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Grupos de promo o à saúde no desenvolvimento da autonomia, condi es de vida e saúde  [cached]
Santos Luciane de Medeiros dos,Da Ros Marco Aurélio,Crepaldi Maria Aparecida,Ramos Luiz Roberto
Revista de Saúde Pública , 2006,
Abstract: O artigo apresenta a metodologia dos Grupos de Promo o à Saúde, concebida como um instrumento capaz de contribuir com o desenvolvimento da autonomia e condi es de vida e saúde. O método é identificado como uma interven o coletiva e interdisciplinar de saúde, constituída por um processo grupal e orienta para o desenvolvimento de atitudes e comportamentos direcionados à transforma o contínua do nível de saúde e condi es de vida dos seus participantes. Os Grupos s o identificados no contexto do Sistema único de Saúde como uma prática que contribui com a supera o do modelo biomédico. Desenvolvem a es em que a saúde é tomada em sua positividade, ao mesmo tempo em que podem servir ao atendimento da demanda de assistência a idosos nos sistemas de saúde.
Transi o para a vida adulta: autonomia e dependência na família  [PDF]
Borges, Carolina de Campos,Magalh?es, Andrea Seixas
Psico , 2009,
Abstract: Neste trabalho, analisa-se a permanência de adultos-jovens na residência dos seus pais, na contemporaneidade, problematizando os tradicionais parametros definidores da entrada na vida adulta, de acordo com a concep o de ciclo de vida familiar. A entrada na vida adulta envolve negocia es entre dependência e autonomia, dentro de um contexto sociocultural mais amplo. Discute-se o prolongamento da convivência intergeraciona a partir da influência do individualismo na constitui o da vida social contemporanea. Considera-se este fen meno paradigmático, na medida em que esconde e revela os seguintes para contemporaneos : a concilia o de práticas individualizantes e hierarquizantes na familia; e a forma o de elos sociais numa sociedade marcada pela cultura individualista.
Eutanásia: pelas veredas da morte e da autonomia
Siqueira-Batista Rodrigo,Schramm Fermin Roland
Ciência & Saúde Coletiva , 2004,
Abstract: O artigo parte da pergunta: o estabelecimento de um conceito de morte, que possa ser considerado fidedigno e, portanto, consensual, seria premissa crucial para a legitima o moral da eutanásia? Procura responder, expondo os problemas que cercam as tentativas de uma defini o - científica - de morte, no momento em que se tenta utilizá-la na tomada de decis es - éticas - em rela o ao fim da vida, como no caso da eutanásia e do suicídio assistido. Baseia a argumenta o na Lei de Hume, que proíbe a inferência de "valores" a partir de "fatos", e na concep o evolutiva de conceitos científicos, decorrente da distin o, de origem kantiana, entre o que é (coisa em si ou númeno) e o que é conhecido (ou fen meno), e cuja principal conclus o, de tipo metodológico, é a incomensurabilidade entre a ordem dos fatos e dos valores, ou seja, uma defini o de um evento/processo como a morte só pode ser comparada com outra defini o pertencente à mesma ordem, o mesmo aplicável aos valores. De outro modo, o manuscrito procura delimitar um referencial alternativo para o debate, que, apesar de suas limita es, se mostra bastante útil para a argumenta o bioética: o princípio da autonomia, intrínseco à ordem dos valores.
AUTONOMIA NA HISTóRIA DA EDUCA O  [cached]
Péricles Jandyr Zanoni
Revista Uniandrade , 2010,
Abstract: O tema autonomia da escolase prende, fundamentalmente, na participa o ativa da família e da comunidadena elabora o crítica dos ideais da educa o, na condu o da escola, queobjetiva, na atualidade, perpassada pela inova o tecnológica constante,construir uma identidade própria, emergindo da multiplicidade de fatores quecaracterizam uma sociedade pluralística como a nossa, erigida num Estado Democráticode Direito, buscando definir-se como escola cidad .
O MODELO TEIA DE RELA ES PARA A CONSTRU O DA ESTRATéGIA EMPRESARIAL [doi: 10.5329/RECADM.20060501007]  [cached]
Augusto César Barreto Rocha
Revista Eletr?nica de Ciência Administrativa - RECADM , 2006, DOI: 10.5329/374
Abstract: Resumo O presente trabalho prop e um modelo de mapeamento da estratégia empresarial chamado Teia de Rela es, que objetiva transpor a tradicional vis o cartesiana, centrada na compreens o de elementos mecanicos que interagem entre si (vis o das partes, também defendida por Newton), para uma vis o ecológica, onde o foco das aten es s o as rela es. Para esse intento faz uma análise da importancia das rela es dentro do mundo contemporaneo. Em seguida analisa alguns dos aspectos mais importantes utilizados pelo paradigma do mapeamento cartesiano, especificamente associado aos conceitos de estratégia empresarial. Com base nas se es anteriores, prop e uma abstra o da estratégia organizacional através de um modelo chamado Teia de Rela es, que utiliza a hipótese de uma empresa ter as características de um ser vivo. Conclui pela adequa o do mapeamento ao contexto estudado, propondo trabalhos de pesquisa futuros para valida o e aprofundamento do tema. Palavras-chave: estratégia, rela es, sistemas. Abstract This work propose a model to map the enterprise strategy called Web of Relations, which intends to transpose the traditional Cartesians’ vision, centered in the comprehension of mechanical elements which interacts each other (parts vision, supported by Newton), to the ecological vision, where the attention focus are the relations. To this intent makes an analysis of the relations importance in our days. Follows by some aspects analysis most relevant in the paradigm of Cartesians’ mapping, in enterprise strategy. Based on previous sections, propose an abstraction of organizational strategy called Web of Relations, which uses the hypothesis of one company inherit the life character. Concludes by the model and proposes future works and researches to validate and investigate the subject. Key Words: strategy, web of relations, strategy mapping.
CUIDADO: EIXO DA VIDA, DESAFIO DA ENFERMAGEM  [cached]
Soraia Dornelles Schoeller,Maria Tereza Leopardi,Flávia Souza Ramos
Revista de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria , 2011,
Abstract: Neste artigo, fazemos uma reflex o sobre o que seja cuidado, cuidado de enfermagem e de algumas premissas e consequências da realiza o deste cuidado. Assumimos o cuidado como componente essencial para a vida e dependente do amor, com as dimens es do eu, do outro e do planeta. Na enfermagem, o desafio que se coloca é como transformar este cuidado em cuidado terapêutico no qual, sujeito enfermo e sujeito cuidador se relacionem para buscar uma maior autonomia do primeiro, sempre com base em valores como conhecimento e respeito mútuo, ou seja: como realizar um cuidado mais plástico, mais arte ao lado da técnica, conhecendo o outro a partir do seu olhar.
Influência da atividade física nas atividades da vida diária de idosas  [cached]
Ciro Brito,Nilda Maria do Carmo,Edmar Lacerda Mendes
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2008,
Abstract: A perda progressiva da autonomia no idoso resulta das diversas altera es fisiológicas inerentes ao processo de senescência. O objetivo deste estudo foi comparar a capacidade funcionalde idosas sedentárias (ISS) e de idosas fisicamente ativas (IFA) em rela o às atividade da vida diária (AVDs), pelo protocolo de avalia o da autonomia funcional do Grupo de DesenvolvimentoLatino-Americano para a Maturidade(GDLAM). Cada grupo foi formado por 15 idosas (67,4 ± 1,4 anos de idade). De acordo com os resultados, o Grupo IFA obteve melhores resultados em todos os testes em rela o ao Grupo ISS (p < 0,05). Este estudo confirma os efeitos benéficos de um programa de orienta o e incentivo à prática de atividadesfísicas para idosos.
AS FINALIDADES DA ARTE - AUTONOMIA E LIBERDADE NA ESTéTICA HEGELIANA
Cilene Nascimento Canda
Griot : Revista de Filosofia , 2010,
Abstract: O objeto de estudo do presente texto assenta-se na discuss o sobre as finalidades da arte referentes à liberdade e à autonomia humana, tendo como aporte teórico a estética hegeliana. O estudo pretende, ainda que de modo conciso, ser um caminho reflexivo de suporte para a compreens o da estética, enquanto área de conhecimento humano. A metodologia adotada refere-se ao estudo de cunho teórico sobre a arte enquanto express o, forma de produ o de conhecimento sensível e de cria o humana. Visa-se tecer argumentos acerca da filosofia da arte de Hegel, tendo como reflex o o campo estético, a constru o da liberdade do ser e da autonomia no processo de cria o artística. O estudo destina-se a contribuir para a discuss o nas áreas da filosofia, estética, arte e educa o.
Recortando e colando as imagens da vida cotidiana do trabalho e da cultura lúdica das meninas-mulheres e das mulheres-meninas da Zona da Mata Canavieira Pernambucana  [cached]
SILVA MAURíCIO ROBERTO DA
Cadernos CEDES , 2002,
Abstract: Este texto trata de diversos aspectos macro e microssociais da vida cotidiana das meninas-mulheres e das mulheres-meninas da Zona na Mata Canavieira Pernambucana. Procura mostrar, por um lado, a aliena o e o conformismo que se expressam na dura e perversa vida de trabalho precoce, dupla jornada de trabalho e trabalho doméstico dessas meninas e mulheres. Por outro lado, valoriza outros aspectos relacionados à transgress o e resistência da cultura lúdica construídas em surdina na vida cotidiana, para além da aliena o e do conformismo, a saber: o lazer/lúdico construído à revelia do sistema patriarcal e do projeto de estranhamento do trabalho capitalista no mundo rural.
Autonomia della città dell’uomo e religione in Marsilio da Padova, de Gianfranco Maglio
Bernardo Bayona
Princípios : Revista de Filosofia , 2005,
Abstract: Resenha do livro "Autonomia della città dell’uomo e religione in Marsilio da Padova", de Maglio, Gianfranco. S. Pietro in Cariano: Il Segno dei Gabrielli editori, 2003, 226 páginas
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