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Efeito da administra o do atracúrio sobre a recupera o do bloqueio neuromuscular induzido pelo pancur nio  [cached]
Maria Luís Fernando Rodrigues,Tardelli Maria Angela,Rodrigues Rita de Cássia
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2004,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Freqüentemente em cirurgias abdominais, na fase de fechamento da parede, há necessidade de doses adicionais de bloqueador neuromuscular. O objetivo deste estudo foi analisar, na vigência de recupera o parcial do bloqueio neuromuscular induzido pelo pancur nio, o efeito da administra o de dose complementar de atracúrio sobre a recupera o espontanea do bloqueio neuromuscular. MéTODO: Foram estudados 30 pacientes, divididos em dois grupos, 14 pacientes formaram o grupo pancur nio e 16 pacientes, o grupo atracúrio. A fun o neuromuscular foi monitorizada de forma contínua por acelerometria do músculo adutor do polegar, utilizando a seqüência de quatro estímulos (SQE), através da estimula o supramáxima do nervo ulnar. A indu o da anestesia foi feita com propofol, fentanil, pancur nio 0,08 mg.kg-1 e a manuten o com N2O 60% em oxigênio e isoflurano na concentra o expirada de 0,5%. Quando a primeira contra o da seqüência de quatro estímulos (T1) recuperou 25%, o grupo pancur nio recebeu pancur nio 0,025 mg.kg-1 e o grupo atracúrio, 0,20 mg.kg-1 de atracúrio. Após a dose complementar foram anotados os tempos para recupera o espontanea de T1 igual a 10%, 25%, 75%, do índice de recupera o (IR25-75%) e da rela o T4/T1 igual a 0,8. RESULTADOS: Os tempos de recupera o espontanea após dose complementar de pancur nio ou atracúrio n o diferiram quando avaliados pela recupera o de T1 em 10% (45,00 ± 15,50 vs 49,69 ± 9,41), 25% (61,64 ± 18,58 vs 64,25 ± 12,51) e 75% (94,00 ± 28,52 vs 84,69 ± 16,50). O IR25-75% (32,36 ± 13,76 vs 20,44 ± 9,24) e o tempo de recupera o da rela o T4/T1 = 0,8 (176,86 ± 29,57 vs 141,50 ± 29,57) foram menores no grupo do atracúrio. CONCLUS ES: Nas condi es deste estudo, a complementa o com atracúrio n o promoveu altera o na recupera o espontanea inicial do bloqueio neuromuscular induzido pelo pancur nio e promoveu diminui o de 20% no tempo de recupera o total.
Influência do propofol e do etomidato no bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur nio: avalia o pela aceleromiografia
Munhoz Derli Concei??o,Braga Angélica de Fátima de Assun??o,Potério Glória Maria Braga
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2002,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Alguns hipnóticos podem interagir com os bloqueadores neuromusculares (BNM) potencializando seus efeitos. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do propofol e do etomidato sobre o bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur nio. MéTODO: Foram incluídos no estudo 60 pacientes, estado físico ASA I e II, submetidos a cirurgias eletivas sob anestesia geral, distribuídos aleatoriamente em dois grupos de acordo com o hipnótico empregado: Grupo I (propofol) e Grupo II (etomidato). Todos os pacientes receberam midazolam (0,1 mg.kg-1) por via muscular como medica o pré-anestésica, 30 minutos antes da cirurgia. A indu o anestésica foi obtida com propofol (2,5 mg.kg-1) ou etomidato (0,3 mg.kg-1) precedido de alfentanil (50 μg.kg-1) e seguido de rocur nio (0,6 mg.kg-1). Os pacientes foram ventilados sob máscara com oxigênio a 100% até a obten o de redu o de 75% ou mais na amplitude da resposta do músculo adutor do polegar, quando foram realizadas as manobras de laringoscopia e intuba o traqueal. A fun o neuromuscular foi monitorizada com aceleromiografia. Foram avaliados: tempo de início de a o do rocur nio (T1 <= 25%); tempo para instala o do bloqueio neuromuscular total; grau de bloqueio neuromuscular no momento da intuba o traqueal; condi es de intuba o traqueal e repercuss es hemodinamicas. RESULTADOS: Os tempos de início de a o e instala o de bloqueio neuromuscular total (segundos) produzido pelo rocur nio foram: Grupo I (48,20 ± 10,85 s e 58,87 ± 10,73 s) e Grupo II (51,20 ± 13,80 s e 64,27 ± 18,55 s). O grau de bloqueio neuromuscular no momento da intuba o traqueal foi: Grupo I (77,50%) e Grupo II (76,96%). As condi es de intuba o traqueal foram satisfatórias em 100% dos pacientes do Grupo I e em 83,33% no Grupo II. Nos dois grupos, após a inje o do hipnótico, observou-se diminui o significativa da press o arterial média seguida de eleva o. CONCLUS ES: O propofol e o etomidato comportaram-se de maneira semelhante em rela o à instala o do bloqueio neuromuscular e às condi es de intuba o traqueal produzidos pelo rocur nio.
Avalia o das condi es de intuba o traqueal com rocur nio aos 60 segundos em crian as, adultos e idosos  [cached]
Almeida Maria Cristina Sim?es de,Martins Rogério Silveira,Martins Ana Lúcia Costa
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2004,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O rocur nio apresenta um início de a o mais rápido do que todos os outros bloqueadores neuromusculares adespolarizantes disponíveis comercialmente, permitindo a intuba o traqueal em tempo similar ao da succinilcolina. Além do relaxamento das cordas vocais, também é importante para uma intuba o rápida e segura, em que n o haja rea o ao tubo traqueal ou tosse após a sua coloca o. Esse trabalho tem por objetivo comparar as condi es de intuba o traqueal com rocur nio (0,6 mg.kg-1) com escala clínica em crian as, adultos e idosos. MéTODO: Após medica o pré-anestésica com midazolam, monitoriza o de rotina e indu o da anestesia com propofol e fentanil, foram avaliadas, por escala clínica, as condi es de intuba o traqueal após 60 segundos, em 60 pacientes com idades entre 1 e 88 anos, estado físico ASA I a III, que receberam rocur nio (0,6 mg.kg-1) em 5 segundos. Os pacientes foram divididos em três grupos de acordo com a faixa etária: Grupo 1 (G1) crian as de até 12 anos, Grupo 2 (G2), adultos de 18 a 65 anos e Grupo 3 (G3), pacientes acima de 65 anos. Foram analisados os seguintes parametros: as condi es de intuba o traqueal por escala clínica, a press o arterial e o pulso, aferidos antes (controle),após a indu o, após a inje o de rocur nio, 3 e 5 minutos após a intuba o traqueal. RESULTADOS: Todos os pacientes foram intubados com sucesso em 60 segundos, mas as condi es clinicamente aceitáveis em 100% dos casos só foram obtidas nos adultos e idosos. Três crian as foram classificadas como em condi es ruins devido à presen a de tosse sustentada por mais de 10 segundos. N o houve altera es significativas da press o arterial nem da freqüência do pulso durante o estudo. CONCLUS ES: Nas condi es desse estudo, a dose de 0,6 mg.kg-1 foi suficiente para intuba o traqueal em 60 segundos em adultos e idosos. No entanto, foi insuficiente para obten o de condi es de intuba o traqueal clinicamente aceitáveis em 60 segundos em 100% das crian as.
Efeito da administra??o do atracúrio sobre a recupera??o do bloqueio neuromuscular induzido pelo pancur?nio
Maria, Luís Fernando Rodrigues;Tardelli, Maria Angela;Rodrigues, Rita de Cássia;
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2004, DOI: 10.1590/S0034-70942004000300004
Abstract: background and objectives: additional neuromuscular blocker doses are in general needed during wall closing after abdominal surgeries. this study aimed at determining during partial pancuronium-induced neuromuscular block recovery, the effect of additional atracurium dose on spontaneous neuromuscular block recovery. methods: participated in this study 30 patients divided in two groups: pancuronium group (n = 14) and atracurium group (n = 16). neuromuscular function was continuously monitored by accelerometry of abductor pollicis muscle using tof to supramaximally stimulate ulnar nerve. anesthesia was induced with propofol, fentanyl and 0.08 mg.kg-1 pancuronium, and was maintained with 60% n2o in oxygen and 0.5% isoflurane expired concentration. when t1 returned to 25% of control, 0.025 mg.kg-1 pancuronium or 0.20 mg.kg-1 atracurium were administered to pancuronium or atracurium group, respectively. time for spontaneous t1 recovery = 10%, 25%, 75% of recovery index (ri 25-75%) and time to t4/t1 equal 0.8 after complementary dose, were recorded. results: there were no differences between groups on t1 spontaneous recovery to 10% (45.00 ± 15.50 vs. 49.69 ± 9.41), 25% (61.64 ± 18.58 vs. 64.25 ± 12.51) and 75% (94.00 ± 28.52 vs. 84.69 ± 16.50). recovery index (ri 25-75%) and time to t4/t1= 0.8 were shorter in the atracurium group. conclusions: in this study, atracurium complementation has made no difference in initial spontaneous recovery of pancuronium-induced neuromuscular block, but has decreased total recovery time in 20%.
Influência do propofol e do etomidato no bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur?nio: avalia??o pela aceleromiografia
Munhoz, Derli Concei??o;Braga, Angélica de Fátima de Assun??o;Potério, Glória Maria Braga;
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2002, DOI: 10.1590/S0034-70942002000600003
Abstract: background and objectives: some hypnotics may interact with neuromuscular blockers and potentiate their effects. this study aimed at evaluating the influence of propofol and etomidate on rocuronium-induced neuromuscular block. methods: participated in this study 60 patients, physical status asa i and ii, scheduled for elective surgeries under general anesthesia, who were randomly distributed in two groups according to the hypnotic drug: group i (propofol) and group ii (etomidate). all patients were premedicated with intramuscular midazolam (0.1 mg.kg-1), 30 minutes before surgery. anesthesia was induced with propofol (2.5 mg.kg-1) or etomidate (0.3 mg.kg-1) preceded by alfentanil (50 μg.kg-1) and followed by rocuronium (0.6 mg.kg-1). patients were ventilated under mask with 100% oxygen until achieving a decrease of 75% or more in the adductor pollicis muscle response amplitude. neuromuscular function was monitored by accelerometry. the following parameters were evaluated: rocuronium onset (t1 £ 25%); time for complete neuromuscular block; neuromuscular block degree at tracheal intubation; tracheal intubation conditions and hemodynamic effects. results: complete rocuronium-induced neuromuscular block onset times (in seconds) were: group i (48.20 ± 10.85 s and 58.87 ± 10.73 s) and group ii (51.20 ± 13.80 s and 64.27 ± 18.55 s). neuromuscular block degree at tracheal intubation was: group i (77.50%) and group ii (76.96%). tracheal intubation conditions were satisfactory in 100% of group i patients and in 83.33% of group ii patients. there has been a significant decrease in mean blood pressure, followed by an increase after hypnotic injection, in both groups. conclusions: propofol and etomidate had a similar behavior regarding time for rocuronium-induced neuromuscular block and tracheal intubation conditions.
Influência da procainamida sobre o bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur?nio e investiga??o sobre o mecanismo de a??o da procainamida na jun??o neuromuscular
Martins, Thalita Duque;Loyola, Yolanda Christina S.;Braga, Angélica de Fátima de Assun??o;
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2007, DOI: 10.1590/S0034-70942007000100008
Abstract: background and objectives: it has already been proved that procainamide potentiates the neuromuscular blockade of d-tubocurarine; however, the mechanism of this potentiation is controversial. the aim of this study was to assess the influence of procainamide on the neuromuscular blockade produced by rocuronium and investigate the mechanisms of this interaction. methods: fifteen rats (250 to 300 g) were used in the preparation described by bülbring. they were divided in three groups (n = 5 each): procainamide - 20 μg.ml-1 (group i); rocuronium - 4 μg.ml-1 (group ii); and rocuronium - 4 μg.ml-1 and procainamide - 20 μg.ml-1 (group iii). the following parameters were evaluated: 1) amplitude of muscle contractions under indirect stimulation, before and after the administration of the drugs; 2) miniature end plate potentials (mepps); and 3) the efficacy of 4-aminopyridine in reverting the muscular blockade. the mechanism of the interaction was studied in biventer cervicis (n = 5) and in the denervated rat diaphragm (n = 5), observing the influence of procainamide in the response to acetylcholine. results: procainamide alone did not change the neuromuscular responses. group iii presented a 68.6% ± 7.1% blockade, which represented a statistically significant difference (p = 0.0067) when compared with group ii (10.4% ± 4.5%), which was reverted by 4-aminopiridine. procainamide increased the frequency of the mepp, followed by a blockade that was reverted by 4-aminopiridine. in biventer cervicis, procainamide increased the contraction in response to acetylcholine, which was not observed in the denervated diaphragm. conclusions: procainamide potentiated the blockade caused by rocuronium. the changes observed with mepp and biventer cervicis identified pre-synaptic action. the antagonism of 4-aminopiridine on the blockade of the mepp suggested receptor desensitization by procainamide.
Influência da lidocaína no bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur?nio: estudo em prepara??o nervo frênico-diafragma de rato
Loyola, Yolanda Christina S.;Braga, Angélica de Fátima de Assun??o;Potério, Glória Maria Braga;Sousa, Silmara Rodrigues de;Fernandes, Samanta Cristina Antoniassi;Braga, Franklin S. da Silva;
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2006, DOI: 10.1590/S0034-70942006000200006
Abstract: background and objectives: the action mechanism of local anesthetics (la) on neuromuscular junction motivated several studies. when administered at low doses, they do not interfere on neuromuscular transmission. but high doses may compromise neuromuscular transmission and increase the effects of neuromuscular blockers. the objective of this study was to evaluate lidocaine interaction with rocuronium on rat diaphragm through its influence on neuromuscular block degree. methods: rats, weighing between 250 and 300 g, were used. preparation was set according to the technique described by bulbring. groups were formed (n = 5) according to the drug being studied: lidocaine - 20 μg.ml-1 (group i); rocuronium - 4 μg.ml-1 (group ii), and rocuronium - 4 μg.ml-1 with lidocaine - 20 μg.ml-1 (group iii). the following items were assessed: 1) the extent of diaphragm muscle responses to indirect stimulation, both before and 60 minutes after adding lidocaine and a neuromuscular blocker; 2) membrane potentials (mp) and miniature end-plate potentials (mepp); 3) the effectiveness of neostigmine, and 4) aminopyridine on neuromuscular blockage reversal. results: when administered separately, lidocaine did not alter the extent of muscular responses. with the previous use of lidocaine, rocuronium neuromuscular blockage was 82.8% ± 1.91%, with a significant difference (p = 0.0079) when compared to the group with isolated rocuronium (57.8% ± 1.9%). blockage was both partially and fully reverted by neostigmine and 4-aminopyridine, respectively. lidocaine did not alter membrane potential and caused an initial increase on mepp, followed by a blockage. conclusions: lidocaine increases the neuromuscular blocking produced by rocuronium. mepp modifications identify a presynaptic action. the complete antagonism of 4-aminopyridine indicates a presynaptic component. this idea is supported by the partial antagonism through neostigmine.
Influência de anestésicos locais sobre o bloqueio neuromuscular produzido pelo rocur?nio: a??o da lidocaína e da mistura enantiomérica em excesso de 50% de bupivacaína na jun??o neuromuscular
Braga, Angélica de Fátima de Assun??o;Carvalho, Vanessa Henriques;Braga, Franklin Sarmento da Silva;Rodrigues-Simioni, Léa;Loyola, Yolanda Christina S;Potério, Glória Braga;
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2009, DOI: 10.1590/S0034-70942009000600008
Abstract: background and objectives: the effects of local anesthetics (la) on neuromuscular transmission and their influence on the neuromuscular blockade produced by competitive neuromuscular blockers have not been fully investigated. the objective of this study was to evaluate, in vitro, the effects of lidocaine and 50% enantiomeric excess bupivacaine (s75-r25) on the neuromuscular blockade produced by rocuronium. methods: the rats were divided in five groups (n = 5) according to the drug used: isolated lidocaine, bupivacaine (s75-r25), or rocuronium (groups i, ii, and ii); and rocuronium in preparations previously exposed to las (groups iv and v). the concentrations used were as follows: 20 μg.ml-1, 5 μg.ml-1, and 4 μg.ml-1 of lidocaine, bupivacaine (s75-r25), and rocuronium, respectively. the following parameters were evaluated: 1) the strength of muscular contraction of the diaphragm to indirect electrical stimulations, before and 60 minutes after the isolated addition of the las and rocuronium, and the association al-rocuronium; and 2) the effects of las on membrane potential (mp) and miniature end-plate potentials (mepp). the effect of las on muscle contraction in response to acetylcholine was evaluated in chick biventer cervicis preparations. results: isolated lidocaine and bupivacaine (s75-r25) did not change the muscular response and the levels of mps. in preparations exposed to las, rocuroniuminduced blockade was significantly greater than that produced by rocuronium alone. in chick biventer cervicis preparations, lidocaine and bupivacaine (s75r25) decreased contraction in response to acetylcholine. lidocaine increased the frequency of mepps, which was followed by the blockade; bupivacaine (s75r25) caused a reduction in mepps followed by blockade. conclusions: local anesthetics caused a potentiation of the neuromuscular blockade produced by rocuronium. the results showed pre- and post-synaptic effects.
Nodula o e absor o de nitrogênio pelo amendoim em resposta à calagem, cobalto e molibdênio  [cached]
Caires Eduardo Fávero,Rosolem Ciro Antonio
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: A resposta do amendoim à calagem tem sido atribuída ao fornecimento de cálcio, mas também tem sido observada maior absor o de nitrogênio. Um experimento foi desenvolvido em casa de vegeta o, em vasos de polietileno, utilizando-se um Latossolo Vermelho distrófico textura média, para estudar os efeitos da calagem e da aplica o de cobalto e molibdênio sobre a nodula o e a absor o de nitrogênio pelo amendoim, cultivar Tatu. O delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso, em esquema fatorial 4x3, com quatro repeti es. Os tratamentos do fatorial constituíram-se de quatro aplica es de nutrientes nas sementes (sem aplica o; 0,16 g kg-1 de Co; 0,58 g kg-1 de Mo e 0,16 + 0,58 g kg-1 de Co e Mo, respectivamente) e três doses de calcário (0, 4 e 6 t ha-1). A aplica o de cobalto nas sementes n o exerceu efeito sobre a nodula o e a absor o de nitrogênio pelo amendoim. A calagem aumentou a absor o de nitrogênio pelo amendoim, provavelmente por causar melhoria na fixa o simbiótica do N2, em decorrência da forma o de maior número de nódulos. Apesar do molibdênio ter aumentado a matéria seca de nódulos na planta de amendoim, a sua aplica o n o influenciou a absor o de nitrogênio, mostrando que a redu o da toxicidade de manganês pela calagem foi mais importante do que o aumento da disponibilidade de molibdênio para a forma o de nódulos e a fixa o simbiótica do N2.
O patrim?nio líquido exigido pelo Conselho Monetário Nacional
Ulhoa, Ulisses de;Yamamoto, Marina Mitiyo;
Caderno de Estudos , 1999, DOI: 10.1590/S1413-92511999000200001
Abstract: o trabalho parte das circulares cmn/bacen no. 2099/91 e no. 2399/97 que estabelecem a forma de cálculo do patrim?nio líquido exigido - ple, criado com base no acordo da basiléia de 1988. o modelo adotado para o ple visa à cobertura do risco de crédito das opera??es ativas das institui??es financeiras. após uma introdu??o à quest?o do risco e de seu significado econ?mico, o modelo de risco instituído pelo cmn/bacen é explorado em dois segmentos: o ple pelos contratos de swap e o ple devido às opera??es ativas de uma institui??o financeira. durante a explana??o, a fórmula do ple é deduzida e analisada à luz dos conceitos estatísticos e contábeis. alguns dos pressupostos assumidos pelo cmn/bacen na ado??o do modelo do ple, a rentabilidade e a composi??o do funding das institui??es financeiras foram alteradas. tais altera??es s?o evidenciadas. a contribui??o do trabalho relaciona-se à explora??o e evidencia??o dos conceitos e origens do cálculo e evidencia??o dos conceitos e origens do cálculo do ple. tais elementos n?o foram explicados pelo cmn/bacen, que os baixou como norma, sem indicar suas origens.
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