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Paralisia Facial Periférica por comprometimento do tronco cerebral: A propósito de um caso clínico
Lazarini Paulo R.,Fernandes Alessandro M. F.,Brasileiro Veridiana S. B.,Custódio Sérgio E. V.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: é apresentado um caso clínico de paciente portador de paralisia facial periférica com comprometimento de toda a hemiface direita. Durante a investiga o clínica, esperava-se que o comprometimento topográfico do nervo facial se desse a partir de sua emergência na ponte. Após exames de imagem, evidenciou-se les o expansiva no tronco cerebral. Deste modo, a classifica o de paralisia facial como periférica ou central n o atende a este caso. O uso de uma classifica o utilizando os núcleos do nervo facial como referência pode ser mais adequado na investiga o clínica da paralisia facial.
Paralisia bulbar progressiva juvenil doen a de Fazio-Londe: relato de caso
Batista Bianca Helena Brum,Almeida Andrea Garcia de,Nunes Magda Lahorgue,Pitrez Paulo Márcio Condessa
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2002,
Abstract: A paralisia bulbar progressiva, também denominada doen a de Fazio-Londe, caracteriza-se pelo acometimento degenerativo progressivo de nervos cranianos bulbares em crian as. Foi descrita primeiramente por Fazio em 1892 e até a presente data somente 30 casos foram relatados na literatura. Acomete ambos os sexos, assumindo dois padr es clínicos, um de início precoce (idade <6 anos, predomínio de comprometimento respiratório) e outro de início tardio (6-20 anos, predomínio de comprometimento motor nos membros superiores). Descrevemos o caso de um menino com 4 anos, cujo primeiro sintoma foi estridor e disfun o respiratória grave, tendo inicialmente recebido diagnóstico de asma br nquica. O quadro evoluiu progressivamente, em aproximadamente 12 meses, para paralisia do V, VII, VIII, IX e X nervos cranianos, comprovada por acompanhamento clínico, exame físico e estudo eletrofisiológico de tronco cerebral.
Regress o da anestesia geral em pacientes com paralisia cerebral: estudo comparativo utilizando o índice bispectral  [cached]
Costa Ver?nica Vieira da,Saraiva Renato ?ngelo,Duarte Leonardo Teixeira Domingues
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2006,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: é descrito que os pacientes com paralisia cerebral (PC) s o mais sensíveis aos agentes anestésicos que poderia comprometer o despertar da anestesia. O objetivo deste estudo foi avaliar a recupera o de pacientes com PC comparada com pacientes sem doen a do SNC. MéTODO: Participaram do estudo crian as de 5 a 15 anos, divididas em dois grupos: com diagnóstico de paralisia cerebral e sem doen a do SNC. Todas foram submetidas à anestesia geral com sevoflurano associado a óxido nitroso e oxigênio a 50%. Além da monitoriza o habitualmente empregada, foram monitorizadas com o EEG-BIS. Durante o despertar da anestesia, a extuba o traqueal e o pós-anestésico imediato, foi avaliada a regress o da anestesia segundo os critérios adotados por Saraiva. Avaliou-se também a velocidade de elimina o dos agentes anestésicos correlacionando-a com os valores de EEG-BIS e comparando os dois grupos de pacientes. A análise estatística foi realizada por meio da análise exploratória de dados e teste estatístico para compara o de médias, considerando como diferen a estatística significativa o valor de p menor ou igual a 5%. RESULTADOS: Foram avaliados 56 pacientes, sendo 31 com PC e 25 sem doen a do SNC. Os grupos foram homogêneos com rela o à idade e ao sexo. O valor do EEG-BIS basal dos pacientes com PC foi menor do que o grupo-controle, com diferen a estatística significativa (p = 0,04). Nos cinco primeiros minutos após a interrup o do sevoflurano, o valor do EEG-BIS dos pacientes com PC apresentou eleva o mais lenta com rela o ao controle. A velocidade de elimina o do agente anestésico foi semelhante nos dois grupos. Aos 15 minutos, 48% dos pacientes do grupo-controle estavam no estágio III de regress o anestésica, versus 29% do grupo com paralisia cerebral. Aos 30 minutos, 72% dos pacientes do grupo-controle estavam aptos para receber alta, no estágio IV de regress o anestésica, versus 41,9% dos pacientes com PC. CONCLUS ES: Os pacientes com paralisia cerebral apresentaram retorno mais lento da consciência em compara o com o grupo-controle.
Estudo da independência funcional, motricidade e inser o escolar de crian as com Paralisia Cerebral Study of functional independence, motor skills and school integration of children with Cerebral Palsy  [cached]
Geovana S?ffa Rézio,Jackeline Oliveira do Vale Cunha,Cibelle Kayenne Martins Roberto Formiga
Revista Brasileira de Educa??o Especial , 2012, DOI: 10.1590/s1413-65382012000400005
Abstract: A Paralisia Cerebral (PC) é uma condi o clínica que gera alta prevalência de sequelas funcionais. As crian as com este diagnóstico podem apresentar diversos problemas nas atividades funcionais e no controle dos movimentos voluntários. O objetivo deste trabalho foi analisar o nível de independência funcional, motricidade e inser o escolar de crian as com PC. A amostra foi composta por 14 crian as com idade entre um a 11 anos que frequentam regularmente o Setor Clínico da Associa o Pestalozzi de Goiania, seus respectivos pais e/ou responsáveis e professores do ensino escolar. Os resultados mostraram que quanto maior o nível de independência funcional e melhor o desempenho na fun o motora grossa das crian as com Paralisia Cerebral, menor é a assistência fornecida pelos cuidadores e menos adapta es s o necessárias para que essas crian as realizem as tarefas do ensino escolar. é importante uma parceria entre os profissionais da saúde com os professores, através de orienta es e contribui es, no que for necessário para a inclus o escolar das crian as com deficiência. Cerebral Palsy is a medical condition that causes high prevalence of functional sequelae. For this reason, children with this diagnosis can present several problems in functional activities related to controlling voluntary movements. The aim of this study was to examine the level of functional independence, motor skills and school integration of children with cerebral palsy. The sample consisted of 14 children aged one to 11 years attending regularly the Clinical Sector of the Pestalozzi Association Goiania Unit, their parents and/or guardians and school teachers. The results showed that the higher the level of functional independence and the better their performance in gross motor function of these children with cerebral palsy, the lower the assistance provided by caregivers and fewer the adjustments needed for these children to perform tasks required of them in school. The study showed the importance of health professionals and teachers working together whenever needed, through orientation and contributions, for the educational inclusion of children with disabilities.
Inseticidas sistêmicos aplicados via tronco para controle de Oncometopia facialis, Phyllocnistis citrella e Toxoptera citricida em citros  [cached]
Yamamoto Pedro Takao,Roberto Sérgio Ruffo,Pria Jr. Wolney Dalla
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: O controle biológico de insetos vetores de Phyllocnistis citrella em citros tem se mostrado ineficiente e o uso de inseticidas apresenta poucas op es. O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência de inseticidas sistêmicos, aplicados via tronco, no controle de Oncometopia facialis (Signoret) (Hemiptera: Cicadellidae), Phyllocnistis citrella Staiton (Lepidoptera: Gracillaridae) e Toxoptera citricida (Kirkaldy) (Hemiptera: Aphididae) em citros. A eficiência para O. facialis foi determinada pelo método de confinamento, utilizando-se 5 cigarrinhas adultas por repeti o. Para P. citrella avaliou-se o número de folhas com lagartas em 3 ramos/planta e para T. citricida o número de ramos infestados. O acefate Pellet 970, vamidotion CE 300, monocrotofós CE 400, acetamipride PM e SL, e imidaclopride SL, nas doses testadas, controlam O. facialis, mas com períodos residuais variando de 12 a 104 dias, sendo os mais eficientes acetamipride SL (1,0 g i.a. por planta) e imidaclopride (1,0 g i.a. por planta). Os inseticidas acefate, vamidotion, monocrotofós, acetamipride e imidaclopride foram eficientes no controle de T. citricida e de P. citrella, com exce o de acetamipride PM nas doses de 0,4 e 0,6 g i.a. por planta. Acetamipride e imidaclopride apresentaram período de controle para P. citrella superior a 42 dias.
Influência da dan aterapia na mobilidade funcional de crian as com paralisia cerebral hemiparética espástica Influence of dance therapy on the functional mobility of children with spastic hemiparetic cerebral palsy  [cached]
Diogo Costa Gar??o
Motricidade , 2011, DOI: 10.6063/motricidade.7(3).95
Abstract: O objetivo deste estudo foi investigar a influência da dan aterapia na mobilidade funcional de crian as com paralisia cerebral hemiparética espástica. Participaram 10 crian as de sexo feminino, com idade média de 7.2 anos (± 1.2 anos) e diagnóstico de paralisia cerebral. Para avaliar a mobilidade funcional, utilizaram-se as dimens es D (em pé) e E (andar, correr e pular) da escala GMFM. Foram realizadas duas etapas, a primeira composta por seis semanas, em que as pacientes n o eram submetidas a interven o motora (etapa controle), e a segunda composta por 18 sess es de dan aterapia. As crian as foram avaliadas três vezes durante a pesquisa, sendo a primeira (I) antes da etapa controle; a segunda (II) após a fase controle; e a terceira (III) ao término da aplica o da dan aterapia. Os dados das dimens es D e E nas três avalia es foram analisados por meio do teste Kruskal-Wallis (p < .05), seguido do teste Dunn (p < .05). Nas duas dimens es, constatou-se que n o houve mudan a dos desempenhos entre a avalia o I e II (p = 1.00), permanecendo os participantes com itens similares. Entretanto, na avalia o III observou-se um aumento significativo em rela o aos desempenhos das avalia es I e II para a dimens o D (p < .01) e E (p < .01). Os resultados demonstram que a dan aterapia propicia estímulos que influenciam a mobilidade funcional. The aim of this study was to investigate the influence of dance therapy on the functional mobility of children with spastic hemiparetic cerebral palsy. Ten female children (mean age 7.2 ± 1.2 years) diagnosed with cerebral palsy were included. In order to evaluate their functional mobility, standing (D) and walking, running and jumping (E) dimensions from GMFM were applied, and measurements were carried out in two phases: 1) control, six weeks without any motor intervention, and 2) activity, 18 sessions of dancing. Children were assessed three times: first, before the control phase, second, after the control phase, and third, at the end of the dancing phase. Kruskal-Wallis (p < .05) and Dunn tests (p < .05) were used. There were no changes in performance between the two first phases of evaluation (p = 1.00), however, at the end of the dancing phase a significant increase was measured in relation to D (p < .01) and E dimensions (p < .01). Results showed that dance therapy influences children's functional mobility.
Qualidade de vida de cuidadores primários de crian as com paralisia cerebral: revis o da literatura  [PDF]
Cejane Oliveira Martins Prudente,Maria Alves Barbosa,Celmo Celeno Porto
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: O nascimento de uma crian a com Paralisia Cerebral provoca mudan as na institui o familiar. Desta forma, os objetivos deste estudo foram analisar a qualidade de vida dos cuidadores primários de crian as com Paralisia Cerebral e correlacionar a qualidade de vida dos cuidadores primários de crian as com Paralisia Cerebral com o nível de comprometimento motor das crian as. Tratou-se de uma revis o da literatura, junto às bases de dados LILACS, MEDLINE, SciELO e PubMed, com os descritores qualidade de vida, cuidadores, m es, pais e paralisia cerebral, onde foram utilizados artigos científicos publicados entre 1995 a 2009. Dos 36 artigos encontrados, 7 fizeram parte da amostra. Os artigos analisados mostraram que pelo menos alguns aspectos da qualidade de vida dos cuidadores primários de crian as com Paralisia Cerebral s o de modo geral pior que o dos cuidadores primários de crian as saudáveis. N o há, contudo, consenso entre os autores que correlacione qualidade de vida dos cuidadores com o nível de comprometimento motor das crian as com Paralisia Cerebral, mas os estudos analisados tiveram limita es na amostra, n o sendo constituídos por grupos homogêneos, segundo o Sistema de Classifica o da Fun o Motora. Conclui-se que os profissionais da saúde devem direcionar seu olhar aos cuidadores de crian as com Paralisia Cerebral.
Effect of equine-assisted therapy on the postural balance of the elderly Efeito da equoterapia no equilíbrio postural de idosos  [cached]
Thais B. Araujo,Nélida A. Silva,Juliana N. Costa,Marcio M. Pereira
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2011,
Abstract: OBJECTIVE: To determine whether equine-assisted therapy (hippotherapy) produces alterations in the balance of the elderly. METHODS: The sample included 17 older adults who were divided into experimental (7 subjects) and control (10 subjects) groups. Stabilometry data were acquired with a force platform. The Timed Up and Go test (TUG) was used for clinical analysis of seated balance, transfer from a seated to a standing position, walking stability and changes in gait. Sixteen equine-assisted therapy sessions were carried out. RESULTS: Mann-Witney was used to compare the means between groups and no significant differences were found in the analyzed stabilometric parameters. In intragroup comparison with the Wilcoxon test, a significant increase in the variables COPy and Area (p=0.02) was observed. Equine-assisted therapy significantly affected (p=0.04) TUG test means between the experimental and control groups (Mann-Witney). Intragroup TUG test means were also significantly affected (p=0.04) according to the Wilcoxon test. CONCLUSIONS: Because senescence tends to normalize stabilometric measures, the number of equine-assisted therapy sessions was insufficient to determine any differences. Nevertheless, the significant improvement in TUG test scores demonstrates that this treatment frequency was a predictor of reduced fall risk in the elderly. Article registered in the Australian New Zealand Clinical Trials Registry (ANZCTR) under number ACTRN12610000534088. OBJETIVO: Verificar se a equoterapia é capaz de produzir altera es no equilíbrio de idosos. MéTODOS: Desenvolveu-se um estudo experimental controlado. A amostra foi composta de 17 idosos, divididos em grupo experimental (GE), sete sujeitos e grupo controle (GC), dez sujeitos. A aquisi o dos dados da estabilometria foi realizada por meio da plataforma de for a da marca AMTI (Force Measurement Systems). Para análise clínica do equilíbrio sentado, transferências de sentado para a posi o em pé, estabilidade na deambula o e mudan as do curso da marcha, utilizou-se o teste Timed Up and Go (TUG). Foram realizadas 16 sess es de equoterapia. RESULTADOS: Na compara o das médias entre os grupos por meio do teste de Mann-Whitney, n o houve diferen a significativa nos parametros estabilométricos analisados. Já na compara o das médias intragrupo por meio do teste de Wilcoxon, verificou-se aumento significante sobre as variáveis COPy e área (p=0,02). Nas médias entre o GE e o GC, por meio do teste de Mann-Whitney para análise do teste TUG, verificou-se efeito significante (p=0,04) da equoterapia. Na compara o
Altera es eletroneurofisiológicas em anestesia com sevoflurano: estudo comparativo entre pacientes saudáveis e pacientes com paralisia cerebral
Mello Sérgio Silva de,Saraiva Renato ?ngelo
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2003,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Estudos avaliando a farmacodinamica de drogas anestésicas em Paralisia Cerebral (PC) s o escassos. O objetivo deste estudo foi comparar a resposta eletroneurofisiológica de pacientes normais e com PC à anestesia com sevoflurano, utilizando o EEG bispectral (BIS) e potencial evocado somatossensitivo de curta latência (PESS) como técnica de monitoriza o do grau de profundidade anestésica. MéTODO: Foram selecionados 24 pacientes de 3 a 18 anos, candidatos a cirurgias na Rede Sarah de Hospitais do Aparelho Locomotor, divididos em 2 grupos: 1. PC - 12 crian as com PC tipo espástica; 2. Controle (C) - 12 crian as sem doen a do SNC. A anestesia foi realizada com sevoflurano associado a N2O a 60% em ventila o assistida. As variáveis BIS e ondas N9, N13, N19 e P/N 22 do PESS - latência e amplitude - foram avaliadas nas fra es expiradas de sevoflurano (FEsev) de 1,2 e 2,5% (0,5 e 1 CAM). Foram monitorizadas a temperatura e a P ET CO2. Para análise foram utilizadas média e desvio-padr o para o BIS, e média da varia o percentual dos valores de latência e amplitude das ondas do PESS, nas duas concentra es do anestésico. RESULTADOS: N o houve diferen a de sexo, idade, peso e temperatura entre os grupos. Sob efeito da anestesia, os valores de BIS foram mais reduzidos no grupo PC, sendo a diferen a entre os grupos estatisticamente significante com a FEsev 2,5% (30,3 x 37,5; p < 0,05). O aumento percentual da latência das ondas do PESS foi maior no grupo PC. CONCLUS ES: Os resultados sugerem um efeito depressor maior do anestésico no grupo com PC, sendo esta diferen a captada pelo BIS e PESS.
A equoterapia como recurso terapêutico no equilíbrio do idoso  [cached]
Michele Marinho da Silveira,Lia Mara Wibelinger
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2010,
Abstract: A equoterapia é uma técnica de reabilita o e educa o que utiliza a equita o e as atividades equestres para proporcionar ao praticante benefícios físicos, psicológicos, educacionais e sociais. A atividade exige a participa o do corpo inteiro, trabalhando o praticante de forma global e utilizando o cavalo como método terapêutico. Contribui, assim, para o desenvolvimento do equilíbrio, t nus, for a muscular, a conscientiza o do próprio corpo, o aperfei oamento de coordena o motora, aten o, autoconfian a e autoestima. O presente estudo baseou-se em uma revis o de literatura com o objetivo de verificar os efeitos da equoterapia no equilíbrio do idoso. No idoso a equoterapia utiliza o cavalo como mediador para suprir o défice de equilíbrio em raz o do seu movimento tridimensional, rítmico e balan ante, que estimula o sistema vestibular, a melhora da consciên cia espa otemporal, a concentra o, o equilíbrio e a consolida o da seguran a gravitacional, deixando o idoso menos vulnerável às quedas e as incapacidades funcionais.
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