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Psicologia Cultural da Religi o: Perspectivas, Desafios, Possibilidades  [cached]
Jacob A. Belzen
REVER : Revista de Estudos da Religi?o , 2009,
Abstract: Após definir o que é Psicologia da Religi o, o autor assinala que esta disciplina pode ser estudada a partir de várias perspectivas, mas desde uma perspectiva que permita distinguir suas características propriamente psicológicas. A Psicologia Cultural oferece exatamente esta possibilidade. Embora possam ser identificados vários tipos de Psicologia Cultural, o desafio contemporaneo para a Psicologia da Religi o é o emprego daquelas aproxima es que permitem a conceitua o e investiga o das rela es entre religi o como fen meno cultural e o funcionamento psíquico. Este artigo passa em revista algumas teorias antigas da Psicologia compatíveis com o insight da Psicologia Cultural, para discutir, em seguida, algumas aproxima es mais promissoras e comentar outras que estudam a Religi o por meio da Psicologia.
Ciência, religi o, psicologia: conhecimento e comportamento  [cached]
Paiva Geraldo José de
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2002,
Abstract: Comparam-se as respostas ao Questionário de Leuba relativo à cren a dos cientistas num Deus pessoal e na imortalidade pessoal, obtidas em 1916, 1933, 1996 e 1998, as quais n o apresentam grande variedade estatística. Apresentam-se, a seguir, algumas tentativas recentes de entendimento mútuo entre ciência e religi o, com destaque das posi es de Barbour, Haught e Hefner, que prop em a supera o do confronto e da indiferen a pelo diálogo e pela integra o. Finalmente, discute-se a rela o do cientista com a religi o do ponto de vista n o mais epistemológico, mas psicológico, com base em pesquisa com pesquisadores universitários das áreas das ciências físicas, biológicas e humanas.
RELIGI O E PSICOLOGIA: A INFLUêNCIA DO MUNDO CIENTíFICO SOBRE AS CREN AS RELIGIOSAS EM ESTUDANTES DE PSICOLOGIA  [PDF]
?ngela Maria Brasil,José Jorge de Morais Zacharias
Revista Brasileira de História das Religi?es , 2009,
Abstract: No mundo moderno a psicologia como ciência ocupou o lugar que antes era dossistemas mágico-religiosos. O estudo da alma humana (psyké) passou para as ciências. Aforma o de psicólogos fatalmente levará ao confronto de valores religiosos individuais e osconceitos científicos. Neste contexto qual deve ser a influência do curso de gradua o empsicologia nos valores religiosos assumidas por estudantes de psicologia? Esta breve pesquisacom 156 sujeitos, alunos de gradua o em psicologia tende a mostrar as diferen as entre areligi o assumida e a freqüência em cultos religiosos, no primeiro, segundo e quarto ano degradua o. Observou-se uma tendência dos alunos a abandonar religi es neo-pentecostais eafro-descendentes e aumento de op es pelo catolicismo, protestantismo histórico e ateísmo.Palavras chave: religiosidade, psicologia, ciência, religi o.
Cultura, Religi o e Self-Dialógico. Raízes e Caráter de uma Psicologia Cultural Secular da Religi o  [cached]
Jacob A. Belzen
REVER : Revista de Estudos da Religi?o , 2009,
Abstract: O artigo pretende introduzir o leitor à Psicologia Cultural da Religi o, tomando por base o desenvolvimento histórico desta abordagem psicológica na Holanda da primeira metade do século XX até nossos dias. O artigo conecta a Psicologia Cultural da Religi o à teoria do self dialógico (dialogical self), assim como o concebem os psicólogos H. J. M Hermans e H. J. G. Kempen, partindo de autores que têm sua origem no pragmatismo, no construcionismo e nas chamadas teorias narrativas. A preocupa o central do autor é a de deixar clara a importancia da dimens o cultural para a Psicologia da Religi o. Neste sentido, ele prop e uma Psicologia Cultural da Religi o e mostra como ela vem sendo elaborada na Holanda a partir de impulsos nascidos na Universidade de Nimega.
POSSIBILIDADES DE DIáLOGO ENTRE O CONCEITO DE IDEOLOGIA EM BAKHTIN E A TEORIA DAS REPRESENTA ES SOCIAIS
Luiz Bosco Sardinha Machado Júnior,Elizabeth Piemonte Constantino
Macabéa : Revista Eletr?nica do Netlli , 2012,
Abstract: Apresentando o percurso teórico da teoria das representa es sociais, esbo aremos aqui o paralelo entre essa teoria em psicologia social e o conceito bakhtiniano de ideologia. Ambas abordagens compreendem indivíduo e sociedade como indissociáveis e vêem no contato social a matriz da constru o de formas de conhecimento, tantos aquelas ligadas ao dia-a-dia, como as compostas pelo registro formal das ciências, do Estado, da religi o etc. Com este estudo interdisciplinar, ainda que limitado, esperamos acrescentar à melhor compreens o de teorias que têm trazido importantes contribui es à psicologia social, à lingüística, a etnografia, aos estudos culturais etc.
Perder e recuperar a alma: tendências recentes na psicologia social da religi o norte-americana e européia  [cached]
Paiva Geraldo José de
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2002,
Abstract: A palavra alma, do vocabulário religioso e psicológico, desapareceu da linha-mestra da psicologia. Com ela desapareceu o conceito de uma instancia essencial da realidade humana. Ao contrário das denota es que identificam alma, espírito e mente e contrap em alma a corpo, parece possível restituir a articula o originária dessas palavras nas fontes hebraicas da Bíblia, nas express es idiomáticas das línguas ocidentais e no vocabulário psicológico fundador. N o é o uso da palavra alma, mas a recusa de seu desemprego, que torna interessante para o psicoterapeuta a servi o da alma, a aten o para estudos recentes, norte-americanos e europeus, que tentam restituir à alma sua posi o estrutural e dinamica na psique.
Nina Rodrigues: sua interpreta o do evolucionismo social e da psicologia das massas nos primórdios da psicologia social brasileira  [cached]
Chaves Evenice Santos
Psicologia em Estudo , 2003,
Abstract: O artigo aborda a influência de idéias advindas do Evolucionismo Biológico, Social e da Psicologia das Massas nos primórdios da Psicologia Social brasileira. No final do século XIX, formula es de Spencer e Darwin sobre as culturas e ra as influenciaram na estrutura o do paradigma do evolucionismo social, o qual foi impulsionado na Bahia por Nina Rodrigues. Ele elaborou descri es de aspectos culturais brasileiros e de tipos humanos e teorizou sobre o movimento social de Canudos. O racismo científico manteve-se hegem nico até a década de 1930. Perdeu terreno; entretanto, o racismo permaneceu como uma categoria ideológica. Na Psicologia Social contemporanea s o escassos os estudos sobre o tema.
Para lá das religi es: pressupostos epistemológicos e ético-antropológicos para um ethos global  [cached]
Jo?o Maria André
Revista Crítica de Ciências Sociais , 2012,
Abstract: Isabel Allegro de Magalh es prop e-nos um livro, que reúne 18 textos produzidos em ocasi es diversas e sob vários pretextos, subordinando-os ao título Para lá das religi es. O livro apresenta-se dividido em três partes: “Para lá das Religi es”, “Presen a ao mundo” e “Subvers o e solicitude”, sendo completado por uma extensa bibliografia que permite identificar as principais referências teóricas da autora. A primeira sec o, embora sob o título “Para lá das religi es” é, fundamentalmente, nos ...
DIREITO E RELIGI O: REFLEX ES ACERCA DO CONTEúDO CULTURAL DAS NORMAS JURíDICAS  [cached]
Marcelo Maciel Ramos
Meritum : Revista de Direito da Universidade FUMEC , 2012,
Abstract: A laicidade do direito é, sem dúvida, uma das mais importantes conquistas culturais da civiliza o ocidental. A dissocia o entre o direito e a religi o foi o passo fundamental para o desenvolvimento de uma cultura jurídica sem precedentes e de cuja tradi o somos herdeiros e continuadores. A separa o entre o temporal e o divino permitiu o surgimento de uma forma de ordena o da vida social fundada n o mais no sagrado, no sobrenatural, mas na própria capacidade humana de estabelecer as regras do agir e de decidir os conflitos segundo os próprios critérios. Todavia, a religi o nunca deixou de constituir para a tradi o jurídica ocidental uma importante fonte de conteúdo. Embora a autoridade das normas jurídicas tenha passado a se fundar na própria vontade humana, os valores transmitidos por meio das cren as religiosas predominantes n o deixaram de compor a substancia do direito. é sobre essa rela o entre o direito e a religi o que nos propomos refletir neste trabalho, examinando a tens o que se estabeleceu entre o profano e o sagrado, com base a inven o grega do discurso racional. Para tanto, explicitamos as perspectivas do direito romano diante da religi o antiga e os retrocessos provocados pelo cristianismo medieval à experiência jurídica, assim como suas importantes contribui es axiológicas ao direito atual. Por fim, tratamos do caráter eminentemente cultural e ético do direito e de seu papel de compatibilizar, por meio de seus instrumentos formais, os diferentes aspectos normativos da cultura.
Política, religi o, revolu o e soberania em Reflex es sobre a revolu o em Fran a do conservador E. Burke
Raquel Kritsch
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: O objetivo deste artigo é introduzir ao leitor o pensamento político de Edmund Burke, um dos nomes mais influentes do pensamento político conservador. A partir de uma breve contextualiza o da crítica burkeana ao racionalismo iluminista, o artigo procura mostrar como o autor organiza conceitos centrais de sua teoria política, como poder, legitimidade, conserva o, corre o, preconceito, prescri o, num discurso articulado e coerente, com o objetivo de sustentar que na Inglaterra política e religi o constituem, juntas, n o só a base n o só da prosperidade do povo mas também o fundamento do Estado. Em seguida, aborda-se a crítica de Burke à Revolu o Francesa, à “psicologia dos revolucionários” e, de maneira mais detida, aos direitos do homem, discutindo alguns de seus argumentos contra as abstra es distanciadas das práticas concretas dos coletivos humanos e a transforma o da metafísica moderna num programa político.
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