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Forma o de professores: uma alternativa de dinamica curricular  [cached]
Oswaldo Alonso Rays
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2004,
Abstract: No texto relata-se, em forma de síntese, uma alternativa de dinamica curricular em andamento, elaborada entre os anos de 1999 e 2002, para a forma o de professores. A referência epistemológica baseia-se nas inferências derivadas das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Forma o de Professores da Educa o Básica e das Diretrizes Político-Pedagógicas do Centro Universitário Franciscano de Santa Maria (Unifra). Palavras-chave: Forma o de Professores. Diretrizes Curriculares. Dinamica Curricular.
A FUN O CURRICULAR DA ESCOLA E O PAPEL DOS PROFESSORES: POLíTICAS, DISCURSO E PRáTICAS DE CONTEXTUALIZA O E DIFERENCIA O CURRICULAR  [cached]
Maria do Céu Rold?o
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: As políticas curriculares desde o último quartel do século XX têm vindo a acentuar a reorienta o dos loci de decis o curricular em resultado da complexidade dos contextos e popula es que a universalidade da escolariza o trouxe para o interior da escola nas sociedades democráticas, acentuando as press es quer no sentido da contextualiza o e diferencia o quer no refor o de um núcleo curricular comum corporizado nos chamados currículos nacionais. Nesta comunica o, procura-se examinar este processo a dois níveis: no plano macro-político, pela interpreta o teórica dos diferentes formatos adoptados por países com histórias diferentes na articula o destes dois planos de decis o curricular – o Estado e a escola – e respectivas implica es para as práticas curriculares reais; no plano praxiológico, com base em revis es de investiga o portuguesa sobre as práticas de ensino no interior desta muta o política, assinalam-se as contradi es discurso/ac o docente e políticas das escolas, bem como as quest es associadas às culturas profissionais e organizacionais que podem explicar parte das contradi es identificadas. Discutem-se ainda algumas implica es e quest es resultantes da análise desenvolvida.
Organiza o escolar e socializa o profissional de professores iniciantes  [cached]
Freitas Maria Nivalda de Carvalho
Cadernos de Pesquisa , 2002,
Abstract: O objetivo deste artigo é apresentar alguns resultados de pesquisa de mestrado que se referem à influência da organiza o escolar sobre o processo de socializa o profissional do professor iniciante. Realizamos o estudo em cinco escolas: duas da zona urbana e três da zona rural de dois municípios de Minas Gerais. Usamos como recursos metodológicos estudo comparativo de entrevistas n o-diretivas realizadas com professores iniciantes e antigos, entrevistas dirigidas com os demais profissionais das escolas, observa es nas escolas e análise documental. Adotamos, como quadro teórico de referência para nossas análises e interpreta es, o conceito de campo de Bourdieu.
Proveniência e Idade do Metamorfismo das Rochas da Faixa Brasília, na Regi o de Tapira (SW de Minas Gerais)
Carlos Humberto da Silva,Luiz Sergio Amarante Sim?es,Robert Krymsky,Moacyr José Buenano Macambira
Geologia USP : Série Científica , 2006,
Abstract: A Faixa Brasília na regi o de Tapira, no SW do estado de Minas Gerais, exibe quatro domínios litotect nicos diferentes,imbricados através de falhas de empurr o, com vergência para o Cráton do S o Francisco. Foram conduzidos estudosisotópicos através do método Sm/Nd, que revelam diferentes idades modelo e de metamorfismo para estas escamas. As rochasda escama inferior apresentam idade de metamorfismo de 543 Ma, enquanto a escama que a superp em, apresentam idade demetamorfismo de 581 Ma. As idades modelo (TDM) s o similares para as duas escamas, variando entre 1,7 e 2,2 Ga. Em fun odas características litológicas essas escamas s o interpretadas como derivadas de rochas depositadas em plataforma continentaldistal, que tiveram como fonte principal rochas de idades paleoproterozóicas do Cráton do S o Francisco. As rochas daescama superior apresentam idade de metamorfismo de 612 Ma e uma distribui o bimodal das idades modelo (TDM), 1,3 e1,9 - 2,0 Ga. Em fun o das características litológicas e isotópicas as rochas dessas escamas s o interpretadas como depositadasem ambiente de talude continental ou assoalho oceanico, tendo os sedimentos fonte mista, de idades paleo- emesoproterozóicas do Cráton do S o Francisco. Embora, com as limita es impostas tanto pelo pequeno número de amostrasanalisadas, quanto pelas incertezas do método Sm/Nd, interpreta-se que o metamorfismo n o foi síncrono nas diferentesescamas. Isto é esperado em um sistema de cavalgamento, no qual as escamas mais metamórficas justap em-se às escamasmenos metamórficas.
Función versus institución: imaginarios de profesores y estudiantes universitarios Fun áo versus instituigáo: imaginários de professores e estudantes universitários Function Versus Institution: Images of University Professors and Students  [cached]
Napoleón Murcia-Pe?a,Juan Luís Pintos De Cea Naharro,Héctor Fabio Ospina-Serna
Educación y Educadores , 2009,
Abstract: Se presentan los resultados de un estudio realizado en la Universidad de Caldas, Colombia, cuyo objetivo fue comprender los imaginarios sociales que en la actualidad construyen profesores, profesoras y estudiantes de esta universidad. El dise o metodológico obedeció a tres momentos: de preconfiguración, en el cual se hizo una aproximación a la realidad para definir las direcciones de búsqueda; el de configuración, en el que se definieron las técnicas e instrumentos de recolección y procesamiento, y el de reconfiguración, en el cual se realizó la construcción de sentido. Entre los resultados se destaca que profesores, profesoras y estudiantes generan nuevas significaciones imaginarias sociales desde los imaginarios instituidos, lo cual está relacionado con la fuerte influencia de las culturas prefigurativas en la vida universitaria y con la tradición organizacional de la universidad, que la considera como organización económico-funcional y no como institución social. Neste artigo apressentamse os resultados de um estado levado a cabo na Universidade de Caldas, Col mbia. 0 seu objetivo foi compreender os imaginários sociais que professores, professoras e estudantes desta universidade construem. 0 desenho metodológico teve três fases: pré-configuracao, na qual foi feita urna abordagem à realidade para determinar as direcóes de procura; configurando, na qual foram definidas as técnicas e instrumentos de coleta e processamento; e re-configuracao, na qual foi realizada a construido de senso. é importante destacar que professores, professoras e estudantes dáo novos significados imaginários sociais a partir daqueles instituídos. Isto é relacionado com a forte influência das culturas pré-figurativas na vida universitária e com a tradicáo organizacional da universidade, que a considera urna organizando económica funcional, mas n o urna instituicáo social. The article presents the findings of a study done at the Universidad de Caldas (Colombia) to understand the social images or representations now being constructed by professors and students at that university. The methodology was designed on the basis of three instances: preconfiguration, which included an approximation to reality aimed at defining the direction of the search; configuration, in which the techniques and tools for collecting and processing information were redefined; and reconfiguration, in which the meaning was constructed. The principie findings show that professors and students genérate new imaginary social meanings or representations on the basis of instituted images. This is associated with t
Potencialidades e Limita es da Certifica o de Professores
Carlos Roberto Jamil Cury
Meta : Avalia??o , 2009,
Abstract: O artigo aborda a dialética entre a forma o de professores, inicial e contínua, e a polêmica proposta de certifica o dos docentes. A forma o inicial e a continuada s o colocadas em paralelo aos movimentos de ordem legal que moldam n o somente a carreira de professor, mas também a fun o e a finalidade da profiss o. O sistema avaliativo de docentes é resignificado, como ferramenta para que o próprio profissional possa orientar seus estudos e se mantenha atualizado, diante da realidade cada vez mais complexa que adentra a sala de aula.
Educa o profissional e intera o verbal: a fun o do verbo modal “poder” no diálogo professor-aluno
Anselmo Pereira de Lima
Linguagem em (Dis)curso , 2009,
Abstract: “Será mais difícil trabalhar com alunos adultos do que com alunos jovens?”. Essa foi a quest o levantada e discutida pelos professores de um centro de forma o profissional ferroviário que se preparava para receber alunos adultos em suas salas de aula pela primeira vez. O consenso entre os professores era o de que a intera o com adultos seria mais difícil e complexa. Este artigo apresenta parte dos resultados de uma pesquisa realizada para verificar até que ponto os professores tinham raz o. Quatro aulas de um mesmo professor, duas com alunos jovens e duas com alunos adultos, foram gravadas e transcritas. Com base nos conceitos bakhtinianos de palavra e de rela o eu-outro, aliados a algumas no es de modalidade, foi analisada a fun o do verbo modal “poder” nas diferentes intera es. As conclus es a que se chegou permitem questionar o consenso dos professores, provocando a continuidade da discuss o entre eles.
Interpretante, interpreta o, intérprete  [cached]
Ana Maria Zilochi
Galáxia , 2008,
Abstract: O objetivo deste trabalho é discutir o conceito de semiose como um processo irreversí-vel no tempo, uma vez que uma interpreta o também é um processo no tempo. Um momento em que o leitor comunica-se com o texto e as rela es entre signos, objetos e interpretantes se instauram.Abstract: The objective of this paper is to discuss the semiosis concept as an irreversible process in the timeline, once an interpretation is also a process in the timeline. In the moment the reader communicates with the text, the relationships among signs, objects and interpretants are established.
A interpreta o dos fatos no direito.  [cached]
Eduardo Ramalho Rabenhorst
Prim@ Facie , 2003,
Abstract: O principal escopo do presente artigo é mostrar,tomando por base a proposta formulada pelo filósofo francêsPaul Ricoeur, que a interpreta o jurídica n o pode serreduzida apenas aos momentos de compreens o de um textolegal e de sua aplica o aos concretos, mas que ela exige umterceiro momento, a saber, o da interpreta o dos fatos.
Otimiza o na aloca o de professores na constru o de uma grade horária escolar  [cached]
Eliana Gomes da Silva Kotsko,Artur Lourival da Fonseca Machado,Elaine Maria dos Santos
Ambiência , 2005,
Abstract: O presente trabalho trata da constru o otimizada de horário escolar de turmas em escolas de ensino fundamental e médio, utilizando técnicas da Pesquisa operacional. Trata-se de problema complexo, envolvendo inúmeras variáveis, que ocorre a cada início de ano ou por mudan a de turmas e professores, aposentadorias e licen as. Na constru o do modelo s o utilizadas restri es correspondentes a exigências administrativas como: máximo de duas aulas diárias por professor em uma mesma turma, aulas vagas dos professores preferencialmente as primeiras e/ou últimas, disponibilidades dos professores quanto a dias da semana; preferências de três professores por atuarem em três dias quaisquer dos cinco dias da semana e restri es para assegurar uma aula por turma e uma aula por professor em um mesmo horário. Para atender as exigências de aulas vagas no início e/ou final do turno, foram estabelecidos pesos adequados para interferência nas regras lexicográficas do simplex, for ando defini es de horários que melhoram o valor da fun o objetivo. A defini o das variáveis de decis o (binárias) foi realizada a partir de conjuntos de turmas e de dias da semana de cada professor, proporcionando uma redu o de 6300 variáveis de decis o possíveis para 2510 utilizadas, devido à estrutura de esparsidade, pois nem todos os professores têm aulas em todas as turmas. S o utilizadas também 15 variáveis binárias auxiliares às quais s o impostas restri es que resultam na designa o de aulas em três de cinco dias disponíveis. O problema foi implementado no LINGO vers o 6.0 educacional, cuja solu o apresenta 300 variáveis de decis o n o nulas (horários designados).
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