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Avalia o de um cianoacrilato quanto à esterilidade e atividade biocida
Ueda Emerson Lioji,Hofling-Lima Ana Luísa,Sousa Luciene Barbosa de,Tongu Maira Sacata
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a esterilidade do cianoacrilato Super Bonder e sua atividade biocida sobre microrganismos. MéTODOS: Para verifica o de contamina o, vinte amostras de cianoacrilato Super Bonder foram aplicadas em meio "brain heart infusion" (BHI) e incubadas a 37o C. Após 7 dias de incuba o, foram retiradas e semeadas em placas de ágar sangue, chocolate e Sabouraud. Para determina o do efeito biocida, as cepas Staphylococcus xylosis, Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa da American Type Culture Collection (ATCC) foram utilizadas em três diferentes modelos, alterando a maneira de aplica o do adesivo cianoacrilato Super Bonder (em microescava es, em tubos e sobre o ágar). RESULTADOS: N o foi observado crescimento positivo nas amostras de cianoacrilato semeadas em "brain heart infusion". Nas placas com microescava es observou-se crescimento de P. aeruginosa e inibi o de S. aureus e S. xylosis. Após a retirada do adesivo, houve crescimento bacteriano em todas as microescava es. Nas placas semeadas com S. aureus e S. xylosis houve forma o aparente de halos de inibi o, o que n o ocorreu com P. aeruginosa. Como resultado n o é verdade que n o foi demonstrado atividade biocida do cianoacrilato em rela o às bactérias S. aureus, S. xylosis e P. aeroginosa. CONCLUS O: Os testes de esterilidade realizados demonstraram que o cianoacrilato Super Bonder é alternativa segura quanto à esterilidade. N o foi demonstrado nenhum efeito bacteriostático ou bactericida em rela o a S. aureus, S. xylosis e P. aeruginosa, o que indica a necessidade da manuten o da antibioticoterapia.
Estrutura física das unidades de endoscopia: a realidade do reprocessamento
Jackeline Maciel Barbosa,Adenícia Custódia Silva e Souza,Luana Cássia Miranda Ribeiro,Heliny Carneiro Cunha Neves
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: Pesquisa descritiva realizada nas unidades de Endoscopia Digestiva Alta em 2007, que objetivou analisar a estrutura física da área destinada ao reprocessamento dos endoscópios no município de Goiania-GO. Os dados foram obtidos e registrados em um check-list mediante observa o direta da estrutura física e dos recursos materiais do local de reprocessamento dos endoscópios. Constatou-se que a maioria (95,0%) das unidades de endoscopia possui um fluxo de reprocessamento inadequado. Deficiências estruturais foram observadas nos locais de reprocessamento, tais como tipo de revestimento, piso, forro contínuo, presen a de pia para higieniza o das m os, ausência de exaustor e ponto de ar comprimido. Concluiu-se que as deficiências estruturais identificadas potencializam o risco químico e biológico tanto para o profissional, quanto para o usuário e ainda podem comprometer o reprocessamento adequado dos endoscópios.
Homens e mulheres: o imaginário sobre a esterilidade na América portuguesa  [cached]
Del Priore Mary
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2001,
Abstract: Este artigo trata dos usos e costumes em torno da esterilidade no Brasil Col nia. Vivida como uma maldi o que se abatia mais comumente sobre as mulheres, a esterilidade era combatida com práticas simbólicas e medicina fitoterápica, com o objetivo de "desobstruir" ou "desenfeiti ar" o ber o da cria o.
Estudo das press es no interior dos balonetes de tubos traqueais  [cached]
Aranha André Galante Alencar,Forte Vicente,Perfeito Jo?o Aléssio Juliano,Le?o Luiz Eduardo Villa?a
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2003,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Como n o é rotineiro o controle da press o no interior dos balonetes de tubos traqueais, e n o há descri o detalhada na literatura de como mantê-la abaixo dos 30 cmH2O sem utiliza o de man metro, decidiu-se verificar as press es no interior de balonetes de tubos traqueais em pacientes sob intuba o traqueal na unidade de terapia intensiva e no cento cirúrgico, testando manobra para manter a press o no balonete abaixo de 30 cmH2O, mas em níveis mínimos necessários para ciclagem do ventilador sem perda do volume corrente. MéTODO: Foram estudadas as press es no interior de balonetes de tubos traqueais de 50 pacientes sob intuba o traqueal na unidade de terapia intensiva (Grupo I) e 72 pacientes sob intuba o traqueal no centro cirúrgico (Grupo II). Testou-se uma manobra para obter a press o mínima no interior do balonete do tubo traqueal, necessária para adequada ventila o, sem vazamento de ar. Registrou-se a press o inicial (P1) no interior dos balonetes dos tubos traqueais utilizando-se man metro digital graduado em centímetros de água, acoplado a seringa de 15 ml. Aspirou-se secre o da orofaringe. Com o meato acústico externo do examinador próximo da boca do paciente entre 10 e 20 cm, conectou-se o man metro ao balonete, que foi esvaziado lentamente, até se ouvir ruído em sopro, pelo vazamento do volume corrente no período inspiratório da ventila o artificial. Neste momento, encheu-se lentamente o balonete até o desaparecimento do ruído. Anotou-se a press o final (P2) do balonete e o volume de ar que restou na seringa do man metro (V). RESULTADOS: As médias das press es P1 nos grupos I e II foram 85,3 e 56,2 cmH2O, respectivamente. As médias de press es P2 nos grupos I e II foram 26,7 e 15,5 cmH2O respectivamente. Após a manobra testada, o desvio padr o baixou de 56,3 para 8,2 no grupo I, e de 48 para 6,7 no grupo II. No grupo I, a manobra reduziu o volume e a press o dos balonetes em 100% dos pacientes e no grupo II, em 97,3%. CONCLUS ES: Os dois grupos apresentaram press es no interior dos balonetes em níveis acima do necessário para ciclagem do ventilador sem perda do volume corrente. A manobra para manter a press o no interior do balonete em níveis inferiores a 30 cmH2O foi simples e de pequeno custo.
Condutividade hidráulica de um Latossolo Roxo, n o saturado, sob diferentes sistemas de uso e manejo  [cached]
Klein Vilson Antonio,Libardi Paulo Leonel
Ciência Rural , 2002,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar as altera es na condutividade hidráulica de um Latossolo Roxo ácrico (Typic Acrorthox) do município de Guaira, Regi o Norte do Estado de S o Paulo, submetido ao plantio direto sem irriga o e ao plantio direto irrigado comparando com o solo de mata, condi o natural. Determinou-se a condutividade hidráulica do solo (K), no campo, em fun o do conteúdo de água (teta ), pelo método do perfil instantaneo, avaliando-se a redistribui o da água no perfil do solo, por meio de tensi metros instalados de 0,1 em 0,1m até 1m de profundidade. Para determinar a fun o K(teta ) também em laboratório, amostras de solo com estrutura preservada, de 1,15m de comprimento e 0,2m de diametro, foram coletadas nos três manejos. Esses monólitos de solo foram instrumentados com tensi metros e submetidos a variados fluxos estacionários descendentes de água, para determina o da fun o, pela equa o de Darcy-Buckingham. Os resultados demonstraram que a estrutura do solo foi afetada pelos manejos até a profundidade de 0,4m, com maior intensidade no solo sob plantio direto irrigado, provocando redu o da condutividade hidráulica do solo n o saturado. O movimento da água no solo n o saturado também foi afetado pelo aumento da densidade, especificamente pela altera o na distribui o do diametro dos poros, demonstrando ainda que, com a metodologia adotada (campo e monólito) o solo, na condi o natural, apresenta duas fases distintas com rela o à condu o de água, uma próxima à satura o e outra a partir da tens o de 40kPa, pelo que as equa es de K(teta ) n o podem ser extrapoladas para fora da faixa do conteúdo de água em que elas foram obtidas.
Tubos de ventila o e água  [cached]
Saffer Moacyr,Miura Maurício S.
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivo: foi realizado pelos autores um estudo in vitro, com o propósito de determinar a press o necessária de diferentes tipos de líquidos para vencer a resistência à passagem pelo orifício do tubo de ventila o. Métodos: foi criado um modelo de coluna de água, graduado em centímetros a partir da base. Foram adaptados 3 tipos de tubo de ventila o. Em cada um dos modelos, foi colocado água da torneira, do mar, da piscina, do rio, água da torneira com sab o e gota otológica. Preenchia-se o recipiente com microgotas, formando uma coluna líquida até ocorrer escape. Anotava-se a altura da coluna de água quando isso ocorria, sendo equivalente à press o em centímetros de água (cmH2O). Resultados: os resultados obtidos mostram que é necessário uma determinada press o, para que líquidos atravessem o orifício dos tubos de ventila o. Conclus o: apesar das limita es dos resultados in vitro, a literatura atual demonstra que n o há raz o para proteger a orelha durante banho de chuveiro, no qual a água cai de forma indireta e sem press o. O banho em banheira com água e sab o é potencialmente perigoso, devido à redu o da tens o superficial do líquido. A rela o direta entre press o dos líquidos versus a tens o superficial sobre o orifício do tubo de ventila o implica na necessidade de diminuir de alguma forma esta press o durante os mergulhos em qualquer meio líquido, e de evitar movimentos bruscos da cabe a dentro da água.
El totalitarismo de Hannah Arendt en la perspectiva del fenomeno saturado
Héctor Godino
Princípios : Revista de Filosofia , 2011,
Abstract: En este trabajo se analiza la concepción del totalitarismo de Hannah Arendt a partir de la novedosa perspectiva aportada por Jean-Luc Marion con su teoría del fenómeno saturado. Para esto se comienza profundizando en las características específicas de este tipo de fenómenos y las consecuencias que acarrea, buscando reconocer luego en las descripciones de Arendt la pertinencia de tal análisis y su riqueza, articulando este pasaje con la ayuda de las valiosas puntualizaciones de Juan Carlos Scannone en torno a la interrelación fecunda entre fenomenología y hermenéutica.
Treinamento em microanastomoses utilizando tubos de látex
Pessoa Breno Bezerra Gomes de Pinho,Pessoa Salustiano Gomes de Pinho
Acta Cirurgica Brasileira , 2002,
Abstract: Introdu o: Treinamento em materiais inertes é um pré-requisito para o emprego experimental e clínico da técnica microcirúrgica. Apresenta-se uma nova abordagem para treinamento em microanastomoses vasculares que consiste na confec o de tubos a partir de luvas de látex. Métodos: Utilizando-se retangulos de látex obtidos de uma luva cirúrgica confeccionou-se tubos de diametros variados (menor diametro de 0,5mm) onde se realizou microanastomoses término-terminais e término-laterais utilizando fios de Nylon números 9, 10 e 11-0. Conclus o: Acredita-se que o modelo acrescenta as formas tradicionais de treinamento em microcirurgia no sentido de minimizar custos e poupar animais de experimenta o.
Avalia o do risco de contamina o por bactérias, no paciente submetido à broncoscopia, após o reprocessamento do broncoscópio  [cached]
GRANDE NANCY SPEKLA,NAKAYAMA ROMILDA APARECIDA,MACHADO ANTONIA MARIA DE OLIVEIRA,YAMAGUTI FáBIO AKIO
Jornal de Pneumologia , 2002,
Abstract: Introdu o: A broncoscopia é um procedimento diagnóstico e terapêutico realizado com a introdu o nas vias aéreas de um tubo flexível que permite visualizar até as menores delas. Para evitar ou reduzir o risco de infec es, o broncoscópio deve ser adequadamente desinfetado com, pelo menos, desinfec o de alto nível. Objetivo: Verificar se há risco de contamina o bacteriana para os pacientes submetidos à broncoscopia do Hospital S o Paulo da Unifesp, Estado de S o Paulo. Métodos: No período de 1997 a 1998, o reprocessamento do broncoscópio incluiu limpeza e enxágüe com água estéril ou potável, seguida de rinsagem com glutaraldeído a 2% por 20 minutos, novo enxágüe com água estéril ou potável e rinsagem com álcool etílico a 70% e secagem com ar for ado pelo canal de suc o. Foram colhidas amostras de 65 pacientes para exames microbiológicos, instalando-se soro fisiológico estéril pelo canal de suc o do broncoscópio. Resultados: Após o reprocessamento foram encontrados nas amostras Staphylococcus epidermidis, Enterobacter sp, Acinetobacter baumanni, Streptococcus viridans, Staphylococcus aureus, Streptococcus beta hemoliticus A, Staphylococcus coagulase negativa e em cinco amostras houve crescimento de microbactéria na cultura. Conclus es: A desinfec o do broncoscópio com glutaraldeído a 2% n o foi suficiente para garantir a desinfec o do aparelho e a presen a de Staphylococcus epidermidis indica que houve contamina o do broncoscópio pela manipula o após a desinfec o.
Seguimento de mulheres laqueadas arrependidas em servi o público de esterilidade conjugal
Fernandes Arlete Maria dos Santos,Arruda Maurício De Souza,Palhares Marco Ant?nio Rocha,Benetti Junior Nei Danilo
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: analisar o seguimento de mulheres arrependidas que buscaram revers o da laqueadura tubárea em servi o público. Métodos: foi realizado estudo retrospectivo das causas do arrependimento e dos resultados do tratamento em cima da popula o de mulheres com laqueadura tubárea atendida em Ambulatório de Esterilidade Conjugal, no período de junho de 1983 a junho de 1998. A análise dos dados foi descritiva. Resultados: entre as 147 mulheres que procuraram o servi o, a maioria tinha idade entre 20 e 30 anos e 60% delas havia sido submetida à laqueadura tubárea antes dos 25 anos de idade. Durante o acompanhamento, 54,4% das mulheres desistiram do tratamento, 15% foram desaconselhadas a seguir a investiga o e somente 31 mulheres (21%) foram submetidas à reanastomose tubárea. Quatorze mulheres engravidaram, e destas, nove (6,1%) tiveram gesta es a termo. Conclus o: as mulheres que requerem laqueadura devem ser aconselhadas e esclarecidas sobre o caráter definitivo do método, tentando-se diminuir o arrependimento após o procedimento.
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