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Avalia o da morfologia de preparos cavitários realizados com o sistema de abras o a ar  [cached]
érika Botelho Josgrilberg Josgrilberg,Milena Aparecida Fernandes,Murilo de Sousa Guimar?es Guimar?es,Rita de Cássia Loiola Cordeiro
Odonto , 2007,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar a morfologia de preparos cavitários realizados com o sistema ROndoflex , variandose a angula o e diametro da ponta e tamanho da partícula. Foram preparadas cavidades com um dispositivo padronizador na face vestibular de 40 incisivos bovinos formando oito grupos: G1 pontas de angula o 90° e diametro 0,64mm, partícula de 27μm; G2 angula o 90° e diametro 0,64mm, partícula de 50μm; G3 pontas de angula o 120° e diametro 0,64mm,partícula de 27μm; G4 angula o 120° e diametro 0,64mm, partícula de 50 μm; G 5 angula o 90° e diametro 0,46mm,partícula de 27 μm; G6 angula o 90° e diametro 0,46 mm, partícula de 50 μm; G7 angula o 120° e diametro 0,46 mm,partícula de 27μm e G8 angula o 120° e diametro 0,46mm, partícula de 50μm. Os preparos foram seccionados ao meio obtendo-se duas hemi-faces com perfis que foram registrados em Lupa estereoscópida. Sobre as imagens foram realizadas medidas de largura e profundidade do perfil cavitário através do programa Leica Qwin. Os resultados obtidos através de análise de variancia Kruskall – Wallis mostraram que a varia o no tamanho do orifício resultou em diferen as morfológicas dos preparos cavitários onde as cavidades foram mais profundas e largas quando utilizado o diametro maior. A angula o de 90° proporcionou cavidades mais profundas, pois as partículas incidem perpendicularmente à superfície. As partículasmenores proporcionam cavidades de maior extens o (p<0,05). Concluímos que a utiliza o da ponta com angula o de 90°e 27 μm e diametro 0,64mm produzem preparos de maiores dimens es quando comparados aos outros parametros.
Estudo da articula o patelofemoral por ressonancia magnética: a varia o da morfologia do ligamento patelofemoral medial Study on the patellofemoral joint using magnetic resonance imaging: morphological variation of the medial patellofemoral ligament  [cached]
Alfredo dos Santos Netto,Marcelo Botelho Soares de Brito,Fabrício Roberto Severino,Leila Rodrigues Andrade Campos
Revista Brasileira de Ortopedia , 2012, DOI: 10.1590/s0102-36162012000200010
Abstract: OBJETIVO: Estudar as medidas e rela es anat micas da articula o patelofemoral por ressonancia magnética, avaliando a varia o da morfologia do ligamento patelofemoral medial (LPFM) de acordo com a altura e a idade do paciente, bem como com as varia es das medidas das outras estruturas reconhecidamente envolvidas na predisposi o à instabilidade patelar. MéTODO: Foram submetidos ao exame de ressonancia magnética 23 joelhos (18 pacientes), sendo aferidas as medidas da distancia interepicondilar, altura da patela, profundidade da tróclea, proeminência troclear ventral, angulo do sulco da tróclea, inclina o da faceta lateral, inclina o lateral da patela, tamanho da faceta lateral e medial e sua raz o, e as medidas de comprimento e espessura do LPFM, sendo essas comparadas com as demais medidas. RESULTADOS: O comprimento do LPFM foi de, em média, 46,4mm, enquanto as espessuras medidas na inser o patelar, ter o médio e inser o femoral foram de, respectivamente, 1,7mm, 1,4mm e 1,2mm. A espessura do LPFM correlacionou-se positivamente com a medida do c ndilo lateral e a distancia interepicondilar, e negativamente com a idade do paciente. CONCLUS O: A morfologia do LPFM varia em fun o da distancia interepicondilar e do c ndilo lateral e da idade do paciente. OBJECTIVES: To study the measurements and anatomical relationships of the patellofemoral joint using magnetic resonance imaging, and to evaluate the variation in the morphology of the medial patellofemoral ligament (MPFL) according to patients' heights and ages and the variation in measurements on other structures that are known to be involved in predisposition to patellar instability. METHOD: Twenty-three knees (18 patients) underwent magnetic resonance imaging and their interepicondylar distance, patellar height, trochlear depth, ventral trochlear prominence, trochlear groove angle, lateral facet tilt, lateral patellar tilt and size of the lateral and medial facets and their ratio were measured. These measurements were compared with the length and thickness of the MPFL. RESULTS: The average length of the MPFL was 46.4 mm, while the average thicknesses of its patellar insertion, middle third and femoral insertion were, respectively, 1.7 mm, 1.4 mm and 1.2 mm. The thickness of the MPFL correlated positively with the lateral condyle and interepicondylar distance measurements, and negatively with the patients' ages. Conclusion: The morphology of the MPFL varies with the interepicondylar distance and the lateral condyle distance, and with patients' ages.
Modelagem do Processo de Fragmenta o de Catalisadores Suportados Durante a Pré-polimeriza o de Olefinas
Merquior Douglas M.,Lima Enrique L.,Pinto José Carlos
Polímeros , 2002,
Abstract: Uma metodologia é proposta para descrever a morfologia das partículas de polímero que s o obtidas durante os momentos iniciais da polimeriza o de olefinas via catálise heterogênea. O método é baseado na análise matemática da capacidade da partícula em liberar a energia mecanica acumulada no seu interior devido à rápida produ o de polímero. O balan o entre as quantidades de energia acumulada e liberada é calculado com o auxílio de um modelo dinamico da rea o de pré-polimeriza o. A combina o da metodologia proposta com o modelo dinamico permitiu a análise dos mecanismos de fragmenta o, indicando a morfologia da partícula de polímero produzida em fun o do tamanho da partícula e da temperatura do reator.
Correla o entre Propriedades Mecanicas e Características Macroestruturais em Ligas de Al-Cu.  [cached]
Felipe Dorneles Zulian,Marcos Giovane de Quevedo Rijo,Leonardo Missiaggia,Daniel Almeida Hecktheuer
Revista Thema , 2010,
Abstract: Tendo em vista a importancia da correla o das propriedades mecanicas com a morfologia macroestrutural e as condi es de solidifica o, objetiva-se, neste trabalho, o desenvolvimento de um sistema experimental que possibilite a análise global da rela o entre propriedades mecanicas, determinadas por meio de ensaios de dureza e rela es experimentais, presentes na literatura, com características morfológicas dos gr os da estrutura bruta de solidifica o de liga Al-4,5%Cu. Os resultados indicam uma forte rela o destas variáveis e, particular interesse, na associa o do tamanho de gr o, que se mostrou consideravelmente menos sensível do que a morfologia em rela o à propriedade mecanica. Também, verifica-se que em altas taxas de extra o de calor, existe a tendência de redu o da quantidade de poros.
Efeito do substrato na morfologia de conídios de Bipolaris sorokiniana e da densidade de inóculo na intensidade da mancha marrom em cevada  [cached]
Barba Javier Toledo,Reis Erlei M,Forcelini Carlos A
Fitopatologia Brasileira , 2004,
Abstract: O fungo Bipolaris sorokiniana causa a mancha marrom da cevada (Hordeum vulgare), doen a foliar amplamente distribuída no mundo. A sua identifica o ou diferencia o de outras espécies baseia-se principalmente na varia o morfológica dos esporos. Porém, muitos fatores podem alterar o tamanho e a septa o dos conídios dentro da espécie. O presente trabalho objetivou estudar o efeito de diferentes substratos no tamanho, septa o e morfologia de conídios de B. sorokiniana, assim como o efeito da densidade de inóculo na intensidade da mancha marrom em plantas de cevada. Os substratos constaram de seis meios de cultura, de sementes e folhas verdes de cevada, trigo (Triticum aestivum), centeio (Secale cereale) e triticale (Triticum secalotricum). O tipo de substrato afetou significativamente o comprimento, a largura e o número de pseudoseptos de B. sorokiniana. Os esporos desenvolvidos em meios de cultura (68,2 × 21,9 mm; 5,7 pseudoseptos) e em sementes (78,3 × 20,4 mm e 7,2 pseudoseptos) foram mais curtos, mais largos e com menor número de pseudoseptos, além de serem mais escuros e retos, em rela o aos recuperados de tecidos verdes (92,9 × 18,2 mm e 7,7 pseudoseptos). O efeito da densidade de inóculo foi testado através da aplica o de suspens es de esporos contendo 2,5 x 103, 5 x 103, 10 x 103, 15 x 103 e 20 x 103 conídios/ml a plantas de cevada do cultivar BR-2. A rela o com a intensidade da mancha marrom seguiu uma tendência polinomial quadrática, na qual os pontos máximos corresponderam a 183 manchas/folha (16.500 esporos/ml) e 79% de severidade (14.000 esporos/ml). Estimou-se que 50 a 90 esporos foram necessários para produzir uma les o.
Eficiência de dois fosfatos naturais farelados em fun o do tamanho da partícula  [cached]
Horowitz Nelson,Meurer Egon José
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Este trabalho foi realizado com objetivo de relacionar o tamanho da partícula de dois fosfatos naturais com seu índice de eficiência agron mica (IEA) para fósforo acumulado em plantas de milho, em dois cultivos sucessivos, sem revolvimento do solo, em casa de vegeta o, num LATOSSOLO VERMELHO Distrófico típico corrigido para pH 5,5. As fontes de fosfatos naturais utilizadas foram o fosfato de Gafsa e o fosfato de Gantour Black, com os seguintes tamanhos de partículas: a) < 0,074mm, b) de 0,074 a 0,149mm, c) de 0,149 a 0,297mm, d) de 0,297 a 0,71mm, e) de 0,71 a 1,41mm, f) >1,41mm e g) farelados, em que mais de 80% das partículas tinham tamanho entre 0,074 e 0,5mm. O superfosfato triplo, com granulos entre 2 e 4mm, foi utilizado como fonte padr o comparativa de fósforo. No primeiro cultivo, os fosfatos naturais finamente moídos (<0,074mm) apresentaram maior IEA; à medida que aumentou o tamanho das partículas diminuiu o IEA dos fosfatos naturais, entretanto, partículas com tamanho até 0,297mm foram reativas. No segundo cultivo, o IEA para partículas com tamanho entre 0,149 e 0,71mm, aumentou e o IEA dos fosfatos naturais farelados foi pouco reduzido em rela o aos finamente moídos (<0,074mm). Partículas maiores do que 0,71mm n o reagiram durante os dois cultivos. Os fosfatos naturais na forma física farelada mantiveram IEA próximo a 40% nos dois cultivos do milho. O fosfato natural de Gafsa foi mais eficiente do que o fosfato de Gantour Black no suprimento de fósforo no crescimento inicial de plantulas de milho.
Tamanho da semente e o teste de envelhecimento acelerado para soja  [cached]
Marcos Filho Júlio,Novembre Ana Dionisia Coelho,Chamma Helena Maria Carmignani Pescarin
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: A pesquisa teve como objetivo avaliar a possível rela o entre efeitos da utiliza o de sementes de soja com diferentes tamanhos nos resultados do teste de envelhecimento acelerado. Foram analisados lotes dos cultivares BR-37 e Embrapa 48 (sementes n o classificadas e de três tamanhos, classificadas em peneiras de crivos oblongos). Para cada lote e peneira, foram distribuídas três subamostras de 42,5 g de sementes, em camadas simples ou pré-pesadas (42,5 g) na superfície da tela metálica de cada compartimento individual (caixa plástica), utilizado como camara interna para a condu o do teste. Cada caixa plástica recebeu 40 mL de água (constituindo ambiente com 100% U.R. do ar) ou 40 mL de solu o saturada de cloreto de sódio (ambiente com 76% U.R.). Estudaram-se os períodos de 48 e 72 horas de envelhecimento das sementes, em BOD, a 41°C. O teste de germina o subseqüente foi avaliado no quarto dia após a semeadura. A distribui o de amostras com massa uniforme n o elimina os efeitos do tamanho das sementes. Desta maneira, o teste de envelhecimento acelerado, em sementes de soja, fornece informa es mais consistentes quando as amostras comparadas s o constituídas por sementes de tamanho semelhante. O uso de solu o salina torna o teste menos severo, mas n o reduz sua eficiência.
Efeito do tamanho da semente na acumula o de biomassa e nutrientes e na produtividade do feijoeiro  [cached]
Perin Adriano,Araújo Adelson Paulo,Teixeira Marcelo Grandi
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do tamanho da semente na acumula o de biomassa e nutrientes e no rendimento de gr os de cultivares de feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) no campo. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 3x2 com quatro repeti es: três cultivares (Kaboon, Manteig o e Carioca) e dois tamanhos de semente (pequeno e grande). Foram efetuadas nove amostragens semanais de biomassa entre 14 e 70 dias após semeadura. As sementes grandes aumentaram a altura da planta, o índice de área foliar e a biomassa da parte aérea e raiz desde a primeira amostragem, mas n o modificaram a massa de vagens. No início do experimento, as sementes grandes aumentaram a taxa de crescimento da cultura, mas este efeito desapareceu ao final do período amostral. Plantas originadas de sementes grandes acumularam mais N e K na parte aérea e raízes aos 49 mas n o aos 70 dias após semeadura. Sementes pequenas reduziram o estande da cultivar Carioca. N o houve efeito do tamanho da semente na produ o de gr os, componentes de produ o e índice de colheita. Sementes de maior tamanho podem antecipar o crescimento do feijoeiro, mas plantas oriundas de sementes pequenas podem compensar seu menor crescimento inicial garantindo uma mesma produ o de gr os.
Efeito da temperatura na germina o de sementes e morfologia da plantula de Maquira sclerophylla (Ducke) C.C. Berg  [cached]
MIRANDA PEDRO RAIMUNDO MATHIAS DE,FERRAZ ISOLDE DOROTHEA KOSSMANN
Brazilian Journal of Botany , 1999,
Abstract: Maquira sclerophylla é uma árvore de interesse econ mico madeireiro, encontrada na floresta de terra firme por toda a bacia Amaz nica. Os objetivos deste trabalho foram estudar a morfologia do fruto, da semente e da plantula e observar o efeito de temperaturas constantes entre 10 e 35°C na germina o e forma o de plantulas. Os frutos de M. sclerophylla s o pseudodrupas globosas contendo uma grande semente também globosa, que representa cerca de 80% da massa fresca do fruto. A germina o é semi-hipogea e fanerocotiledonar, com cotilédones carnosos e viridiscentes. A emergência da radícula ocorreu nas temperaturas entre 15 e 35°C, porém, o desenvolvimento da plantula normal foi observado somente entre 20 e 30°C. Os resultados indicam 30°C como temperatura ótima para a germina o das sementes. Nesta condi o, a emergência da radícula ocorreu após 18 dias, em média, e a forma o da plantula com raiz primária, epicótilo e o primeiro par de folhas desenvolvidas, cerca de 37 dias após a semeadura.
Mineralogia, química e estabilidade de agregados do tamanho de silte de solos da Regi o Sudeste do Brasil
Vitorino Antonio Carlos Tadeu,Ferreira Mozart Martins,Curi Nilton,Lima José Maria de
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: Com o objetivo de avaliar a rela o da composi o mineralógica e química do solo com a estabilidade de agregados do tamanho de silte, foram realizados estudos utilizando-se amostras de horizontes A e B de diversos solos da Regi o Sudeste do Brasil. Amostras de TFSA foram dispersas a 12.000 rpm por 20 minutos e a fra o silte foi separada por esgotamento da fra o argila, constituindo-se na fra o denominada pseudo-silte, a qual foi sonificada, separando-se a fra o argila desagregada (por sifonamento) da fra o silte propriamente dita. Estudos de correla o mostraram que as composi es mineralógica e química dos solos têm efeito marcante na dispers o de argila, com reflexos na fra o silte. Maiores teores de gibbsita refletem em maior estabilidade dos agregados do tamanho de silte ao passo que a caulinita proporciona efeito inverso. As formas de Al determinadas na fra o pseudo-silte est o associadas à maior dificuldade de dispers o da fra o argila dos solos.
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