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Práticas educativas em saúde do enfermeiro com a família da crian a hospitalizada  [PDF]
Fernanda Garcia Bezerra Góes,Angela Maria La Cava
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: As reflex es de como os enfermeiros est o realizando as a es educativas em saúde na assistência infantil levaram aquest o norteadora deste estudo: Como o enfermeiro tem desenvolvido as a es de educa o em saúde com a famíliada crian a hospitalizada? O presente trabalho teve como objetivo caracterizar as práticas educativas em saúde doenfermeiro com a família da crian a hospitalizada. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório, de abordagemqualitativa, cujos sujeitos foram nove enfermeiros que trabalham na unidade de pacientes internos de um hospitaluniversitário pediátrico localizado no município do Rio de Janeiro. O instrumento para produ o dos dados foi aentrevista semi-estruturada, aplicada aos sujeitos entre os meses de setembro a novembro de 2006. A partir daAnálise Temática dos dados, emergiu a seguinte categoria: Práticas educativas em saúde: preparando as famílias decrian as dependentes de tecnologia para o cuidado domiciliar. Verificou-se que as a es educativas encontram-sevoltadas principalmente para as crian as dependentes de tecnologia. Recomenda-se a cria o de servi os de aten odomiciliar para as crian as que necessitam de cuidados especializados de forma tal que suas famílias tenham umarede de apoio para cuidar de seus filhos e a cria o de grupos educativos com as famílias das crian as hospitalizadas.
Crian a hospitalizada: m e e enfermagem compartilhando o cuidado  [cached]
Collet Neusa,Rocha Semiramis Melani Melo
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2004,
Abstract: Nesta pesquisa objetivou-se verificar em que momento, em quais cuidados e de que forma as m es s o incluídas na assistência à crian a hospitalizada e verificar como acontece a negocia o dos cuidados entre a equipe de enfermagem e m es. A pesquisa de campo foi realizada por meio da observa o participante do cotidiano da assistência, em uma unidade pediátrica hospitalar e entrevistas com m es e equipe de enfermagem. A inclus o da m e nos cuidados do filho tem acontecido de forma sutil. A m e tem assumido procedimentos que eram de competência da enfermagem, concentrando informa es sobre o processo terapêutico. A falta de um projeto terapêutico coletivo sob a perspectiva do cuidado centrado na família é um dos óbices ao envolvimento da m e na assistência. Os resultados demonstram que as rela es entre m es e equipe de enfermagem mostram-se complexas e permeadas pelo exercício do poder, sendo necessária a busca da constru o do cuidado compartilhado.
Express o da emo o por meio do desenho de uma crian a hospitalizada  [cached]
Souza Simone Vieira de,Camargo Denise de,Bulgacov Yara Lucia M.
Psicologia em Estudo , 2003,
Abstract: O que desejamos com este trabalho é relatar a experiência de um estudo de caso de uma crian a em idade pré-escolar hospitalizada. O foco do estudo é a express o da emo o por meio de desenhos realizados pela crian a em sess es de psicoterapia. Considera-se o desenho como uma atividade expressiva. Os desenhos acompanhados da fala s o analisados à luz da teoria histórico-cultural. Os resultados evidenciaram ser o desenho um dos meios utilizados pela crian a para expressar sua vivênciaemocional.
“Fácies” do trabalho de Enfermagem na assistência à crian a hospitalizada
Daniela Dias Quirino,Neusa Collet
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: No cuidado à crian a hospitalizada devemos buscar a constru o de um projeto terapêutico compartilhado e centrado na crian a e sua família. O objetivo deste estudo foi apreender a organiza o do processo de trabalho da equipe de enfermagem no cuidado a crian as hospitalizadas. Pesquisa exploratória de natureza qualitativa cuja coleta de dados foi realizada em um hospital filantrópico do estado de Pernambuco por meio da entrevista semi-estruturada nos meses de abril e maio de 2007. Os sujeitos do estudo foram enfermeiras, técnicas e auxiliares de enfermagem que aceitaram participar da pesquisa. Os resultados apontam que o modo de organiza o do trabalho da equipe de enfermagem está centrado em procedimentos e fragmenta o de tarefas. A insuficiência de recursos humanos, sobrecarga de trabalho, superlota o, insatisfa o e desmotiva o profissional s o determinantes que contribuem para esse modelo assistencial. Esses aspectos s o agravantes de problemas para a crian a-família e para os profissionais, gerando medo, ansiedade, angústia, dor, podendo desencadear sofrimento psíquico. Para a supera o desse enfoque urge a ado o de tecnologias de cuidado pautadas pela integralidade, vínculo, responsabiliza o. A constru o da assistência de enfermagem à crian a hospitalizada exige que os profissionais reflitam suas práxis, reorganizando seus processos de trabalhos a partir do trabalho coletivo e humanizado.
Sofrimento psíquico da equipe de enfermagem na assistência à crian a hospitalizada  [cached]
Juliane Pagliari,Neusa Collet,Beatriz Rosana Gon?alves de Oliveira,Cláudia Silveira Viera
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: Essa pesquisa objetivou apreender o sofrimento psíquico da equipe de enfermagem que assiste à crian a hospitalizada e identificar a presen a de sofrimento psíquico e as estratégias defensivas utilizadas pelos trabalhadores na dinamica do trabalho. Os dados empíricos foram coletados por meio de entrevista e observa o participante com profissionais de enfermagem do alojamento conjunto pediátrico de um hospital público no Oeste do Paraná, no período de 2003 a 2005, analisados qualitativamente por meio de uma organiza o dos dados em ordem determinada englobando o conjunto do material coletado, uma classifica o inicial seguida da leitura repetida dos textos e classifica o e reagrupamento dos temas relevantes determinando as unidades de análise. Observamos que o sofrimento psíquico ocorre em decorrência da organiza o do trabalho, da falta de recursos materiais e humanos, do n o reconhecimento da institui o frente ao trabalho realizado, do relacionamento conflituoso entre profissionais da equipe de enfermagem com as crian as, com a família e com a equipe multiprofissional. Os mecanismos de defesa mais evidenciados foram fuga, nega o e banaliza o. Os sentimentos desencadeados s o estresse e ansiedade. Salienta-se a necessidade de repensar a forma de organiza o do trabalho na assistência à crian a hospitalizada.
Humaniza??o na produ??o do cuidado à crian?a hospitalizada: concep??o da equipe de enfermagem
Gomes, Ilvana Lima Verde;Camara, Nair Assunta Corso;Lélis, Guesa Maria Dantas;Grangeiro, Gilvania Ferreira Castro;Jorge, Maria Salete Bessa;
Trabalho, Educa??o e Saúde , 2011, DOI: 10.1590/S1981-77462011000100009
Abstract: the goal was to understand the humanization of the nursing actions while designing the nursing staff, learning the meaning of humanization in practice. to achieve this, an exploratory descriptive study with qualitative analysis was used based on the semistructured interview technique. twelve interviews were conducted with five nurses and seven nursing assistants in a public hospital in fortaleza, brazil, in 2005. data analysis was performed after multiple readings had been made, and the results were interpreted based on the analysis of the content, a process leading to two themes: humanization - treat well, care and respect; and experiencing humanization. it was concluded that the nursing staff, although having made the humanization concept explicit, revealed to be aware of the concept and showed the importance of looking beyond the disease, respecting the child as a human being. there was also concern with the lack of material, which in the view of some subjects rendered it difficult to provide decent, less painful care with resolution.
Conhecimento dos profissionais de saúde sobre os direitos da crian?a hospitalizada: um estudo exploratório
Gomes,Ilvana Lima Verde; Caetano,Rosangela; Jorge,Maria Salete Bessa;
Ciência & Saúde Coletiva , 2010, DOI: 10.1590/S1413-81232010000200023
Abstract: along the years, the rights of children and adolescents including those related to hospital context have been proclaimed in brazil. the low level of knowledge by health professionals about the rights can be a factor that contributes to that non observance. in this paper, we tried to understand how health professionals who deal with inpatient children on a daily basis perceive children's and their families' rights. it was a research of descriptive aspect with qualitative analysis using semi-structured interviews. eleven interviews have been carried out with health professionals of a pediatrics hospital in the city of fortaleza, capital of the state of ceará, during 2006. the analysis of the data happened after a process of multiple readings and these were interpreted with the reference regarding the elaborated topics. the analysis resulted in two themes: knowledge of children's rights by the multi-professional team and guarantee of children's rights. we can conclude that health professionals know children's rights partially, especially those rights contained in the eca (children and adolescent's statute), with a tendency to see mainly those rights which were limited to their professional category: the guarantee of children's rights is one of the objectives of the hospital and a desire of almost all professionals.
Seguran a da crian a hospitalizada na UTI: compreendendo os eventos adversos sob a ótica do acompanhante  [cached]
Thiago da Silva,Wiliam Wegner,Eva Neri Rubim Pedro
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: A seguran a do paciente é temática, vem sendo incluída nas práticas do cuidado em saúde, como uma estratégia para orientar medidas que promovam a seguran a da crian a hospitalizada. O objetivo desta pesquisa foi descrever os eventos adversos identificados pelo familiar/cuidador em uma Unidade de Tratamento Intensivo Pediátrico (UTIP). Trata-se de pesquisa qualitativa exploratório-descritiva realizada com treze familiares/cuidadores em um hospital pediátrico de Porto Alegre-RS, no período de mar o a abril de 2009. Utilizou-se entrevista semiestruturada como técnica de coleta dados que foram analisados mediante análise do tipo temática. Das informa es emergiram as seguintes categorias: Falhas no processo de comunica o; Práticas n o seguras relacionadas à atua o profissional; Requisitos para seguran a do paciente na UTIP. A crian a neste ambiente encontra-se exposta frente à assistência ofertada. Acredita-se que a seguran a da crian a hospitalizada em UTIP necessita da incorpora o de práticas de cuidado seguro como cultura institucional direcionada a prevenir eventos adversos.
Os Conselhos de Direitos da crian a e do adolescente no ordenamento jurídico brasileiro  [cached]
Ismael Francisco de Souza,Patrícia dos Santos Bonfante
Espa?o Jurídico : Journal of Law , 2010,
Abstract: Neste artigo contemplam-se os Conselhos de Direitos da Crian a e do Adolescente no contexto ordenamento jurídico brasileiro e os mecanismos democráticos de participa o popular na decis o das políticas públicas. Objetiva-se fazer apontamentos iniciais sobre a idéia de democracia, relacionar a participa o popular e os Conselhos no Brasil, analisar a concep o jurídica dos Conselhos dos Direitos da Crian a e do Adolescente. O método de procedimento foi monográfico e de abordagem foi dedutivo, com pesquisa bibliográfica e jurisprudencial. Palavras-chave: Crian a. Adolescente. Conselho. Direitos Humanos.
Desenvolvimento cognitivo, auditivo e linguístico em crian as expostas à música: produ o de conhecimento nacional e internacional Cognitive, auditory and linguistic development in children exposed to music: production of national and international knowledge  [cached]
Mayra Lopes Eugênio,Júlia Escalda,Stela Maris Aguiar Lemos
Revista CEFAC , 2012,
Abstract: A música é um fator ambiental importante para o desenvolvimento das habilidades motoras, auditivas, linguísticas, cognitivas, visuais, entre outras. Estudos recentes citam a rela o entre o estudo da música e o aprimoramento do processamento auditivo, das habilidades linguísticas e metalinguísticas e dos processos cognitivos, que s o habilidades inerentes à comunica o humana. A Fonoaudiologia se ocupa da aquisi o e do desenvolvimento, bem como, do aperfei oamento das habilidades necessárias à comunica o humana. Assim, parece haver uma inter-rela o entre as áreas Música e Fonoaudiologia. O objetivo deste estudo é descrever e analisar as produ es científicas relevantes para compreender a influência da música nas habilidades auditivas, linguísticas e cognitivas. Apesar da escassa produ o científica sobre o tema, os estudos apresentados apontam rela o positiva entre prática musical e desenvolvimento global infantil. O tema mais abordado foi o processamento auditivo, seguido do desenvolvimento cognitivo e da linguagem. A música pode ser considerada verdadeira aliada na terapia fonoaudiológica, demonstrando a importancia da educa o musical para crian as com desvio fonológico, altera o do processamento auditivo, distúrbio de linguagem oral e escrita. Baseado no que foi encontrado na revis o de literatura abrem-se novas perspectivas de trabalhos a serem realizados na fonoaudiologia para que as lacunas existentes possam ser preenchidas e que novos conhecimentos possam ser somados aos já construídos para a promo o do pleno desenvolvimento infantil. Music is an important environmental factor for developing motor, hearing, language, cognitive and visual skills, among others. Recent studies refer to the relationship between music study and improving the auditory processing, linguistic and metalinguistic abilities and cognitive processes that are inherent skills in human communication. Speech-Language and Hearing Therapy is concerned with the acquisition, development and refinement of skills necessary for human communication. Thus, there seems to be an interrelationship between the areas of Music and Speech-Language and Hearing Therapy. The purpose of this study is to describe and analyze the scientific production relevant to understanding the influence of music in the auditory, linguistic and cognition activities. Despite scarce scientific literature on the theme, the studies suggest a positive relation between musical practice and children's overall development. Auditory processing has been the theme that is more often addressed in the literature, followe
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