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Forma o do professor do ensino superior: um processo que se aprende?  [cached]
Silvia Maria de Aguiar Isaia,Doris Pires Vargas Bolzan
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2004,
Abstract: Este artigo se organiza a partir de estudos e pesquisas sobre a docência superior em Institui o de Ensino Superior - IES. A reflex o aqui proposta aponta alguns elementos essenciais para a constru o das competências necessárias e desejáveis para a atua o docente na universidade. Assim, apresentaremos os achados de pesquisa cujas preocupa es envolvem a temática dos desafios contemporaneos, visando formar docentes para atuarem no ensino superior. Os desafios s o delineados a partir de duas quest es iniciais: 1) Como se aprende a ser professor? 2) Como se constrói o conhecimento pedagógico necessário para este aprender? A primeira quest o focaliza a necessidade dos professores tomarem consciência de seus processos formativos, refletindo sobre os mesmos e, ao mesmo tempo estarem cientes de que este é um dos caminhos para aprenderem a ser docentes. A segunda trata da tessitura de uma rede de intera es para a constru o do conhecimento pedagógico compartilhado, possibilitando, através do diálogo, a reflex o sobre idéias, opini es e contradi es, oriundas deste processo interativo e mediacional, permitindo a produ o de um "novo" conhecimento pedagógico. A partir dessas discuss es, apontamos para a importancia da constru o de uma rede de media es capaz de propiciar a forma o de professores vista como um espa o interdisciplinar de compartilhamento pedagógico e epistemológico, para o qual convergem os saberes da docência, a integra o e a troca de experiências, necessárias a essa forma o. Neste sentido, as quest es trabalhadas neste artigo trazem aportes à pedagogia universitária, entendendo-a para além de práticas convencionais, reafirmando-se, assim, a pertinência da reflex o: ser professor do ensino superior é um processo que se aprende? Palavras-chave: Forma o de Professores. Trajetórias de Forma o. Aprendizagem Compartilhada. Conhecimento Pedagógico Compartilhado. Rede de Intera es e Media es.
As representa es do sujeito professor no manual didático de língua espanhola: uma leitura enunciativa
Kelly Cristini Granzotto Werner
Linguagem em (Dis)curso , 2007,
Abstract: Este texto apresenta os resultados de um estudo sobre a representa o da subjetividade do professor no livro didático de língua espanhola. O referencial teórico utilizado é a teoria da enuncia o de Benveniste, especificamente a no o de subjetividade na linguagem. Fizemos a análise da enuncia o escrita do manual e da enuncia o oral do professor mediante observa o, grava o e transcri o de quatro horas/aula. Analisamos a categoria de pessoa, dentre outros aspectos. Partimos da rela o interativa eu-tu, na sala de aula, o que permitiu a constitui o desses sujeitos na linguagem. Trabalhamos com duas hipóteses: se o professor profere fielmente o discurso do manual, representa-se como um repetidor do discurso alheio; se n o o repete, mostra-se como sujeito da sua enuncia o. Concluímos que o professor se representa como um mediador entre o livro e os alunos, adotando um discurso próprio, mas observamos que professor e alunos s o dependentes do discurso do livro.
A política educacional brasileira e os novos desafios da forma o do professor em geografia  [cached]
William Rosa Alves
Geografares , 2003,
Abstract: O texto se quer uma contribui o para o entendimento da condi o de professor de Geografia na contemporaneidade, o querequer reflex es sobre a reprodu o social e n o só sobre adimens o empírica de tal presen a. Assim, parte da localiza- o da política educacional como elemento das políticas sociais em geral, passa pela suas indica es para o “ser professor”, portanto qual forma o que o faz corresponder comoagente para a consecu o dos desígnios requeridos pela sociedade brasileira postos por meio do Estado, e ainda qual a rela- o entre os imperativos pedagógicos da afirma o do modode educa o demandado na sociedade brasileira e as tradi ese práticas identificadas como Geografia no Brasil. A argumenta o se desenvolve com a premissa da evidência de dois projetos principais de sociedade que polarizam o debate desde aconcep o até a execu o da política educacional no BrasilAbstractThis paper intends to be a contribution to the understanding ofthe condition of teacher of Geography in the contemporaneousness. This demands some reflection about the social reproduction and not only about the empirical dimension of suchpresence. Thus, part of the allocation of the educational policyas an element of the social policies in general, is related to theindications of these latter regarding the “being teacher”, therefore concerning which formation will make him better meetthe requirements to be an agent for the consecution of the aimsrequired by the Brazilian society, which are set through theState. It is also linked to the relation between the pedagogicalimperatives of the assertion of the mode of education demanded by the Brazilian society and the traditions and practicesidentified as Geography in Brazil. The argument is developedtaking the evidence brought about by the two main projects ofTexto apresentado na mesa redonda Política educacional brasileira e os novosdesafios da forma o do professor de Geografia, no 7o Encontro Nacionalde Prática de Ensino de Geografia (Vitória, setembro de 2003).GEOGRAFARES, Vitória, no 4, 2003A POLITICA EDUCACIONAL BRASILIERA147atual, que mesmo n o confluindo para um sentido único desenvolvem práticas com semelhan as e fus es que tornam complexo o entendimento das motiva es, dos processos e dosrumos dos expedientes aí mobilizados. Procura verificar sedivergem quanto à concep o do papel – e daí dos modos comseus princípios e das formas com seus expedientes – da educa- o na forma o social brasileira, considerando a demandapelo professor instrutor da produ o e, portanto, agente estatistada cidadania produtiva. Ruma-se para a
EL CEREBRO QUE APRENDE  [cached]
Bertha Marlen Velásquez Burgos,Nahyr Remolina de Cleves,María Graciela Calle Márquez
Tabula Rasa , 2009,
Abstract: En este texto se aborda el tema del cerebro que aprende, cuyo propósito es describir el proceso de aprendizaje del órgano pensante, la manera que se posibilita su desarrollo durante toda la vida a través de las numerosas conexiones sinápticas que se establecen entre las neuronas, todo lo cual facilita la estimulación, en lo concerniente a destrezas, habilidades y competencias que propician la construcción de nuevos aprendizajes. Lo anterior da razón de la plasticidad, flexibilidad y adaptabilidad del cerebro que sólo pueden ser potenciadas mediante la implementación de ambientes favorables de aprendizaje y de factores y estrategias pedagógicas que incrementen el total desarrollo del mismo.
Remembering Professor Mauro Francaviglia  [PDF]
Luciana De Rose
Advances in Historical Studies (AHS) , 2013,
Abstract: Remembering Professor Mauro Francaviglia
In Memoriam - Professor Barend Lessing  [cached]
Editorial Office
South African Journal of Human Resource Management , 2005, DOI: 10.4102/sajhrm.v3i1.55
Abstract: PROFESSOR BAREND LESSING 1941 – 2005
Proyecto Aprende: Práctica Formativa Innovadora  [PDF]
ángel Luis González-Olivares,Rosario Cruz,Verónica Varela
Revista de Psicología y Educación , 2011,
Abstract: El Proyecto Aprende es una práctica formativa innovadora en intervención con personas adultas con necesidades educativas especiales. Se dirige a educandos con dificultades de aprendizaje cualquiera que sea su causa u origen. La formación tiene una visión integradora, se utilizan ayudas pedagógicas para el logro de sus fines formativos. Del mismo modo, las necesidades educativas especiales en edad adulta no tienen el argumento de área curricular, son unos recursos más o menos instrumentales que ayudan a alcanzar los contenidos de otras áreas (lengua, matemáticas, ciencias…). Este programa no hace referencia a elementos básicos del currículo para una etapa concreta o un área específica, sino que pretende dar respuesta a las necesidades en función de las deficiencias que puedan presentar los alumnos, de los niveles de competencia curricular que posean y del grado de autonomía que puedan presentar.
O professor intérprete de língua de sinais em sala de aula: ponto de partida para se repensar a rela o ensino, sujeito e linguagem/The sign language teacher/interpreter in the classroom: the starting point for a re-evaluation of teaching, subject and language relations
Regina Maria de Souza,Vanessa Regina de Oliveira Martins,Lílian Cristine Ribeiro Nascimento,Francisca Paula Toledo Monteiro,Márcio Aparecido Mariguela,Adriana Duarte Bonini Mariguela,Adrián Francia Villalba,José Guillermo Milán-Ramos,Nina Virgínia de Araújo Leite,Martina Bailón Goday,Virginia Alonso Sosa,Concei??o Aparecida Costa Azenha,Andréa Cantarelli
ETD : Educa??o Temática Digital , 2007,
Abstract: O presente trabalho discute a necessária participa o educativa do intérprete de língua de sinais em sala de aula. A partir da teoria do Acontecimento Didático sobre o ensino e das idéias de Derrida sobre o ato interpretativo, defende a tese de que tentar estabelecer limites para a atua o do intérprete educacional - na tentativa de fazer com que n o se confunda com a figura do/a professor/a em sala de aula - é submeter-se a uma forma o discursiva de ensino que o reduz ou ao currículo, ou ao método (técnicas) ou a interven es que consideram t o somente a “capacidade” cognitiva do sujeito. The present paper discusses the necessary educational participation by the sign language interpreter in the classroom. Based on the Didactic Event teaching theory and Derrida′s ideas on the interpretive act, we argue that by setting limits for the educational interpreter’s performance – in an attempt to prevent him/her from being mistaken for a teacher in the classroom –, a discursive position about teaching is adopted, which restricts him/her to the curriculum, to the (technical) method or to the interventions that take into account only the cognitive “capacity” of the subject. Keywords Educa o de surdos --- Intérprete de língua de sinais --- Tradu o --- Deaf education --- Sign language interpreter --- Translation
A profissionalidade docente em uma abordagem construtivista  [cached]
Chakur Cilene Ribeiro de Sá Leite
Cadernos de Pesquisa , 2002,
Abstract: Este trabalho contrap e-se, de um lado, a investiga es cognitivistas que mostram imprecis es conceituais e exalta es exageradas da capacidade de reflex o e autonomia do professor e, de outro, a estudos evolutivos sobre a carreira docente que n o explicam os "desvios de rota" encontrados no desenvolvimento desse profissional do ensino. O estudo pretendeu identificar níveis de aquisi o da profissionalidade docente, nos ambitos da prática pedagógica, da autonomia e da identidade profissional, e a investigar formas de rea o dos professores a conflitos presentes no cotidiano escolar. Foram entrevistados 19 professores de 5a a 8a séries, de uma escola estadual de Araraquara, Estado de S o Paulo, empregando-se um conjunto de histórias que simulavam situa es escolares problemáticas. A análise dos depoimentos possibilitou o estabelecimento de três níveis hierárquicos na aquisi o da profissionalidade docente, cada qual se fazendo acompanhar de uma forma de rea o compensatória ao conflito. O estudo indica que a mudan a da prática profissional do professor depende de sua sensibiliza o n o apenas à própria mudan a, mas também aos fatores perturbadores centrais, nem sempre percebidos, do equilíbrio atingido. O professor pode perceber o conflito, sem que seja sensível à mudan a; e pode sensibilizar-se a mudar, sem que saiba como fazê-lo.
Metapsicologia do sujeito moderno  [cached]
Fleig Mario
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1999,
Abstract: Partindo do procedimento de compara o e oposi o entre modelos culturais, método de investiga o da antropologia cultural, examinamos os princípios organizadores da pré-modernidade e modernidade e seus efeitos no la o social na modernidade. Dos impasses daí resultantes, podemos situar tanto os sintomas sociais quanto as dificuldades subjetivas. A partir dessa psicopatologia podemos delimitar a clínica psicanalítica, criada por Freud, que pressup e o sujeito moderno inaugurado por Descartes e que coexiste com clínicas diversas. Tal delimita o implica definir os limites extremos do sujeito moderno, seus ideais e imperativos próprios. é isso que caracteriza a metapsicologia do sujeito moderno, submetido ao imperativo de sair de casa (abandonar a tradi o que o funda), referir-se dentro de um tempo e espa o sem centro fixo e submetido ao comando dos objetos. O aparelho psíquico se estrutura a partir do material que a cultura coloca à disposi o do sujeito, de tal modo que o inconscientizado singular n o se articula fora do social.
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