oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
O Impasse da Política Urbana no Brasil
Claudio Zanotelli
Geografares , 2012,
Abstract: Resenha do livro O Impasse da Política Urbana no Brasil.Autor: MARICATO, ERMINAEditora: VOZES, 2011Assunto: CIêNCIAS SOCIAIS - URBANISMO
A paisagem do diabo contemporaneo - como a dinamica espacial articula as transforma es da paisagem urbana segregando classes sociais  [cached]
Roberto Jose Hezer Moreira Vervloet
Geografares , 2002,
Abstract: Visando n o confundir paisagem com espa o geográfico, este texto tenta levantar a quest o das transforma es da paisagem urbana diante do processode reprodu o do capital, sem levantar polêmicas.Tenta sistematizar um conjunto de idéias para explicar a articula o da reprodu o do espa o desigualcriador de paisagens urbanas fragmentárias. N odeixando de discutir a quest o da paisagem urbanae sua rela o com o espa o e o cotidiano do homemcontemporaneo, acaba por concluir a quest o da interven o e do planejamento da paisagem urbanacomo um processo que passa pela interven o nadinamica espacial.
Governo local e movimentos sociais por moradia: dilemas da gest o urbana = Local government and social movements for housing: dillemas of urban management  [PDF]
Rodrigues Neto, Edmundo Ximenes,Lima, Antonia Jesuíta de
Educa??o , 2007,
Abstract: O presente artigo explora o padr o de rela es estabelecidas entre governo municipal e movimentos sociais por moradia, na década de 1990, em Teresina-PI, sob o contexto de mudan as político-institucionais, em nível federal, e da ado o de um projeto de gest o pública local, inspirado num ideário participativo e democrático. O estudo identificou um padr o de rela o caracterizado tanto pelo confronto quanto pelo diálogo e condutas contraditórias na a o do gestor local, que se manifestavam consoante o grau de press o, de articula o e de organiza o dos ditos movimentos sociais, e ainda reeditando velhas práticas no tratamento dos conflitos por moradia, apesar do discurso democrático. Os movimentos sociais, nesse processo, assumem uma postura ativa, utilizando-se de antigas e de novas estratégias de press o e controle na rela o como o Estado. The present article explores the standard of relations established between municipal government and social movements for housing, in the decade of 1990, in Teresina-PI, under the context of politician-institucional changes, in federal level, and of the adoption of a local model of public administration, inspired by a participated and democratic field of ideas. The research identified a model of relations characterized by the confrontation as well as by the dialogue and contradictory policies in the actions of the local manager, such policies revealed themselves consonant to the the degree of pressure, of articulation and organization of the so-called social movements, and then again falling into old policies consonant to the treatment of the conflicts for housing, despite of the democratic speech. The social movements, in this process, assume an active position, using itself of old and new strategies of pressure and control close to the State.
INVESTIGA O DA INF NCIA E CRIAN AS COMO INVESTIGADORAS: METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS DOS MUNDOS SOCIAIS DAS CRIAN AS  [cached]
Natália Fernandes Soares,Manuel Jacinto Sarmento,Catarina Tomás
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2012,
Abstract: A participa o infantil assume-se na segunda modernidade como um princípio incontornável em grande parte dos discursos científicos que s o produzidos acerca da infancia. A Sociologia da Infancia, ao considerar as crian as como actores sociais e como sujeitos de direitos, assume a quest o da participa o das crian as como central na defini o de um estatuto social da infancia e na caracteriza o do seu campo científico. Considerar a participa o das crian as na investiga o é um passo decorrente da constru o de uma disciplina das ciências sociais que procura “ouvir a voz das crian as”, isto é, que assume que as crian as s o actores sociais plenos, competentes na formula o de interpreta es sobre os seus mundos de vida e reveladores das realidades sociais onde se inserem. As metodologias participativas com crian as atribuem aos mais jovens o estatuto de sujeitos de conhecimento, e n o de simples objecto, instituindo formas colaborativas de constru o do conhecimento nas ciências sociais, que se articulam com modos de produ o do saber empenhadas na transforma o social e na extens o dos direitos sociais. A investiga o participativa com crian as levanta, no entanto especiais dificuldades epistemológicas, relacionadas quer com a alteridade da infancia quer com a diversidade das suas condi es de existência. O entendimento da “crian a” como o outro do adulto decorre do reconhecimento das culturas da infancia como modo específico, geracionalmente construído, de interpreta o e de representa o do mundo. é o trabalho de tradu o entre a linguagem das ciências sociais e a linguagem das crian as (com as suas gramáticas culturais distintas) que as metodologias participativas s o chamadas a desempenhar, com a consequente recusa do etnocentrismo geracional e com a indispensável mobiliza o de um discurso polifónico, onde a voz das crian as-investigadoras colaborativas perpassa lado a lado com o trabalho interpretativo dos sociólogos da infancia. A aten o à diversidade da infancia, decorrente de categorias sociais como o género, a religi o, a etnia, a saúde e o (sub)grupo etário, imp e a recusa de olhares uniformizadores, desafiando a imagina o metodológica a uma aceita o e respeito pelas diferen as e pelos diversos modos da sua comunica o. Assente em trabalhos de investiga o em Sociologia da Infancia construídos com metodologias participativas, esta comunica o interroga a constru o do conhecimento em ciências sociais com e sobre as crian as e a infancia, atendendo à alteridade e diversidade, e incluindo o debate ético sobre a produ o de saber sobre os mu
A família da crian a soropositiva: um estudo de representa es sociais de enfermeiros  [PDF]
Bruno Ferreira do Serrado Barbosa,Ant?nio Marcos Tosoli Gomes,érick Igor dos Santos,Denize Cristina de Oliveira
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: A soropositividade e o desenvolvimento da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS – na crian a pode promover sérios danos à estrutura familiar. Este trabalho objetiva analisar as representa es sociais de enfermeiros acerca da famíliada crian a soropositiva. Trata-se de um estudo qualitativo, fundamentado na Teoria das Representa es Sociais. Os dados foram coletados entre janeiro e maio de 2008 em dois hospitais públicos da cidade do Rio de Janeiro, por meio de entrevistas semiestruturadas com vinte enfermeiros. A partir da análise de conteúdo temática, seis categorias emergiram. Neste artigo aprofunda-se a categoria cinco: "A família da crian a com HIV/Aids". Foram identificados conteúdos relativos à presen a ou ausência da família, sua importancia para ades o e sucesso terapêutico, suas condi es socioecon micas, desestrutura o, desconhecimento, estresse, entre outros. Conclui-se que as representa es sociais acerca da família da crian a s o multifacetadas e influenciam no cuidado implementado e nas rela es humanas estabelecidas.
Condi es sociais da constitui o do desenho infantil  [cached]
Silva Silvia Maria Cintra da
Psicologia USP , 1998,
Abstract: Este trabalho focaliza algumas das condi es sociais da produ o da atividade gráfica. Os dados foram coletados através de vídeo-grava es e de desenhos de crian as pré-escolares, em situa es de produ o gráfica, em sala de aula, durante um ano letivo. Baseada na abordagem histórico-cultural, a análise buscou verificar as rela es entre a fala e o desenho, assim como as a es das crian as com e sobre as possibilidades funcionais dos materiais empregados na atividade gráfica e as media es entre pares e professora. De acordo com os resultados, o impacto dos eventos interativos, em especial os processos de linguagem na atividade de desenho, indicam a necessidade de revis o da ênfase maturacionista nas atuais discuss es teóricas sobre o tema.
Dimens es psíquicas e sociais da crian a e do adolescente em situa o de rua  [cached]
Menezes Deise Matos do Amparo,Brasil Kátia Cristina T.
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1998,
Abstract: Esta pesquisa teve como objetivo desenvolver um diagnóstico dinamico da crian a e do adolescente em situa o de rua nas área do Plano Piloto - Distrito Federal, levando em considera o as dimens es psíquicas e sociais desta popula o. O estudo foi realizado nos moldes da pesquisa-a o, com observa es participantes nas quais o pesquisador interagia com a crian a através de atividades lúdicas e educativas - jogos e desenhos. As observa es foram registradas em fichas de campo e, posteriormente, analisadas e agrupadas em categorias relacionadas às dimens es psíquicas e sociais como: focos de transgress o, forma o de grupos, estratégias de sobrevivência, vincula o, rela o com o próprio corpo e com o do outro. A hipótese delineada foi que tais fatores se relacionam à constru o da identidade e subjetividade da crian a em situa o de rua. Os desenhos das crian as e adolescentes apontaram aspectos regressivos e as observa es etnográficas demonstraram que o espa o da rua funciona como fonte de referência paradoxal. Lidando com os paradoxos, os meninos e meninas em situa o de rua constróem redes de alian as e sustenta o subjetiva e organizam sua identidade. A dinamica da crian a de rua, marcada pelo paradoxo, reflete-se no trabalho de interven o realizado pelo educador social e de rua, e este deve estar atento para n o submergir no paradoxo da crian a, paralisando sua capacidade de pensar e elaborar as dificuldades de sua atua o.
O OUTRO DO ADULTO E DO PROFESSOR: REPRESENTA ES SOCIAIS SOBRE CRIAN A, SEGUNDO LICENCIANDOS DE PEDAGOGIA DA UFMT  [cached]
Daniela Barros da Silva Freire Andrade,Maria Faria dos Santos
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: Este estudo analisa as representa es sociais sobre crian a, segundo licenciandos de Pedagogia da Universidade Federal de Mato Grosso. Apóia-se nas contribui es da Teoria das Representa es Sociais (MOSCOVICI, 2003) e da Sociologia da Infancia (SARMENTO, 2007). Com ênfase na abordagem estrutural, adota como procedimento metodológico a associa o livre de palavras (n=206) cuja análise se deu pela articula o dos resultados decorrentes de três fases: 1. análise de conteúdo; 2. análise coesitiva assistida por programa computacional; 3. análise do quadro de elementos estruturais (EVOC). Os resultados indicam que, as representa es sociais de crian a ancoram-se em significados associados à crian a pequena, inocência cuja expressividade lúdica articula-se a aprendizagem e ao desenvolvimento cognitivo. A crian a assim representada parece suscitar a presen a do adulto sensível e identificado com a alegria e o amor a ela atribuídos, bem como do adulto cuja a o se organiza segundo as práticas de cuidado e prote o.
A Reestrutura o da cidade de Salvador: Conflitos e interesses na lógica da centralidade urbana
Janio Santos
Geotextos : Revista da Pós-Gradua??o em Geografia da Universidade Federal da Bahia , 2010,
Abstract: A partir da metade do século XX, ocorreram transforma es políticas e econ micas que influenciaram a urbaniza o, consequentemente, a produ o do espa o urbano em Salvador/BA. Essas mudan as provocaram altera es em sua estrutura urbana, sendo as mais importantes: a constitui o de novas rela es tempo-espa o, a implanta o de hodiernos equipamentos e a redefini o na centralidade urbana, marcando o início do processo de reestrutura o urbana e da cidade. Como consequência, atualmente, Salvador apresenta uma estrutura urbana poli(multi) nucleada. Por um lado, esse fen meno revela a forma o de novas áreas centrais, ou seja, “eclodiu” uma multiplicidade de centros e subcentros na cidade; por outro, percebe-se que esses espa os s o bastante diferenciados entre si, mormente, no que tange às características sociais e econ micas, por isso também verificamos sua face poli. A constitui o dessa nova lógica na centralidade soteropolitana revela nuances diferenciadas nos conflitos e interesses na cidade, que entendemos interferir no processo de produ o e reprodu o do espa o urbano, sobretudo no que tange à produ o de espa os destinados ao consumo.
(Buscando) Os efeitos sociais da morfologia arquitet nica (Looking for) The social effects of architectural morphology
Vinicius M. Netto,Julio Celso Vargas,Renato T. de Saboya
Urbe : Revista Brasileira de Gest?o Urbana , 2012, DOI: 10.7213/urbe.7400
Abstract: Uma das ideias mais centrais e talvez menos esclarecidas em arquitetura e estudos urbanos sobretudo desde o trabalho seminal de Jacobs até as recentes ênfases da economia urbana diz respeito ao papel da forma arquitet nica na vitalidade urbana , um conjunto de qualidades sociais e microecon micas de nossas cidades. Entretanto, edifícios podem realmente afetar seus entornos urbanos? Teriam morfologias distintas efeitos também distintos sobre o que ocorre nos espa os públicos? Este artigo investiga a forma construídacomo condi o da copresen a e a atividade social e econ mica no espa o urbano dinamicas locais com implica es de ampla escala na cidade. Prop e uma abordagem para identificar os efeitos da forma arquitet nica,de modo a distingui-los dos efeitos de outros aspectos da estrutura urbana como a acessibilidade, everificar de fato sua existência e, se confirmada, sua extens o. A abordagem é aplicada em um estudo empíricoem 24 áreas no Rio de Janeiro. Finalmente, o artigo lan a os fundamentos de uma teoria probabilística dos efeitos da arquitetura que visa contribuir para uma resposta mais precisa a uma quest o que captura a imagina o espacial: o quanto a arquitetura importa para a vitalidade urbana?
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.