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Quantifica o e modelagem dos macronutrientes em povoamentos de bracatinga Quantification and modeling of macronutrients in bracatinga stands  [cached]
Andressa Ribeiro,Sebasti?o do Amaral Machado,Sylvio Péllico Netto,Afonso Figueiredo Filho
Pesquisa Florestal Brasileira , 2012, DOI: 10.4336/2012.pfb.69.29
Abstract: quantifica o dos nutrientes em ecossistemas florestais é fundamental para verifica o da manuten o do fluxo contínuo entre o que é depositado no solo e o que é assimilado novamente pelas plantas. O uso da área basal como ferramenta prática na medi o dos povoamentos florestais, faz com que a modelagem no ambito dos povoamentos seja facilmente aplicável à quantifica o de nutrientes. Assim, o presente trabalho teve como objetivo quantificar e modelar o peso de macronutrientes por hectare nos diferentes compartimentos aéreos. Os dados utilizados foram coletados em 304 parcelas temporárias com diferentes idades em povoamentos de bracatinga (Mimosa scabrella Bentham.), localizados na regi o metropolitana de Curitiba. Foram avaliados 23 modelos matemáticos para cada compartimento aéreo, dos quais, apenas um modelo por compartimento para todos os macronutrientes foi selecionado e validado, se mostrando apropriado para estimativa dos nutrientes por hectare. Em ordem decrescente, os valores de macronutrientes encontrados na parte aérea dos bracatingais seguiram a sequência de N > Ca > K > Mg > P. Após a explora o da lenha, restaram na área os resíduos contendo 25% de Ca, 32% de Mg, 37% de N, 45% de P e 18% de K. doi: 10.4336/2012.pfb.32.69.29 Quantification of nutrients in forest ecosystems is fundamental for the verification of the maintenance of continuous flow between what is deposited in the soil and what is re-assimilated by the plants. Using basal area as a practical tool in the measurement of forest stands makes modeling easy at stand level for nutrient quantification. Thus, the present work had as objective to quantify and fit the weight of macronutrients per hectare in different compartments of above ground biomass. The data used in this research came from 304 temporary plots with different ages in Mimosa scabrella Bentham. (bracatinga) stands located in the metropolitan region of Curitiba. Twenty three mathematical models were evaluated. Only one model was selected and validateds and it was appropriate for the estimation of nutrients quantities per hectare found in above ground of bracatinga biomass. In decrease order, the estimated values of macronutrients found in the aerial parts of bracatinga stands followed the sequence of N > Ca > K > Mg > P. After the exploitation of fire wood, were left as remnants in the area 25% of Ca, 32% of Mg, 37% of N, 45% of P and 18% of K. doi: 10.4336/2012.pfb.32.69.29
Equa es de volume e de taper para quantificar multiprodutos da madeira em Floresta Atlantica
Chichorro José Franklin,Resende José Luiz Pereira,Leite Helio Garcia
Revista árvore , 2003,
Abstract: Este estudo foi conduzido com o objetivo de ajustar uma equa o de volume, a partir do modelo logaritmizado de Schumacher & Hall (1933), para estimar o volume comercial, e uma equa o de afilamento (taper), a partir do modelo de Demaerschalk (1972), para estimar a quantidade de multiprodutos de madeira de espécies da Floresta Atlantica. Os dados foram coletados na Gleba C da Floresta Nacional do Rio Preto - IBAMA, no município de Concei o da Barra-ES. Foram mensuradas 165 árvores em pé, subdivididas em dez classes de diametro, com qualidade de fuste QF1 e pertencentes às espécies com maior VI e, ou, espécies de valor comercial. Essas árvores reuniram 62 espécies e 38 famílias. A equa o de volume ajustou-se bem aos dados, com 2 igual a 0,9815 e resíduos normalmente distribuídos. A equa o de taper também ajustou-se bem aos dados, com 2 igual a 0,9346 e distribui o gráfica dos resíduos normal. Pelo teste F (Graybill, 1976), constatou-se que houve igualdade entre os diametros observados e os diametros estimados pela equa o de taper. A partir de transforma es algébricas da equa o de taper, foram estimados a altura para um determinado diametro superior d e o volume do tronco ou de parte dele. Em seguida, podem ser estimados o número de toras e o respectivo volume, em fun o do comprimento da tora, do diametro superior d mínimo e do uso desejado, o que permite avaliar a árvore em pé.
SR&GIS: ferramentas de análise e modelagem de povoamentos florestais / SR&GIS: tools of the analysis and modeling forest stands  [cached]
Attilio Antonio Disperati,Jo?o Roberto dos Santos,Luciano Farinha Watzlawick,Luiz Gilberto Bertotti
Ambiência , 2010,
Abstract: Para um planejamento de preserva o e uso em regime sustentável há necessidade de manter atualizada uma base da cartografia dos recursos florestais existentes, em níveis local, regional e global. Dessa forma, pode-se: determinar o potencial volumétrico ou de biomassa a ser explorado; determinar as condi es da fragmenta o de habitat e a perda da diversidade; determinar o impacto da degrada o florestal e seus efeitos nas condi es hidrológica, edáfica e climática. A tecnologia que envolve as ferramentas de SR&GIS tem demonstrado significativa contribui o com seus produtos aerotransportados ou orbitais e suas técnicas de extra o de informa es, nas tarefas de mapeamento, inventário, monitoramento e modelagem florestal. Com objetivo de compor a abertura desse número especial da Revista Ambiência, o presente artigo mostra os novos rumos das pesquisas e aplica es nesse campo tecnológico, capazes de subsidiar a avalia o e modelagem dos recursos florestais.
Ocorrência de fungos macroscópicos em povoamentos de eucalipto
?ngela Cecília Freire Costa,Regina Helena Marino,Geisi Azevedo Silva,Thais ávila Almeida
Natural Resources , 2011, DOI: 10.6008/ess2237-9290.2011.001.0001
Abstract: O presente trabalho teve como objetivo coletar e identificar fungos macroscópicos em povoamentos de eucalipto entre 1 e 7 anos, na primavera e no inverno, no estado da Bahia. Foram coletados 70 exemplares de fungos e os identificados foram: Agaricus sp., Auricularia sp., Clavaria sp., Cyathus sp, Dictyophora sp., Hygroporus sp., Inonotus sp., Oxyporus sp., Pisolithus sp., Pycnoporus sp., Rigidoporus sp., Schizopora sp., Scleroderma sp., Telephora sp., Phellinus cf gilvus (Schwein.) Pat., Phellinus contiguus (Pers.) Pat., Hexagonia hydnoides (Sw. ex Fr.) K. Fidalgo, Trametes villosa (Fr.) Kreisel, Pycnoporus sanguineus (L.) Murr, Lenzites stereoides (Fr.) Ryvarden, Schyzophyllum commune Fr., Microporellus obovatus (Jungh.) Ryvarden, Rigidoporus biokoensis (Lloyd) Ryvarden, Polyporus tricholoma Mont., Lentinus critinus (L.: Fr.) Fr. e Lentinus velutinis Fr.. A maior densidade de espécies de fungos ocorreu no inverno (período chuvoso) e em povoamentos de eucalipto com 01 ano de idade.
A folhada de quatro povoamentos florestais no Norte de Portugal: Produ o e concentra o e quantidade de nutrientes devolvidos ao solo Litterfall in four forest stands of Northern Portugal: Production, nutrient concentration and amounts returned to the forest floor  [cached]
A. Martins,J. Coutinho,S. Costa,F. Fonseca
Revista de Ciências Agrárias , 2007,
Abstract: Quantificou-se a produ o mensal de folhada, a sua concentra o em nutrientes e a quantidade dos mesmos devolvidos anualmente ao solo, em povoamentos florestais de Castanea sativa Miller (CS), Pseudotsuga menziesii (Mirbel), Franco var. menziesii (PM), Pinus nigra Arnold subsp. laricio (PN) e Pinus pinaster Aiton, (PP), localizados no Norte de Portugal, próximo de Vila Pouca de Aguiar. A média anual de folhada produzida nos dois anos de estudo foi de 6910, 4115, 3934 e 2759 kg ha-1, respectivamente para PN, PP, PM e CS, com fortes diferen as entre o primeiro e o segundo ano, que se atribui a acentuadas diferen as nas respectivas condi es climáticas. As resinosas produziram folhada ao longo do ano, com maior abundancia em Agosto e Setembro (PP) ou em Setembro e Outubro (PN e PM ); no caso da CS, a queda de folhada e observou-se sobretudo em Outubro e Novembro. As folhas e agulhas constituem a componente mais importante da folhada, com percentagens de 83, 78, 68 e 55 %, respectivamente em PM, CS, PP e PN. A concentra o de N foi mais elevada nas folhas de CS e agulhas de PM, respectivamente 11,3 e 10,9 g kg-1, contra 7,3 e 5,5 g kg-1 nas agulhas de PN e PP. Destaca-se o maior teor de Ca na espécie PM (9,4 g kg-1) do que nas outras espécies, o que acarreta uma maior devolu o ao solo na primeira (34,5 kg ha-1 ano-1) do que nas segundas (9,3 a 14,4 kg ha-1 ano-1), com reflexo nas características químicas da camada superficial do solo, sobretudo um maior decréscimo da acidez do solo sob a PM do que sob as PP e PN. Monthly litterfall production, nutrient concentration and nutrient devolution to the forest floor through litterfall were assessed in four forest stands of Castanea sativa Miller (CS), Pseudotsuga menziesii (Mirbel), Franco var. menziesii (PM), Pinus nigra Arnold subsp. laricio (PN) and Pinus pinaster Aiton, (PP), located close to Vila Pouca de Aguiar, Northern Portugal. Mean annual amounts of litterfall measured during two years decreased in the order PN > PP > PM > CS respectively, 6910, 4115, 3934 and 2759 kg ha-1. Values showed high inter-annual variation, which can be ascribed to the different climatic conditions during the study period. Coniferous species showed a continuous litterfall production, with higher amounts in August and September for PP, September and October for PN and PM. In the case of the CS, there was not litterfall production during part of the year and the highest amounts were observed in October and November. Concerning the proportion of the several components in the litterfall, needles and leaves were largely predominant
DETERMINA O INDIRETA DO ESTOQUE DE BIOMASSA E CARBONO EM POVOAMENTOS DE ACáCIA-NEGRA (Acacia mearnsii De Wild.)
Paulo Renato Schneider,César Augusto Guimar?es Finger,Valni Giacomelli Sobrinho,Paulo Sérgio Pigatto Schneider
Ciência Florestal , 2005,
Abstract: Este trabalho foi realizado com o objetivo de estimar o estoque de carbono em povoamentos equianeos de Acacia mearnsii De Wild., na regi o da Encosta Inferior do Sudeste, no Rio Grande do Sul, com o método de deriva o do volume em biomassa e carbono. As quantifica es dos componentes da biomassa e do carbono foram feitas em povoamentos com idade entre 4 e 8 anos. O método de deriva o do volume em biomassa e carbono mostrou-se eficiente na determina o do estoque de carbono, pois a diferen a relativa média foi de apenas 4,4%, quando considerada toda a amostragem e independência da idade dos povoamentos. A densidade básica média da madeira foi de 0,6, independente da idade dos povoamentos. A propor o de biomassa média entre o volume com casca pelo volume de folhas, ramos, serrapilheira e raízes foram de 0,59, independente da idade dos povoamentos. A concentra o média de carbono, independente da idade dos povoamentos, foi igual a 0,40. O estoque de carbono estimado pelo método de deriva o de volume e carbono, em povoamentos de 7 anos de idade, foi de 99,46 t ha-1 no índice de sítio 20, 82,98 t ha-1 no índice de sítio 16, e 46,13 t ha-1 no índice de sítio 12.
Avalia o econ mica de um povoamento de Eucalyptus grandis destinado a multiprodutos  [cached]
Soares Thelma Shirlen,Carvalho Rosa Maria Miranda Armond,Vale Antonio Bartolomeu do
Revista árvore , 2003,
Abstract: O objetivo deste estudo foi realizar a avalia o econ mica da utiliza o de multiprodutos em um povoamento de Eucalyptus grandis através dos métodos do VPL, TIR, BPE e B/C. Foram consideradas duas op es de utiliza o das toras de madeira: produ o para um único uso e produ o para multiprodutos. Na análise de sensibilidade foram consideradas varia es na taxa de desconto e no custo da terra. A partir dos resultados obtidos foi possível concluir que a destina o do povoamento a multiprodutos foi a op o que apresentou maior viabilidade econ mica em todas as situa es estudadas.
TRANSFORMA O GENéTICA EM ESPéCIES FLORESTAIS
Claudia Studart-Guimar?es,Cristiano Lacorte,Ana Cristina Miranda Brasileiro
Ciência Florestal , 2003,
Abstract: A transforma o genética, que compreende a introdu o de genes exógenos de forma controlada no genoma de uma célula vegetal e posterior regenera o da planta transgênica, tem contribuído com os programas de melhoramento genético de plantas pela obten o de genótipos com novas características de interesse. O melhoramento de espécies florestais é limitado por características intrínsecas a tais espécies, como a altura dos indivíduos e o ciclo longo de vida. A transforma o genética constitui, portanto, uma alternativa para a obten o de espécies florestais com características desejáveis em um menor espa o de tempo. Plantas transgênicas com resistência a determinadas pragas, com melhor qualidade de madeira, maior produ o de biomassa, tolerancia a herbicidas, entre outras características de interesse, já foram obtidas para diferentes espécies florestais de importancia econ mica como álamo, eucalipto e pinheiros em geral. Este trabalho mostra a importancia da transforma o genética, associada a outras técnicas biotecnológicas no melhoramento de espécies florestais, as técnicas de transforma o mais utilizadas e as características que já foram introduzidas nessas espécies pela transforma o.
Otimiza o de layouts industriais com base em busca tabu
Martins Valdair Candido,Coelho Leandro dos Santos,Candido Marco Antonio Barbosa,Pacheco Ricardo Ferrari
Gest?o & Produ??o , 2003,
Abstract: Este artigo aborda uma solu o computacional para o problema de layout industrial considerando hard-constraints n o tratadas em trabalhos anteriores. O problema é solucionado em duas etapas. Na primeira, uma solu o inicial baseada em heurística construtiva é gerada e na segunda, por intermédio da aplica o da meta-heurística busca tabu, a solu o inicial é melhorada. Como contribui o, apresenta-se a ferramenta computacional denominada Ambiente Visual para Otimiza o de Layout Industrial (AVOLI), a fim de gerar layouts viáveis e eficientes capazes de tratar problemas de grande porte sujeitos a um conjunto de restri es realistas.
EFEITOS ECON MICOS DE DIFERENTES PROGRAMAS DE DESBASTE EM POVOAMENTOS DE Pinus elliottii
Peter Spathelf,Irene Seling
Ciência Florestal , 2000,
Abstract: Foi estudado o efeito de diferentes programas de desbaste (desbaste leve, médio e pesado) em povoamentos de Pinus elliottii sobre a rentabilidade calculada por meio da taxa interna de retorno. Os povoamentos amostrados foram plantados no ano 1976 em espa amento de 2 X 2 m. A determina o da intensidade de desbaste foi feita mediante o índice de densidade de Reinecke (SDI). O volume desbastado foi avaliado conforme os sortimentos de Pinus elliottii segundo a tabela de produ o de SCHNEIDER & OESTEN (1991) e os custos/pre os do ano 1998 fornecidos pela AGEFLOR, Porto Alegre. A maior taxa interna de retorno obteve-se em desbaste leve com 15 anos de rota o e uma densidade inicial de 2.500 árvores por hectare. A menor taxa interna de retorno também ocorreu com desbaste leve, mas em 45 anos e com uma densidade no plantio de 1.500 árvores. No geral, a taxa interna de retorno diminuiu com o aumento do período de rota o. Uma análise de sensibilidade mostrou que o pre o obtido pela madeira é a variável mais sensível por influenciar a rentabilidade.
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