oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Zoneamento turístico em áreas Naturais Protegidas: um diálogo entre conserva o, oferta de atrativos e perfil da demanda ecoturística  [cached]
Luis Henrique Souza,Marcus Vinicius Noronha-Oliveira
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2012,
Abstract: As áreas Naturais Protegidas (ANP′s) apresentam voca es singulares para a prática do ecoturismo, suscitando a dialética entre as fun es intrínsecas e utilitárias destes territórios e revelando preocupa es com a conserva o do acervo biótico e abiótico e com a sensibilidade do tecido social local. Em fun o dos impactos negativos provocados pelo turismo e a necessidade de estabelecer instrumentos que viabilizem na prática as premissas da sustentabilidade, advoga-se uma maior relevancia quanto à aplica o de modelos de gest o do turismo em ANP’s. Neste sentido, o presente artigo realiza uma abordagem que aproxima a oferta de atrativos das ANP′s com diferentes perfis da demanda ecoturística, com o objetivo de apresentar uma proposta de Zoneamento turístico, tendo como estudo de caso o Parque Nacional da Serra de Itabaiana (PARNASI) no estado de Sergipe. Para tanto, utilizou-se uma metodologia de estudo descritivo, mediante a coleta de dados por entrevista e observa o direta, além de pesquisa documental. A literatura apresenta diversas tipologias de perfis de ecoturistas e neste trabalho ser o detalhados os estudos de Fernie que classificam a demanda ecoturística em Eco-Especialistas, Eco-Intermediários e Eco-Generalistas. Para estabelecer a correla o entre as atividades preferenciais destes perfis e Zoneamento turístico, foi utilizado o modelo ROS (Recreational Opportunity Spectrum). Encontram-se no PARNASI um conjunto de atrativos e infraestruturas, em Zonas específicas, que podem ser direcionados para perfis específicos como o Eco-Generalista, Eco-Intermediário e o Eco-Especialista e suas respectivas motiva es para distintas atividades como picnics, contempla o, educa o ambiental, caminhadas, esportes radicais, etc. Os resultados mostram o contributo potencial das estratégias de Zoneamento turístico para a conserva o e melhoria da experiência turística, através da concilia o entre o perfil do ecoturista e a oferta de atrativos naturais das ANP′s. ABSTRACT The Protected Natural Areas (PNA's) have singular vocation for ecotourism, highlighting the dialectic between intrinsic and utilitarian functions of these territories and revealing concerns about the conservation of the biotic and abiotic collection in addition to the sensibilities associated to the social tissue from the autochthonous communities. Due to the negative impacts caused by tourism and the need for tools that put in practice the premises of sustainability, it′s important to defend a greatest relevance about the application of management models for tourism in PNA`s. In this sense, th
ZONEAMENTO TURíSTICO EM áREAS NATURAIS PROTEGIDAS: UM DIáLOGO ENTRE CONSERVA O, OFERTA DE ATRATIVOS E PERFIL DA DEMANDA ECOTURíSTICA.  [cached]
Luis Henrique Souza,Marcus Vinícius Noronha Oliveira
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2011,
Abstract: As áreas Naturais Protegidas (ANP′s) apresentam voca es singulares para a prática do ecoturismo, suscitando a dialética entre as fun es intrínseca e utilitária destes territórios e revelando preocupa es com a conserva o do acervo biótico e abiótico e com a sensibilidade do tecido social local. Em fun o dos impactos negativos provocados pelo turismo e a necessidade de estabelecer instrumentos que viabilizem na prática as premissas da sustentabilidade, advoga-se uma maior relevancia quanto à aplica o de modelos de gest o do turismo em ANP’s. Neste sentido, o presente artigo realiza uma abordagem que aproxima a oferta de atrativos das ANP′s com diferentes perfis da demanda ecoturística, com o objetivo de apresentar uma proposta de Zoneamento turístico, tendo como estudo de caso o Parque Nacional da Serra de Itabaiana (PARNASI) no estado de Sergipe. Para tanto, utilizou-se uma metodologia de estudo descritivo, mediante a coleta de dados por entrevista e observa o direta, além de pesquisa documental. A literatura apresenta diversas tipologias de perfis de ecoturistas e neste trabalho ser o detalhados os estudos de Fernie que classifica a demanda ecoturística em Eco-Especialistas, Eco-Intermediários e Eco-Generalistas. Para estabelecer a correla o entre as atividades preferenciais destes perfis e Zoneamento turístico, foi utilizado o modelo ROS (Recreational Opportunity Spectrum). Os resultados mostram o contributo potencial das estratégias de Zoneamento turístico para a conserva o e melhoria da experiência turística, através da concilia o entre o perfil do ecoturista e a oferta de atrativos naturais das ANP′s. Assim, este estudo revelou a existência de infraestruturas e facilidades, a exemplo do acesso principal ao PARNASI; da trilha para a cachoeira do Po o das Mo as e do Centro Administrativo, os quais atendem às necessidades do perfil “Eco-generalista” e configuram o Zoneamento “Recreativo Intensivo” do modelo ROS. De modo semelhante, o PARNASI apresenta um conjunto de trilhas de longo curso ou de difícil acesso que atendem às motiva es do perfil “Eco-Especialista”, destacando-se a zona da trilha do Caldeir o, que conduz o turista às cachoeiras do Caldeir o, da árvore e do Cipó e prossegue até o ‘Topo da Serra”. Neste percurso, o turista conhece a flora diversificada do PARNASI, sua avifauna e forma es geológicas singulares, ou seja, zonas com ecossistemas de valores inestimáveis próprias do Zoneamento Natural Intensivo do ROS. As Trilhas da Via Sacra e do Véu de Noivas, por sua vez, atendem ao perfil “Eco-intermediário” em fun o do baixo gra
Ecoturismo em áreas protegidas: análise da trajetória da gest o participativa como estratégia de conserva o
Isabelle Pedreira Déjardin
Revista Nordestina de Ecoturismo , 2009, DOI: 10.6008/ess1983-8344.2009.001.0003
Abstract: O presente estudo teve por objetivo desvelar a trajetória da gest o participativa no processo de conserva o de recursos naturais, tomando-se como base conceitual o surgimento da no o de inclus o de atores locais para atingir-se os princípios gerais de preserva o de espécies e ecossistemas em nosso planeta. A partir da constru o introdutória do referido quadro teórico, demonstra-se que o surgimento do ecoturismo mundial nos anos 1980 inicia-se em meio à dinamica de inclus o de comunidades e popula es locais na orienta o de estratégias de conserva o da natureza, culminando para esta análise no ecoturismo praticado em áreas naturais protegidas. Para isso, e atendendo uma análise geral constituída em referencial teórico, s o citadas organiza es internacionais de grande porte como IUCN (International Union Conservation Nature) e UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization), cujas atua es políticas e institucionais desenvolvidas nesse sentido – sobretudo a partir da década de 1970 – foram determinantes para a instaura o de um programa organizacional único de prote o aos Patrim nios Naturais no mundo e de seus ecossistemas. Em seguida, a elabora o sistemática de prerrogativas de conserva o respaldadas nestes organismos orienta-nos paulatinamente a uma gest o participativa ou comunitária da biodiversidade, revelando-nos pertinentemente a importancia dessa dinamica adotada como estratégia mundial de conserva o, e o posterior surgimento do ecoturismo em áreas naturais protegidas. Dessa forma, em sua constru o metodológica, este trabalho comporta duas partes e uma conclus o. Na primeira se o abordam-se os principais quadros teóricos com referência à conserva o dos recursos naturais, sendo introduzido o pressuposto evolutivo de uma gest o participativa; na segunda se o, desenvolve-se a estrutura teórica do ecoturismo em nível mundial, desde os seus primórdios à preemência de um turismo sob a ótica da participa o, cujos atores sociais envolvidos passam a gerir a conserva o. Conclui-se com este estudo que o ecoturismo em áreas protegidas n o teria surgido sem as diretrizes de organismos como IUCN e UNESCO. Do mesmo modo entende-se que as dificuldades em alcan ar objetivos de conserva o s o maiores à medida em que se diminuem as chances de incluir comunidades em sua gest o.
O (DES) USO PúBLICO EM UNIDADES DE CONSERVA O: AVALIA O EM ALGUMAS áREAS PROTEGIDAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO  [cached]
Nadja Maria Castilho da Costa,Marcio Luiz Gon?alves D’Arrochella,Maria Aparecida de Souza,Sheila Silva da Costa
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2011,
Abstract: Uma das fun es de algumas unidades de conserva o de prote o integral é permitir e monitorar a visita o e o lazer nas áreas destinadas ao uso público. Alguns parques fluminenses vêm promovendo práticas variadas utilizando, indiretamente, os recursos físico-bióticos neles existentes. Entretanto, poucos o fazem de maneira correta, acarretando impactos ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, a insatisfa o do visitante/turista. Neste contexto, o objetivo do presente trabalho é avaliar, comparativamente, o processo de planejamento e implementa o do uso público em quatro unidades de conserva o do Estado do Rio de Janeiro sendo três, localizadas na Regi o Metropolitana do Rio de Janeiro (Parque Nacional da Tijuca, Parque Estadual da Pedra Branca e Parque Natural Municipal da Taquara) e uma localizada no município de Rio das Ostras (Parque Natural Municipal dos Pássaros). A análise geral dos resultados obtidos mostra que, embora perten am a mesma categoria de manejo (parque), existem diferen as significativas entre as quatro áreas protegidas, no que diz respeito ao tema analisado. As unidades que possuem plano de manejo, com programa de uso público definido, possuem estratégias de a o para a correta condu o da visita o, embora em alguns casos n o a efetue de maneira plenamente satisfatória, ao contrário das unidades desprovidas daquele documento básico, norteador do manejo e gest o de toda a área legalmente protegida. Nas unidades sem plano, as práticas ditas ecoturísticas s o realizadas aleatoriamente, promovidas por agentes externos à administra o da unidade, sem o devido acompanhamento do que está sendo efetivamente realizado. Palavras-chave: Unidade de conserva o; Uso público; Manejo.
Conserva o de recursos naturais e práticas turísticas sustentáveis em Vargem (SP)  [cached]
S?nia Regina da Cal Seixas,Cristiane Ferraz e Silva Suarez,Giovana Dominicci Silva,Almerinda Antonia Barbosa Fadini
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2010,
Abstract: O crescimento acelerado do turismo em áreas protegidas tem gerado debates quanto às dificuldades de integrar a es sustentáveis no planejamento turistico-ambiental dos municípios. Neste contexto, este artigo busca discutir a conserva o dos recursos naturais através de práticas turísticas - ambientais sustentáveis no município de Vargem/SP – pertencente à área de Prote o Ambiental do Sistema Cantareira, Regi o Bragantina, utilizando o diagnóstico ambiental e a identifica o dos atrativos naturais reais e potenciais como instrumento de planejamento local. Além de fortalecer a educa o ambiental aliada a práticas sustentáveis, sempre envolvendo os turistas nesses processos, visando proporcionar a sustentabilidade dos recursos naturais e a melhoria da qualidade de vida dos envolvidos. Esta APA possui várias nascentes e pontos de capta o de importancia regional e remanescentes significativos de Mata Atlantica, apresentando uma problemática ambiental centrada na conserva o de recursos hídricos gerados, principalmente, a partir das altera es decorrentes da constru o do Sistema Cantareira e da duplica o da Rodovia Fern o Dias. Ambos foram determinantes nos processos de expans o industrial e urbana e de incremento turístico na regi o. Assim, o município de Vargem vem passando por transforma es socioambientais e de urbaniza o, prejudicando a qualidade dos recursos naturais locais. Mesmo possuindo alguns remanescentes vegetais e uma variada fauna, as consequências dos usos e ocupa o do solo, a es predatórias e antrópicas vêm dificultando a conserva o da biodiversidade e dos recursos hídricos. Esta realidade tem exigido a elabora o e implanta o de estudos, projetos e planos de a o, que visem minimizar os impactos negativos gerados a partir da atividade turística e maximizar os positivos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos moradores e na conserva o dos recursos naturais da regi o. Este artigo é fruto da pesquisa Qualidade de vida, turismo e sustentabilidade na APA do Sistema Cantareira: um estudo de caso em Vargem / SP (conta com apoio financeiro da FAPESP - Processo 2007/59833-0), que e é parte integrante da tese de doutorado da pesquisadora Cristiane Ferraz e Silva Suarez no Programa de Doutorado em Ambiente e Sociedade do Núcleo de Pesquisas Ambientais – NEPAM da Universidade Estadual de Campinas - SP/ Brasil.
Ecoturismo no bioma caatinga: o caso do Parque Estadual da Pedra da Boca (PB)
Márcio Balbino Cavalcante
Revista Nordestina de Ecoturismo , 2009, DOI: 10.6008/ess1983-8344.2009.001.0007
Abstract: A caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, grande parte do seu patrim nio biológico n o pode ser encontrado em nenhum outro lugar do planeta. Este bioma está sendo alvo da explora o predatória, as principais causas seculares da degrada o ambiental no bioma s o a ca a, as queimadas e o desmatamento para retirada de lenha, estas a es vêm de áreas sem planos efetivo de uso sustentável. Apesar de ser um bioma frágil e sob forte press o, é o menos protegido dos biomas brasileiros, menos de 1% de sua área está protegida em Unidades de Conserva o (UC’s) de uso indireto e é o bioma com o menor número de Unidades de Conserva o de prote o integral. é nesse cenário que vem acontecendo o ecoturismo, beneficiando dos atrativos naturais e culturais desta área. O presente trabalho discute o desenvolvimento do ecoturismo nas áreas naturais protegidas no bioma caatinga, em especial, o Parque Estadual da Pedra da Boca, localizado no município de Araruna, Estado da Paraíba, no Planalto da Borborema, na Mesorregi o Geográfica do Agreste Paraibano e na Microrregi o do Curimataú Oriental, entre os paralelos 6o 31’ e 6o 33’ de Latitudes Sul e entre os meridianos de 35o 35’ e 35o 37’ de Longitudes Oeste. O PEPB é um complexo rochoso de grande beleza cênica inserido no bioma caatinga, com espécies endêmicas típicas da regi o, e que através do Decreto governamental No 20.889 de 07 de fevereiro de 2000, é uma área de prote o integral (SNUC, 2000).
Perfil e percep o dos chefes de unidades de conserva o do sistema estadual de áreas protegidas em Minas Gerais / Profile And Perception Of The Managers Of Conservation Units Of Protected Area System Of Minas Gerais State  [cached]
Rafael Guimar?es Alves,José Luiz Pereira Rezende,Luís Ant?nio Coimbra Borges,Marco Aurélio Leite Fontes
Revista Sociedade & Natureza , 2011,
Abstract: As Unidades de Conserva o (UC) s o espa os territoriais especialmente protegidos para a prote o dos recursos naturais. Minas Gerais abriga diversas UC criadas pelos vários níveis de governo. Destes, o estadualvem se destacando, tanto pela cria o como pelas medidas para implanta o das UC. Os gerentes destas UC s o importantes atores deste processo e estabelecem a interface entre governo e a realidade decampo. Objetivou-se com este trabalho defi nir o perfi l profi ssional dos chefes de UC estaduais mineiras, seu nível de capacita o formal, sua distribui o pelo Sistema Estadual de áreas Protegidas (SEAP), otempo na fun o e no cargo e a satisfa o e perspectivas de trabalho dos mesmos. A metodologia utilizada foi a de entrevistas semi-estruturadas e questionários aplicados a todos os gerentes. As principais conclus es foram: o quadro de gerentes cresceu ao longo do tempo, mas continua defi citário; a idade média dos gerentes diminuiu e a propor o de mulheres aumentou; há grande rotatividade na gerência das UC, impossibilitando a continuidade de muitos trabalhos; a forma o acadêmica dos gerentes é considerada adequada; há apoio para o treinamento de funcionários, principalmente relacionados a cursos de caráter operacional, contudo, quase n o ocorrem capacita es gerenciais; a remunera o é baixa e n o estimula a maioria dos profi ssionais a fazer carreira na fun o; as condi es desfavoráveis de atua o, por falta de recursos, desmotivam os gerentes; os gerentes lotados em sua regi o de origem apresentaram maior grau de satisfa o, tendendo a se envolver mais em trabalhos de longo prazo e a se relacionar melhor com as comunidades; há acúmulo e desvio de fun o, comprometendo o desempenho gerencial.
Gest o do Uso Público em Unidade de Conserva o: a visita o no Parque Nacional da Tijuca - RJ  [cached]
Ricardo Rodrigues Malta,Nadja Maria Castilho da Costa
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2009,
Abstract: Os apelos ao Ecoturismo e à visita o pública realizada em Unidades de Conserva o (UC), tais como os Parques Nacionais, têm crescido de forma significativa nos últimos anos. Entretanto, este aumento da demanda por atividades recreativas e ecoturísticas em áreas naturais também gerou um aumento na degrada o socioambiental. Para evitar que isso ocorra, os gestores dessas áreas naturais protegidas deveriam criar ferramentas capazes de manejar a visita o pública de modo a evitar interferências negativas no ambiente visitado. Nesse sentido, o objetivo principal deste trabalho foi caracterizar o perfil e analisar as rea es dos visitantes da Floresta da Tijuca, um dos setores mais visitados do Parque Nacional da Tijuca (PNT), localizado na cidade do Rio de Janeiro. O perfil dos visitantes, bem como as características da visita o e suas rea es à área natural visitada, s o informa es fundamentais, na medida em que permitir o à administra o do Parque avaliar e promover a cria o e/ou melhoria dos atrativos oferecidos, a partir da demanda real do visitante e de suas percep es, satisfa es e rea es. Após realizarem sua experiência de visita o, os visitantes eram convidados aleatoriamente a participar da pesquisa. Por meio de questionários semi-estruturados, os visitantes declaravam informa es socioecon micas e respondiam a quest es referentes a sua visita o. Podiam também expressar suas sensa es, valores e significados através de perguntas abertas que buscavam avaliar sua percep o ambiental. A amostra considerou apenas visitantes moradores na cidade do Rio de Janeiro. Foram aplicados 228 questionários, entre janeiro e dezembro de 2006, em três pontos na Floresta da Tijuca: Largo do Bom Retiro, Cascatinha e Meu Recanto. A maioria dos visitantes da Floresta da Tijuca é constituída pelo sexo masculino (54,39%), possui renda familiar mensal maior que dez salários mínimos (31,58%), faixa etária entre 18 e 35 anos (65,70%), nível de escolaridade superior (61,40%), e é composta por moradores de bairros vizinhos à área do PNT, tais como: Tijuca, Jacarepaguá, Vila Isabel, Meier e Grajaú. Um percentual de 36,84% estava visitando a Floresta da Tijuca pela primeira vez, enquanto 46,49% s o considerados frequentadores. A Floresta da Tijuca é muito valorizada como área de lazer para a popula o carioca, embora ainda seja desconhecida por boa parte da popula o. Os resultados da pesquisa revelaram um público mais homogêneo, formado por grupos organizados por agências de turismo, escolas, academias, e freqüentadores habituais, usuários dos dias de semana que vêm pra
O ECOTURISMO SOB O OLHAR DA COMUNIDADE LOCAL: PRAIA DO ESPELHO, APA CARAíVA/TRANCOSO, PORTO SEGURO (BA)
Salete Vieira,Luciana Luisa Chaves Castro,Michelle Machado Paix?o,M?nica de Souza Rocha
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2011,
Abstract: A busca por novas formas de rela o entre os homens e a natureza tem influenciado a crescente valoriza o de viagens ao meio natural. Essas novas vivências têm buscado práticas que agregam princípios sustentáveis, ou seja, a busca por uma concep o turística mais pertinente a ideia de preserva o da biodiversidade, valoriza o das vivências sociais na comunidade visitada e sustentabilidade econ mica em harmonia com a natureza. Desta maneira, o ecoturismo surge como uma alternativa, dentro de um leque diversificado de segmentos que integra em suas experiências de viagens modos de preserva o e desenvolvimento sustentável junto às comunidades anfitri s, considerando a sensibilidade de oportunizar e emergir preocupa es de ordem ambiental, econ mica e social. No Brasil, as APAS - áreas de Prote o Ambiental refletem os novos paradigmas das áreas naturais protegidas, na medida em que oferecem ao indivíduo a possibilidade de engajar-se como parceiro na conserva o de ecossistemas. Elas representam uma perspectiva promissora, uma vez que admitem a presen a humana na área e oportunizam a integra o dos interesses socioecon micos das comunidades locais à manuten o da biodiversidade. A APA Caraíva/Trancoso mantém em seus limites um grande potencial de atrativos naturais que se planejados para a atividade turística com fundamentos no desenvolvimento sustentável pode trazer benefícios à comunidade local. Nesse contexto, o objetivo proposto neste trabalho foi o de avaliar a explora o turística realizada no meio natural da Praia do Espelho, APA Caraíva/ Trancoso, Porto Seguro, Bahia, tomando como base os preceitos do ecoturismo, observando a dinamica do atrativo natural e baseando-se na vis o da comunidade local. Para isso, contou com pesquisa bibliográfica, documental, entrevistas semi-estruturadas com membros do conselho deliberativo da APA Caraíva/ Trancoso, Secretário do Meio Ambiente de Porto Seguro e presidente da Associa o dos Moradores Locais da Praia do Espelho. Também foi aplicado um questionário com 18 residentes da comunidade, os quais possibilitaram a identifica o da opini o da comunidade local em rela o ao turismo praticado na área, durante o mês de dezembro de 2010. A pesquisa evidenciou que a atividade turística desenvolvida na Praia do Espelho trouxe importantes benefícios à comunidade local, principalmente sob o aspecto econ mico proporcionando melhoria na qualidade de vida através do aumento na gera o de empregos e renda e consciência ecológica. Entretanto, sob o aspecto ecológico considerando a fragilidade dos ecossistemas que comp e a área
A EVOLU O DA LEGISLA O AMBIENTAL NO MBITO DAS áREAS PROTEGIDAS BRASILEIRAS  [cached]
Bruna Letícia Thomas,Eliane Maria Foleto
Revista Eletr?nica do Curso de Direito da UFSM , 2013, DOI: 10.5902/198136948401
Abstract: O presente artigo aborda o desenvolvimento das áreas Protegidas no país, a partir da evolu o das legisla es ambientais que as estabelecem. Desta forma, esta pesquisa desenvolveu-se a partir de leituras, pesquisas científicas e debates no laboratório Hidrogeo acerca da temática áreas Protegidas e os meios legais vinculadas a ela, como o Código Florestal de 1934 e 1965, a Política Nacional do Meio Ambiente e o Sistema Nacional de Unidades de Conserva o da Natureza, entre outras. Assim, percebe-se que a evolu o da legisla o ocorreu concomitantemente com mudan as relacionadas aos estudos ambientais, melhorando estes espa os de prote o e sua eficácia em garantir a sustentabilidade e equilíbrio ambiental
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.