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Cutaneous myxosarcoma in a Syrian hamster (Mesocricetus auratus) Mixossarcoma cutaneo em um Hamster Sírio  [cached]
Didier Quevedo Cagnini,Marta Cristina Thomas Heckler,Carla Fredrichsen Moya-Araujo,Gustavo Henrique Marques Araújo
Semina : Ciências Agrárias , 2011,
Abstract: The pathological findings in a 2-years-old Syrian hamster (Mesocricetus auratus) with a cutaneous myxosarcoma are described. Grossly, there was a large cutaneous mass in the right cervical region. Microscopical evaluation revealed a myxosarcoma characterized by pleomorphic, fusiform cells loosely arranged, randomly distributed, and presenting a moderate amount of basophilic amorphous stroma. There were hemorrhagic areas within the tumor. The basophilic amorphous stroma was positive to Alcian blue confirming the presence of a mucopolysaccharide matrix. Immunohistochemically, the neoplastic cells expressed vimentin, and were negative for cytokeratin or glial fibrillary acidic protein (GFAP). S o descritos os achados anatomopatológicos de um caso de mixossarcoma cutaneo em um Hamster Sírio de 2 anos de idade. Macroscopicamente, foi evidenciada um grande massa cutanea na regi o cervical lateral direita. A microscopia revelou a presen a de um caso de mixossarcoma caracterizado por células fusiformes pleomórficas, frouxamente arranjadas, distribuídas aleatoriamente e, apresentando quantidade moderada de substancia basofílica amorfa no estroma e áreas hemorrágicas. O estroma basofílico amorfo foi positivo na colora o Alcian blue, confirmando a presen a de matriz mucopolissacarídea. Na imunoistoquímica, as células neoplásicas expressaram vimentina e foram negativas para a marca o de citoqueratina e proteína ácida fibrilar (GFAP).
Organiza o de um sistema de produ o em células de fabrica o
Ribeiro José Francisco Ferreira,Meguelati Sma?ne
Gest?o & Produ??o , 2002,
Abstract: A bloco-diagonaliza o da matriz de incidência pe as-máquinas para efetuar o projeto de células de fabrica o é uma etapa importante para a implementa o da Tecnologia de Grupo. Este artigo prop e um método de bloco-diagonaliza o baseado em classifica o cruzada de pe as e tipos de máquinas com progressiva atribui o dos tipos de máquinas às famílias de pe as. Exemplos que permitem teste e compara o do método proposto com outros métodos existentes s o apresentados. Os resultados obtidos de exemplos extraídos da literatura s o equivalentes ou melhores do que aqueles disponíveis, em termos do número de movimentos intercélulas e das dimens es das células projetadas.
Balan o cátion-ani nico da dieta no metabolismo de cálcio em ovinos  [cached]
Del Claro Gustavo Ribeiro,Zanetti Marcus Antonio,Correa Lisia Bertonha,Netto Arlindo Saran
Ciência Rural , 2006,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito do balan o cátion-ani nico da dieta (BCAD) no balan o e concentra o sérica de cálcio em ovinos da ra a Santa Inês. O delineamento experimental foi em blocos para controlar o efeito do peso inicial dos animais. Foram utilizados cinco tratamentos com níveis crescentes de BCAD (-160, -40, 140, 250 e 500mEq/kg de matéria seca) com cinco repeti es em 25 animais. O BCAD influencia o metabolismo de cálcio em ovinos machos da ra a Santa Inês. Com a diminui o do BCAD o cálcio sérico aumentou. Dietas ani nicas aumentaram a excre o urinária de cálcio, entretanto a reten o n o foi afetada.
Teor de cálcio em frutos de diferentes cultivares de feij o-vagem  [cached]
Miglioranza édison,Araujo Ricardo de,Endo Romeu Munashi,Souza José Roberto Pinto de
Horticultura Brasileira , 2003,
Abstract: Foi determinada a concentra o de cálcio em frutos de feij o-vagem cultivares: Xera, Paulista, Florence, 274, F-15, Nerina, Anseme e UEL-1, em dois experimentos, em 1997 e 1998 em Londrina. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com quatro repeti es. Foram avaliadas as vagens classificadas como número 4 (8,3 a 9,4 mm de diametro). As concentra es de cálcio das cultivares foram comparadas pelo teste de Duncan a P < 0,05. Nos dois anos analisados, a cultivar Xera apresentou as maiores concentra es de cálcio, média de 6,1 mg de cálcio/g de matéria seca, enquanto que a menor concentra o foi encontrada na cultivar Nerina, 4,5 mg de cálcio/g de matéria seca. Concluiu-se que o acúmulo de cálcio na vagem foi influenciado pelo genótipo da cultivar independentemente do ano agrícola estudado.
Determina o de padr es de crescimento de células em cultura
Vilela Marcelo José,Martins Marcelo Lobato,Mendes Rosemairy Luciane,Santos Anésia Aparecida dos
Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial , 2003,
Abstract: Os padr es de crescimento de linhagens estáveis de células normais e cancerosas, cultivadas em monocamada e em géis de colágeno, foram caracterizados utilizando-se a distribui o de tamanhos de agregados celulares. Células HN-5 (cancerosas) apresentam, tanto em monocamada quanto em gel, distribui es regidas por leis de potência durante todo o tempo que permaneceram em cultura, enquanto que nas células MDCK (normais) e HEp-2 (cancerosas) observa-se uma transi o de um comportamento exponencial para um regido por uma distribui o em leis de potência. Estes resultados sugerem que as transi es nos regimes de crescimento de MDCK e HEp-2 podem estar associadas a altera es no controle da replica o ou nos padr es de express o de moléculas de adesividade celular de jun es célula-célula ou célula-matriz extracelular, relacionadas com sinaliza o intracelular. Estas transi es s o irreversíveis e parecem corresponder a uma resposta adaptativa das células às restri es ao crescimento impostas por uma elevada densidade populacional ou por uma longa permanência em cultura.
Utiliza o de nutrientes por células de algodoeiro cultivadas em suspens o  [cached]
Celedón Paola Alejandra Fiorani,Kobayashi Adilson Kenji,Vieira Luiz Gonzaga Esteves
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: Com o objetivo de conhecer os requerimentos nutricionais de suspens es celulares de algodoeiro foi feita uma análise da utiliza o de nutrientes no intervalo de 30 dias, normalmente utilizado entre subculturas. As culturas de células em suspens o de algodoeiro, genótipo 101-102B, foram estabelecidas e subcultivadas mensalmente em meio líquido. Foram analisadas o crescimento das culturas, as varia es de pH do meio de cultura e a absor o de nutrientes. A matéria fresca das culturas de células foi superior a 6 vezes o valor inicial após 30 dias de cultivo. Houve aumento do pH no início da cultura, estabilizando-se em 6,2 próximo à fase estacionária. Durante o crescimento das suspens es, as células consumiram pelo menos 80% da concentra o inicial da maioria dos nutrientes quantificados. A velocidade de absor o, entretanto, variou entre os elementos. Enquanto PO4(3-) foi praticamente esgotado do meio após 10 dias de cultivo, os íons K+, Ca2+, SO4(2-) e Mg2+ foram encontrados em concentra es próximas a 20% do valor inicial após 30 dias. As suspens es de células de algodoeiro consumiram 89% da concentra o inicial de glicose.
Inflama o pseudotumoral do ba o em c o. Relato de caso
Nascimento E.F.,Sant?Ana F.J.F.,Malm C.,Gheller V.A.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2000,
Abstract: Descrevem-se pela primeira vez achados anátomo-histopatológicos da inflama o pseudotumoral do ba o, caracterizados pela presen a de células inflamatórias, neutrófilos, linfócitos, plasmócitos, macrófagos e células gigantes multinucleadas, em uma cadela sem ra a definida, de 10 anos de idade.
Movimenta o de cátions em amostras de um Latossolo Vermelho-Amarelo incubadas com duas fontes de cálcio  [cached]
Wadt Paulo Guilherme Salvada,Wadt Lúcia Helena de Oliveira
Scientia Agricola , 1999,
Abstract: Estudou-se a movimenta o de cátions alcalinos e alcalinos terrosos (CAAT) em colunas de solo arranjadas com amostras de Latossolo Vermelho-Amarelo, álico, coletadas a profundidade de 0 a 5cm sob dois tipos distintos de cobertura, floresta secundária e grama batatais (Paspalum notatum L.), as quais foram superpostas em potes plásticos à amostras do horizonte Bw, da mesma unidade de solo. Aplicaram-se carbonato de cálcio, sulfato de cálcio ou a mistura das duas fontes de cálcio às amostras superficiais, as quais foram colocadas a incubar e depois submetidas a sete aplica es de água destilada, na taxa de 1 volume-poro por semana, durante sete semanas consecutivas. O lixiviado foi recolhido semanalmente e analisado para cálcio, magnésio, potássio e sulfato solúveis. Nos solos, fizeram-se determina es dos teores de cálcio, magnésio e potássio trocáveis, e a determina o da acidez potencial a pH 7,0. A aplica o de sulfato de cálcio favoreceu o processo de lixivia o de potássio e magnésio, enquanto que a aplica o de carbonato de cálcio minimizou a lixivia o. Concluiu-se que a utiliza o de sulfato de cálcio para a corre o da deficiência de cálcio em subsolos ácidos deve ser acompanhada necessariamente da aplica o de carbonato.
ADMINISTRA O EPIDURAL DE OPIóIDES EM C ES  [cached]
Valad?o Carlos Augusto Araújo,Duque Juan Carlos,Farias Anderson
Ciência Rural , 2002,
Abstract: Os opióides têm sido utilizados em Medicina Veterinária há vários anos como alternativa para o alívio da dor pós-operatória ou traumática. Atualmente, tem-se dado maior valor ao controle da dor nos animais, visando a oferecer melhores condi es de recupera o ao paciente traumatizado ou recém-operado. A morfina foi o primeiro opióide usado em animais. Mais recentemente, a administra o dessa substancia, por via epidural, vem sendo empregada no controle da dor com resultados promissores. Assim, nesta revis o, abordam-se vários aspectos referentes aos efeitos e às indica es da administra o epidural de opióides em c es.
Energia livre da rea o de adsor o de cádmio em latossolos ácricos  [cached]
Dias Nivea Maria Piccolomini,Alleoni Luís Reynaldo Ferracciú,Casagrande José Carlos,Camargo Otávio Ant?nio
Ciência Rural , 2003,
Abstract: O cádmio é um metal pesado que pode ser adicionado ao solo por meio do lixo urbano ou industrial, lodo de esgoto e fertilizantes fosfatados. é facilmente absorvido e translocado pelas plantas, tendo potencial de entrar na cadeia alimentar humana. A persistência e a mobilidade do cádmio no solo é determinada pela intensidade da adsor o pelos colóides do solo. A avalia o da energia livre de adsor o de um elemento ao solo pode servir como medida da for a da rea o. Estudou-se a energia livre da rea o de adsor o de cádmio em amostras superficiais (0-0,2m) e subsuperficiais (na maior express o do horizonte B) de um Nitossolo Vermelho eutroférrico, um Latossolo Vermelho acriférrico e um Latossolo Amarelo ácrico, após a adi o de 5, 10, 15, 25, 50, 75, 100, 125, 150, 175 e 200mg L-1 de cádmio. A adsor o de cádmio pelos solos foi espontanea, pois a energia livre apresentou valores negativos em todas as concentra es estudadas. Os valores de energia livre diminuíram com o aumento da dose de cádmio adicionada. O Nitossolo apresentou maior energia livre do que os Latossolos, sobretudo na camada superficial. Os horizontes superficiais apresentaram maior energia livre para as rea es de adsor o de cádmio dos que os subsuperficiais, provavelmente devido ao efeito da matéria organica, que apresenta alta afinidade pelo elemento.
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