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O sujeito porta-voz é sempre um nós em constru o?  [cached]
Maria Cleci Venturini
Alfa : Revista de Linguística , 2012,
Abstract: Nosso objeto de estudo, neste espa o, é o discurso sobre o professor, enquanto se sustenta em um discurso o qual chamamos de discurso de e que, em seu funcionamento, sustenta e legitima o dizer e o saber em torno de sujeitos. O corpus de análise é a Revista Nova Escola, designada como “a revista de quem ensina”. Entendemos que essa designa o coloca num mesmo eixo o sujeito-professor e a escola, simulando, dessa forma, a constitui o de um nós diante do qual perguntamos: O sujeito porta-voz é sempre um nós em constru o? Concluímos que n o, especialmente, no caso em que um dos elementos desse “nós” se coloca na posi o daquele que detém o poder e a quem cabe dizer o que é certo e o que é errado. Sustentamos nossas posi es nos pressupostos teóricos da Análise de Discurso brasileira, considerando os distanciamentos e as reformula es empreendidas em rela o à orienta o francesa, proposta por Pêcheux.
Sobre o ensino e a reflex o da Filosofia, no recorte de um mundo conflituado
Cecília Pires
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2002,
Abstract: O presente artigo discute o procedimento do fazer filosófico, vinculado às análises da Filosofia Política. Os conceitos de Sponville e Luc Ferry sobre o filósofo e o político, servem de apoio para pensar a inser o da filosofia no território do cotidiano e da História. Trata-se de entender a atividade do filosofar, a partir de uma compreens o ética, situada no alargamento de uma subjetividade cidad , com vistas a uma cultura da paz. Palavras-chave: Política, Filosofia, Cultura da Paz.
"A gente n o pode fazer nada, só podemos decidir sabor de sorvete". Adolescentes: de sujeito de necessidades a um sujeito de direitos  [cached]
Lyra Jorge,Medrado Benedito,Nascimento Pedro,Galindo Dolores
Cadernos CEDES , 2002,
Abstract: Em nossa sociedade, percebe-se um crescimento da preocupa o com a adolescência, sendo esta última representada n o apenas como uma "fase da vida", mas um período, a priori, sempre problemático. O adolescente, por sua vez, tem sido visto como um sujeito de necessidades, por exemplo, de um atendimento de saúde específico. Na prática, entretanto, pouco se tem trabalhado com o adolescente como sujeito de direitos, a despeito do debate em torno do Estatuto da Crian a e do Adolescente. Com base na crítica a esta postura, o presente artigo tem como objetivo apresentar uma experiência de pesquisa-interven o de educa o n o-formal com um grupo de adolescentes de camadas baixas, na qual se procurou discutir no es correntes de adolescência, possibilitando um mapeamento e uma (re)constru o de outros sentidos.
Aquisi o da linguagem e UG: um recorte histórico = Language acquisition and UG: a historical overview
Iba?os, Ana Maria Tramunt
Letras de Hoje , 2011,
Abstract: O presente trabalho discute alguma ideias de aquisi o da linguagem que percorrem o programa gerativista, desde os primórdios da década de 50, até os anos mais recentes com o Programa Minimalista. Leva em considera o, principalmente, as discuss es em torno do conceito de Gramática Universal, uma constante entre as variadas adapta es da teoria. This work discusses some ideas of language acquisition borne in the beginning of the Generative enterprise and still quite alive today such as the concept of Universal Grammar (UG) a constant among the various phases of the Theory.
O Professor Construtivista: Desafios De Um Sujeito Que Aprende  [cached]
Ana Archangelo Guimar?es
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2009,
Abstract: Este trabalho procurou refletir sobre a experiência vivida coletivamente na APAE de Presidente Prudente - SP, de junho de 1993 a junho de 1994. Nesse processo de investiga o, criou-se um espa o que, mais que verificar o que se explicitava e/ou ocultava nas falas e nas praticas de sala de aula pretensamente construtivistas, construiu uma metodologia de pesquisa capaz de estabelecer uma estrutura comunicativa, promover disposi es a conhecer e agir, de discutir e analisar a realidade. Construiu, também, um campo de estudo e de reflex o sobre a própria prática, num movimento de redescoberta da importancia da leitura e da teoriza o. Por fim, o estudo constatou que o maior desafio do professor que se pretende construtivista consiste na supera o do mascaramento do n o-saber, na busca de uma leitura do construtivismo realizada a partir de indaga es pr6prias, introjetadas e significativas.
A Revolu o Mexicana na obra Biografia del Poder de Enrique Krauze
Cleverson Rodrigues Silva
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: A Revolu o Mexicana de 1910, foi marcada pela luta por Justi a Social e Reforma Agrária. Muitos personagens destacaram-se e foram al ados à categoria de heróis e baluartes da Revolu o. é neste cenário que Enrique Krauze situa os seus personagens e os coloca diante de um processo extremamente relevante para a história do México contemporaneo, a Revolu o Mexicana. Desse modo, o recorte proposto no tempo e no espa o compreende o México revolucionário de 1910 a 1940, sob a ótica do historiador, ensaísta e editor Enrique Krauze, na obra intitulada Biografia del Poder.
Tornar-se autor de si mesmo: a inser o do próprio autor na produ o científica = Becoming the author of oneself: the insertion of the own author in scientific production  [PDF]
Nunes, Maria Lúcia Tiellet,Meira, Ana Cláudia dos Santos
Educa??o , 2006,
Abstract: Este trabalho tem como objetivo compreender o significado interno que pauta a forma como s o escritos os trabalhos científicos. Esta forma pode constituir-se como um recorte e colagem de outros autores, ou pode apresentar - como sujeito central - o próprio autor que redige. A primeira forma resulta num texto an nimo, em que aparecem as idéias alheias e muito pouco da participa o do autor. A segunda forma já coloca como o personagem principal que, com suas próprias idéias, produz um texto criativo e de mais qualidade.
Namoro na terceira idade e o processo de ser saudável na velhice: recorte ilustrativo de um grupo de mulheres
Norma R. Salini Laurentino,Daiana Barboza,Graziane Chaves,Jovania Besutti
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2006,
Abstract: Os idosos sofrem inúmeras repress es culturais e preconceitos, porém a discuss o é ainda maior quando se aborda a sexualidade. A sociedade designa a mulher e o homem idosos como incapazes de exercerem sua sexualidade, ainda que, independentemente disso, o desejo sexual se mantenha presente em todas as fases da vida. Sendo a afetividade um determinante do processo do envelhecer saudável, esta pesquisa objetiva descobrir como as mulheres experienciam o namoro na terceira idade. Trata-se de um estudo exploratório e descritivo de abordagem qualitativa, cujas palavras-chave s o: enfermagem, família, idosos, sexualidade. A pesquisa foi desenvolvida com mulheres que freqüentam grupos de terceira idade e que vivenciaram o namoro nesta fase da vida, no período de dezembro de 2003 a mar o de 2004, no município de Passo Fundo. Utilizou-se grupo focal como técnica de coleta de dados e, para tratamento, a análise temática (MINAYO, 1996). Como resultado emergiram as seguintes temáticas: namorar é a melhor coisa da vida (é carinho, cuidado e zelo); entre a censura e o apoio (o olhar da família sobre o namoro dos mais velhos); namoro na terceira idade (tempo de rever valores e conceitos); prazer e perigo (quando a confian a sublima a precau o).
A Psicologia na América Latina: um recorte da investiga o e da pós-gradua o  [cached]
Sílvia Helena Koller,Jorge Castellá Sarriera,Norberto Abreu e Silva Neto
Revista Interamericana de Psicología , 2008,
Abstract: Este breve ensayo describe la integración de la Psicología en la América Latina propuesta por un grupo de investigadores científicos, en mayo de 2008, do II Encuentro Latino-Americano de Intercambio de Psicología, con el apoyo de la Sociedad Interamericana de Psicología e del Conselho Nacional Científico e Tecnológico (CNPQ) de Brasil. Realizo se en Natal, Brasil, concomitante al XII Simposio Brasileiro de Pesquisa e Intercambio Científico de Psicología, promovido por la Asociación Nacional de Pesquisa e Pós-gradua o en Psicología (ANPEPP). La búsqueda por la integración y colaboración entre los países fue la tónica de este evento.
O caso Paco: um exemplo de neodesencadeamento  [cached]
Elizabete Siqueira,Edilene Queiroz
Psicologia em Revista , 2011,
Abstract: Este trabalho é produto de uma investiga o empreendida sobre Oestatuto contemporaneo das identifica es em sujeitos com marcas e altera es corporais, no Programa de Pós-gradua o em Psicologia Clínica da Universidade Católica de Pernambuco. Foram estudados os depoimentos coletados em outra pesquisa realizada no ambito da Antropologia pela pesquisadora Fabiana Maria Gama Pereira, intitulada Tatuagens, piercings e outras marcas corporais: aproxima es interetnográficas entre Recife e Madri. A metodologia utilizada foi a meta-análise. Os relatos de quatro sujeitos que submeteram seus corpos a altera es corporais foram analisados com base nos pressupostos da psicanálise. Eles foram divididos em dois grupos: o primeiro, composto por três sujeitos que marcam seus corpos para o Outro em busca de reconhecimento; e o outro, por um sujeito que ancora seu ser em suas modifica es corporais e tem uma modalidade identificatória peculiar a uma insígnia de gozo. Nosso objetivo é demonstrar que o caso do sujeito do segundo grupo representa um exemplo paradigmático de um neodesencadeamento psicótico.
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