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Qualidade de vida na velhice: enfoque multidisciplinar
Karina Silveira de Almeida Hammerschmidt,Silvana Sidney Costa Santos
Revista de Enfermagem UFPE On Line , 2010,
Abstract: O livro que apresentamos, organizado por Anita Liberalesso Neri, publicado em 2007, com 300 páginas, faz parte da cole o velhice e sociedade. Foi escrito por profissionais de diversas áreas, que fazem leitura critica da qualidade de vida dos idosos à luz de várias disciplinas e campos profissionais. Desta forma, emerge um retrato multifacetado da velhice e da qualidade de vida na velhice, em domínios variados.A organiza o do livro está composta por 12 capítulos. Os dois iniciais: 1) qualidade de vida na velhice e subjetividade e 2) qualidade de vida em idosos: conceitua o e investiga o, um de autoria de Anita Liberalesso Neri e o outro de Educardo Chachanovich, Clarissa Trentini e Marcelo Pio de Almeida Fleck, s o de natureza conceitual e apresentam a qualidade de vida na velhice como um fen meno multidimensional, cuja avalia o é mediada por fatores subjetivos. Nos capítulos: 3) como a economia pode favorecer a constru o de uma velhice bem-sucedida e 4) cuidados de longa dura o para a popula o idosa: uma quest o de gênero?, respectivamente escritos por Tomas Engler e por Ana Amélia Camarano, Maria Tereza Pasinato e Vanessa Regina Lemos, apresenta-se a qualidade de vida como fen meno contextualizado por fatores socioecon micos e se detém na análise do impacto da desigualdade social sobre a qualidade de vida dos idosos brasileiros e latino americanos. Os capítulos: 5) fragilidade biológica e qualidade de vida na velhice, de Ilka Nicéia D’Aquino Teixeira; 6) saúde mental e qualidade de vida na velhice: aspectos psiquiátricos, de Cássio Machado de Campos Bottino e Marco Antonio Moscoso Aparício; 7) cogni o, estilo de vida e qualidade de vida na velhice de Priscila Cristina Correa Ribeiro e Monica Sanches Yassuda; 8) qualidade de vida e saúde bucal em idosos, de Maria da Luz Rosário de Souza, Fernando Neves Hugo e Débora Dias da Silva; 9) a constru o de ambientes favoráveis aos idosos, de Adriana Romeiro de Almeida Prado e Monica Rodrigues Perracini, tratam de aspectos específicos da qualidade de vida relacionada à saúde, nos ambitos: fragilidade, saúde mental, cogni o e estilos de vida, saúde bucal e planejamento ambiental. Nos capítulos 10) envelhecer com deficiência física: possibilidades e limita es e 11) qualidade de vida das pessoas que envelhecem com deficiência mental, Marineia Crosara de Resende e Maria Eliane Catunda de Siqueira, ambas em associa o com Anita Liberalesso Neri, veiculam temas pouco escritos nas publica es brasileiras, concernentes ao envelhecimento com deficiência física e com deficiência mental. O capitulo final: 12) o
Idosos e sua percep o acerca da sexualidade na velhice
Izaura de Moura,Marinês Tambara Leite,Leila Mariza Hildebrandt
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2008,
Abstract: O envelhecimento populacional tem motivado o desenvolvimento de estudos acerca dos diferentes aspectos que envolvem a velhice, incluindo a sexualidade e espa os de socializa o. As atividades de natureza grupal podem favorecer a express o da sexualidade em idosos. Este estudo tem por objetivo apreender e analisar a percep o de idosos que freqüentam grupos acerca da sexualidade na velhice. O estudo se caracteriza como uma pesquisa qualitativa e analítica, para o qual participaram 12 idosos, com idade entre 62 e 86 anos. Para a coleta de dados foi utilizada a entrevista aberta. Para a análise das informa es seguiu-se os passos preconizados para análise temática. Os resultados mostram que a participa o de idosos em atividades grupais favorece o encontro e a forma o de novos casais. Essa condi o faz com que eles desfrutem novas emo es, aflorando sua sexualidade. Embora existam tabus acerca da sexualidade na velhice, os participantes explanam que sexualidade é um conjunto de atitudes e sentimentos para com o parceiro: express o de carinho, beijo, abra o, toque, olhar, ouvir e compreender o que o outro fala, mesmo que n o diga nenhuma palavra. Sexualidade é estar com o outro, estar de bem com a vida, poder se divertir e ser feliz, incluindo aí a rela o sexual. Conclui-se que os idosos possuem bom entendimento acerca desta temática, demonstrando arrefecimento de idéias permeadas por preconceito em rela o a sexualidade na velhice.
Estresse no desenvolvimento adulto e na velhice: Uma Revis o  [cached]
Andréa Cristina Garofe Fortes-Burgos,Anita Liberalesso Neri
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2008,
Abstract: Diferentes abordagens e paradigmas consideram o estresse no desenvolvimento e envelhecimento como produto de condi es externas ou como uma rea o às condi es fisiológicas ou subjetivas. O estresse relacionado a fatores externos pode ser visto sob a forma de grandes eventos do curso de vida – normativos ou idiossincráticos –, aborrecimentos diários, eventos traumáticos ou tens o ligada ao exercício de papéis. Existem diferen as na experiência de estresse ao longo do desenvolvimento. Na velhice, existe predominancia de eventos relacionados à perda/morte de pessoas próximas, problemas de saúde e declínio financeiro (devido à aposentadoria). Esta revis o tem como objetivo apresentar diferentes abordagens teóricas e dados de pesquisas relacionados ao estresse no desenvolvimento e envelhecimento, com ênfase na rela o entre o paradigma Life Span do curso de vida e a abordagem interacionista de estresse.
Os papéis dos setores público e privado na assistência econ mica à velhice  [cached]
Peter Lloyd-Sherlock
Diálogos , 2010, DOI: 10.4025/dialogos.v1i1.335
Abstract: Este texto resume brevemente o debate atual sobre os modelos de interven o voltados para a velhice. Esses modelos incluem a tradicional abordagem da previdência social, tipificada pelo Escritório Internacional do Trabalho, e o novo modelo neoliberal, defendido pelo Banco Mundial. O texto avalia a importancia desse debate e a propor o em que diferentes perspectivas têm sido desenvolvidas. Finalmente, avalia a eficácia de generaliza- es regionais sobre os papéis dos setores público e privado.
Bem-estar na velhice: mitos, verdades e discursos, ou a gerontologia na pós-modernidade  [cached]
Johannes Doll
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2006,
Abstract: O artigo discute os mitos e verdades sobre o bem-estar na velhice, numa perspectiva epistemológica. Assim, os conceitos “mito”, “ciência” e suas rela es com a “verdade” s o analisados numa vis o histórica, que inicia com o conflito mitoracionalidade na época grega, passa pela emancipa o da ciência dos dogmas religiosos através do conceito da raz o pura de Kant e leva, finalmente, ao questionamento das verdades científicas pela crítica pós-moderna. Retornando à quest o do bem-estar na velhice, podemos mencionar o discurso científico gerontológico, que destaca hoje a importancia dos fatores saúde, rela es sociais e situa o econ mica para o bem-estar. Mas o que necessita ser considerado na discuss o sobre os mitos e verdades do bem-estar na velhice é a perspectiva das próprias pessoas idosas: o sentido que elas d o a sua vida – sua espiritualidade – pode desafiar um discurso gerontológico sobre o bem-estar biopsicossocial na velhice.
Jubilamento: o interdito de uma vida de trabalho e suas repercuss es na velhice  [cached]
Tatiana Lima Both,Sergio Antonio Carlos
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2005,
Abstract: Este estudo buscou entender os significados atribuídos à aposentadoria obrigatória e às suas vivências. Os su jeitos da pesquisa foram nove profes sores da Universidade de Passo Fundo, jubilados aos setenta anos. O instrumento utilizado para a coleta de dados foi a entrevista semidirigida e, para analisar as informa es obtidas, optou-se pela técnica de análise de conteúdo, confor me Bardin (1979). Observou-se que o jubilamento foi percebido pelos sujeitos da pesquisa como injusti a, pois foram destituídos da satisfa o proveniente do exercício profissional e perderam importante espa o de comunica o social. Desse modo, a repercuss o negativa na velhice dos jubilados refere-se, prepon derantemente, à ausência de atividades compatíveis com o valor do trabalho e à restri o da intera o social. No entanto, a prepara o para aposentadoria e o investimento pessoal em atividades fora do trabalho tornam-se importantes na ressignifica o de projetos de vida.
A dependência na velhice sob a ótica de cuidadores formais de idosos institucionalizados  [cached]
Maria Emília Grassi Busto Miguel,Meyre Eiras de Barros Pinto,Sonia Silva Marcon
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2007,
Abstract: Com o objetivo de analisar a concep o de dependência entre cuidadores formais de idosos em uma institui o asilar do município de Maringá (PR), foi realizado estudo exploratório com cuidadores de idosos de uma institui o de longa permanência. A popula o do estudo foi constituída por dez profissionais de saúde (um enfermeiro, quatro técnicos, três auxiliares e dois atendentes de enfermagem). A coleta de dados foi realizada em agosto de 2005 por meio de entrevistas semi-estruturadas, gravadas e transcritas, com posterior elabora o de um protocolo de respostas, de onde se originaram as categorias que incluíram o conceito de dependência, sua classifica o e avalia o dos padr es de intera o dependência/cuidado. A dependência é considerada como um acontecimento natural e esperado, associado ou n o às doen as, e que pode levar a limita es. Maior importancia é atribuída à dependência psicológica/afetiva e a maioria dos cuidadores reconhece que na prática do cuidado diário é criada uma dependência comportamental nos idosos. Fica evidente que a falta de conhecimento específico, assim como os preconceitos relacionados à dependência na velhice, associada às deficientes condi es de trabalho, entre outros fatores, podem levar ao aumento da dependência e à restri o da autonomia, bem como interferir na qualidade do atendimento.
Amor e sexualidade na velhice, direito nem sempre respeitado  [cached]
Thiago de Almeida,Maria Luiza Louren?o
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2008,
Abstract: Em muitos dos levantamentos que s o realizados fica evidenciado que os relacionamentos afetivo-sexuais têm sido considerados um domínio praticamente exclusivo das pessoas jovens, das pessoas com boa saúde e fisicamente atraentes. A idéia de que as pessoas de idade avan ada também possam manter rela es sexuais n o é culturalmente muito aceita, preferindo-se ignorar e fazer desaparecer do imaginário coletivo a sexualidade da pessoa idosa. Contudo, o amor e a sexualidade dos idosos, em nada diferem, na intensidade, do amor entre pessoas jovens. Apesar dos preconceitos, dos tabus e dos arcaicos estereótipos, com que as pessoas idosas se deparam, quando se trata de enamoramento e sexo entre parceiros da Terceira Idade, é necessário que se enfrentem esses desafios com a maturidade que a idade traz. Faz-se necessário, portanto, acabar com os mitos, romper os paradigmas obsoletos, para que o envelhecer seja compatível com uma boa qualidade de vida.
Fenomenologia aplicada à performance musical: um recorte na pe?a Bajulans de Manoel Dias de Oliveira
Rocha, Sérgio de Figueiredo;
Per Musi , 2008, DOI: 10.1590/S1517-75992008000200011
Abstract: the purpose of this article is to present a phenomenological analysis of bajulans from moteto de passos, a work by colonial brazilian composer manoel dias de oliveira (1734/5-1813). understanding how the piece is structured from the harmonic and phenomenological point of view may contribute to improve its performance. the phenomenological analysis is not a common approach in the interpretation of music yet. however, parameters eminently subjective, as the interpreter's experience in performance, have been shown to be quite significant for music research.
A velhice no século XXI: a vida feliz e ainda ativa na melhor idade = Elderly satisfied and healthy today
Margarete Edul Prado de Souza Lopes
Acta Scientiarum : Human and Social Sciences , 2012,
Abstract: Neste estudo, abordamos a importancia das atividades pedagógicas, de leitura, físicas, recreativas e de lazer para a qualidade de vida na terceira idade, apontamos as transforma es que ocorrem com o processo de envelhecimento e algumas possibilidades de se buscar o equilíbrio entre as potencialidades e as limita es do idoso, por meio de uma vida sempre ativa. Destacamos, ainda, o envolvimento do Curso de Gradua o em Letras, do Centro de Educa o, Letras e Artes, da Universidade Federal do Acre, com as atividades e as pesquisas que dizem respeito a esse grupo social, que ainda sofre, em nossa sociedade, as consequências das discrimina es e dos estereótipos com a velhice humana, por sermos uma sociedade que n o ainda n o aprendeu a valorizar a pessoa idosa. In this study, we discuss the importance of educational activities, reading, physical, recreational and leisure activities for the quality of life in old age, aim the transformations that occur with the aging process and some possibilities to seek a balance between the potential and the limitations of older people, via an always-on life. We highlight yet, the involvement of undergraduate degree in letters, Education Center, arts and letters, of the Federal University of Acre, with activities that relate to this social group, which still suffers, in our society, the consequences of discrimination and stereotypes with human old age, because we are a society that still haven't learned to value the elderly person.
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