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RORTY, Richard; NYSTROM, Derek; PUCKETT, Kent. Contra os patr es, contra as oligarquias: uma conversa com Richard Rorty. Luiz Henrique de Araújo Dutra (trad.). S o Paulo: Unesp, 2006. 96p. ISBN: 8571396914  [cached]
Ernando Melo
Revista Organiza??es em Contexto , 2006,
Abstract: S o abordados a história intelectual e o trabalho acadêmico Rorty, filósofo norte-americano, nascido em 1931, os efeitos da globaliza o, a vida, o vigor, o que foi e quais as origens da esquerda americana, recuperando o pensamento de Walt Whitman e John Dewey. Já foi o tempo em que Richard Rorty poderia ser considerado o enfant-terrible da filosofia norte-americana. O pensador iconoclasta, visto por tantos de seus pares como a própria personifica o da heterodoxia, transformouse, ele mesmo, em um dos componentes obrigatórios do mainstream; n o por ter obtido vitória inconteste sobre seus oponentes, mas por ser reconhecido como um dos interlocutores inevitáveis da tradi o.
UTOPIA LIBERAL DE RICHARD RORTY
Antonio Claudio Engelke Menezes Teixeira
Revista Redescri??es : Revista on-line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-Americana , 2011,
Abstract: RESUMO: O objetivo deste artigo é contribuir tanto para uma compreens o mais aguda das críticas feitas à filosofia política de Richard Rorty quanto para uma leitura mais generosa de suas qualidades.O foco de análise ser o as principais ideias expressas por Rorty em “Contingência, Ironia e Solidariedade” – o impacto do reconhecimento do caráter contingente das cren as que servem desuporte ao ideário liberal-democrático, a distin o entre público e privado, a aposta no poder das redescri es como fonte de progresso moral – bem como alguns problemas que tais ideias suscitam.Para tanto, discutirei criticamente obje es e comentários feitos por autores como Jurgen Habermas, Richard Bernstein, Nancy Fraser, Christopher Voparil, James Conant, Thomas McCarthy, entre outros.The purpose of this article is to foster not only a deeper comprehension of the criticism aimed at Richard Rorty’s political philosophy, but also to suggest a more generous reading of its qualities. The main branch of analysis will be the ideas Rorty advances in “Contingency, Irony and Solidarity – the impact of acknowledging the contingency of beliefs that support liberaldemocratic values, the public-private distinction, the assumption of redescriptions as sources of moral progress – as well as the doubts they aroused. To do so, I will critically discuss objections and commentaries made by authors such as Jurgen Habermas, Richard Bernstein, Nancy Fraser, Christopher Voparil, James Conant, Thomas McCarthy, among others.
Filosofia e Fantasia Privada: Derrida por Richard Rorty versus Derrida por ele mesmo
Lucas Nogueira do Rego Villa Lages
Revista Redescri??es : Revista on-line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-Americana , 2010,
Abstract: Este artigo busca analisar a leitura feita por Richard Rorty, na obra “Contingência, Ironia e Solidariedade”, acerca do pensamento final do filósofo francês Jacques Derrida, comparando-a com a leitura que este filósofo, posteriormente, faria de si mesmo em conferência proferida com o tema “Desconstru o e Pragmatismo”. Rorty parece sugerir que Derrida, definitivamente, rompe com os limites entre filosofia e literatura, abandonando a preocupa o com a esfera pública e lan ando seu pensamento em uma audaciosa aventura pela fantasia privada. O próprio Derrida, no entanto, em resposta a esta leitura feita de sua obra pelo filósofo americano, refuta-a, assumindo seu compromisso com a filosofia e afirmando a impossibilidade de separar o filosofar de um compromisso com a dimens o pública. O Derrida de Rorty, aquele preocupado com a cria o de um novo vocabulário e desprendido dalógica e da argumenta o racional, embora contrário à leitura que Derrida faz de si mesmo, pareceria um pensador melhor encaixado no contexto da contemporaneidade.This article tries to analyze the Richard Rorty’s interpretation, at “Contingency, Irony and Solidarity”, of Jacque Derrida’s last philosophy, comparing it with Derrida’s self-interpretation. Rorty sugest that Derrida definitely breaks the bounds between philosophy and literature, abandoning the concern about the public sphere and throwing his thought in an adventure over the private fantasy. Derrida himself, however, replying Rorty’s reading, assume his commitment with philosophy and the impossibility of divide it from the public dimension. Rorty’s Derrida, the one concerned about the creation of a new vocabulary and defying logic and rational argumentation, looks like a thinker more framed at the contemporary context.
Richard Rorty e Gabriel Tarde: uma aproxima o de possíveis
Antonio Claudio Engelke Menezes Teixeira
Revista Redescri??es : Revista on-line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-Americana , 2009,
Abstract: O objetivo deste artigo é apreciar certas semelhan as entre as idéias de Richard Rorty e do sociólogo francês Gabriel Tarde. Tarde foi por muito tempo esquecido no cenário intelectual, e só muito recentemente veio a ter o merecido reconhecimento. Na esteira de Leibniz, Tarde desenvolveu uma “monadologia renovada” de caráter anti-essencialista, na qual o que importa s o as rela es entre os agentes, e n o os agentes em si mesmos. Com efeito, Tarde sugeriu um novo vocabulário, no qual o verbo “ser” perde sua primazia, cedendo espa o ao verbo “haver”. Mas trata-se de um vocabulário algo exótico, ao menos para cientistas sociais. Neste sentido, a familiaridade com a obra de Rorty pode ser muito útil. Pretendo argumentar que o anti-essencialismo e anti-fundacionismo de Rorty ajudam a observar o rendimento dos insights tardianos: algumas das principais idéias queimpulsionaram o neopragmatismo de Rorty – em particular, interpreta es extraídas de Wittgenstein, Quine e Sellars – fornecem bons motivos para reconhecer a fertilidade das metáforas propostas por Gabriel Tarde.The aim of this paper is to discuss some of the similarities between the ideas of Richard Rorty and French sociologist Gabriel Tarde. Tarde was long forgotten in the intellectual scenario, and only recently came to have the deserved recognition. Following Leibniz, hedeveloped a "renewed monadology" of anti-essentialist implications, in which what matters are the relationships between agents, and not the players themselves. Indeed, Tarde suggested a new vocabulary, in which the verb "to be" loses its primacy. Yet, it remains aexotic vocabulary, at least for social scientists. In this sense, being familiar with the work of Rorty can be very useful. In this essay, I argue that the anti-essentialism and antifoundationalismin Rorty’s work help us to acknowledge the power of Tarde’s insights.Some of the main ideas that influenced the neopragmatism of Rorty - in particular, interpretations drawn from Wittgenstein, Quine and Sellars - provide good reasons to recognize the fertility of the metaphors proposed by Gabriel Tarde.
Caetano Veloso e Richard Rorty: Duas Utopias no Novo Mundo
Marcos Carvalho Lopes
Revista Redescri??es : Revista on-line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-Americana , 2009,
Abstract: O Novo Mundo precisa se inventar como Utopia, é um novo lugar que deve criar seu sentido. Caetano Veloso e Richard Rorty s o dois autores que caminham nessa dire o utilizando-se de meios diferentes: o primeiro com a can o, o segundo com a filosofia. Nesse trabalho pretendo aproximar a idéia de Utopia Liberal de Richard Rorty do conceito de Utopia Lírica, criado por Renato Janine Ribeiro na análise da obra de Chico Buarque, que redescrito, aplicamos à obra do compositor baiano, como ferramenta para pensar a Música Popular Brasileira. Aproximando essas duas vers es de um pensamento utópicopoderemos contextualizar e problematizar os pontos comuns e as diferen as entre as perspectivas destes dois autores, marcados pela valoriza o da imagina o e pela critica da sede plat nica de reunir Beleza e Justi a em uma única vis o. Seguindo a trajetória da obrade Caetano, poderemos entender como se configura a idéia de “Esquerda Cultural” no Brasil e a forma como lidamos com as demandas do multiculturalismo. A idéia n o é que um mesmo modelo de Utopia seja pertinente ao Novo Mundo, como afirma Caetano Veloso na letra de Fora da Ordem: “Eu n o espero pelo dia em que todos os homens concordem/ Apenas sei de diversas harmonias bonitas possíveis sem juízo final”.
A Verdade no fim da linha e a urgência democrática: Estudos sobre o debate Habermas & Rorty de 2000
Frederico Grani?o
Revista Redescri??es : Revista on-line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-Americana , 2010,
Abstract: O presente artigo é uma análise dos principais argumentos decorrentes do fecundo debate entre Jürgen Habermas e Richard Rorty; focalizo nos textos Verdade e universalidade deste, e A Virada Pragmática de Richard Rorty daquele. Tentarei, em dois atos, mostrar a posi o de Habermas como incoerente: primeiro por lhe faltar, como aponta Rorty, radicalidade na virada lingüística, em seguida por propor um conceito essencialmente contraditório de verdade.This article is an analysis of the main arguments arising from the fruitful debate between Jürgen Habermas and Richard Rorty. I focus on texts Verdade e universalidade, of the latest, and A Virada Pragmática de Richard Rorty, of the first. Try, in two acts, show the position of Habermas as incoherent: first because it lacks, asRorty points out, the radical linguistic turn, then in second, because it proposes an essentially contradictory concept of truth.
Richard Rorty in Context  [PDF]
Brian Lloyd
Humanities , 2013, DOI: 10.3390/h2030404
Abstract: Richard Rorty was a strong contextualist in his approach to philosophical and political ideas, yet his own most characteristic arguments are typically evaluated without much reference to the historical circumstances that provoked them. A key participant in the post-1980 revival of pragmatism within North American and European intellectual circles, Rorty reaffirmed the strong connections between American pragmatism and German idealism. This move placed him at odds with scholars who forged the unity of pragmatism—united John Dewey and William James—under the banner of radical empiricism. Those engaged most enthusiastically in celebrating Rorty’s achievements, in short, defend a conception of pragmatism that Rorty sharply criticized and ideas about the history of philosophy that he did not share. His distinctive intellectual agenda is best appreciated after setting it in the context of the history of the American Left and, more specifically, the reckoning with the tumultuous 1960s that animates so many ongoing debates—inside and outside the academy—about cultural and political affairs.
Rorty: pragmatismo, ironismo liberal y solidaridad
Adolfo Vásquez Rocca
Polis : Revista de la Universidad Bolivariana , 2005,
Abstract: El presente ensayo se ocupa de una de las obras capitales de Rorty Contingencia, ironía y solidaridad en la que es posible encontrar las claves de su pensamiento ético y político. El sujeto de Rorty es el ironista , los ciudadanos de su sociedad liberal son quienes perciben la contingencia de su lenguaje de deliberación moral, aquella serie de palabras que le permiten justificar sus acciones, creencias y vida. Estas son las palabras con las que narramos prospectiva o retrospectivamente nuestras vidas, un léxico último. Desde el neopragmatismo de Rorty se muestran las condiciones que han hecho posible que las sociedades se consideren a sí mismas como contingencias históricas antes que como expresiones de una subyacente naturaleza ahistórica o, si se quiere, realizaciones de metas suprahistóricas. Rorty sostiene que es en realidad la literatura, y no la filosofía, la que puede promover un sentido genuino de la solidaridad humana; esto a partir de la lectura de novelistas como Orwell y Nabokov. Se busca la descripción ya no de formulaciones abstractas, sino de experiencias humanas concretas, como el dolor o la traición, las que al ser compartidas, generen la necesaria empatía desde la cual se geste la solidaridad y la compasión.
Liberalismo e antimarxismo: Richard Rorty em diálogo com Dewey e Casto riadis  [cached]
Alberto Tosi Rodríguez
Utopia y Praxis Latinoamericana , 2004,
Abstract: This ar ti cle has as ob jec ti ve for mu la tes a cri tic to Ri chard Rorty`s an ti mar xism and his de fen se of the po li ti cal li be ra lism. The ar ti cle tries to do it, in first pla ce, des cri bing the phi lo sop hi cal cri tic of Rorty to Marx; in se cond pla ce iden tif ying two in te llec tual sour ces that ai ded him in the for mu la tion of their co nep tions about li be ra lism and mar xism, John De wey and Cor ne lius Cas to ria dis; and, fi nally, poin ting the am bi gui ties in the re la tions hip bet ween Rorty and Marx′s le gacy.
PROBLEMAS DO HISTORICISMO CONTEMPOR NEO – REVOLU O EM CASTORIADIS E REDESCRI O EM RORTY
Hilton leal da Cruz
Griot : Revista de Filosofia , 2012,
Abstract: O presente artigo tem como objeto o historicismo, a abordagem filosófica que considera a história como um fator crucial para a configura o dos valores e cren as e critérios dos homens e mulheres. De modo mais específico, eu exploro nas páginas seguintes alguns problemas que cercam a abordagem historicista e sua rela o com a a o política e o discurso filosófico. Fa o isso através da análise do pensamento de dois filósofos cuja contribui o tem sido considerada muito importante para a filosofia política hodierna: Cornélius Castoriadis e Richard Rorty. Ambos os autores, além de decididamente historicistas, desenvolveram sua obra a partir de crítica e releitura de alguns elementos filosofia hegeliana e os dois procuram oferecer uma alternativa para a filosofia marxista. A minha análise de Castoriadis acompanha a sua crítica ao “universalismo objetivista do marxismo” e a sua proposta de uma “ontologia histórica” para daí ent o comentar alguns possíveis problemas decorrentes do seu historicismo. Em seguida eu exploro as possíveis virtudes da filosofia de Castoriadis, apontadas por Richard Rorty, para em seguida mostrar como o próprio Rorty oferece uma possível saída aos impasses do historicismo de Castoriadis.
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