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Cirurgia de catarata: o porquê dos excluídos
Kara-José Newton,Temporini Edméa Rita
Revista Panamericana de Salud Pública , 1999,
Abstract: A catarata é a principal causa de cegueira no mundo, embora seja passível de recupera o por interven o cirúrgica relativamente simples e de baixo custo. O presente estudo, realizado em 1997 e 1998 em cinco municípios do Estado de S o Paulo, Brasil, teve o propósito de identificar as raz es para a falta de acesso ao tratamento cirúrgico por parte dos deficientes visuais por catarata senil. Foram entrevistados pacientes atendidos em um projeto comunitário de reabilita o da cegueira por catarata, o Projeto Zona Livre de Catarata. Obteve-se uma amostra prontamente acessível, composta por 776 sujeitos que procuraram a assistência do projeto e que apresentavam acuidade visual menor do que 0,2 no olho melhor (média de idade = 70 anos). Foi aplicado um questionário por entrevista. Dentre os pacientes, 683 haviam procurado atendimento oftalmológico antes do Projeto Catarata; o tipo mais comum de atendimento procurado foi o servi o público de saúde (27%). Dificuldades financeiras (69%) e ainda enxergar bem (69%) foram as raz es predominantes alegadas pelos pacientes para n o terem se submetido à cirurgia de catarata. Dentre os que manifestaram receio da cirurgia, a principal alega o foi medo de ficar cego. Todos os pacientes que receberam indica o cirúrgica no período do estudo concordaram em se submeter à cirurgia. Aparentemente, existe uma lacuna entre a busca de servi os oftalmológicos e a resolu o cirúrgica da catarata. Os fatores predominantes para a n o realiza o da cirurgia foram econ micos e logísticos. é necessário facilitar o acesso da popula o à cirurgia de catarata por meio de modelos assistenciais descentralizados e de projetos e campanhas comunitárias de preven o da cegueira por catarata.
A campanha da catarata atrai pacientes da clínica privada?
Zacharias Leandro Cabral,Graziano Rosa Maria,Oliveira Bráulio Folco Telles de,Hatanaka Marcelo
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2002,
Abstract: Objetivo: Avaliar qual o tipo de assistência médica utilizada pelo paciente que procura as "Campanhas da Catarata". Métodos: Foram realizadas 299 entrevistas com pacientes que participaram da "Campanha da Catarata" do dia 15 de abril de 2000, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S o Paulo. Resultados: Dos entrevistados 58,9% eram do sexo masculino e 41,1 % do sexo feminino; a idade média foi de 69,9 anos. A popula o estudada é composta principalmente por pessoas de baixa escolaridade (89,5% eram analfabetas ou com escolaridade até primeiro grau) e economicamente inativos em 70,9% (aposentados, 50,2%; desempregados, 8,3% e donas de casa, 12,5%). Os meios de assistência médica mais utilizados s o servi o público em 87,0%, convênio médico em 8,0% e médico particular em 4,9%. Os principais motivos alegados pelos pacientes que dispunham de convênio e n o o utilizaram, foram: n o cobria a cirurgia em 25%, n o dava cobertura para a lente intra-ocular em 33%. Conclus o: O público alvo da "Campanha da Catarata" atendido no HC-FMUSP é constituído por indivíduos de baixa escolaridade, a maioria n o integrada no mercado de trabalho, e que utilizam como recurso de saúde o SUS ou convênios médicos que n o cobrem os gastos da cirurgia de catarata. Projetos catarata dentro das condi es realizadas por este estudo n o atraem pacientes que possam pagar os custos da cirurgia de catarata.
Catarata pediátrica pós-trauma
Leal Fernando Antonio de M.,Tartarella Márcia Beatriz
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Estudar a catarata pediátrica pós-trauma, com rela o ao tipo de trauma, o tempo decorrido entre este e a cirurgia e a correla o entre a acuidade visual obtida com o tratamento realizado. MéTODOS: Estudo retrospectivo de pacientes atendidos no servi o de Catarata Congênita da Universidade Federal de S o Paulo, no período de agosto de 1988 a dezembro de 2001, com diagnóstico de catarata pediátrica pós-trauma. RESULTADOS: Foram revisados 66 prontuários de pacientes com diagnóstico de catarata pediátrica após trauma, correspondendo a uma incidência de 4,80% do total de casos atendidos no servi o. Com rela o ao sexo, 47 (71,22%) eram do sexo masculino e 19 (28,78%) do sexo feminino. Do total de casos de trauma, 35 (53,03%) foram contusos, 21 (31,82%) penetrantes e 10 (15,15%) n o classificados. O tempo médio decorrido entre o trauma e a cirurgia foi de 7 anos e seis meses. As principais complica es pós-operatórias descritas foram seqüelas de uveítes em 13 pacientes (21,12%) e opacifica o de cápsula posterior em 10 (15,15%). Em 30 olhos foi possível obtermos as acuidades visuais inicial e final; deste total, 1 olho (3,33%) possuía AV inicial superior ou igual a 20/60 com melhor corre o e 12 (40%) olhos AV final superior ou igual a 20/60 com melhor corre o. Os pacientes foram acompanhados em média por 2 anos. CONCLUS O: A melhora da acuidade visual foi estatisticamen-te significante (teste de Wilcoxon p<0,001), sendo mais intensa nos olhos submetidos a tratamento cirúrgico (p<000,1) do que nos olhos submetidos a tratamento clínico (p=0,043).
Delayed Descemet's membrane detachment after successful cataract surgery: a case report Descolamento tardio da membrana de Descemet após cirurgia de catarata sem intercorrências: relato de caso  [cached]
Aileen Walsh,Ana Luiza Biancardi,Armando Stefano Crema
Revista Brasileira de Oftalmologia , 2012, DOI: 10.1590/s0034-72802012000500012
Abstract: The detachment of Descemet's membrane can be a serious complication following cataract surgery, leading to severe corneal edema and reduced visual acuity. This report describes an unusual case of Descemet's membrane detachment 6 months after successful phacoemulsification, documented by anterior segment optic coherence tomography (OCT; RTVue, Optovue). The eye was treated successfully with pneumatic descemetopexy and transcorneal suturing, with reattachment of Descemet's membrane. This report should alert physicians that delayed corneal edema can be related to late-onset Descemet's membrane detachment, which requires proper treatment to avoid permanent corneal decompensation. O descolamento da membrana de Descemet pode ser uma complica o grave após a cirurgia de catarata, resultando em edema de córnea e redu o da acuidade visual. Este relato descreve um caso raro de descolamento da membrana de Descemet seis meses após cirurgia de catarata com facoemulsifica o sem intercorrências, documentado com tomografia de coerência óptica do segmento anterior (OCT; RTVue, Optovue). Foram realizadas descemetopexia pneumática e sutura corneana, com resolu o do descolamento e recupera o visual. Este relato procura alertar os médicos que o edema de córnea tardio pode estar relacionado ao descolamento tardio da membrana de Descemet, que exige tratamento adequado para evitar descompensa o corneana permanente.
Tratamento da depress o
Souza Fábio Gomes de Matos e
Revista Brasileira de Psiquiatria , 1999,
Abstract: O tratamento antidepressivo deve ser realizado considerando os aspectos biológicos, psicológicos e sociais do paciente. Na média, n o há diferen as significativas em termos de eficácia entre os diferentes antidepressivos mas o perfil em termos de efeitos colaterais, pre o, risco de suicídio, tolerabilidade varia bastante o que implica em diferen as na efetividade das drogas para cada paciente. A conduta, portanto, deve ser individualizada. A prescri o profilática de antidepressivos irá depender da intensidade e freqüência dos episódios depressivos. O risco de suicídio dever ser sempre avaliado e se necessário o ECT deverá ser indicado. N o há antidepressivo ideal, entretanto, atualmente existe uma disponibilidade grande de drogas atuando através de diferentes mecanismos de a o o que permite que, mesmo em depress es consideradas resistentes, o tratamento possa obter êxito.
Adapta o de questionário de avalia o da qualidade de vida para aplica o em portadores de catarata
Ferraz Ezon Vinícius Alves Pinto,Lima Cláudia Assis,Cella Wener,Arieta Carlos Eduardo Leite
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2002,
Abstract: Objetivo: Devido à perda visual que acarreta, a catarata pode impedir a realiza o de atividades cotidianas, influindo assim na qualidade de vida dos indivíduos afetados. Este trabalho tem como objetivo avaliar a aplicabilidade de questionário para avalia o da qualidade de vida de indivíduos portadores de catarata e testar a sua responsividade e confiabilidade. Métodos: Foram entrevistados 30 pacientes portadores de catarata com indica o cirúrgica. Utilizou-se questionário específico adaptado, sendo a mesma entrevista realizada duas vezes, com intervalo de uma hora. Resultados: Todas as quest es tiveram mais de 80% de resposta sem que o entrevistador precisasse repetir a pergunta. A análise da consistência mostrou que apenas um paciente respondeu de forma discrepante quatro quest es. Conclus o: O questionário adaptado p de ser aplicado em grupo populacional de baixa escolaridade, representando instrumento válido para avalia o da qualidade de vida de pacientes com catarata.
Tratamento da espasticidade: uma atualiza o
TEIVE HéLIO A.G.,ZONTA MARISE,KUMAGAI YUMI
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 1998,
Abstract: Apresentamos revis o sobre o tratamento atual da espasticidade, enfocando a terapêutica farmacológica, fisioterápica e através da utiliza o de toxina botulínica.
Barreiras para o acesso ao tratamento da catarata senil na Funda??o Altino Ventura
Lima, Danielle Maria Gomes de;Ventura, Liana Oliveira;Brandt, Carlos Teixeira;
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2005, DOI: 10.1590/S0004-27492005000300015
Abstract: purpose: to identify the barriers in the access to treatment of senile cataract and to evaluate the patient's costs in this process. methods: a survey of 101 patients who would undergo cataract surgery at altino ventura foundation was performed using a questionnaire. the economical and social aspects of the whole process of treatment were evaluated. results: the principal barriers of cataract treatment were: fear of surgery, patient's low income, the need for preoperative examinations and the number of times the patient had to return to the service (3.2±1.5), as well as the waiting time between the first examination and the surgery (3.2±2.6 months - mean ±sem). the examination costs varied from 5 to 170 reais (16.6±2.7 - mean ±sem). discussion: the main reasons for not seeking for cataract treatment, as the fear to undergo surgery and the lack of financial resources had been similar to other brazilian institutions. the number of times that the patient had to return to the service increased the expenses of the patient and the difficulties faced by him. altino ventura foundation mainly takes care of the poorest population of the state, therefore, the expenses of the patients with transportation and examinations become obstacles to the treatment of cataract. conclusions: the fear of surgery and the patient's low income and the social level of the institution's users were the principal barriers in the access to cataract treatment in this study. the need for preoperative examinations, sometimes unnecessary, contributes to a lower efficiency of the medical services offered to individuals of low income and social conditions. the surgery carried out at the same day of the cataract diagnosis makes the solution of the illness quickly possible, diminishing the number of times necessary for the patient's return to health service from three or more, to only one.
Compara o entre nifedipina por via sublingual e clonidina por via venosa no controle de hipertens o arterial peri-operatória em cirurgias de catarata
Stocche Renato Mestriner,Garcia Luis Vicente,Klamt Jyrson Guilherme,Pachione Alexandre
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2002,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Estudo recente mostra que a clonidina por via venosa apresenta-se eficaz e segura no tratamento de crises hipertensivas durante cirurgia de catarata. Este estudo visa comparar o uso de nifedipina, droga amplamente utilizada por via sublingual, e clonidina por via venosa no controle da hipertens o arterial em cirurgias de catarata. MéTODO: Setenta e cinco pacientes submetidos à facectomia foram distribuídos de forma aleatória e encoberta em: Grupo A, que recebeu nifedipina e Grupos C2 e C3, que receberam, respectivamente, 2 e 3 μg.kg-1 de clonidina por via venosa. Todos os pacientes apresentavam hipertens o arterial (PAS > 170 mmHg ou PAD > 110 mmHg). As PAS, PAD e freqüência cardíaca (FC) foram medidas e comparadas nos momentos: 0 (antes do tratamento) e de 2 em 2 minutos até o final do procedimento. Os eventos adversos foram anotados. RESULTADOS: Após o tratamento ocorreram diminui es da PAS e PAD nos 3 grupos (p <0,001). Houve controle da press o arterial (<160 mmHg) em 32%, 64% e 72% dos pacientes nos grupos A, C2 e C3, respectivamente (p < 0,05). No grupo C3 ocorreu maior incidência de efeitos colaterais que nos grupos C2 e A (p < 0,05). CONCLUS ES:A clonidina por via venosa é mais eficaz que a nifedipina, por via sublingual, no controle de crises hipertensivas no peri-operatório de cirurgias de catarata. Contudo, a dose de 3 μg.kg-1 pode estar relacionada a efeitos colaterais, devendo-se iniciar o tratamento com 2 μg.kg-1.
Ades o ao tratamento da ambliopia  [cached]
Arakaki Mara Regina,Schellini Silvana Artioli,Heimbeck Felipe Jorge,Furuya Margareth Tiemi
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a influência da ades o no resultado do tratamento da ambliopia. MéTODOS: Foi feito estudo retrospectivo avaliando a resposta ao tratamento da ambliopia em 151 crian as portadoras de ambliopia, tratadas com esquema de oclus o diária, com o número de dias variando de acordo com a idade da crian a. Os pacientes foram separados em dois grupos que diferiam entre si pela ades o ou n o ao tratamento. RESULTADOS: Observou-se que o tratamento teve melhores resultados nas crian as de 4 a 7 anos e que aderiram ao tratamento; as crian as que aderiram ao tratamento necessitaram de tempo menor de permanência em tratamento. Mesmo crian as com idade superior a 7 anos tiveram resultados positivos com a oclus o. CONCLUS O:O tratamento oclusivo é um meio terapêutico eficiente desde que haja a coopera o do paciente.
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