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Produtividade e estabilidade fenotípica de cultivares de milho em três municípios do Estado do Pará  [cached]
Souza Francisco Ronaldo Sarmanho de,Ribeiro Pedro Hélio Estevam,Veloso Carlos Alberto Costa,Corrêa Luiz André
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: A área cultivada com gr os no Estado do Pará está em torno de 553 mil hectares e estima-se que 57% seja cultivada com milho. A produtividade média do milho é baixa, em virtude dos sistemas de produ o adotados, que n o incluem o uso de fertilizantes, corretivos e cultivares adaptadas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho produtivo e a estabilidade fenotípica de cultivares de milho em quatro ambientes. Foram avaliadas 37 cultivares comerciais e pré-comerciais de milho em delineamento de látice simples 6x6. As parcelas foram constituídas de duas linhas de 5 m, espa adas de 0,90 m, com cinco plantas/m após o desbaste. Houve diferen a significativa pelo teste F na maioria das fontes de varia o considerada. No grupo das cultivares mais produtivas, a produ o esteve entre 5,64 e 6,58 t/ha e no segundo grupo, entre 4,03 e 5,52 t/ha de gr os. A testemunha BR-5102 foi classificada no grupo das mais produtivas, superando mais de 66% das cultivares avaliadas. As cultivares com menor risco de ado o para recomenda o foram a AG 4051, C 333B e 984-N. Os resultados mostram ser possível identificar cultivares com bom desempenho produtivo e boa estabilidade.
UTILIZA O DE ADITIVOS NATURAIS A PARTIR DA Moringa oleifera LAM PARA O MELHORAMENTO DA ESTABILIDADE OXIDATIVA DO BIODIESEL
FILHO, D. B. O.,FRAN?A, F. R. M.,SANT’ANNA, M. C. S.,SANTANA, M. F. S.
Revista GEINTEC : Gest?o, Inova??o e Tecnologias , 2012,
Abstract: O biodiesel é um combustível biodegradável, renovável e que apresenta características similares ao diesel, porém n o apresenta uma boa estabilidade oxidativa. Diante dessa situa o, o presente estudo objetivou avaliar os avan os tecnológicos na área de desenvolvimento de aditivos naturais utilizados no melhoramento da estabilidade oxidativa do biodiesel . Para a realiza o da busca de patentes utilizou-se a base da World Intellectual Property Organization (WIPO) e do European Patent Office (Espacenet). Avaliando o cenário mundial podemos caracterizar a prospec o quanto ao uso de aditivos de origem natural, já que no mercado a utiliza o de aditivos artificiais já se encontra muito utilizado. Principalmente na área de aditivos a partir da Moringa oleifera Lam, na qual segundo a busca realizada foi comprovada a quase inexistência de patentes sobre o assunto.Demonstrando assim uma área muito promissora e ótima para investir, já que a matéria-prima principal é uma planta encontrada com facilidade no Brasil.
TIPOLOGIA CLIMáTICA DO ESTADO DE S O PAULO SEGUNDO TéCNICAS DE QUANTIFICA O  [cached]
Luiza Luciana Salvi
Revista do Departamento de Geografia , 1984, DOI: 10.7154/rdg.v0i3.275
Abstract: TIPOLOGIA CLIMáTICA DO ESTADO DE S O PAULO SEGUNDO TéCNICAS DE QUANTIFICA O
Correla es entre parametros de adaptabilidade e estabilidade da produtividade de óleo em soja  [cached]
Rocha Maurisrael de Moura,Vello Natal Antonio,Lopes ?ngela Celis de Almeida,Unêda-Trevisoli Sandra Helena
Ciência Rural , 2006,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi determinar o grau de correla o entre parametros que avaliam a adaptabilidade e a estabilidade da produtividade de óleo em soja. Os parametros foram estimados a partir da análise de dados resultantes da avalia o de 93 linhagens de soja, divididas em três ciclos de matura o (28 precoces, 38 semiprecoces e 27 intermediárias). Os ensaios foram conduzidos em doze ambientes do município de Piracicaba, SP, Brasil. Os seguintes parametros foram correlacionados: média geral (m i), coeficiente de regress o (b i), ecovalência de Wricke ( megaWi), ecovalência AMMI ( megaAi), variancia dos desvios da regress o (sigma2di) e coeficiente de determina o (R2i). Utilizou-se a correla o (r) de Sperman do ordenamento das linhagens, segundo cada parametro. As correla es entre m i e b i e entre os parametros de estabilidade entre si ( megaWi, megaAi, sigma2di e R2i) foram positivas e significativas (0,53 < r < 0,93) . As correla es entre os parametros de adaptabilidade e estabilidade foram baixas ou negativas e n o significativas (-0,39 < r < 0,38), exceto entre b i e R2i (r = 0,49 e 0,89 para as linhagens precoces e intermediárias, respectivamente). Os parametros de estabilidade classificam a ordem das linhagens de forma similar e, provavelmente, pertencem ao mesmo conceito de estabilidade. Os resultados indicam que é difícil a sele o simultanea para adaptabilidade e estabilidade da produtividade de óleo em soja.
ESTABILIDADE DO MOLHO DE TOMATE EM DIFERENTES EMBALAGENS DE CONSUMO  [cached]
JAIME Sandra Balan Mendoza,ALVES Rosa Maria Vercelino,SEGANTINI Elisabete,ANJOS Valéria Delgado de A.
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 1998,
Abstract: O presente estudo teve como objetivo avaliar a estabilidade do molho de tomate em diferentes embalagens de consumo (vidro, metálica e cartonada), após simula o de transporte e estocagem a 23 e 35oC, por um período 240 dias ao abrigo da luz. O parametro de cor avaliado separadamente n o influenciou significativamente a perda de qualidade dos produtos a 23oC, mas teve influência significativa à 35oC. O molho de tomate acondicionado na embalagem cartonada apresentou maior perda de cor em rela o às demais, devido às características intrínsecas deste tipo de embalagem, sobretudo sua maior permeabilidade ao oxigênio, provocando um maior escurecimento e a conseqüente redu o na vida útil do produto. Considerando-se este aspecto, a taxa de deteriora o da cor na embalagem cartonada, comparativamente às demais foi, em termos médios, cerca de 1,7 e 1,9 vezes superior às embalagens metálicas e de vidro, nas temperaturas de 23 e 35oC, respectivamente. O parametro sensorial mais crítico e utilizado como indicativo da vida útil foi a perda de qualidade (PQ), uma vez que englobou as altera es de cor e sabor do produto. O molho acondicionado na embalagem cartonada apresentou valores de PQ entre 3,5 e 4,1 vezes superior aos valores obtidos para o produto nas embalagens de vidro e metálica à 23oC, respectivamente. Na temperatura de 35oC, as taxas foram 2,1 e 1,6 vezes superiores, respectivamente. De forma geral, as embalagens de vidro e metálicas apresentaram um desempenho similar entre si, com melhores características de prote o ao produto, devido à barreira oferecida quanto à entrada de oxigênio.
Controle de rob s móveis utilizando o modelo cinemático
Sousa Júnior Celso de,Hemerly Elder Moreira
Sba: Controle & Automa??o Sociedade Brasileira de Automatica , 2003,
Abstract: Este trabalho apresenta a prova de estabilidade para controladores de modelos cinemáticos de rob s móveis, onde o ponto de guiamento é diferente do ponto médio do eixo das rodas. A prova é baseada no segundo método de Lyapunov. Simula es comprovam o desenvolvimento teórico.
Modelo de regress o n o-linear aplicado ao estudo da estabilidade fenotípica de genótipos de feij o no Estado do Paraná  [cached]
ROSSE LEONARDO NOVAES,VENCOVSKY ROLAND
Bragantia , 2000,
Abstract: O presente trabalho teve por objetivo estudar a estabilidade fenotípica da produtividade de gr os de feij o (Phaseolus vulgaris L.) com dados obtidos no Ensaio Regional Final do Estado do Paraná, durante o ano/safra 1996/97, através de modelo n o-linear, (nos parametros propostos por Toler), assim expresso: Yij = alfai + [Zjbeta1i + (1 - Zj) beta2i] mij + épsilonij. Esse autor prop s testes das hipóteses H(beta1i = beta2i) e H(beta1i = beta2i = betai = 1), as quais permitem enquadrar os genótipos em cinco grupos, conforme o padr o de resposta, a saber: A, B, C, D e E. Os parametros do modelo s o estimados conjuntamente através de quadrados mínimos iterativos (n o-lineares), empregando-se neste estudo o método de Gauss-Newton modificado. Concluiu-se que o modelo foi útil para classificar os materiais genéticos segundo suas produtividades e seus padr es de resposta, o que contribuiu para um maior discernimento de seus comportamentos. As médias dos genótipos dos grupos A e E mostraram-se influenciadas pela associa o negativa entre e . A maioria dos genótipos com padr o de resposta duplamente favorável (grupo A, padr o convexo) apresentou produtividades baixas. Os genótipos com produtividades mais elevadas enquadraram-se preferencialmente no grupo E (padr o c ncavo, duplamente desfavorável). Os genótipos dos grupos com padr o unissegmentado (B, C e D) tiveram produtividades variáveis. Ficou evidenciada a dificuldade em encontrar genótipos associando altas produtividades com padr o de resposta convexo.
Características de identidade, qualidade e estabilidade da manteiga de garrafa. Parte II - estabilidade  [cached]
Ambrósio Carmem Lygia Burgos,Guerra Nonete Barbosa,Mancini Filho Jorge
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 2003,
Abstract: Com vistas a estabelecer o tempo de vida útil da manteiga de garrafa, duas marcas deste produto (A e B) de ampla comercializa o na cidade do Recife foram avaliadas quanto a estabilidade durante o armazenamento a 25masculineC a intervalos de 0, 30, 60, 90 e 120 dias através da determina o do índice de peróxido, acidez, análise cromatográfica de ácidos graxos e análise sensorial. Segundo os resultados, a acidez apresentou uma eleva o acentuada nos primeiros 30 dias de armazenamento estabilizando-se a seguir até 120 dias. O índice de peróxido aumentou ao longo do tempo sendo acompanhado pela intensifica o do "flavour" de ran o para ambas amostras que a partir dos 90 dias de armazenamento foi referido como extremamente forte por 50% dos provadores. Quanto aos ácidos graxos, foi constatada diminui o do percentual do linoléico (18:2) na manteiga A embora nenhuma mudan a tenha ocorrido no conteúdo de ácidos graxos trans para as duas manteigas. Os resultados demonstram que o tempo de armazenamento n o exerce influência significativa e que a manteiga de garrafa apresenta uma curta vida-de-prateleira face a oxida o lipídica que a torna inadequada para consumo após 60 dias a partir da data de fabrica o.
Estabilidade de cultivares de milho em três ecossistemas do Nordeste brasileiro
CARVALHO HéLIO WILSON LEMOS DE,LEAL MARIA DE LOURDES DA SILVA,SANTOS MANOEL XAVIER DOS,MONTEIRO ANT?NIO AUGUSTO TEIXEIRA
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2000,
Abstract: No decorrer dos anos agrícolas de 1995, 1996 e 1997, doze genótipos de milho (Zea mays, L.) foram avaliados em 75 ambientes do Nordeste brasileiro, distribuídas nos ecossistemas dos Tabuleiros Costeiros, Agreste e Sert o, em blocos ao acaso, com três repeti es, visando conhecer a estabilidade de produ o desses materiais. As produtividades médias alcan adas foram altas, atestando o potencial do Nordeste brasileiro para a produ o do milho. Os Tabuleiros Costeiros se apresentam como uma nova regi o para explora o competitiva do milho. Os híbridos mostraram melhor adapta o que as cultivares, sobressaindo o BR 3123, com melhor rendimento, apesar de ser mais exigente, nas condi es desfavoráveis, nos três ecossistemas. Os híbridos, à exce o do BR 2121, mostraram boa estabilidade de produ o nos ambientes considerados (R2>80%). Entre as cultivares de melhor adapta o, apenas a BR 106 mostrou baixa estabilidade nesses ambientes (R2=75%). Para o Nordeste brasileiro, a cultivar BR 5033 se aproximou do genótipo ideal proposto pelo modelo.
Estabilidade da produ o de germoplasma de milho avaliado em diferentes regi es do Brasil
GAMA ELTO EUGENIO GOMES E,PARENTONI SIDNEY NETTO,PACHECO CLESO ANT?NIO PATTO,OLIVEIRA ANT?NIO CARLOS DE
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2000,
Abstract: Este trabalho teve por objetivo obter informa es quanto aos aspectos relacionados aos padr es de respostas apresentados por 30 diferentes genótipos de milho (híbridos, cultivares e popula es), avaliados em 14 diferentes ambientes do Brasil, no ano agrícola de 1995/96. Foram obtidas as estimativas dos parametros de estabilidade da produ o de espigas despalhadas. Os genótipos estudados apresentaram comportamento diferenciado quanto à adaptabilidade da produ o. Os híbridos foram mais adaptados que as cultivares e popula es. O híbrido triplo P 3041 foi o mais produtivo, porém de baixa previsibilidade e estabilidade nos ambientes estudados. As cultivares CMS 50 e BR 106 apresentaram a primeira e a quinta melhores produ es, respectivamente, entre as cultivares estudadas, porém n o foram muito resistentes ao baixo nível tecnológico. Foi possível identificar genótipos promissores para utiliza o de imediato e em programas de melhoramento
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