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A FORMULA O DE ESTRATéGIAS PARA PEQUENAS EMPRESAS DE BASE TECNOLóGICA
érica C. O. Pereira Berté,Leonel Cezar Rodrigues,Martinho Isnard Almeida
Revista de Administra??o da UFSM , 2008,
Abstract: Considera-se que uma empresa possui uma estratégia quando determinadamente faz seus produtos/servi os de forma diferente, mais inteligente e planejada do que seus rivais. Apesar de manterem em fundamento as mesmas características, formulá-las para uma grande ou microempresa s o processos distintos. Parece ser mais singular ainda quando se analisa o caso das pequenas empresas de base tecnológica. Assim, o objeto deste trabalho é a análise da formula o de estratégias em pequenas empresas de base tecnológica, com o fim de propor contribui es ao processo de formula o de estratégias para esse tipo de empresa. Realizou-se, para tanto, um estudo qualitativo, de multicasos, envolvendo seis pequenas empresas de base tecnológica. A análise do processo de formula o de estratégias dessas empresas mostrou que o elemento fundamental nesse processo é a voca o técnica do empreendedor. é ela que determina a concep o do negócio, induzindo à formula o de estratégias de forma intuitiva e assistemática. As habilidades técnicas do microempresário parecem sobrepor-se às técnicas administrativas de análise ambiental, benchmarking e identifica o de oportunidades, numa demonstra o clara de atitude quase exclusiva de technology push. Considerando as características deste contexto, prop e-se um modelo de formula o de estratégias para essas empresas.
Gest o de pessoas altamente qualificadas em pequenas empresas de base tecnológica.
Antonio Valerio Netto,Danielle Magierski Valerio
Revista de Administra??o Mackenzie , 2006,
Abstract: Um dos principais fatores para o crescimento e fortalecimento das pequenas empresas de base tecnológica é possuir em seu quadro de colaboradores m ode-obra altamente qualificada. Contudo, existe uma grande dificuldade de manter um corpo técnico e administrativo qualificado em uma pequena estrutura empresarial. A presen a nessas empresas de mestres e, principalmente doutores, é muito pequena e quase sempre estes profissionais s o sócios ou únicos donos da empresa. Dessa forma, o artigo busca sugerir estratégias para que essas empresas possam recrutar e manter em seus quadros de profissionais pessoal com alta titula o e com competência comprovada.
COMPETITIVIDADE DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS BRASILEIRAS:
Antunes Júnior Antonio Valle Antunes Júnior,Marcelo Klippel
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: Este artigo descreve uma metodologia de interven o para aumentar o desempenho das Micro e Pequenas Empresas Industriais – MPEI. O desenvolvimento de métodos robustos para a interven o em MPEI representa uma necessidade ainda n o desenvolvida no Brasil. Para a constru o do referencial teórico que suporta a metodologia proposta, o artigo sugere a utiliza o dos princípios, técnicas e método derivados de três disciplinas básicas: Administra o de Empresas, Economia Industrial e Engenharia de Produ o. Desta forma, o objetivo do artigo consiste na proposi o de um Método Global de Interven o, utilizando os mais modernos princípios, métodos e técnicas vinculados às três disciplinas básicas, buscando aumentar a competitividade das Micro e Pequenas Empresas Industriais do País.
A importancia da responsabilidade social corporativa para a potencia o do capital social em pequenas e médias empresas
Maria Jo?o Nicolau Santos,Rogério Rodrigues da Silva
Revista de Ciências da Administra??o : RCA , 2010,
Abstract: As transforma es sociais, econ micas e tecnológicas têm transformado o papel das empresas perante a sociedade e sob esse prisma a quest o da Responsabilidade Social Corporativa assume um papel importante. Todavia para as pequenas e médias empresas existem limita es que impedem uma integra o maior desse tipo de prática na sua gest o. Para superar isso, tem-se buscado uma integra o maior dessas empresas aos stakeholders, a custo baixo, a fim de maximizarem as possíveis vantagens, o que está imbricado no conceito de capital social. Assim, o objetivo deste artigo é apresentar a teoria do capital social e relacioná-la a quest es de Responsabilidade Social Corporativa, buscando compreender as intersec es, aplicabilidade e ganhos desses conceitos no contexto das pequenas e médias empresas. Indicam-se ainda algumas variáveis que podem servir como base para mensura o da Responsabilidade Social Corporativa e do capital social em pesquisas futuras.
O IMPACTO DAS ETAPAS DO PROCESSO DE ADMINISTRA O ESTRATéGICA COMO ANTECEDENTES DO DESEMPENHO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Cid Gon?alve Filho,Henrique Cordeiro Martins,Gustavo quiroga Souki,Mario Teixeira Reis Neto
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: O presente artigo teve como objetivo investigar o impacto das etapas do processo de administra o estratégica como antecedentes do desempenho das micro e pequenas empresas. Objetivou-se ainda validar escalas que mensurassem a intensidade das etapas do processo de administra o estratégica e testar um modelo teórico estrutural que identificasse as rela es e impactos dessas etapas como antecedentes do desempenho das micro e pequenas empresas. Foram realizadas inicialmente entrevistas semi estruturadas com especialistas da área de estratégia. Esta etapa teve um caráter qualitativo e exploratório e visou estudar o fen meno para a identifica o de variáveis. A segunda fase, de natureza quantitativa, teve como objetivo validar os instrumentos e testar o modelo estrutural proposto, por meio de uma pesquisa do tipo survey. O questionário foi aplicado em micro e pequenas empresas nas 57 microrregi es consideradas pelo SEBRAE em todo o Estado de Minas Gerais. A amostra constou de 378 respondentes. Após valida o das escalas por métodos estatísticos, os resultados apontaram que no modelo estrutural testado, as etapas do processo de administra o estratégica explica 41% o desempenho das empresas pesquisadas, tendo as etapas planejamento e controle os maiores pesos no desempenho. Com base no modelo, conclui-se que este trabalho contribui para desenvolvimento de pesquisas que buscam explicar o desempenho das empresas, em especial no que se refere à administra o estratégica. Também indica importantes recomenda es gerenciais, já que somente as estratégias deliberadas impactaram no desempenho.
Análise do tema gest o estratégica nas pequenas empresas prestadoras de servi os: uma revis o bibliográfica
Andréa Simone Machiavelli Pontes
Navus : Revista de Gest?o e Tecnologia , 2012,
Abstract: As pequenas empresas prestadoras de servi o têm desempenhado cada vez mais um papel importantíssimo para o crescimento da economia brasileira. Tais empresas se deparam com novas situa es de mercado como concorrência, excelência na qualidade, clientes exigentes e conhecedores, necessidade de abrangência no mercado, cultura e clima organizacional, fornecedores e outras tantas variáveis muitas vezes nem conhecidas por seus administradores. A abordagem da Gest o Estratégica apresenta a necessidade de entender as variáveis e fatores que comp em o micro e macro ambiente das pequenas empresas, o processo de planejamento e de a es estratégicas que conduzam os objetivos e metas contribuindo para o sucesso das empresas diante de um mercado competitivo. O objetivo deste artigo é realizar uma revis o bibliográfica em torno do conceito Gest o Estratégica, para identificar como as pequenas empresas prestadoras de servi os implementam a es para suportar a a o estratégica. O método de pesquisa foi uma análise bibliométrica, por meio de procedimentos de pesquisa quantitativos e qualitativos, com análise documental de publica es no período entre 2006 e 2012, buscando-se artigos que contivessem em seus títulos o termo “Gest o Estratégica” com base de dados da biblioteca eletr nica SciELO.
BALANCED SCORECARD MEDIADO PELA GEST O DO CONHECIMENTO: MODELO DE USO PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Claudio Farias Rossoni
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: Neste artigo é analisado o Balanced Scorecard (BSC) mediado pela Gest o do Conhecimento (GC) em todas as suas perspectivas, principalmente a perspectiva de aprendizado e crescimento, que é pouco explorada nas implanta es, cuja importancia está implícita por dar base aos objetivos das outras perspectivas do BSC. Essa análise bibliográfica visa apoiar o desenvolvimento de um modelo que integre Gest o do Conhecimento (GC) e o Balanced Scorecard (BSC) para fins de aplica o nas micro e pequenas empresas (MPEs). Conceitos e práticas de Aprendizagem Organizacional s o incluídos nessa análise pela estreita rela o existente com o tema abordado favorecendo a constru o do referido modelo.
Relevancia dos sistemas de custos para as pequenas empresas
Carlos Otávio Zamberlan,Wanderlei José Ghilard,ítalo Fernando Minello
Revista Organiza??es em Contexto , 2005,
Abstract: Na emergente competi o do mundo contemporaneo, as empresas necessitam moldarem-se às profundas transforma es mundiais, independente do seu porte, demonstrando um cenário distinto do conhecido, onde os mercados eram protegidos. Essas mudan as no ambiente atingem as empresas, exigindo que elas adotem novas políticas de administra o. A contabilidade financeira, mesmo reconhecida como de vital importancia para os registros e controles, já n o se mostra de grande utilidade no que diz respeito às quest es gerenciais. Frente a esse contexto, torna-se importante verificar a utiliza o dos sistemas de custos pelas empresas de pequeno porte, pois a falta de sua utiliza o pode tornar as empresas vulneráveis à concorrência globalizada. Em fun o da significancia econ mica dessas empresas, este trabalho se prop e a analisar qual a relevancia dos sistemas de custos para as pequenas empresas. Este artigo caracteriza-se como uma pesquisa exploratória bibliográfica, onde se levantou informa es sobre as pequenas empresas e sua importancia, passando para uma análise específica da contabilidade financeira, contabilidade de custos e sistemas de custeio. Conclui-se que os sistemas de custos têm grande importancia para as pequenas empresas em fun o das decis es que essas empresas precisam tomar referentes à sua forma de atua o no mercado, e que necessitam de informa es precisas de custos.
Sistemas integrados de gest o ERP em pequenas empresas: um confronto entre o referencial teórico e a prática empresarial
Mendes Juliana Veiga,Escriv?o Filho Edmundo
Gest?o & Produ??o , 2002,
Abstract: Nos últimos anos, os sistemas integrados de gest o, ou ERP (Enterprise Resource Planning) , passaram a ser largamente utilizados pelas empresas. Eles s o apresentados como "solu o" para a maioria dos problemas empresariais. S o sistemas genéricos capazes de integrar todas as informa es que fluem pela empresa por intermédio de uma base de dados única. A literatura sobre o assunto apresenta uma série de resultados positivos e benefícios a serem obtidos com a ado o desses sistemas. Porém, as dificuldades a serem enfrentadas e a profundidade das mudan as a serem realizadas para a obten o dos benefícios n o s o t o claras para as empresas, principalmente para as de pequeno porte, que n o possuem tantos recursos para investimento em tecnologia. Este artigo tem por objetivo relatar o resultado de uma pesquisa sobre a ado o de sistemas integrados de gest o, ou ERP, por pequenas empresas, confrontando o referencial teórico e a prática empresarial.
IMPACTOS DA LEI GERAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO DESENVOLVIMENTO DAS COMPRAS PúBLICAS DO CEARá
Reinaldo Marcelo Lima Braga,Fernando Menezes Xavier
Revista da Micro e Pequena Empresa , 2011,
Abstract: A elabora o da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas surge com a reforma tributária, em 19/12/2003. Em 14/12/2006 é criada a Lei Complementar 123/06 (Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas – Simples Nacional), novo estatuto nacional das microempresas e empresas de pequeno porte. O trabalho identifica os ajustes que as micro e pequenas empresas tiveram que implementar para expandir suas vendas aos órg os públicos, a partir do surgimento e implanta o da Lei Complementar 123/06. A metodologia deste estudo consiste na abordagem ao problema e a natureza que é quanti-qualitativa; em rela o aos fins, é exploratória e descritiva; quanto aos meios é bibliográfica, documental, de campo e ex post facto; e efetuou-se um levantamento com cento e catorze micro e pequenas empresas fornecedoras do Estado do Ceará, dos certames eletr nicos de 2008 da BNB, TRE-CE e UFC. Os resultados demonstram a evolu o da participa o das micro e pequenas empresas em 294% (duzentos e noventa e quatro por cento), como fornecedoras de órg os públicos, e mostram que n o houve dificuldades encontradas pelas micro e pequenas empresas do Estado do Ceará em atender aos requisitos da Lei Complementar 123/06. Como possíveis dificuldades em seu desenvolvimento, identificaram-se a contrata o de pessoal especializado em vendas ao governo, aquisi o de softwares e sistemas operacionais. Ainda, como resultados, identificam-se as tecnologias adquiridas como compra de equipamento de informática, contrata o de banda larga e inova es de processo que foram implementadas, em decorrência dos aumentos nas vendas e capacita o de fornecimento com acesso a outros mercados pelas micro e pequenas empresas do Estado do Ceará.
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