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Nutri o e exercício na preven o e controle das doen as cardiovasculares  [cached]
Rique Ana Beatriz Ribeiro,Soares Eliane de Abreu,Meirelles Claudia de Mello
Revista Brasileira de Medicina do Esporte , 2002,
Abstract: As doen as cardiovasculares constituem a principal causa de mortalidade no mundo e o seu crescimento significativo nos países em desenvolvimento alerta para o potencial impacto nas classes menos favorecidas. S o influenciadas por um conjunto de fatores de risco, alguns modificáveis mediante altera es no estilo de vida, como a dieta adequada e o exercício regular. O objetivo da presente revis o é abordar esses aspectos a fim de prevenir e controlar as doen as cardiovasculares. O consumo de vegetais, frutas, gr os integrais, soja, azeite e peixes deve ser aumentado, ainda que limitando a quantidade de gordura. Os alimentos ricos em ácidos graxos saturados e trans devem ser evitados, assim como o uso excessivo de sal e bebidas alcoólicas. Além do exercício aeróbio, as atividades contra resistência vêm aumentando sua importancia na reabilita o cardíaca. Essas mudan as de estilo de vida deveriam ser prioridades na Saúde Pública a fim de deter o avan o das doen as cardiovasculares em nosso país.
Nutri??o e exercício na preven??o e controle das doen?as cardiovasculares
Rique, Ana Beatriz Ribeiro;Soares, Eliane de Abreu;Meirelles, Claudia de Mello;
Revista Brasileira de Medicina do Esporte , 2002, DOI: 10.1590/S1517-86922002000600006
Abstract: cardiovascular diseases represent the major worldwide cause of death, and their significant growth in developing countries alerts against their impact on underprivileged classes. cardiovascular diseases are subject to a set of risk factors, some of which can be altered through changes in lifestyle, such as balanced diet and regular exercising. the purpose of this review is to approach these factors in order to prevent and control cardiovascular diseases. the consumption of vegetables, fruit, whole grains, soybeans, olive oil, and fish must be increased, although limiting the amount of fat. saturated and trans fatty acids must be avoided, as well as excessive use of salt and alcoholic beverages. besides aerobics, resistance training activities are increasing their importance in cardiac rehabilitation. such lifestyle changes should be prioritized by public health authorities in order to hold back cardiovascular disease occurrence in our country.
Preven??o e atendimento inicial do trauma e doen?as cardiovasculares: um programa de ensino
Leit?o, Fernando Bueno Pereira;Sousa, Monica Caetano de;Birolini, Dario;Vieira, Joaquim Edson;
Revista Brasileira de Educa??o Médica , 2008, DOI: 10.1590/S0100-55022008000400002
Abstract: pursuing its mission of teaching, research and delivery of services to the community, the university of s?o paulo medical school has developed programs directed not only to its students but also to the community at large. one of these programs addresses first aid in case of trauma and cardiovascular diseases. following international guidelines recognized by the american heart association and the american college of surgeons, the institution offers theoretical and practical courses organized and held by certified instructors. a comparison of the tests made before and after the course showed that the health professionals achieved better results, probably as a result of their previous professional training. however, as the main goal of the course was providing first-aid training to the lay community, the used methodology was reviewed and more attention was given to the practical activities and space for discussions.
Promo o da Saúde e Nutri o Infantil na Aten o Básica  [cached]
Alessandra Amorim Machado,Fabio Aguiar Alves
Revista Práxis , 2012,
Abstract: Objetivo: Promover uma revis o da literatura sobre a promo o da saúde na infancia e adolescência e apresentar estratégias para preven o da obesidade infantil a nível de aten o primária. Fontes dos dados: Revis o nas bases de dados MEDLINE, SciELO e LILACS no período de 2000 a 2012. Os seguintes critérios de inclus o foram levados em considera o: trabalhos publicados entre 2000 e 2010, que abordassem nutri o infantil, obesidade infantil e estratégias para promo o da saúde nesta faixa etária. Além disso, foram selecionados livros que abordassem o tema da aten o básica em pediatria. Síntese dos dados: Os erros alimentares e o sedentarismo caracterizam a fase atual da história da humanidade aumentando o número de doen as cr nicas n o-transmissíveis. Para promo o da saúde é necessário mudan a de comportamento da popula o de forma a assumir a responsabilidade individual pela prática de atividade física regular e alimenta o adequada. Conclus o: A nutri o infantil emerge como prioridade no horizonte da saúde pública e o pediatra como instrumento fundamental na promo o da saúde e preven o de doen as.
Nutri o e desenvolvimento  [cached]
Arruda Ilma K. G. de,Arruda Bertoldo K. G. de
Cadernos de Saúde Pública , 1994,
Abstract: As discuss es sobre desenvolvimento e nutri o freqüentemente se realizam sob um duplo enfoque: aqueles que consideram o estado nutricional como reflexo do desenvolvimento, e os que admitem que a nutri o influencia fortemente no nível e ritmo desse desenvolvimento. Os autores focalizam o tema visualizando a nutri o como um fator decisivo para um bom desenvolvimento social e econ mico, particularizando o fato de que as interven es nutricionais podem contribuir para melhorias significativas nos resultados escolares, na produtividade do trabalho e na resistência às infec es. Assim, os reflexos da desnutri o na economia seriam evidentes: quer pelas limita es na expectativa de renda, quer pelo aumento dos custos dos compromissos que a popula o assume para proteger-se, quer pelos avultados custos ocultos de origem social - absenteísmo, acidentes do trabalho e rotatividade de pessoal. Em face dos propósitos de moderniza o e competitividade da economia, é inquestionável a necessidade da nutri o figurar bem alto na lista de prioridades nacionais. Com isso, promover-se-ia o desenvolvimento dos recursos humanos e a preserva o desse capital, que é o ideário de uma economia socialmente responsável.
Doen as cardiovasculares na popula o idosa: análise do comportamento da mortalidade em município da regi o Sul do Brasil no período de 1979 a 1998
Mathias Thais Aidar de Freitas,Jorge Maria Helena Prado de Mello,Laurenti Ruy
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Conhecer o comportamento da mortalidade por doen as cardiovasculares em idosos residentes em Maringá-PR. MéTODOS: Foram analisadas as causas de morte num período de 20 anos, segundo sexo, idade e agrupamentos da Classifica o Internacional de Doen as, 9a e 10a Revis es, utilizando-se banco de dados de mortalidade do Ministério da Saúde. RESULTADOS: Em rela o ao total de óbitos em idosos, a mortalidade proporcional por doen as cerebrovasculares e doen a isquêmica do cora o diminuiu 42,5% e 34,4% e aumentou de 119% para a hipertens o que passou de 2,1% para 4,6%. Houve queda do risco de morte por doen a cerebrovascular, doen a isquêmica do cora o e outras formas de doen as do cora o de 51,2%, 44,6% e de 12,5%, respectivamente. Para a doen a cerebrovascular e doen a isquêmica do cora o, a queda na estimativa do risco de morte foi maior para as mulheres e, para as outras formas de doen as do cora o, a queda foi maior para os homens. Em rela o às faixas etárias observou-se que os riscos de óbito s o crescentes à medida que avan a a idade para cada uma das doen as cardiovasculares, em ambos os sexos. CONCLUS O: As doen as cardiovasculares continuam sendo importantes na morbimortalidade da popula o idosa, exigindo ainda maiores esfor os dos servi os de saúde para sua preven o e tratamento.
ACEITA O E PERCEP O DOS ESTUDANTES DE GASTRONOMIA E NUTRI O EM RELA O AOS ALIMENTOS FUNCIONAIS  [cached]
Graziele Resende MELO,Ana Paula TEIXEIRA,Renata Puppin ZANDONADI
Alimentos e Nutri??o , 2010,
Abstract: O termo “alimento funcional” foi introduzido no Jap o (1980) e, apesar de comumente utilizado, ainda n o existe de ni o mundialmente aceita. Estudos a rmam que sua aceita o está relacionada à informa o recebida. Assim, pro ssionais da área de alimentos devem divulgar informa es acerca de seus benefícios para promo o de alimenta o saudável. Portanto, buscou-se veri car aceita o e percep o dos alunos de Gastronomia e Nutri o do DF em rela o aos “alimentos funcionais” por meio de estudo transversal com quest es fechadas e posterior análise estatística. Foram aplicados 128 questionários: 80 em estudantes de nutri o (EN) e 48 em estudantes de gastronomia (EG). Dos estudantes de nutri o (EN), 100% já ouviram falar sobre “alimentos funcionais” e sabe seu signi cado. Dos estudantes de Gastronomia (EG), 23% desconheciam o termo e, com isso, este percentual foi excluído da pesquisa, restando um universo de 117 respondentes. Apenas 22% dos EN n o realizam pesquisas relativas ao assunto, assim como 42% dos EG. Quanto à preven o de doen as 96% EN e 89% EG acreditam que seja possível por meio da ingest o regular desses alimentos. Porém, apenas 29% EN e 38% EG comprariam um alimento desconhecido sabendo que ele possui alega o de propriedade funcional ou de saúde. Além disso, 50% EN e 70% EG acreditam que o sabor de um alimento é mais importante que seus efeitos na saúde. Da mesma forma, 56% EN e 54% EG n o comprariam um “alimento funcional” sem conhecer o seu sabor. Portanto, observa-se que os alunos est o cientes da importancia do consumo de alimentos que possam promover saúde e prevenir o surgimento de doen as. Porém, ao optar por utilizar esses alimentos, se deparam com fatores como a falta de hábitos alimentares e, principalmente, o sabor diferenciado dos “alimentos funcionais” que di cultam no momento da sua escolha.
OCORRêNCIA DE DOEN AS CARDIOVASCULARES E PULMONARES EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATóIDE  [cached]
Mirizana Alves-de-Almeida,Benedito Viana Rodrigues,Amanda Souza Oliveira,Raquel Almeida Marques
Fisioterapia & Saúde Funcional , 2012,
Abstract: Introdu o: A Artrite Reumatóide é uma doen a inflamatória cr nica e sistêmica e pode apresentar sintomas extra articulares, atingindo outros órg os. Objetivo: Constatar a ocorrência de doen as cardiovasculares e pulmonares e verificar a presen a de fatores de risco em pacientes com artrite reumatóide. Metodologia: Esta é uma pesquisa de campo, documental e transversal, realizada no Hospital Geral César Cals, com 44 portadores de artrite reumatóide. Resultados: Dos 44 pacientes, 40 (91%) eram do sexo feminino e 4 (9%) do masculino, com faixa etária prevalente de 56 a 65 anos. As doen as cardiovasculares ocorreram em 12 pacientes (27,27%), as quais foram: quatro infarto agudo do miocárdio, quatro miocardiopatia hipertrófica, dois varizes, um vasculite e um estenose aórtica. As doen as pulmonares ocorreram em 5 pacientes, n o sendo possível destacar prevalência (asma, tuberculose, alergias respiratórias, bronquite e pneumonia). Ao investigar os fatores de risco para doen as cardiovasculares e pulmonares, constatou-se que a maioria estava relacionada aos hábitos de vida, como: hipertens o arterial 33 (30%), tabagismo 29 (26,36%), sedentarismo 22 (20%), etilismo 17 (15,45%) e diabetes 9 (8,18%). Dos entrevistados, 16 n o praticavam atividade física e 9 praticavam, 15 relataram possuir hábitos alimentares saudáveis e 10 relataram n o possuir. Conclus o: Foi encontrada tanto a ocorrência de doen as cardiovasculares (que foi maior) como a de doen as pulmonares, enfatizando a importancia da detec o e preven o dos fatores de risco e das altera es cardiovasculares e pulmonares em pacientes com artrite reumatóide, para que se promova assim um tratamento mais completo. Palavras-chave: Artrite reumatóide. Doen as cardiovasculares. Pneumopatias.
ácidos graxos e doen as cardiovasculares: uma revis o  [cached]
LIMA Flávia Emília Leite de,MENEZES Tarciana Nobre de,TAVARES Miriam Paulichenco,SZARFARC Sophia Cornbluth
Revista de Nutri??o , 2000,
Abstract: Nas últimas décadas a prevalência de doen as cardiovasculares tem aumentado progressivamente, tornando-se um grave problema de saúde pública. Alguns estudos têm demonstrado haver uma associa o positiva entre a ingest o de gordura saturada e a prevalência dessas doen as, bem como uma associa o negativa com a ingest o de gorduras insaturadas. Esses conhecimentos motivaram uma evolu o nas recomenda es dos ácidos graxos, visando melhor utiliza o destes e respeitando-se uma propor o adequada na dieta, a fim de diminuir a prevalência das doen as cardiovasculares. Este trabalho tem como objetivo realizar uma revis o da literatura médica sobre os estudos desenvolvidos com ácidos graxos e seus possíveis efeitos em doen as cardiovasculares, bem como evolu o de suas recomenda es através do tempo, tendências de consumo e perspectivas futuras.
Reabilita??o cardiovascular: custo-benefício
Souza, Eva Cantalejo Munhoz Stadler de;Leite, Neiva;Radominski, Rosana Bento;Rodriguez-A?ez, Ciro Romélio;Correia, Márcio Rodrigo H.;Omeiri, Samir;
Revista Brasileira de Medicina do Esporte , 2000, DOI: 10.1590/S1517-86922000000400006
Abstract: nestes últimos 50 anos deste milênio foi conseguido um volume de pesquisa e recursos para o diagnóstico, a preven??o e o tratamento das doen?as cardiovasculares, focalizando em especial a aterosclerose como uma doen?a multifatorial e sistêmica. um grande avan?o tecnológico ocorreu, como nunca antes visto em nenhuma área da medicina, mas infelizmente a maioria deste avan?o tecnológico foi destinado ao tratamento das complica??es da aterosclerose. nas últimas duas décadas tivemos a oportunidade de assistir, presenciar e empregar resultados de pesquisas que focalizam aquilo que seria o tratamento efetivo da aterosclerose: a preven??o primária e secundária, e em termos de preven??o secundária a palavra de ordem é frear a evolu??o da doen?a ou conseguir a regress?o da doen?a aterosclerótica. estudos clínicos têm demonstrado que estes resultados s?o possíveis, agora, n?o apenas um sonho dos médicos e cientistas. mas há ainda uma distancia muito grande entre o conhecimento e seu emprego diário, tanto pelos médicos, como pela comunidade. entidades dedicadas à preven??o de doen?as cardiovasculares prop?em pesquisas na preven??o, nos cuidados e tratamento das doen?as cardiovasculares1 e muitos expertos participam de consensos médicos para a normatiza??o e aplica??o das medidas discutidas ou em debate mundial. o exercício físico tem seu papel claramente definido na preven??o primária e secundária, n?o só das doen?as cardiovasculares, como também de todas as doen?as, ou seja, é mais amplo, é a realiza??o plena da "promo??o da saúde", e hoje o exercício físico é abordado como "terapêutica cardiovascula", ou seja, a prescri??o de exercícios físicos é uma terapêutica, o médico que n?o prescreve atividade física está deixando o seu paciente sem uma alternativa terapêutica muito importante. stephard e balady2 em excelente artigo recentemente publicado, abordando "exercício como terapêutica cardiovascular", concluíram que um estilo de vida fisicamente ativo pode ser melhor "comprado"
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