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Papel dos Androgênios Adrenais e Periféricos na Modula??o dos Níveis da Globulina Ligadora dos Horm?nios Sexuais na Pubarca Precoce
Teixeira, Rosimere J.;Dimetz, Trude;Bordallo, Maria Alice N.;Guimar?es, Marília M.;
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002, DOI: 10.1590/S0004-27302002000500005
Abstract: we investigated in 26 girls with premature pubarche (pp) and 14 age-matched controls (7.3±1.0 x 7.0±2.0 years) the role of adrenal and peripheral androgens in the regulation of sex hormone-binding globulin (shbg) during childhood. bone age (ba) and body mass index (bmi) were determined, together with androstenedione (a), testosterone (t), dehydroepiandrosterone and its sulfate (dhea and dheas), dihydrotestosterone (dht), 3a-androstanediol glucuronide (3a-diolg) and shbg. although ba was similar (8.0±1.4 x 8.3±1.4 years), bmi was higher in pp (18.7±3.1 x 16.7±2.0, p=0.03). plasma levels of dheas (0.7±0.4 x 0.3±0.2μg/ml, p<0.001), 3a-diolg (1.1±0.7 x 0.6±0.6ng/ml, p=0.06) and dht (180±95 x 132±68pg/ml, p=0.09) were greater, whereas shbg (60±24 x 89±26nmol/l, p=0.001) was lower; and levels of dhea (4.8±2.6 x 3.3±2.0ng/ml), t (133±149 x 90±59pg/ml) and a (603±330 x 420±318pg/ml) were similar. shbg was negatively correlated with bmi (r= -0.53, p< 0.001), dht (r= -0.43, p=0.005) and 3a-diolg (r= -0.46, p=0.02), but in the multiple regression model, shbg correlated only with bmi and 3a-diolg. these findings suggest that increased levels of sdhea result from a greater secretion of adrenal androgens, whereas 3a-diolg and dht may reflect a greater skin utilization of androgens in the pp. moreover, both body weight and 3a-diolg, but not t and adrenal androgens, could be important regulators of shbg during childhood.
Papel dos Androgênios Adrenais e Periféricos na Modula o dos Níveis da Globulina Ligadora dos Horm nios Sexuais na Pubarca Precoce
Teixeira Rosimere J.,Dimetz Trude,Bordallo Maria Alice N.,Guimar?es Marília M.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002,
Abstract:
Resistência à insulina na pubarca precoce - Rela o com os androgênios
Teixeira Rosimere J.,Gazolla Helena M.,Cunha S?nia B. da,Bordallo Maria Alice N.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: O objetivo deste estudo foi descrever o perfil da insulina e determinar sua rela o com o hiperandrogenismo na pubarca precoce (PP). Avaliamos 23 meninas com PP devido à adrenarca precoce e 5 controles (C) pré-puberais normais (7,3±1,1 x 7,1±1,8 anos). Os níveis de sulfato de deidroepiandrosterona (SDHEA), testosterona (T) e globulina ligadora dos horm nios sexuais (SHBG) foram medidos. O índice de massa corporal (IMC) e o índice do androgênio livre (IAL) foram calculados. O teste oral de tolerancia à glicose (G) foi realizado; sendo calculadas a rela o de jejum da insulina (I) pela G (FIGR= I/G) e as áreas abaixo das curvas da G e I (AACG e AACI). A FIGR > 22 foi considerada como sugestiva de resistência a I (RI). O IMC foi maior na PP do que nos C: 18,8±3,0 x 15,5±1,6, p= 0,03. Os níveis de SDHEA (71,7±40,6 x 34,2±6,9μg/dl, p= 0,02), T (0,41±0,4 x 0,17±0,1nmol/L, p= 0,02) e IAL (0,73±0,7 x 0,17±0,04, p= 0,001) foram maiores na PP, enquanto a SHBG (63,7±23,1 x 110,2±23,9nmol/L, p= 0,0006) foi menor. A FIGR foi sugestiva de RI em 44% dos casos de PP, mas os níveis de G, I, a AACG, a AACI e a FIGR foram semelhantes aos C. Na PP foi observada correla o inversa entre SDHEA e I (r = -0,43, p= 0,04) e entre SHBG e IMC (r = -0,74, p = 0,0001) e AACI (r=-0,36, p= 0,09). A AACI mostrou uma correla o positiva com o IMC (r=0,56, p= 0,006) e a FIGR (r= 0,86, p= 0,0001). Embora o hiperandrogenismo adrenal possa n o ter um efeito adverso sobre a sensibilidade à I na infancia, como demonstrado pela correla o inversa entre o SDHEA e a I em meninas com PP, a presen a da FIGR sugestiva de RI foi relativamente comum, permanecendo incerta a rela o entre os níveis dos androgênios adrenais e a sensibilidade à insulina.
Desenvolvimento de ensaio imunofluorométrico para a medida da globulina ligadora de tiroxina (thyroxine-binding globulin, TBG) e sua aplica o em casos de deficiência desta proteína  [cached]
Vieira José Gilberto H.,Tachibana Teresinha T.,Obara Leda H.,Nishida S?nia K.
Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial , 2002,
Abstract: A globulina ligadora de tiroxina (thyroxine-binding globulin, TBG) é a principal transportadora de horm nios tiroidianos no soro. Varia es na concentra o sérica de TBG determinam varia es proporcionais nas concentra es séricas totais de T4 e T3, sem implicar altera es de fun o, desde que a fra o livre permane a normal. Várias condi es clínicas comuns levam a altera es significativas nos níveis de TBG, sendo as varia es mais importantes devidas a defeitos genéticos. Como a TBG é codificada por gene localizado no cromossomo X, os defeitos se manifestam mais facilmente no sexo masculino. Descrevemos o desenvolvimento de ensaio imunofluorométrico para a medida de TBG com base em anticorpos monoclonais, sendo um desenvolvido em nosso laboratório e outro comercial. O método apresenta sensibilidade de 0,8mg/l e coeficientes de varia o intra e interensaio inferiores a 10%. O estudo comparativo com método comercial mostrou alta correla o (r = 0,93; n = 48), sendo os valores normais obtidos de 10mg/l a 29mg/l. Estudamos também 20 indivíduos portadores de deficiência congênita de TBG, 19 homens e uma mulher, que apresentavam valores normais de TSH e baixos de T4 total; em todos eles os níveis de TBG foram indetectáveis. Já os níveis de T4 livre medidos por método indireto em 16 desses indivíduos mostraram-se elevados em todos, ao passo que, quando medidos por método direto pós-diálise nos quatro restantes, mostraram-se normais. Nossos resultados refor am a necessidade prática da disponibilidade de ensaio para a medida de TBG para esclarecimento e defini o diagnóstica de alguns casos especiais, principalmente quando o ensaio de T4 livre direto, pós-diálise, n o é disponível.
Ocorrência e tratamento de quadros depressivos por horm nios sexuais  [cached]
Soares Cláudio N,Prouty Jennifer,Poitras Jennifer
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2002,
Abstract: O processo de envelhecimento promove altera es significativas na produ o e no equilíbrio dos níveis circulantes de diversos horm nios sexuais em homens e mulheres. Acredita-se que esses horm nios (estrógenos, progestógenos, testosterona, dehidroepiandrosterona [DHEA]) exercem papel modulador sobre diversas fun es psíquicas, particularmente sobre o humor e a cogni o. Altera es nesse papel modulador causadas por varia es abruptas dos horm nios sexuais circulantes -- como as que ocorrem, por exemplo, durante a transi o menopausal -- favorecem o surgimento de queixas depressivas. No entanto, a utiliza o terapêutica de horm nios sexuais pode promover alívio ou mesmo remiss o de sintomas depressivos, como já foi caracterizado com o uso de estradiol em mulheres em perimenopausa e com a administra o de testosterona após a menopausa. Este artigo aborda, por revis o da literatura, os diversos papéis atribuídos aos horm nios sexuais no desenvolvimento e tratamento das queixas depressivas. Estudos sobre a eficácia terapêutica de estrógenos, testosterona e DHEA nos quadros depressivos s o discutidos de forma crítica. Em essência, existem resultados preliminares bastante promissores, particularmente quanto ao uso de estradiol e testosterona em subpopula es específicas para alívio de sintomas depressivos. Futuras investiga es devem melhor definir a utiliza o de horm nios como agente depressivo monoterápico ou adjuntivo, bem como delinear os riscos e as contra-indica es associados a seu uso.
Andropausa: insuficiência androgênica parcial do homem idoso. Uma revis o
Bonaccorsi Antonio C.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: Andropausa é uma designa o inapropriada para o quadro clínico resultante do declínio progressivo da produ o androgênica encontrado em pelo menos 20% dos homens com idade entre 60 e 70 anos, e que algumas vezes se inicia a partir dos 50 anos. Uma designa o mais adequada é insuficiência androgênica parcial do homem idoso. Como a produ o de testosterona diminui regularmente, em homens de 75 anos os níveis médios de testosterona s o somente 65% daqueles dos adultos jovens, sendo que pelo menos 25% destes idosos apresentam níveis subnormais de testosterona biodisponível. A etiologia deste declínio da testosterona dependente da idade é multifatorial e envolve altera es testiculares primárias, disfun o da regula o neuroendócrina das gonadotropinas, eleva o das concentra es séricas de globulina ligadora de horm nios sexuais e redu o da sensibilidade dos receptores androgênicos. A senescência é acompanhada de uma série de sinais e sintomas, muitos deles bastante semelhantes aos observados em hipogonádicos jovens. Este quadro clínico complexo pode se dever aos efeitos conjuntos do próprio processo de senescência e de doen as intercorrentes. No entanto, existem evidências que o declínio dos níveis de testosterona próprio da idade é, pelo menos em parte, codeterminante deste quadro clínico, visto que a reposi o androgênica tem mostrado efeitos favoráveis em mais de 30% destes idosos sintomáticos. No momento, esta reposi o hormonal deveria somente ser considerada em presen a de níveis séricos de testosterona abaixo dos limites normais mínimos para adultos jovens, acompanhada de sinais inequívocos de insuficiência androgênica, na ausência de outras causas reversíveis de hipoandrogenismo e após a exclus o de contra-indica es.
Terapia de reposi o hormonal contínua na pós-menopausa: ênfase no horm nio do crescimento, insulina, fator de crescimento semelhante à insulina I (IGF-I) e proteína ligadora 3 do IGF (IGFBP-3)
Ginzbarg Denise,Teixeira Rosimere J.,Dimetz Trude,Henriques Jodélia L.M.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: A importancia da terapia de reposi o hormonal da menopausa (TRHM) na qualidade de vida na pós-menopausa é inquestionável. Entretanto, nem todos os efeitos determinados pelo seu emprego est o bem estabelecidos. Este estudo tem como objetivo avaliar a influência da TRHM sobre os níveis séricos do horm nio do crescimento (GH), fator de crescimento semelhante à insulina I (IGF-I), proteína ligadora 3 do IGF (IGFBP-3), glicose e insulina. Realizamos um ensaio clínico controlado, prospectivo, longitudinal e comparativo, no qual 53 mulheres na pós-menopausa, natural ou cirúrgica, foram submetidas ou n o a TRHM contínua, durante um período de 6 meses, com estrogênios conjugados (EC-0,625mg/d) associados ou n o ao acetato de medroxiprogesterona (AMP-2,5mg/d), pela via oral. As participantes foram subdivididas em 3 grupos: Grupo EC + AMP > 20 mulheres com útero, que utilizaram EC e AMP; Grupo EC > 20 mulheres histerectomizadas, que usaram EC; Grupo C > 13 mulheres, sem TRHM. Ao início e ao final do estudo foram realizadas as dosagens basais do GH; IGF-I e IGFBP-3. Também realizamos o teste oral de tolerancia à glicose (TOTG) de 2 horas, com determina o dos níveis de glicose e insulina; a área abaixo da curva (AAC) de glicose e de insulina e o índice de resistência à insulina (IRI). O emprego da TRHM reduziu os níveis do IGF-I no EC + AMP (p= 0,01) e EC (p= 0,0007), sem altera o nos níveis do IGFBP-3. Os níveis do GH se elevaram mediante a TRHM, (EC + AMP: p= 0,004 e EC: p= 0,0003), entretanto, as concentra es séricas do IGF-I e do IGFBP-3 n o parecem ser bons marcadores da secre o circadiana do GH. Aos 6 meses observou-se uma correla o negativa do IGF-I com a AAC de glicose nos três grupos (EC + AMP: r= -0,42, p= 0,06; EC: r= -0,58, p= 0,007 e C: r= -0,64, p= 0,01). O IGFBP-3 e a AAC de glicose apresentaram correla o negativa no grupo EC (r= -0,45, p= 0,04) e tendência no EC + AMP (r= -0,42, p= 0,06). A associa o do AMP determinou o aparecimento de ITG em 30% das pacientes do grupo EC + AMP (n= 6). Nossos dados sugerem uma intera o entre o metabolismo dos carboidratos com o IGF-I e o IGFBP-3. Os efeitos gerados pelo emprego prolongado da TRHM contínua na regula o do GH, IGF-I e IGFBP-3 ainda necessitam elucida o.
Horm?nios sexuais estrógenos: contaminantes bioativos
Reis Filho, Ricardo Wagner;Araújo, Juliana Coutinho de;Vieira, Eny Maria;
Química Nova , 2006, DOI: 10.1590/S0100-40422006000400032
Abstract: natural and synthetic estrogens have been detected in rivers, lakes and estuaries in several parts of the world. the primary sources of these compounds are the industrial and household effluents, which are not eliminated by the received treatment. this paper presents a brief description of the problem as well as the physical and chemical characteristics of the main compounds, the environmental behavior, methods of determination, ecotoxicological aspects and a discussion about its relevance in terms of ecology and public health.
Síndrome de Klinefelter associada a lupus eritematoso sistêmico: Interferência dos esteróides sexuais
Rangel Arquimedes de A.,Mendes Rafael P.,Clapauch Ruth,Barros Jaime da C.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002,
Abstract: A associa o de síndrome de Klinefelter e lupus eritematoso sistêmico (LES) é muito rara, com cerca de 21 casos descritos na literatura. Relatamos um caso com desenvolvimento de pericardite, artrite, anemia e alopécia. O uso irregular de testosterona resultou em níveis séricos subnormais deste horm nio, que coincidiram com a abertura do quadro de LES, bem como com duas recidivas. O caso está em consonancia com a literatura, que fortalece a hipótese de que os esteróides sexuais tenham um papel relevante sobre o desencadeamento de doen as autoimunes, especialmente o LES.
A administra o de esteróides sexuais no inicio da gravidez provoca malforma es fetais?  [cached]
Rozangela de Lucca Martins Sachetim
Semina : Ciências Sociais e Humanas , 1984, DOI: 10.5433/
Abstract: On the basis of recent literature review we cannot assume that the use of human female sex steroids at the beginning of pregnancy is related to human malformation syndromes in organs and tissues that are not those of the genital area. The literature references do not give us information which permits us to come to the conclusion that in special conditions to be better defined, these hormones will play a role in the causes of fetal malformations, based upon a dose effect or interaction with other environmental agents. We presume that this subject will be better studied in a prospective investigation with a large number of cases. Until the conclusion of such a study the use of sex female hormones during pregnancy should be avoided. A análise dos dados disponíveis conduz a presente revis o a concluir que n o está provado que o uso de progestágeno e/ou estrógeno durante a gravidez humana, cause anomalias do desenvolvimento em órg os e tecidos extragenitais. Os dados também n o permitem concluir que estes horm nios sexuais administrados durante a gravidez n o possam, sob condi es especiais, a serem definidas, ter algum efeito adverso no desenvolvimento humano. Recomenda-se um estudo para se estabelecer se há ou n o uma correla o entre o uso de esferóides sexuais e malforma es somáticas. Enquanto este estudo n o for realizado, será prudente evitar o uso destas drogas durante a gesta o.
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