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Mudan as Estratégicas das Empresas Cal adistas do Vale do Rio dos Sinos [Strategic Change among Footwear companies in the Vale do Rio dos Sinos]
Serje Schmidt,Pedro de Almeida Costa,Ernani Cesar de Freitas
Organiza??es & Sociedade , 2011,
Abstract: A cadeia produtiva coureiro-cal adista tem passado por mudan as significativas na sua forma de opera o em face às profundas mudan as ocorridas no ambiente competitivo internacional, o que exige das organiza es uma nova vis o sobre o seu posicionamento estratégico. Este artigo tem o objetivo de identificar o posicionamento estratégico das empresas cal adistas do Vale do Sinos, com base nas tipologias de Porter (1980), Mintzberg (2006) e Barney e Clark (2007). Esta pesquisa enquadra-se como descritiva e qualitativa. Entrevistas em profundidade foram conduzidas com especialistas no setor coureiro-cal adista, que apontaram uma mudan a no posicionamento estratégico dessas empresas. De um perfil industrial com foco em baixo custo, as empresas aprumaram-se para um perfil mais voltado ao mercado, oferecendo elementos de diferencia o. Sugere-se, ao final, uma reflex o sobre o que foi aprendido com este episódio, bem como colocar em prática a es preventivas para sustentar esta nova posi o competitiva. --- Strategic Change among Footwear companies in the Vale do Rio dos Sinos --- Abstract --- The operational side of the chain of production in the leather goods and footwear industry has undergone significant changes in response to the profound changes that have taken place in the international competitive environment and this requires a new strategic vision. The objective of this article is to identify the strategic positioning of the footwear manufacturers located in the Vale do Sinos according to the classifications described by Porter (1980), Mintzberg (2006) and Barney and Clark (2007). This is a descriptive and qualitative study. In-depth interviews were carried out with specialists in the leather goods and footwear industry. Starting from an industrial profile focused on low costs, these companies have realigned themselves to a more market-oriented profile, offering elements of differentiation. The paper ends by suggesting that it is necessary to reflect on what has been learnt during this phase and take precautionary measures to sustain this new competitive position.
Dilata o e Curetagem na Avalia o do Sangramento Uterino Anormal: Achados Histopatológicos e Rela o Custo/Benefício
Melki Luiz Augusto Henrique,Oliveira Marco Aurélio Pinho de,Tostes Filho Waldyr,Assump??o Augusta Maria B. de
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2000,
Abstract: Objetivo: avaliar criticamente os achados histopatológicos e a rela o custo/benefício da dilata o e curetagem uterina (D&C) no rastreio do sangramento uterino anormal (SUA). Método: análise retrospectiva dos resultados histopatológicos de 542 D&C praticadas por SUA na Disciplina de Ginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FCM-UERJ), de janeiro de 1984 a janeiro de 1994. As pacientes foram divididas em dois grupos: Grupo 1 - pacientes com idade igual ou inferior a 50 anos (n = 385) e Grupo 2 - pacientes com mais de 50 anos (n = 157). Foram excluídos desse estudo os casos de curetagens de urgência. Todas as curetagens foram realizadas sob narcose. O tempo médio de interna o foi de três dias. Considerou-se resultado patológico negativo quando o laudo histopatológico mostrou endométrio tipo proliferativo, secretor, atrófico ou iatrogênico. Este último termo refere-se a endométrio sob possível influência de medica o hormonal. Considerou-se resultado patológico positivo quando o laudo histopatológico evidenciou algum tipo de les o. Resultados: no Grupo 1 encontrou-se resultado patológico negativo em 50,2% dos casos, resultado patológico positivo em 39,7% dos casos e material insuficiente para diagnóstico (MIPD) em 10,1% dos casos. Pólipo endometrial e mioma submucoso foram observados em apenas 5,5% e 4,4%, respectivamente. O cancer foi de observa o incomum nesse grupo, sendo encontrado o adenocarcinoma do endométrio (ACE) em apenas 1,3% dos casos (n = 5), numa rela o de 77 D&C para um ACE. No Grupo 2 observou-se resultado patológico negativo em 38,3% dos casos, resultado patológico positivo em 38,1% dos casos e MIPD em 23,6% dos casos. Pólipo endometrial e mioma submucoso foram diagnosticados em somente 5,1% e 0,6%, respectivamente. Les es malignas foram encontradas em 12% dos casos, sendo 9,5% (15 casos) de ACE, mostrando rela o de um ACE para 10 D&C. Conclus es: consoante o conhecimento atual sobre a etiopatogenia do SUA este estudo mostrou que a D&C diagnóstica tradicional tem baixa acurácia na avalia o daquele sangramento e rela o custo/benefício incompatível com a medicina atual. Portanto, n o deve ser o exame de primeira escolha. Considerando, contudo, que o ACE foi encontrado em uma de cada 10 D&C em mulheres com mais de 50 anos com queixa de sangramento uterino, pode-se indicar D&C com mais liberalidade nesse grupo, uma vez que n o se disponha de histeroscopia com biópsia dirigida. Atualmente, a D&C n o tem mais um papel significante no rastreio do SUA como tinha há alguns anos. Entretanto, o p
CáLCULO DO CUSTO DE CATáSTROFES: PROPOSTA DE ABORDAGEM  [cached]
Luiz Panhoca,Olga Maria Panhoca da Silva,Lauro Brito de Almeida
Revista Ambiente Contábil , 2010,
Abstract: Este trabalho prop e um método para o cálculo dos custos de catástrofes naturais e o custo do atendimento após a ocorrência do fato. As quest es de pesquisas, os custos de catástrofesnaturais e os custos de atendimento ex-post facto permitem a verifica o da a o or amentária e do emprego das verbas destinados a este fim. Salienta-se que a dinamica social que for a asitua o da catástrofe é a territorializa o dos empobrecidos, portanto social e de importancia para a contabilidade de custos. O potencial de risco associado às catástrofes é crescente e aquest o do planejamento e da gest o de custos é fundamental e pertinente. Para o equacionamento aplicam-se técnicas econométricas e contabilométricas na busca de solu es ex-post do problema. O equacionamento do custo e do atendimento é matematicamentedescrito como sistema. O custo da distribui o de recursos é um problema de allocation of resources. O custo das atividades pós-catástrofes representam uma sequência de a es com solu o do problema do caminho ótimo, routing problem, ou de menor custo. Sup s-se queessas atividades s o representadas por um sistema descrito por uma variável escalar discreta. Verifica na prática das a es de grupos de atendimento que existe um controle das opera es. Considerou-se o exercício do controle para se ter o mínimo custo nas opera es “observa o – controle” onde o controle tem um custo que deve ser considerado. Observa-se, portanto um processo de decis o seqüencial com solu o de mínimo.
Olhares estrangeiros: viajantes no vale do rio Mucuri  [cached]
Duarte Regina Horta
Revista Brasileira de História , 2002,
Abstract: A partir da análise de relatos de viajantes presentes no vale do rio Mucuri (Minas Gerais, Brasil) ou em seus arredores, focalizam-se as representa es imaginárias construídas acerca de uma grande área de Mata Atlantica, praticamente intocada até meados do século XIX. O médico Avé-Lallemant e os naturalistas Maximilian, Saint-Hilaire e Tschudi discutiram intensamente dois temas. O primeiro refere-se às popula es indígenas que habitavam a área, apresentadas como grande obstáculo para a conquista. O segundo consiste na mata, cujo exotismo e impenetrabilidade a aproximavam, no seu imaginário, dos índios botocudos, aos quais se atribuíam atitudes violentas e hábitos antropofágicos. Nessa polêmica, avaliavam a possibilidade de coloniza o e as condi es efetivas de ocupa o do território.
Participa o do custo da embalagem na composi o do custo de produ o e do pre o de atacado do tomate de mesa
Luengo Rita de Fátima Alves,Camargo Filho Waldemar,Jacomino ?ngelo Pedro
Horticultura Brasileira , 2003,
Abstract: Quantificou-se a participa o do custo da embalagem caixa "k" no custo de produ o e no pre o de atacado do tomate, comparando com a participa o do custo da embalagem caixa Embrapa no mesmo processo de comercializa o. A substitui o da embalagem caixa "k" pela embalagem caixa Embrapa significa uma redu o de 10,14% no custo de produ o do tomate e uma redu o de 5,92% no pre o de atacado do tomate, somente devido à embalagem. Isso significa aumento de lucro de 10,14% para o produtor de tomate e aumento de lucro de 5,92% para o varejista. Se for repassada esta diferen a para o consumidor final, poderá haver maior estímulo ao consumo e/ou melhoria de qualidade do produto.
EVOLU O QUATERNáRIA DO VALE MéDIO DO RIO PARATEI, ESTADO DE S O PAULO - BRASIL  [cached]
Lylian Coltrinari,Paulo Nakashima,José Pereira de Queiroz Neto
Revista do Departamento de Geografia , 1984, DOI: 10.7154/rdg.v0i3.273
Abstract: EVOLU O QUATERNáRIA DO VALE MéDIO DO RIO PARATEI, ESTADO DE S O PAULO - BRASIL
Custo do transplante hepático no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná
Coelho J.C.U.,Wiederkehr J.C.,Lacerda M.A.,Campos A.C.L.
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 1997,
Abstract: OBJETIVO. Determinar o custo do transplante hepático no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná. MéTODO. Os dados do prontuário de 24 pacientes submetidos a 25 transplantes hepáticos foram avaliados do dia da interna o para o transplante hepático até a data da alta hospitalar ou óbito para determinar o número de dias de interna o, o local de interna o, a quantidade de material e medicamentos usados, os exames complementares e procedimentos realizados. Honorários médicos n o foram incluídos no estudo. RESULTADOS. A idade dos pacientes variou de 6 a 56 anos, tendo seis deles menos que 14 anos de idade. Cinco pacientes foram a óbito durante a interna o hospitalar. Retransplante foi realizado em somente um paciente. O custo médio da retirada do fígado do doador foi de US$ 2,783.19. O custo total do transplante hepático variou amplamente entre os pacientes, na dependência de ocorrência de complica es pós-operatórias, do número de dias de interna o hospitalar e da quantidade de transfus o de hemoderivados. O custo total variou de US$ 6,359.84 a US$ 75,434.18, com média de US$ 21,505.53. O item mais caro do transplante hepático foi o custo com a hemoterapia, seguido do custo com medicamentos e diária hospitalar. CONCLUS O. O custo do transplante hepático varia muito entre os pacientes e pode ser realizado no Brasil a um custo inferior ao relatado nos Estados Unidos e na Europa.
O Enoturismo no Brasil: um estudo comparativo entre as regi es vinícolas do Vale dos Vinhedos (RS) e do Vale do S o Francisco (BA/PE)  [cached]
Talise Valduga Zanini,Jefferson Mar?al da Rocha
Revista Turismo em Análise , 2010,
Abstract: Resumo Este artigo tem como objetivo fazer uma análise comparativa entre duas das mais importantes regi es vinícolas brasileiras: o Vale dos Vinhedos (VV) no Rio Grande do Sul e o Vale do S o Francisco (VSF) localizado entre os Estados da Bahia e Pernambuco. O objetivo é compreender se as motiva es dos turistas que visitam as regi es estudadas se relacionam ao vinho e seu contexto ou possuem características similares a de outros eventos turísticos. Os resultados encontrados permitem inferir que no VV, as motiva es dos turistas referem-se ao vinho, e essa regi o já pode ser considerada um destino enoturístico consolidado. Já no VSF, as motiva es dos turistas relacionam-se a aspectos comuns a todos tipos de turismo. Conclui-se que a pluralidade destas duas regi es enoturísticas, desde que devidamente planejada no contexto regional específico, poderá constituir-se um fator de diferencia o para o Brasil no cenário mundial. Palavras-chave: turismo; enoturismo; Vale dos Vinhedos; Vale do S o Francisco; Brasil. Abstract This article has as objective to do a comparative analysis among two of the most important Brazilian wine-producing areas: The Vale dos Vinhedos in Rio Grande do Sul and Vale do S o Francisco (VSF) located among Bahia e Pernambuco. The objective is to understand the tourists' motivations that visit the studied areas these they link to the wine and her context or they possess similar characteristics the one of other tourist events. The joined results allow to infer that in Vale dos Vinhedos, the motivation of tourists is related to wine and this region can already be considered a consolidated wine tourism destination. On the other hand, in Vale do S o Francisco, the motivation of tourists is related to common aspects to all types of tourism, and in less intensity to the reasons regarding wine. It is ended that the plurality of these two wine regions, as long as properly managed, can be a factor of differentiation for Brazil, in the worldwide wine scene. Keywords: tourism; wine tourism; Vale dos Vinhedos; Vale do S o Francisco; Brazil.
Fazendas de café oitocentistas no Vale do Paraíba
Carrilho, Marcos José;
Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material , 2006, DOI: 10.1590/S0101-47142006000100003
Abstract: the architectural remnants of the old coffee plantation estates configure remarkable examples of s?o paulo state (vale do paraíba) rural architecture. the study of their components, as well as the way in which they were established and organized, was carried out by means of readings of coffee plantation literature of the time, and by the analysis of owners' deeds. on the last part of this essay, the focus is extended to the analysis of the remaining architecture of such edifications.
Fazendas de café oitocentistas no Vale do Paraíba  [cached]
Marcos José Carrilho
Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material , 2006,
Abstract: The architectural remnants of the old coffee plantation estates configure remarkable examples of S o Paulo State (Vale do Paraíba) rural architecture. The study of their components, as well as the way in which they were established and organized, was carried out by means of readings of coffee plantation literature of the time, and by the analysis of owners deeds. On the last part of this essay, the focus is extended to the analysis of the remaining architecture of such edifications.
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