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Epidemiologia das infec es em queimaduras no nordeste do Brasil  [cached]
Márcia Calheiros Chaves Silva,Jamile de Souza Pacheco,Francisca Virgínia de Sousa Furtado,José Costa Matos Filho
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: As infec es hospitalares s o complica es freqüentes, graves que comprometem a recupera o dos pacientes queimados. O presente estudo teve como objetivo identificar o perfil epidemiológico e os principais microrganismos isolados de infec es em vítimas de queimaduras em Fortaleza/CE. Estudo observacional, longitudinal, prospectivo, utilizando dados secundários dos indivíduos atendidos no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Instituto Dr. José Frota (IJF) para tratamento de queimaduras, atendidos entre janeiro/ 2004 a abril/2006. 419 vítimas de queimaduras foram atendidas no período estudado, sendo maioria do sexo masculino (59,43%), procedente de Fortaleza (56,80%), com menos de três anos de idade (30,31%). Do total, 188 pacientes (44,88%) apresentaram queimaduras em 11 a 20% da superfície corporal queimada (SCQ). Foram notificados 175 casos de infec es hospitalares, sendo a infec o da corrente sangüínea a mais prevalente (77,14%), seguida da infec o respiratória (11,43%), do trato urinário (8,0%) e cutanea (2,86%). Os microorganismos mais comumente isolados foram Staphylococcus aureus (34,69%), Pseudomonas sp.(33,33%), Enterobacter sp.(14,29%), Escherichia coli (4,08%) e Klebsiella pneumoniae (3,40%). A faixa etária mais acometida foi abaixo de três anos, evidencia necessidade dos pais assegurarem a seguran a de seus filhos em casa. Os microorganismos isolados ratificam o risco elevado das vítimas de queimaduras as infec es endógenas e exógenas.
Sinais clínicos, distribui??o das les?es no sistema nervoso e epidemiologia da raiva em herbívoros na regi?o Nordeste do Brasil
Lima, Everton Ferreira;Riet-Correa, Franklin;Castro, Roberto Soares de;Gomes, Albério Antonio Barros;Lima, Fabiano de Sousa;
Pesquisa Veterinária Brasileira , 2005, DOI: 10.1590/S0100-736X2005000400011
Abstract: twenty four outbreaks of rabies in cattle, 4 in horses, 2 in sheep, and 2 in goats are reported in northeastern brazil. all outbreaks occurred in the state of paraíba, except one in horses that occurred in the state of rio grande do norte. all outbreaks, except one in sheep, were probably transmitted by vampire-bats, but the transmission by foxes (dusicyon vetulus) is also possible. clinical signs were characteristic for distribution of the lesions in the central nervous system (cns). in cattle, signs were mainly of the paralytic form of rabies, caused by lesions on the spinal cord, brain stem and cerebellum; but some animals showed also depression, excitation and other signs due to cerebral lesions. in 3 out of 5 horses, the main clinical signs were due to lesions in the cerebrum, and 2 had the paralytic form. from 4 sheep and 2 goats affected, 4 showed clinical signs of the paralytic form; but in 1 goat and 1 sheep the main clinical signs were caused by cerebral lesions. all affected animals, except 1 goat, had a clinical manifestation period of 2-8 days. the only gross lesions were distention of the urinary bladder in 4 cattle and distention of the rectum in 2 others. two horses had skin lesions due to traumatic injury. histologic lesions were diffuse non-suppurative encephalomyelitis and meningitis. in the horses, and in one goat with a clinical manifestation period of 35 days, the lesions were more severe, with neuronal necrosis, neuronophagia, and presence of axonal spheroids. negri bodies were found in 87% (20/23) of the cattle cases examined histologically. in small ruminants negri bodies were found in 83% (5/6) of the cases. in sheep, goats and cattle, negri bodies were more frequent in the cerebellum, but they were found also in brain stem, spinal cord and cerebrum. in horses, negri bodies were found in small amounts only in the cortex of one animal, and in the cortex and hippocampus of another. histologic lesions and negri bodies in the trigeminal ganglia
Representa es sociais do envelhecimento  [cached]
Veloz Maria Cristina Triguero,Nascimento-Schulze Clélia Maria,Camargo Brigido Vizeu
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1999,
Abstract: A presente pesquisa visou a estudar as representa es sociais das pessoas sobre a velhice, o idoso e o envelhecimento enquanto processo. Foram entrevistadas 37 pessoas (idade mínima de 52 anos e máxima de 92 anos). Estas pertenciam a três grupos residentes na cidade de Florianópolis: professores aposentados da UFSC; participantes de um programa da universidade da terceira idade (NETI) e residentes num centro para idosos. As entrevistas foram analisadas com ajuda de um software de análise quantitativa de dados textuais (Alceste). Os resultados apontam para três tipos de representa o social do envelhecimento: a primeira é uma representa o doméstica e feminina onde a perda dos la os familiares é central, a segunda tipicamente masculina apoia-se na no o de atividade, caracterizando o envelhecimento como perda do ritmo de trabalho, e a última mais utilitarista apresenta o envelhecimento como desgaste da máquina humana. A variável sexo esclareceu aspectos relevantes sobre as diferentes representa es encontradas.
Acesso a vale-refei o e estado nutricional de adultos beneficiários do Programa de Alimenta o do Trabalhador no Nordeste e Sudeste do Brasil, 1997  [cached]
Burlandy Luciene,Anjos Luiz Antonio dos
Cadernos de Saúde Pública , 2001,
Abstract: Analisou-se, a partir dos dados da Pesquisa sobre Padr es de Vida (PPV) inquérito de base domiciliar realizado em 1996/97, nas regi es Sudeste e Nordeste do Brasil, a distribui o do recebimento de vale-refei o/cesta básica e sua rela o com o estado nutricional (índice de massa corporal - IMC) de adultos com idade > ou = 20 anos. Do total da popula o ocupada, somente 19,9% recebia o benefício (24,9% no Sudeste e 11,7% no Nordeste) concentrando-se na área urbana (15,8% no Nordeste e 25,9% no Sudeste) e com aumento conforme a eleva o da renda domiciliar per capita. Observou-se um quadro de sobrepeso (IMC > ou = 25) importante (38,5%) particularmente no Sudeste e na área urbana (@ 41%). O baixo peso (IMC < 18,5) foi maior nas mulheres (6,1%) do que entre os homens (3,4%) e mais indivíduos com sobrepeso recebiam o benefício do que os com baixo peso (31,7 e 23,5%, respectivamente). Aparentemente, há uma inadequa o entre as características do grupo alvo e o acesso a vale refei o (ou cesta básica) no Nordeste e Sudeste.
Doen as reumáticas e incapacidades no contexto do envelhecimento populacional
Elzo Pereira Pinto Junior,Felippe Pessoa Nogueira,Tatiane Dias Casimiro Valen?a,Ver?nica Almeida
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2010,
Abstract: As ciências da saúde têm se desenvolvido a uma velocidade avassaladora, do ponto de vista clínico (tecnologias novas em diagnóstico, tratamento e preven o) e científico (experimentos e estudos cada vez mais avan ados). Tal evolu o trouxe à popula o uma conseqüência inevitável: o envelhecimento populacional. O aumento da idade média das popula es (e conseqüente demanda por recursos em saúde) traz consigo a crescente incidência das doen as reumatológicas, as quais geram sintomas direcionadores de incapacidades, principalmente nos idosos. As artropatias s o atualmente consideradas manifesta es clínicas de hábitos de vida prejudiciais à biomecanica corporal, associados principalmente a um fator genético de mecanismo pouco conhecido, dentre outros fatores (desequilíbrios em sistemas endócrino e imunológico, por exemplo). Logo, pode-se perceber que os desequilíbrios biomecanicos desenvolvidos ao longo da vida se agregam aos diversos fatores que influenciam no aparecimento do reumatismo, levando aos sintomas incapacitantes. O objetivo deste estudo foi realizar uma revis o literária acerca da epidemiologia e da fisiologia das doen as reumatológicas, bem como sua repercuss o sobre as incapacidades funcionais numa popula o que envelhece a cada dia, além de analisar a fun o do SUS como promotor de saúde, atuando na conscientiza o populacional, e, consequentemente, na preven o das artropatias. Trata-se de um levantamento bibliográfico de artigos científicos, atuais, relacionados ao tema nas seguintes bases de dados: Medline, Lilacs e Scielo.
Epidemiologia do trauma facial
Wulkan, Marcelo;Parreira Jr, José Gustavo;Botter, Denise Aparecida;
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2005, DOI: 10.1590/S0104-42302005000500022
Abstract: objectives: this study aims to determine the incidence, etiology, severity of facial trauma and associated injuries enabling a greater understanding of its range and magnitude methods: a hundred and sixty four patients were selected with some degree of facial trauma regardless of gender, age and skin color. data were analyzed by the pearson x2 statistical method. results: a male predominance was observed (78%) and its peak age was between 20 and 39 years. the major cause was interpersonal violence (48.1%), followed by fall (26.2%), run overs 6.4%), sports (5.4%), car accidents (4.2%), motorcycle accidents (3.1%), non-fall impacts (2.4%), occupational injuries (1.8%), gunshot wounds (1.2%), unspecific (1.2%). contusion is the most common injury (23.8%), followed by fractures of the mandible (21.9%), le fort/pan facial/complex (17.8%), nasal bones (11.6%), zygoma (10.3%), tooth (9.1%), orbit (4.9%) and maxilla (0.6%). associated injuries epidemiologia do trauma facial occurred mostly in run overs, but also because of car accident, fall and interpersonal violence. conclusions: the causes of facial trauma are directly related to the age and type of lesion. no evidence was found that the causes were related to gender or severity of the lesion.
Prevalência e fatores associados a sobrepeso e obesidade em adolescentes de 15 a 19 anos das regi es Nordeste e Sudeste do Brasil,1996 a 1997  [cached]
Magalh?es Vera Cristina,Azevedo Gulnar,Mendon?a Silva
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: O estudo objetivou avaliar a prevalência de sobrepeso e obesidade (S/O) e fatores associados, em adolescentes de duas regi es do Brasil, segundo o índice de Massa Corporal. Baseou-se nos dados da Pesquisa sobre Padr es de Vida, inquérito domiciliar realizado pelo IBGE (1998a), entre 1996 e 1997, nas regi es Nordeste e Sudeste do Brasil e incluiu 1.027 e 854 adolescentes de 15 a 19 anos, respectivamente. A análise estatística considerou os fatores de expans o e o desenho da amostra. A prevalência de S/O foi de 8,45% no Nordeste e 11,53% no Sudeste. No Nordeste, observou-se maior risco de S/O para meninas (RP = 3,00), na área urbana (RP = 3,21) e na rural (RP = 2,27). Observou-se menor risco de S/O para meninas do Sudeste (RP = 0,58), também na área urbana (RP = 0,51), mas n o na rural (RP = 1,86). O aumento da renda per capita domiciliar mensal se associou ao risco de S/O em meninos do Nordeste (chi2 de tendência linear: p = 0,002) e Sudeste (chi2 de tendência linear: p = 0,006). Concluiu-se a necessidade de programas de preven o a S/O que incluam reeduca o alimentar e estímulo à atividade física, considerando as diferen as sócio-econ micas e culturais regionais da popula o alvo.
Envelhecimento do processamento temporal auditivo  [cached]
Neves Vera T?rres das,Feitosa Maria Angela Guimar?es
Psicologia: Teoria e Pesquisa , 2002,
Abstract: O presente artigo faz uma revis o breve da literatura sobre envelhecimento auditivo, abordando os estudos sobre o envelhecimento do processamento temporal auditivo, especificamente, estudos sobre detec o de interrup es em sons, por sujeitos adultos de mais idade. S o apresentadas defini es e descri es da presbiacusia, suas conseqüências, e sua prevalência. S o descritos os procedimentos experimentais para estudo de processamento temporal envolvendo a detec o de interrup es em ruídos com faixas amplas de freqüência, a discrimina o de sons com revers o temporal, a detec o de mudan as na amplitude de sons, a detec o de interrup es em sons com faixas estreitas de freqüências, a detec o de diferen as de dura o entre dois estímulos, bem como a discrimina o da ordem temporal de diferentes canais de freqüência componentes de tons complexos. S o revisados, adicionalmente, estudos que descrevem as características psicofísicas do processamento auditivo temporal em idosos. Finalmente, s o apresentadas sugest es sobre dire es futuras para pesquisa.
Aspectos psicológicos e psicopatológicos do envelhecimento Aspectos psicológicos e psicopatológicos do envelhecimento  [cached]
Heber Soares Vargas
Semina : Ciências Sociais e Humanas , 2010, DOI: 10.5433/
Abstract: The present study shows how the different theories related to psycological aging have not satisfactorily explained that process. The difficulties of the psycological analysis of aging are discussed and stressed is the need to give more attention to the psycological potentials remaining to the old person as well as the need for less attention to the deteriorating body functions as calculated by the Weschler technique for the coefficient of deterioration. Rapidly analyzed is the psycopathology of aging, and the study concludes with some recommendations useful to help slow down psycological aging. No presente trabalho mostra-se que as diferentes teorias que procuram analisar o processo de envelhecimento n o conseguiram explicar satisfatoriamente o envelhecimento psicológico. Discute-se as dificuldades para uma análise da psicologia do envelhecimento e se encarece a necessidade de se dar maior aten o à potencialidade psicológica que ainda resta ao velho e menor aten o às fun es que se deterioram, utilizando-se a técnica de Weschler para calcular o coeficiente de deteriora o. Analisa-se rapidamente a psicopatologia do envelhecimento e conclui-se com algumas recomenda es úteis para o retardamento do envelhecimento psicológico.
Efeitos do envelhecimento sobre o encéfalo
Tales Alexandre Aversi-Ferreira,Humberto Gabriel Rodrigues,Luice Rezende Paiva
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2008,
Abstract: O aumento da propor o de idosos tem-se configurado um fen meno global. O envelhecimento é um processo irreversível que ocorre durante toda a vida, do nascimento à morte, e é acompanhado do declínio das fun es biológicas da maior parte dos órg os, como a redu o do fluxo renal, do débito cardíaco, da tolerancia à glicose, da capacidade vital dos pulm es, da massa corpórea e da imunidade celular, além do declínio em algumas habilidades intelectuais, associativas e motoras. O processo de envelhecimento é extremamente complexo e multifatorial e o estudo das bases moleculares desse fen meno tem gerado um grande número de teorias, destacando-se as teorias estocásticas, baseadas no acúmulo aleatório de moléculas com altera es estruturais ou funcionais, e as teorias n o-estocásticas relacionadas com mecanismos programados no genoma de cada organismo. Este trabalho busca contextualizar o envelhecimento cerebral através do córtex, já que ele é a principal estrutura do sistema neural no que se refere às fun es sensoriais, motoras e associativas. Com o envelhecimento ocorrem modifica es morfo-fisiológicas como a diminui o de neur nios corticais e do volume do núcleo dos neur nios, o que implica em patologias como a perda de memória e o mal de Alzheimer e outras demências.
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