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AFETIVIDADE NA SALA DE AULA: CONCEP ES DE ALGUMAS DOCENTES
BORBA, Valdinéa Rodrigues de Souza,MACHADO, Andreza da Silva,CALIMAN, Renata Aparecida
Nucleus , 2008,
Abstract: The present work identifies and analyzes the affectivity in the initial series teachers’ vision. Itparts from the estimated that the interaction in social way, the feelings and affections influence the development ofthat individuals cognition. Vygotsky and Wallon, among other authors, bring important contributions to base thisquestion. The research was done through a questionnaire of seven questions to identify the teacher’s conceptionsabout affectivity. Eight initial series teachers had been interviewed, and, based in their answers and the theoreticalreferences, it was possible to detach the influence and relevance that the term has for learning. Conclusion: this question has much importance to good teacher/pupil relationship and for a good learning.O presente trabalho identifica e analisa a afetividade na vis o das docentes de séries iniciais. Parte dopressuposto de que a intera o no meio social, os sentimentos e afetos influenciam no desenvolvimento da cogni odo indivíduo. Vygotsky e Wallon, dentre outros autores, trazem importantes contribui es para fundamentar essaquest o. A pesquisa foi realizada através de um questionário de sete perguntas para identificar as concep es dasdocentes sobre o termo afetividade. Foram entrevistadas oito docentes de séries iniciais, e, com base em suasrespostas e nos referenciais teóricos, foi possível destacar a influência e relevancia que o termo possui em rela oà aprendizagem. Concluiu-se que esta quest o é de suma importancia para as docentes, e que é essencial um bom DOCENTESrelacionamento entre educador e educando para uma aprendizagem satisfatória.
Afetividade: a manifesta o de sentimentos na educa o = Affectivity: the manifestation of feelings in education
Mouri?o Mosquera, Juan José,Stob?us, Claus Dieter
Educa??o , 2006,
Abstract: Sentimentos e afetividade na Educa o s o temas que deveriam ser mais investigados e debatidos no meio acadêmico. Docentes deveriam saber lidar melhor consigo mesmos e com os outros, conhecer melhor como se produzem e manifestam seus sentimentos e afetividade, para poder lidar melhor também com seus alunos, colegas e familiares do aluno. Nosso artigo leva em conta aspectos do desenvolvimento humano, da Psicologia, mormente da Psicologia Positiva, sobre aqueles fatores que impulsionaram para um desenvolvimento humano, entendido como um todo e durante o ciclo vital, bem como elementos de saúde, mais que dos aspectos de doen a ou dificuldades/transtornos no desenvolvimento.
Cogni o, afetividade e moralidade  [cached]
Araújo Valéria Amorim Arantes de
Educa??o e Pesquisa , 2000,
Abstract: O presente trabalho fundamenta-se em algumas tendências atuais no campo da Psicologia Moral, que buscam compreender a natureza dos juízos e das a es morais, incorporando o papel da afetividade em tais processos. Para atender esse objetivo, s o apresentados alguns trabalhos recentes bem como os dados relativos a uma investiga o, na qual se buscou identificar e analisar as possíveis rela es entre os estados emocionais, os raciocínios morais e a organiza o do pensamento dos sujeitos quando solicitados a resolverem conflitos de natureza moral. Dentre seus resultados, foi encontrada uma forte rela o entre o estado emocional dos sujeitos e a forma como organizavam seu raciocínio. A partir das novas contribui es teóricas que vêm surgindo recentemente neste campo de estudos, discute-se a necessidade de se pesquisar como a educa o moral pode ser pautada em parametros distintos daqueles relacionados ao desenvolvimento e à constru o da capacidade racional da justi a. Sem negar a importancia de tal constru o, defende-se o princípio de que a educa o deve preocupar-se também com a constru o e organiza o da dimens o afetiva do psiquismo, buscando a forma o de personalidades morais que integrem em seus juízos e suas a es, ao mesmo tempo, os interesses pessoais e coletivos.
FORMA O IDENTITáRIA DE DOCENTES DA EDUCA O INFANTIL  [cached]
Tatiane Dalpério Toninato
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: FORMA O IDENTITáRIA DE DOCENTES DA EDUCA O INFANTIL
O Princípio da Afetividade no Direito das Famílias  [cached]
Thiago Montanari Marins
Revista de Direito dos Monitores da Universidade Federal Fluminense , 2009,
Abstract: O presente trabalho almeja tratar do princípio da afetividade, expondo seus principais aspectos e a sua aplica o no Direito das Famílias, tendo como base a sua inser o histórica na evolu o do conceito de família, a sua aplica o em casos concretos relevantes e a sua influência no ambito das decis es do Poder Judiciário, além do tratamento dado pela doutrina. Ademais, realizou-se uma exposi o crítica de algumas quest es polêmicas atuais que giram em torno do princípio da afetividade e uma busca pela defini o de novas perspectivas
Educa o em saúde e educa o ambiental: uma experiência integradora  [cached]
Grynszpan Danielle
Cadernos de Saúde Pública , 1999,
Abstract: Este texto relata um trabalho com professores do ensino básico de alguns municípios brasileiros com diferentes perfis: do litoral ao interior, de capitais a cidades pequenas. Com o propósito maior de facilitar, entre os docentes, a percep o da identidade entre educa o ambiental e educa o em saúde, foram tratadas quest es locais relacionadas à qualidade de vida. Apresentam-se, ainda, algumas das concep es de saúde e meio ambiente predominantes entre os professores dos municípios estudados. Por fim, o trabalho aponta a importancia de programas de coopera o intersetorial que possibilitem a realiza o de projetos educacionais, geralmente de longa dura o.
Uma "boa" educa o
Saint Martin Monique de
Educa??o & Sociedade , 1999,
Abstract: Uma educa o ética 3/4 uma "boa" educa o 3/4 de sua filhas sempre representou uma preocupa o central para as camadas dominantes da burguesia e da aristocracia. A instru o, por outro lado, por visar essencialmente atividades intelectuais, sempre foi vista como secundária, assim como, no caso dessas mo as, a transmiss o do capital cultural e econ mico. Mais do que uma exce o, a escola "Notre-Dame des Oiseaux" representa um caso-limite. Com algumas concess es à nova moralidade burguesa e na base de uma homogeneidade consistente, n o apenas das alunas como das docentes e freiras, a educa o das mo as desse meio continua centrada no preparo para um papel específico - o de m e "feliz", esposa culta, com um emprego (embora disposta a abandoná-lo), pia e envolvida em a es caridosas.
O Fen meno Da Supervaloriza o Do Saber Cotidiano Em Algumas Pesquisas Da Educa o Matemática  [cached]
José Roberto Boettger Giardinetto
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2009,
Abstract: O Fen meno Da Supervaloriza o Do Saber Cotidiano Em Algumas Pesquisas Da Educa o Matemática
Direito social à educa o: elementos iniciais para situar uma política de gênero na universidade  [cached]
Márcia Ondina Vieira Ferreira
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2011, DOI: 10.5902/198464441465
Abstract: O texto tem como objetivo fornecer alguns subsídios para pensar-se uma política de gênero na Universidade. Para tanto, inicialmente s o apresentados alguns conceitos relacionados à desigualdade social, com a inten o de esclarecer quais tipos de desigualdade est o em quest o quando falamos em gênero. Em seguida, discorre-se sobre o conceito de gênero propriamente dito, para depois falar da educa o como produtora e reprodutora das rela es de gênero na sociedade, e sobre como este fen meno pode ser visto na Universidade. Com este propósito ser o apresentados dados a respeito das presen as masculina e feminina na Universidade: estudantes matriculados/as, docentes, pesquisadores/as e bolsistas de produtividade em pesquisa. Finalmente, a título de conclus o, ser o destacadas algumas condi es para um maior empoderamento das mulheres na educa o superior: ampliar a investiga o sobre os mecanismos e as práticas que atribuem lugares específicos para mulheres e homens na Universidade; estabelecer uma política mais efusiva de forma o de docentes; e interferir para o estabelecimento de rela es de gênero mais igualitárias desde a escola, superando o modelo da escola mista em dire o à co-educa o. Palavras-chave: rela es de gênero; desigualdades sociais; educa o superior.
Ensino/aprendizagem de espanhol em Porto Seguro/BA: investiga o acerca das significa es docentes sobre o papel da epistemologia do educar em língua estrangeira para a forma o do sujeito capaz de cruzar fronteiras culturais
Elissandro dos Santos Santana
Revista Letrando , 2012,
Abstract: Este trabalho é fruto de uma pesquisa realizada nos meses de agosto e setembro de 2011 em três escolas de Porto Seguro em torno do seguinte tema: ensino/aprendizagem de espanhol em Porto Seguro/BA: investiga o acerca das significa es docentes sobre o papel da epistemologia do educar em língua estrangeira para a forma o do sujeito capaz de cruzar fronteiras culturais. Na pesquisa de campo, fora aplicado um questionário semi-estruturado a quatro professores de língua espanhola, grupo amostral significativo, haja vista que s o poucas as escolas que oferecem o idioma na cidade. O objetivo da pesquisa foi compreender as significa es docentes concernentes ao papel da epistemologia do educar em espanhol como língua estrangeira para a forma o do sujeito capaz de cruzar fronteiras culturais. Para tanto, a pesquisa fundamentou-se em torno de alguns teóricos da Linguística Aplicada e Manuais de Ensino de Línguas. O trabalho está dividido nas partes, a saber: Introdu o, Algumas considera es presentes em manuais de ensino de línguas e/ou teóricos da educa o no que tange à epistemologia do educar em língua estrangeira, Metodologia adotada na pesquisa, Análise dos resultados e Considera es finais.
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