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Por quem os sinos dobram? Linguagem, solid o e morte na pós-modernidade
Mateus Andrade Silva,Marcos Paulo Santa Rosa Matos
Revista Letrando , 2012,
Abstract: Através de uma crítica da cultura moderna, abordam-se aspectos da vivência do homem enquanto indivíduo social, isto é, ser de/na linguagem que vive as experiências da solid o e da morte como faces n o dialógicas e aterrorizantes da sua existência humana. Sob uma perspectiva filosófico-linguística, discute-se a ausência e o excesso de linguagem no mundo moderno, tendo como ponto de partida a metáfora dos sinos, proposta em um poema de John Donne (séc. XVI-XVII).
Doen as infecciosas como causas de morte em idosos autopsiados
Oliveira Flávia Aparecida de,Reis Marlene Ant?nia dos,Castro Eumênia Costa da Cunha,Cunha Selma Freire de Carvalho da
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2004,
Abstract: O envelhecimento populacional no Brasil está associado às altera es na morbimortalidade da popula o. Nesse estudo, foi verificado as causas de morte e outros processos patológicos em idosos autopsiados. Os idosos com idade maior ou igual a 60 anos, no período de 1976 a 1998 representaram 394 casos (24,4%). A mediana da idade foi 69 (60 a 120) anos, sendo maior nas mulheres (70,5 versus 68 anos; p<0,05). O sexo masculino (67,5%), a cor branca (69,8%) e as causas de morte cardiovascular (43,7%) e infecciosa (31%) prevaleceram. A subnutri o (76,2%) estava associada à pneumonite e cistite, (p<0,05). A arteriosclerose (61,9%) e as cardiopatias chagásica (42,1%) e hipertensiva (39,1%) foram os processos mais freqüentes. Portanto, foi observado sobreposi o das causas de morte cr nico-degenerativas e infecciosas. Isso demonstra a necessidade de valorizar medidas como o acompanhamento do índice de massa corporal e dos fatores de risco para o desenvolvimento de doen as no envelhecimento, como a pneumonite.
PERFIL CLíNICO-EPIDEMIOLóGICO DOS CASOS DE PNEUMONIA EM CRIAN AS E IDOSOS DO MUNICíPIO DE QUIXADá – CEARá  [cached]
Laidiane Alves de Holanda,Natasha Teixeira Medeiros
Fisioterapia & Saúde Funcional , 2012,
Abstract: Introdu o: A pneumonia (PMN) é considerada um importante problema de saúde pública e a maior causa de morte por doen as infecciosas no mundo. Objetivo: Analisar o perfil clínico-epidemiológico dos casos de pneumonia em crian as e idosos do município de Quixadá-Ce. Metodologia: Trata-se de um estudo documental, descritivo e transversal, com abordagem quantitativa, realizado em 2011, onde foram analisados 133 prontuários de pessoas acima de 60 anos e 109 de crian as. Resultados: Constatou-se que a faixa etária mais acometida em crian as foi de 29 dias a dois anos, do sexo feminino, com PMN comunitária, tendo como comorbidades asma, paralisia cerebral e síndrome de Down. Nos idosos foi de oitenta ou mais anos, do sexo masculino, associados à AVE, DM e ICC, com PMN do tipo aspirativa. Ambos, com sinais e sintomas de tosse, febre e dispnéia e o derrame pleural como complica o mais comum pela PMN. Constatou-se a realiza o de atendimentos fisioterapêuticos em crian as (60,6%) e idosos (53,4%), principalmente técnicas de vibrocompress o e compress odescompress o torácica. Os broncodilatadores estavam entre os medicamentos mais prescritos para crian as e antiifectantes, antiinflamatórios e antibióticos para os idosos, além de associa o com oxigenoterapia, em nove crian as e 47 idosos e aspira o nasotraqueal. Exames complementares de imagem foram mais solicitados e o desfecho óbito mais frequente em idosos. Conclus o: Tal investiga o permite conhecer as especificidades locais desta prevalente e global afec o, protocolos empregados e desfechos, visando inclusive possíveis adequa es no servi o hospitalar para a prote o e a recupera o da saúde destes usuários. Palavras-chave: Pneumonia. Epidemiologia. Fisioterapia.
Mortalidade por asma no Município de S o Paulo, 1993 a 1995: análise por causa múltipla de morte  [cached]
Rio Evani Marzag?o Beringhs,Gallo Paulo Rogério,Reis Alberto Olavo A.
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este trabalho teve como objetivo quantificar as taxas de mortalidade por asma, utilizando o método de análise por causa múltipla de morte e comparando com aquelas obtidas pelo método da causa básica. Para isso, selecionou-se todos os Atestados de óbito (224.854), nas idades entre 5 a 34 anos, que continham em qualquer das partes a cita o de asma, código 493 (CID-9), nos anos de 1993/1994/1995, no Município de S o Paulo e aplicou-se o método de Tabula o de Causas Múltiplas de Morte (TCM). Comparou-se ent o as taxas de notifica o da asma obtidas nos dois métodos de análise: como causa básica e como causa associada. O estudo comparativo mostrou que o método de TCM elevou o diagnóstico de asma na raz o de 1 para 1,165. A faixa etária acima dos vinte anos foi a mais atingida nas duas formas de análise, ou seja, a faixa etária n o se alterou pelo método de tabula o e foi mais alta dos 20 aos 34 anos. O aumento encontrado no número de diagnósticos, mostrou que a asma, embora mais presente ao associar-se à metodologia da multicausalidade do óbito, ainda pode ser considerada como pouco notificada na seqüência de eventos que levam o indivíduo à morte.
Morte e dialogo  [cached]
Ranabir Samaddar
Scienza & Politica : per una Storia delle Dottrine , 2008, DOI: 10.6092/issn.1825-9618/2745
Abstract: Morte e dialogo
O perfil socioecon mico do idoso que pratica yoga
Eliana Serra da Silveira,Vera Lúcia Cardoso,Rafaela Sanches de Oliveira
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(1)610
Abstract: Introdu o: O Yoga é uma prática de atividade física cada vem ganhando cada vez mais adeptos, principalmente na popula o idosa. Os estudos que apontam os benefícios desta prática nesta popula o ainda s o escassos. E faz necessário conhecer o perfil dos idosos que realizam esta modalidade para melhor desenvolver sua prática. Objetivo: Tra ar um perfil socioecon mico dos idosos praticantes de Yoga. Método: Trata-se de um estudo transversal descritivo, no qual foram entrevistados 20 idosos praticantes de Yoga semanalmente há mais de 6 meses em uma academia da Cidade de S o Paulo. O questionário de caracteriza o foi desenvolvido pelas autoras do estudo e apresentava perguntas referentes a sexo, idade, renda mensal, com quem reside, uso de medicamentos diários, presen a de tabagismo e etilismo. Resultados: Os resultados mostraram que a faixa etária predominante na amostra foi de 70 a 75 anos (50%), com média de idade de 72 anos, 60% eram do sexo feminino e 40% do sexo masculino, Em rela o ao estado civil, 50% eram casados, 35% eram divorciados e 15% viúvos. Residem com o c njuge 50% da amostra e 25% com filhos e os 25% restantes moram só. A renda mensal média foi de 1.440 reais, o que caracteriza um valor superior a 2 salários mínimos. As respostas observadas variaram de 700 a 3.500 reais. Quanto ao uso de medicamentos, 45% afirmam fazer uso diariamente de pelo menos um medicamento e 55% n o fazem uso de medicamentos contínuos. Em rela o aos hábitos como tabagismo e etilismo, nenhum paciente entrevistado relatou fazer uso de tais substancias, nem mesmo esporadicamente. Conclus o: Os achados indicam que entre os idosos praticantes de Yoga encontramos uma maior freqüência do sexo feminino, com maior renda mensal, hábitos de vida mais saudáveis e menor uso de medicamentos contínuos levando em considera o a faixa etária elevada. Sugerimos a continuidade deste estudo com um maior número amostral e a compara o de seus resultados com o observado nos idosos da comunidade.
Tendência da mortalidade por doen as respiratórias em idosos do Estado de S o Paulo, 1980 a 1998  [cached]
Francisco Priscila Maria Stolses Bergamo,Donalisio Maria Rita de Camargo,Lattorre Maria do Rosário Dias de Oliveira
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: INTRODU O: A maior expectativa de vida no País e a queda da mortalidade trazem desafios aos programas sociais de aten o ao idoso, em especial na área na saúde. O objetivo do estudo foi analisar a tendência da mortalidade por doen as do trato respiratório em idosos. MéTODOS: O estudo foi realizado com dados de mortalidade em idosos no Estado de S o Paulo, no período de 1980 a 1998. Os dados foram obtidos do Sistema de Informa es de Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS/DATASUS). Trata-se de um estudo ecológico de séries temporais onde foram analisadas as tendências das taxas padronizadas de mortalidade por doen as do aparelho respiratório, segundo faixas etárias (60 a 69, 70 a 79 e 80 ou mais anos), utilizando modelos de regress o linear. Descreve-se a mortalidade proporcional das doen as respiratórias frente às demais causas. RESULTADOS: Observou-se, no período, tendência crescente das taxas de mortalidade para ambos os sexos, principalmente a partir da faixa etária de 80 anos ou mais, havendo aumento na propor o de óbitos por doen as respiratórias em rela o às demais causas. CONCLUS ES: As doen as respiratórias s o causas preocupantes de hospitaliza o e morte, particularmente na popula o idosa. As a es de preven o e assistência a estas causas, bem como maior investiga o etiológica, devem ser priorizadas no atual contexto epidemiológico da saúde do idoso no Brasil.
Morte, de Giovanni Casertano
Markus Figueira da Silva
Princípios : Revista de Filosofia , 2004,
Abstract: Resenha do livro "Morte", de Giovanni Casertano.
Mortalidade por desnutri o em idosos, regi o Sudeste do Brasil, 1980-1997  [cached]
Otero Ubirani Barros,Rozenfeld Suely,Gadelha Angela Maria Jourdan,Carvalho Marilia Sá
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Conhecer a freqüência da desnutri o como causa de morte na popula o idosa. MéTODOS: Foram selecionados indivíduos com 60 anos ou mais de ambos os sexos, dos municípios da regi o Sudeste, entre 1980 e 1997. As fontes de dados foram o registro de óbitos do Sistema de Informa o Sobre Mortalidade (1980-1998) e a popula o estimada pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar). Para classifica o dos óbitos, empregou-se a CID-9 (260 a 263.9), para os anos de 1980 até 1995, e a CID-10 (E40 a E46), para os anos mais recentes. RESULTADOS: No Brasil, entre 1980 e 1997, ocorreram 36.955 óbitos por desnutri o em idosos. A regi o Sudeste concentrou o maior número -- 23.968 (64,9%) -- dentre as demais regi es brasileiras. No Estado de S o Paulo, ocorreram 11.067 óbitos por desnutri o em idosos, e, no Rio de Janeiro, 7.763, obtendo, esses dois estados em conjunto, os maiores valores da regi o. é maior a propor o de óbitos e maiores os coeficientes de mortalidade em indivíduos de 70 anos ou mais do que em indivíduos da faixa etária de 60 a 69 anos, independentemente do sexo. CONCLUS O: Os resultados preliminares do estudo levantam algumas quest es: o papel da desnutri o como causa associada; a tendência de aumento dos óbitos por desnutri o na velhice; o comportamento diferenciado entre estados da mesma regi o. Análises estatísticas do tipo séries-temporais possivelmente conseguiriam explicar melhor os fen menos apontados. Será preciso aprofundar o estudo do papel da desnutri o na popula o com 60 anos ou mais para estabelecer estratégias de interven o adequadas.
UMA QUEST O CONTROVERSA: A Separa o de Fato como elemento para concess o de pens o por morte no Regime Geral de Previdência Social e a Súmula 336 do Superior Tribunal de Justi a  [cached]
Larissa Nunes Cavalheiro,Luiz Aristeu dos Santos Filho,Fernando Hoffmam,Franciele da Silva Camara
Revista Eletr?nica do Curso de Direito da UFSM , 2012, DOI: 10.5902/198136947054
Abstract: Nos casos de concess o da pens o por morte no Regime Geral da Previdência Social, quem pleiteia esse benefício às vezes encontra dificuldades legais. Um exemplo é o caso da separa o de fato do c njuge do segurado, uma vez que a Lei 8.213/91, dá ensejo a mais de uma interpreta o para a concess o do benefício, oscilando entre dependência econ mica presumida ou a comprova o da mesma. Com o advento da Súmula 336 do STJ, verifica-se outro momento em que aqueles que est o separados apenas de fato têm suprimida a possibilidade de recebimento da pens o por morte em momento futuro, e de certa forma, fere o Princípio da Igualdade. Diante da realidade, quando se refere à separa o de fato n o há uma clara abordagem, correndo-se o risco de preterir possíveis beneficiários. O presente trabalho analisa as divergências da falta de previs o legislativa, bem como os efeitos da citada súmula.
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