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Aspectos internacionais da Revolta da Chibata  [cached]
Joseph L. Love
Antíteses , 2011,
Abstract: This paper treats four international dimensions of the Revolta da Chibata: 1) the trip of the Dreadnought Sao Paulo to Lisbon (with Presidente Hermes aboard), during which the Portuguese monarchy was overthrown, providing a model for Brazilian sailors; 2) the reception and interpretation of the revolt by the French, British, and American presses, which quickly saw that the central issue was torture; 3) ideological aspects of the revolt, which focus on the rights of citizens under the constitution of 1891; and 4) foreign observers’ favorable impression of the working conditions of Batalhao Naval before the second rebellion in December, and their discovery of a massacre after the second revolt.
Vacina BCG: via percutanea ou intradérmica?  [cached]
Bricks Lucia F.
Jornal de Pediatria , 2004,
Abstract: OBJETIVO: As varia es na eficácia da vacina BCG têm sido atribuídas a diversos fatores do hospedeiro, ambiente, cepas vacinais, dose e métodos de administra o da vacina. O objetivo deste estudo é analisar os métodos intradérmico e percutaneo no uso da vacina BCG. FONTES DOS DADOS: Foi realizada uma pesquisa bibliográfica referente ao período de 1987 a 2002 no MEDLINE e Lilacs (OPS/Bireme), através das palavras-chave "vacina BCG/administra o", "eficácia", "eventos adversos", "tuberculose/preven o" e "eficácia". Alguns artigos publicados antes de 1987 foram incluídos devido à sua relevancia para a discuss o do tema. SíNTESE DOS DADOS: N o existem estudos clínicos que permitam comparar a efetividade das vacinas BCG intradérmica e BCG percutanea. A BCG percutanea é menos reatogênica do que a BCG intradérmica, porém estimula de forma menos eficiente a produ o de interferon-gama pelos linfócitos Th1, considerada como o melhor marcador da resposta imune protetora contra tubérculos. CONCLUS ES: Testes imunológicos in vivo e in vitro demonstraram que a via intradérmica é mais eficiente para estimular a resposta imune. O método intradérmico deve ser recomendado para a administra o da vacina BCG.
Vacina antivariólica: seu primeiro século no Brasil (da vacina jenneriana à animal)
Fernandes Tania
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 1999,
Abstract: Neste artigo abordamos aspectos da institucionaliza o da vacina antivariólica no Brasil, em cerca de um século. Apresentamos descobertas e discuss es ocorridas em outros países, mostrando seus reflexos em nosso país desde a introdu o da vacina humanizada até a chegada da vacina animal e a cria o do Instituto Vacínico Municipal, por iniciativa particular do dr. Pedro Affonso Franco, o bar o de Pedro Affonso. A introdu o da vacina animal significou um avan o no controle da doen a e impulsionou as discuss es que redundaram no alinhamento de grupos médicos e políticos em torno de Oswaldo Cruz ou do bar o de Pedro Affonso. Com a incorpora o do Instituto Vacínico aos laboratórios de Manguinhos, terminou a polêmica que agitou os meios acadêmicos e políticos.
Vacina o contra a hepatite B entre cirurgi es dentistas  [cached]
Martins Andréa Maria Eleutério de Barros Lima,Barreto Sandhi Maria
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Inquéritos sorológicos realizados em diversos países mostraram uma maior prevalência da infec o pelo vírus da hepatite B (VHB) em dentistas, especialmente entre os cirurgi es, do que na popula o geral. O estudo realizado objetivou determinar a prevalência e os fatores associados à vacina o contra hepatite B (HB) entre os dentistas e investigar as principais raz es alegadas para a n o vacina o e vacina o incompleta. MéTODOS: Foi conduzido um inquérito entre 299 cirurgi es dentistas residentes em Montes Claros, MG, por meio de questionário auto-aplicável. Foi determinada a prevalência de vacina o segundo o número de doses e os fatores associados à n o vacina o e à vacina o incompleta através de regress o logística multinomial. RESULTADOS: Dos 299 questionários distribuídos, 296 (99%) foram respondidos. Destes, 74,9% tomaram três doses; 14%, duas doses; 2%, uma dose e 10% n o foram vacinados. A vacina o completa foi maior entre os que relataram fazer exclusivamente cirurgia e/ou periodontia (89%). A principal raz o alegada para a n o vacina o ou vacina o incompleta foi a necessitade de maiores informa es. A n o vacina o foi mais freqüente entre aqueles com mais de 40 anos (OR=8,62; IC 95%: 1,88-39,41) e os que n o se reciclaram nos dois anos prévios ao inquérito (OR=2,72; IC 95%: 1,02-7,22). A vacina o incompleta foi maior entre os que n o usam luva no trabalho (OR=2,32; IC 95%: 1,08-4,97). CONCLUS O: A falta de informa o, possivelmente relacionada a menor reciclagem profissional, parece ser um dos principais fatores limitantes da vacina o.
Comunica o social e vacina o  [cached]
Rocha Cristina Maria Vieira da
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2003,
Abstract: As campanhas de imuniza o vêm passando, ao longo dos anos, por um processo de aperfei oamento, especialmente com o advento dos dias nacionais de vacina o contra a poliomielite, realizados a partir de 1980. Há uma preocupa o com o resultado do esfor o em convocar pais e responsáveis por crian as menores de cinco anos. Várias estratégias s o utilizadas. Foi criada uma marca que simbolizava, inicialmente, o compromisso com a erradica o da poliomielite e, posteriormente, com todas as vacinas previstas para o primeiro ano de vida. Foi o marco da comunica o que buscava dar unidade a esse processo sem perder as características mais localizadas. O Zé Gotinha é, até hoje, símbolo de vacina. Para além da polêmica sobre se campanha educa ou deseduca, fica o saldo positivo de uma experiência e a certeza de que é preciso buscar os motivos, continuar pesquisando, identificando metodologias e técnicas de maior aproxima o com a popula o para que ela perceba a oferta de servi os e a es de saúde como direito de cidadania.
Levantes urbanos na Fran?a
Peralva, Angelina;
Tempo Social , 2006, DOI: 10.1590/S0103-20702006000100005
Abstract: the wave of violence that struck france in november 2005 cannot be explained simply as a reflection of the crisis in its city suburbs. two other levels of analysis should also be included: firstly, the nation as a limit of democracy, which globalization and the figure of the foreign immigrant throw into question; and, secondly, the changes in political representation, caused by the crisis of an industrial society. more than a crisis in the city suburbs, france is today living through a crisis in the bases of democracy as a functioning institution.
“Abaixo a vacina!” a funda o da Liga de Combate à Vacina o Obrigatória e sua rela o com a Constitui o de 1891
Cintia Lima Crescêncio
BIBLOS : Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informa??o , 2009,
Abstract: Este artigo prop e articular a Constitui o de 1891 à funda o da Liga contra a Vacina o Obrigatória por ocasi o da Revolta da Vacina, em 1904, por meio da reflex o acerca do conteúdo da própria Constitui o e do jornal Echo do Sul, folha rio-grandina, que noticiou inúmeros episódios acerca da revolta. Relacionando o conteúdo da Constitui o ao conteúd177o do jornal sobre a Liga, pretende-se perceber de que forma uma organiza o subversiva como a Liga fazia uso da própria Constitui o para defender seu intento de impedir a lei da vacina o obrigatória.
Características clínicas e laboratoriais da meningite asséptica associada à vacina tríplice viral  [cached]
Lucena Rita,Gomes Irenio,Nunes Luciana,Cunha Sérgio
Revista Panamericana de Salud Pública , 2002,
Abstract: Objetivos. Descrever os achados epidemiológicos, clínicos e liquóricos dos casos de meningite asséptica associada à vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), ocorridos no Estado da Bahia após campanha de vacina o em massa promovida pelo Ministério da Saúde do Brasil em agosto de 1997, e comparar esses casos aos de meningite asséptica n o associada à vacina ocorridos no mesmo ano. Métodos. Entre mar o e outubro de 1997, foi realizado acompanhamento prospectivo de todos os indivíduos com idade de 1 a 12 anos admitidos no Hospital Couto Maia com diagnóstico clínico e laboratorial de meningite asséptica. A popula o do estudo foi dividida em dois grupos, representando indivíduos vacinados e n o vacinados. Foram coletadas informa es demográficas, clínicas e laboratoriais para ambos os grupos. Resultados. No mês de setembro, logo após a campanha de vacina o, 74 casos de meningite asséptica foram atendidos no Hospital Couto Maia, em compara o com a média mensal de 7,5 casos. Verificamos maior freqüência de rigidez de nuca e níveis mais altos de celularidade liquórica nas crian as cuja meningite foi associada à vacina. Por outro lado, houve maior número de casos com comprometimento encefálico no grupo de meningites n o associadas à vacina o. Conclus es. Embora a meningite pós-vacinal tenha curso mais benigno, seu tratamento continua gerando custos com exames complementares e interna es. As campanhas de vacina o em larga escala devem utilizar vacinas contendo cepas menos reatogênicas.
Anafilaxia associada à vacina contra sarampo, caxumba e rubéola
Novadzki,Iolanda Maria; Rosario Filho,Nelson;
Revista de Saúde Pública , 2010, DOI: 10.1590/S0034-89102010000200020
Abstract: a case-control study was carried out aiming to describe the cases and causes of anaphylaxis associated with the vaccine against measles, mumps and rubella. a total of 22 reported cases in children who showed mucocutaneous manifestations, during the campanha nacional de vacina??o (brazilian vaccination campaign), conducted in the city of curitiba, southern brazil, in 2004, were studied. in addition, 66 children, who were next to these cases and did not show a symptomatology after the vaccine was applied, were selected. serum measurements of antibodies for vaccine antigens and total ige, specific ige antibody measurements for several allergens, and skin tests were performed. vaccine response was adequate, specific ige measurement and skin tests showed that potential allergens in vaccines and atopy were not associated with anaphylactic reactions. skin tests with the vaccine and dextran were positive in the cases exclusively, suggesting sensitization to certain residual components of the vaccine and possible cross-reaction with dextran.
Dificuldades no desenvolvimento de uma vacina para a esquistossomose mansoni
Katz Naftale
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 1999,
Abstract: Nas últimas duas décadas, os estudos com antígenos que possam conferir imunidade protetora à infec o experimental pelo Schistosoma mansoni tiveram grande impulso, especialmente devido ao avan o dos conhecimentos nos campos da biologia molecular e da imunologia. Embora, estes estudos tenham trazidos novas e importantes contribui es, até o momento, a prote o conferida tem girado em torno de 50% de diminui o do número de vermes e com alguns antígenos, também do número de ovos. As muitas perguntas ainda n o respondidas indicam a necessidade de novas pesquisas a serem realizadas em animais de pequeno e grande porte, antes que estes antígenos candidatos a vacina, possam ser utlizados em ensaios clínicos.
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