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Fertilidade de gemas em videiras: fisiologia e fatores envolvidos
Renato Vasconcelos Botelho,Erasmo José Paioli Pires,Maurilo Monteiro Terra
Ambiência , 2006,
Abstract: O presente trabalho teve como objetivo descrever a fisiologia da forma o das gemas férteis em videiras, assim como discutir os fatores envolvidos neste processo. A forma o das inflorescências em videiras se inicia no ciclo anterior à sua antese, durante o desenvolvimento das gemas latentes, sendo concluída na brota o destas gemas no ciclo seguinte. Didaticamente, este processo pode ser dividido em três principais etapas: 1) Forma o do primórdio indiferenciado; 2) Diferencia o em primórdio de inflorescência; e 3) Diferencia o e forma o das flores. Os primórdios indiferenciados, protuberancias do tecido meristemático formados no interior da gema, podem dar origem a inflorescências, gavinhas ou brota es, dependendo de diversos fatores, tais como: balan o hormonal, característica varietal, vigor dos ramos, temperatura, intensidade luminosa, disponibilidade de água, nutri o mineral e práticas culturais. Do ponto de vista agron mico, concluí-se que o manejo de um vinhedo n o deve visar estritamente a produ o do ciclo corrente, mas também a forma o das gemas para o ciclo seguinte, pois esta é a primeira condi o para a obten o de alta produtividade em videiras.
Fronteiras entre análise do comportamento e fisiologia: Skinner e a temática dos eventos privados  [cached]
Tourinho Emmanuel Zagury,Teixeira Eveny da Rocha,Maciel Josiane Miranda
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2000,
Abstract: O presente estudo examinou referências de B. F. Skinner à fisiologia em textos sobre eventos privados, com o objetivo de identificar elementos para uma demarca o mais precisa das rela es entre análise do comportamento e fisiologia. As contribui es de Skinner naquela dire o foram categorizadas em seis temas: a) variáveis biológicas como constitutivas, mas n o definidoras do fen meno comportamental privado; b) autonomia do recorte analítico-comportamental diante dos fatos biológicos/fisiológicos; c) limites de controle do comportamento por eventos internos/fisiológicos; d) comportamento privado como comportamento do organismo como um todo; e) distin o entre contato privilegiado e conhecimento privilegiado; e f) preserva o do recorte analítico-comportamental em situa o de análise aplicada do comportamento. As proposi es correspondentes às categorias descritas s o apontadas como originais na defini o do campo de uma ciência do comportamento e capazes de orientar coerentemente a demarca o das fronteiras entre análise do comportamento e fisiologia enquanto disciplinas independentes e complementares.
Fisiologia e produtividade do algodoeiro em solo encharcado na fase de plantula  [cached]
Souza José Gomes de,Beltr?o Napole?o Esberard de Macêdo,Santos José Wellington dos
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2001,
Abstract: O algodoeiro herbáceo (Gossypium hirsutum L. r. latifolium Hutch.) é uma planta considerada sensível à deficiência de oxigênio do solo. O objetivo deste trabalho foi avaliar a fisiologia e produtividade do algodoeiro cultivar CNPA 7H, em casa de vegeta o, submetido à anoxia, por encharcamento do solo, na fase de plantula. Foram conduzidos dois experimentos em blocos ao acaso, com sete períodos de encharcamento e seis repeti es. No encharcamento de quatro dias ocorreu uma redu o na atividade da invertase de 76,69%, da beta-amilase de 77,37% e da redutase do nitrato de 51,10%. A fotossíntese foi afetada a partir do primeiro dia e alcan ou decréscimo de 58,63% no décimo quarto dia de encharcamento; os carboidratos foram acumulando-se nas folhas, caule e raízes. O rendimento de algod o em caro o foi reduzido em 35,76% no décimo dia do estresse anoxítico.
Receptores acoplados à proteína G: implica es para a fisiologia e doen as endócrinas
Hauache Omar M.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: A maioria dos horm nios polipeptídicos e mesmo o cálcio extracelular atuam em suas células-alvo através de receptores acoplados à proteína G (GPCRs). Nos últimos anos, tem sido freqüente a identifica o e associa o causal de muta es em proteínas G e em GPCRs com diversas endocrinopatias, como diabetes insipidus nefrogênico, hipotiroidismo familiar, puberdade precoce familiar no sexo masculino e nódulos tiroidianos hiperfuncionantes. Nesta revis o, abordamos aspectos referentes ao mecanismo de transdu o do sinal acoplado à proteína G, e descrevemos como muta es em GPCRs podem levar a algumas doen as endócrinas. Finalmente, comentamos a respeito das implica es diagnósticas e terapêuticas associadas com o maior conhecimento dos GPCRs.
Fisiologia do estresse calórico e a utiliza o de eletrólitos em frangos de corte  [cached]
Borges Sebasti?o Aparecido,Maiorka Alex,Silva Ana Vitória Fischer da
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Várias altera es metabólicas e fisiológicas s o desencadeadas em frangos de corte submetidos a altas temperaturas ambientais, o que pode acarretar em grandes perdas no desempenho e na imunocompetência destas aves. Além das técnicas de controle ambiental estarem sendo freqüentemente empregadas para a redu o do impacto negativo do estresse calórico sobre o desempenho das aves, outras medidas est o constantemente sendo estudadas. Nos últimos anos, o manejo nutricional adequado também tem demonstrado ser efetivo como medida preventiva para o estresse calórico, pois o funcionamento do sistema termorregulador do frango (produ o de calor, rotas evaporativas e n o evaporativas de dissipa o de calor) pode ser influenciado pela dieta, em especial, o estabelecimento de adequados balan os eletrolíticos, devido a sua importancia fisiológica no mecanismo do estresse calórico. Assim, os mecanismos nutricionais devem ser reavaliados como uma ferramenta no controle desta disfun o metabólica das aves.
Efeito de dietas simples e complexas sobre a morfo-fisiologia gastrintestinal de leit es até 35 dias de idade  [cached]
Teixeira Alexandre de Oliveira,Lopes Darci Clementino,Ferreira Aloízio Soares,Donzele Juarez Lopes
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Um experimento foi realizado com o objetivo de verificar o efeito de dietas simples e complexas sobre a morfo-fisiologia gastrintestinal de leit es, nas fases de maternidade (7 aos 21 dias) e pós-desmame (21 aos 35 dias de idade). Utilizaram-se 96 leit es mesti os (machos e fêmeas), distribuídos em delineamento de blocos casualizados, com quatro tratamentos, seis repeti es e quatro leit es por unidade experimental. As dietas usadas foram: duas simples - uma com 16 e a outra 19% de proteína (PB) - e duas complexas - uma à base de milho, farinha de peixe, leite em pó e glúten de milho, sem o uso de farelo de soja (CSFS), e a outra à base de milho, farinha de peixe, leite em pó, farelo de soja e sem glúten de milho (CCFS), ambas com 19% de PB. Os leit es foram abatidos aos 14, 21, 28 e 35 dias de idade. Houve redu o dos pesos absoluto e relativo do fígado e do peso relativo do pancreas, com a utiliza o da dieta CSFS. O pH da ingesta estomacal e da digesta intestinal n o foi influenciado pelo tipo de dieta. Os animais que consumiram a dieta simples com 16% de PB e complexa CSFS obtiveram maior profundidade de cripta (PC) aos 21 e 35 dias de idade, respectivamente, n o tendo efeito sobre a altura das vilosidades (AV) e rela o vilosidade:cripta (RVC). A PC aumentou linearmente, enquanto a AV e RVC diminuíram quadraticamente até 27 e 30 dias de idade, respectivamente. As dietas simples ou complexa, em raz o da qualidade e quantidade dos ingredientes, afetaram a profundidade das criptas do intestino delgado e o peso dos órg os auxiliares da digest o, mas n o influenciaram o pH do conteúdo estomacal e intestinal de leit es desmamados aos 21 dias de idade.
Síndrome ascítica em frangos de corte: uma revis o sobre a fisiologia, avalia o e perspectivas  [cached]
Rosário Millor Fernandes do,Silva Marco Aurélio Neves da,Coelho Antonio Augusto Domingos,Savino Vicente José Maria
Ciência Rural , 2004,
Abstract: Os programas de melhoramento genético de frangos de corte que buscam máxima velocidade de ganho de peso, alta eficiência alimentar, alta viabilidade, maior rendimento de carca a e menor deposi o de gordura podem desencadear algumas síndromes fisiológicas, dentre as quais destacam-se o estresse calórico, a morte súbita e a ascite. A ascite se enquadra no conceito das síndromes multifatoriais, uma vez que sua manifesta o ocorre quando certos fatores genéticos e ambientais atuam em conjunto determinando o processo. As limita es anat mica e fisiológica da circula o sanguínea nos pulm es provocam a síndrome de hipertens o pulmonar (PHS); esta pode provocar grande acúmulo de fluido na cavidade abdominal, quadro este denominado de ascite. Ocorre redu o da eficiência da circula o sangüínea, levando as aves à morte por hipóxia, predominantemente no período entre 30 e 40 dias de idade. Uma vez desencadeado o processo ascítico, a ave dificilmente é aproveitada no abate já que a mesma restringe o consumo de alimento, ganhando menos peso. Adicionalmente, a carca a apresenta aumento do volume da cavidade abdominal e conseqüente congest o dos órg os internos. A descri o da fisiologia, medidas de avalia o e perspectivas s o apresentadas neste trabalho.
Resgatando a “Fisiologia da Paisagem”  [cached]
José Bueno Conti
Revista do Departamento de Geografia , 2001, DOI: 10.7154/rdg.v0i14.71
Abstract: Este trabalho pretende mostrar como os estudos da natureza devem ser feitos de forma integrada e a geografia física se esfor a para contribuir com trabalhos enquadrados na proposta metodológica conhecida como “fisiologia da paisagem”. Comenta um artigo utilizado várias vezes como modelo na disciplina do currículo de bacharelado em Geografia da USP que levava esse nome. O estudo, publicado em 1949, trata de um episódio de desestabiliza o generalizada no vale do rio Paraíba do Sul, no trecho mineiro – fluminense, em conseqüência de chuvas excepcionais. Este artigo compara-o com fen meno ocorrido em janeiro de 2000 na Mantiqueira, no limite entre S o Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Menciona outros exemplos, como os deslisamentos de mar o de 1967, na escarpa da serra do Mar em Caraguatatuba. Sugere que a rela o conflituosa entre sociedade e natureza pode conduzir, especialmente na zona tropical, a grandes desastres naturais e humanos.
Fronteiras entre análise do comportamento e fisiologia: Skinner e a temática dos eventos privados
Tourinho, Emmanuel Zagury;Teixeira, Eveny da Rocha;Maciel, Josiane Miranda;
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2000, DOI: 10.1590/S0102-79722000000300011
Abstract: this study examines b. f. skinner′s references to physiology in publications dealing with private events, in order to identify elements for a clearer definition of the relations between behavior analysis and physiology. skinner′s contributions were analyzed with reference to six thematic categories: a) biological variables as constitutive, albeit non-defining properties of private behavioral phenomena; b) the autonomous nature of the behavioral-analytical approach in the face of biological/physiological facts; c) limits of behavior control by internal/physiological events; d) private behavior as behavior of the organism as a whole; e) a distinction between privileged access and privileged knowledge; f) retention of the behavioral-analytical approach in applied behavior analysis. skinner′s propositions concerning the described categories are discussed as original in defining the field of a science of behavior and capable of providing a coherent guide for establishing clear-cut limits between behavior analysis and physiology as independent and complementary disciplines.
Fisiologia, concep??es médicas e o estatuto da medicina em Descartes
Fraga-Silveira, Lígia;
Trans/Form/A??o , 1985, DOI: 10.1590/S0101-31731985000100004
Abstract: nossa inten??o é mostrar como as concep??es médicas de descartes, disseminadas em suas obras e correspondência, se constituíram a partir de duas quest?es básicas colocadas pelo filósofo: 1o. como funciona nosso organismo; 2o. qual a natureza do corpo animal e por exten??o do corpo humano.
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