96) e posterior (r2 =0.98) também guardam rela o de proporcionalidade. Observou-se que a dilata o do VE ocorre de forma global e esférica em seus segmentos. N o se observou rela o de proporcionalidade entre o grau de dilata o do anel mitral e do VE. CONCLUS O: Ao contrário do que se pensava, na CMD de etiologia isquêmica ou idiopática, a dilata o do anel mitral ocorre de forma proporcional e n o apenas na sua por o posterior. N o é o grau de dilata o do VE que determina o grau de dilata o do anel mitral pois eles ocorrem de forma independente. Estas observa es abrem novas perspectivas para as técnicas de corre o da insuficiência valvar mitral na CMD.
Implante subvalvar do anel da prótese no tratamento cirúrgico dos aneurismas da aorta ascendente
SADER Albert Amin,CARNEIRO Jo?o José,VICENTE Walter V. A.,RODRIGUES Alfredo José
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1997,
Abstract: Descreve-se modifica o técnica da opera o de Bentall e DeBono, para substitui o completa da aorta ascendente e valva aórtica. Consiste na passagem de pontos separados em U, sucessivamente, no anel de fixa o da prótese e no anel da valva aórtica. A posi o subvalvar do anel protético, assim obtida, facilita o reimplante dos óstios coronários, sobretudo quando se encontram pouco deslocados, distalmente, como nos pequenos aneurismas. Além disso, a anastomose proximal tubo-aórtica, resulta mais segura. Quinze pacientes portadores de aneurisma da aorta ascendente foram operados por essa técnica: 14 com próteses separadas e 1 com tubo valvado. Com uma exce o, nos demais foi possível fazer o reimplante direto dos óstios coronários na prótese tubular. Ocorreram 2 óbitos hospitalares n o relacionados à técnica. Os outros 13 pacientes foram seguidos por períodos variáveis de 72 dias a 109 meses, n o se constatando qualquer disfun o da prótese valvar em avalia es clínicas e ecocardiográficas. Destes, 2 faleceram após 6 e 40 meses, de causa ignorada e dissec o de aneurisma toracoabdominal, respectivamente.
Dupla amplia o anterior e posterior do anel aórtico para substitui o valvar
SANT′ANNA Jo?o Ricardo,KALIL Renato A. K.,PRATES Paulo R.,JUNGBLUT Carlos
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Apresentar técnica de dupla amplia o anterior e posterior do anel aórtico, que difere das previamente descritas por utilizar enxertos distintos, para implante de prótese valvar e avaliar os resultados obtidos em 26 pacientes. MéTODO: O procedimento é realizado com circula o extracorpórea convencional. Para substitui o de valva nativa ou prótese aórtica estenótica, amplia o anelar posterior decorre da incis o no ponto médio do seio n o coronário, que é estendida ao folheto mitral anterior; amplia o anterior resulta de incis o no anel aórtico anterior, estendida por 2 cm no septo interventricular, n o transfixado. Reconstru o aórtica (e amplia o anelar) é realizada mediante enxertos de pericárdio bovino distintos, sendo um triangular para incis o anterior e outro elíptico para incis o posterior. Após a fixa o da prótese (mecanica ou biológica), a aorta ascendente é suturada com auxílio destes enxertos. Defeitos cardíacos associados s o corrigidos. RESULTADOS: A opera o aumentou o diametro do anel aórtico de 18,0 + 2,6 mmHg para 24,5 + 2,1 mmHg (p<0,01). Na opera o, um paciente (3,8%) requereu revasculariza o miocárdica por obstru o dos óstios coronários. No período pós-operatório imediato um paciente foi reoperado por sangramento e outro faleceu por choque séptico (morbidade e mortalidade de 3,8%). Durante seguimento médio de 24 meses n o ocorreram óbitos ou reopera es, sendo observada melhora na classe funcional em 23 pacientes acompanhados por mais de 3 meses. Nos pacientes com estenose da valva ou prótese aórtica, o gradiente sistólico máximo ao ecocardiograma Doppler mostrou uma redu o de 87,3 + 20,8 mmHg, valor pré-operatório, para 25,9 + 10,3 mmHg (p < 0,01). CONCLUS O: A amplia o anterior e posterior mediante enxertos distintos resultou em aumento importante do anel aórtico e, estando associada com baixa mortalidade e morbidade, pode ser considerada nas obstru es severas da via de saída do ventrículo esquerdo ou para reconstru o anelar aórtica.
Plástica da valva mitral com emprego do anel de Gregori-Braile: análise de 66 pacientes  [cached]
CARVALHO Roberto Gomes de,GIUBLIN Paulo R.,LOPES Luiz Roberto,MULINARI Leonardo
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1998,
Abstract: Tendo em vista as complica es decorrentes com uso das próteses valvares, maior tem sido o empenho em se conservar a valva mitral. Objetivo: O presente trabalho analisa a plástica da valva mitral com emprego do anel de Gregori-Braile em 66 pacientes operados consecutivamente entre outubro de 1989 a outubro de 1995. Casuística e Métodos: Quarenta e cinco (74,1%) pacientes eram do sexo feminino e 17 (25,7%) pacientes do masculino. A idade média foi de 32,9 anos. Moléstia reumática esteve presente na maioria dos casos (49 pacientes) e insuficiência mitral em 38 (57,5%) pacientes. O tempo de evolu o foi de 2,560 meses/pacientes com média de 38,8 meses e o acompanhamento foi realizado em 64 (96,9%) pacientes. Os métodos de avalia o foram: quadro clínico (GF), sopro sistólico no foco mitral (SSFM) e estudo Dopplerecocardiográfico no período pré e pós-operatório. As técnicas empregadas sobre a valva mitral foram: implante do anel, mobiliza o das cúspides e cordas tendíneas e restri o da mobilidade valvar. Encurtamento das cordas tendíneas foi realizado em 44 (66,6%) pacientes. Os procedimentos associados foram: redu o do AE (8 casos), troca valvar aórtica (3 casos) e cirurgia de Cox (3 casos). (1,5%) uma paciente faleceu sete dias após a opera o por tromboembolismo pulmonar. Resultados: Houve importante melhora do grau funcional após a opera o. No pré-operatório 41 (62,1%) pacientes estavam no GF III e 23 (34,8%) pacientes no GF IV. Após a plástica, 53 (80,3%) pacientes se encontravam no GF I e 8 (12,1%) pacientes no GF II. O mesmo ocorreu com o SSFM, pois em 92,4% dos operados ele era ausente ou de + de intensidade. O GF e SSFM melhoraram de maneira significativa (p < 0,001). Quanto ao estudo Dopplerecocardiográfico, a média do diametro diastólico do VE era de 5,96 cm no PO (p < 0,001). A média do tamanho do AE era de 5,67 cm no pré e 4,65 cm no PO (p < 0,001). O diametro da aorta ascendente era de 2,97 cm no pré e 3,13 cm no PO (p < 0,01). A média do encurtamento percentual era de 35,38% no pré e 34,12% no PO ( sem diferen a estatística). A média da área valvar no pré e PO era de 1,7 cm2 e 2,43 cm2 (p < 0,003), respectivamente. A média do gradiente de press o através da valva mitral era de 11,19 mmHG no pré e 5,58 mmHG no PO (p < 0,003). Três (4,5%) pacientes faleceram no pós-operatório tardio. Após 72 meses, 95,5% dos pacientes estavam livres de mortalidade, 96% livres de reopera o (6,0%) e 98,4% livres de tromboembolismo. Conclus o: A plástica da valva mitral é procedimento reprodutível, a melhora do grau funcional é significativa estatisticamente,
Defeito do anel fibroso mitral posterior com aneurisma de átrio esquerdo e insuficiência mitral: tratamento cirúrgico com sucesso
BUENO Ronaldo Machado,CERDEIRA Jr. Mário,ABENSUR Henry,SILVA Jr. Amílton
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1999,
Abstract: Aneurismas em átrio esquerdo s o pouco comuns, podendo ocorrer na aurícula ou na parede do átrio esquerdo. Freqüentemente, s o assintomáticos, podendo ocorrer arritmias, fen menos tromboembólicos ou insuficiência cardíaca como complica o da sua evolu o. Apresentamos paciente de 39 anos, do sexo feminino, com defeito do anel posterior da valva mitral levando a grande dilata o aneurismática da parede posterior do átrio esquerdo com insuficiência mitral. O diagnóstico foi feito pela radiografia de tórax (abaulamento de silhueta cardíaca esquerda) e ecocardiograma (grande aneurisma do átrio esquerdo posteriormente à parede posterior do ventrículo esquerdo com insuficiência mitral). O estudo hemodinamico sugeriu pseudo-aneurisma de ventrículo esquerdo. Submetida a tratamento cirúrgico com auxílio da circula o extracorpórea, realizou-se anuloplastia mitral e exclus o do aneurisma com reconstru o do assoalho do átrio esquerdo com retalho de pericárdio bovino. A paciente apresentou boa evolu o pós-operatória, recebendo alta hospitalar no oitavo dia em boas condi es clínicas.
Explica o qualitativa do "anel de Thomson": como ocorre a "levita o magnética"?
Silveira Fernando Lang da,Axt Rolando
Revista Brasileira de Ensino de Física , 2003,
Abstract: A "levita o magnética" de um anel condutor ("anel de Thomson" ou "anel saltante") é uma demonstra o bem conhecida; mais fácil de realizar do que de explicar. No presente trabalho propomos uma explica o qualitativa com o objetivo de esclarecer alguns aspectos obscuros das explana es comumente encontradas na literatura.
Resultados a médio prazo do tratamento cirúrgico da dissec o aguda de aorta tipo A com o emprego da prótese intraluminal
OLIVEIRA Jefferson Francisco de,REIS FILHO Fernando Ant?nio Roquette,LIMA Luiz Cláudio Moreira,MONTEIRO Ernesto Lentz da Silveira
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2001,
Abstract: Introdu o: O conceito de prótese intraluminal foi introduzido por CARREL, em 1912. Em 1978, DUREAU & ABLASA descreveram os primeiros casos de dissec o aguda de aorta tratados com o emprego da prótese intraluminal. Esta prótese foi utilizada nos anos 80 por vários grupos com bons resultados. Vários relatos de complica es (migra o, embolias, estenoses, forma o de pseudo-aneurismas) fizeram com que os grupos cirúrgicos perdessem o entusiasmo por esta técnica. Objetivo: Avaliar a anastomose empregando a prótese intraluminal sem sutura no tratamento da dissec o aguda de aorta tipo A. Casuística e Métodos: Sessenta e quatro pacientes com diagnóstico de dissec o aguda de aorta do tipo A foram operados em nosso Servi o. Em todos os casos empregamos o anel intraluminal como técnica de sutura. A idade média dos pacientes era de 56,3 anos, sendo 57 (89%) do sexo masculino. Todos os pacientes eram portadores de hipertens o arterial sistêmica. Em 26 pacientes utilizamos somente a anastomose intraluminal, com o anel proximal acima dos óstios coronários de modo a ressuspender a valva aórtica e o anel distal posicionado junto à origem do tronco braquiocefálico. O tempo médio de pin amento da aorta nestes pacientes foi de 9 minutos e o tempo médio de CEC de 26 minutos. Somente em 1 caso houve rotura da ligadura sobre o anel proximal, quando realizamos uma opera o radical (Bentall- DeBonno), mantendo o anel distal. Em 23 pacientes utilizamos a ressuspens o da valva aórtica e o preparo da raiz da aorta com duplo retalho de Dacron, empregando o anel intraluminal na anastomose distal. Abordamos o arco aórtico em 8 pacientes. A troca da valva aórtica foi necessária em apenas 6 pacientes. A mortalidade global foi de 10,3%, sendo que nos pacientes onde foi possível o tratamento com o duplo anel n o houve nenhum óbito. Na avalia o pós-operatória destes pacientes foi realizado ecocardiograma e aortografia. N o observamos forma o de pseudo-aneurisma, migra o e o gradiente máximo encontrado foi de 16 mmHg. Conclus o: O emprego da prótese intraluminal para o tratamento da dissec o aguda de aorta do tipo A nos proporciona uma anastomose rápida, segura e hem2ostática. Na avalia o pós-operatória e a médio prazo n o observamos qualquer complica o relacionada ao emprego desta técnica.
Determina o do coeficiente de atrito pelo ensaio de compress o do anel: uma revis o  [cached]
Paulo Ricardo B?esch Júnior,Vinicius Martins,Lírio Schaeffer
Revista Thema , 2011,
Abstract: A avalia o das condi es tribológicas na interface pe a/ferramenta é geralmente determinada experimentalmente durante o processo de conforma o ou em ensaios usando-se amostras de pequena escala de várias formas. Um ensaio largamente aceito, particularmente para processos de conforma o de volume, tal como forjamento, extrus o e lamina o, é o ensaio de compress o de um anel. A popularidade do teste pode ser atribuída à sua conveniência prática, incluindo o fato de que atrito pode ser avaliado somente a partir da deforma o, em detrimento a outras técnicas que envolvem medidas de for as ou mudan as dimensionais da amostra. Este artigo apresenta uma revis o sobre o ensaio de compress o do anel apresentando sua metodologia e resultados.
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