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Magnitude e caracteriza o de situa es de coer o sexual vivenciadas por jovens de três grandes capitais brasileiras: Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador  [cached]
Moraes Cláudia Leite de,Cabral Cristiane S.,Heilborn Maria Luiza
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: O artigo estima a magnitude da coer o sexual entre jovens, moradores de três grandes centros urbanos brasileiros. Além de avaliar a prevalência, analisa as características de vítimas e perpetradores, identifica as principais estratégias de coer o utilizadas e explora os cenários sociais que favoreceram a ocorrência da violência sexual. Trata-se de parte dos resultados de um inquérito domiciliar realizado em Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador, concluído em 2002 - Pesquisa GRAVAD. Foram realizadas entrevistas em uma amostra estratificada de homens e mulheres entre 18 e 24 anos, totalizando 4.634 respondentes (47,2% homens e 52,8% mulheres). A prevalência de coer o sexual ao longo da trajetória de vida foi estimada em 16,5% para as mulheres e 11,1% para os homens. A idade da vítima e do perpetrador no primeiro episódio, o tipo de relacionamento entre esses, e as formas de constrangimento utilizadas variaram entre rapazes e mo as. A grande magnitude do evento, suas diferen as entre homens e mulheres e as maiores prevalências em certos subgrupos populacionais imp em a elabora o imediata de políticas e estratégias de a o específicas para a preven o do problema.
Alguns aspectos do comportamento sexual e prática de sexo seguro em homens do Município de S o Paulo  [cached]
Vieira Elisabeth Meloni,Villela Wilza Vieira,Réa Marina Ferreira,Fernandes Maria Eugênia Lemos
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: A via heterossexual é atualmente o modo dominante de transmiss o do HIV em mulheres no Brasil. Poucos estudos têm abordado o comportamento sexual masculino heterossexual. Um estudo realizado com 597 homens de 21 a 50 anos na cidade de S o Paulo explorou vários aspectos relativos ao sexo mais seguro, tais como parceiras sexuais, conhecimento de Doen as Sexualmente Transmissíveis (DST)/AIDS, percep o de risco e práticas auto protetoras, visando assim contribuir para a preven o da AIDS. Os resultados mostram que, à semelhan a de outros países, a propor o de homens que se engajam em práticas sexuais com outros homens é pequena (5%), que maior propor o de jovens têm um comportamento de auto prote o, seja em rela o à múltiplas parcerias simultaneas ou ao uso do preservativo, que o conhecimento sobre a AIDS é muito difundido, mas sobre as DST é bem menor; que embora a percep o de risco aumente o comportamento de auto prote o, a presun o do comportamento da parceira influencia esta percep o de risco colocando em situa o vulnerável homens e mulheres.
O cálcio consumido por adolescentes de escolas públicas de Osasco, S o Paulo  [cached]
LERNER Barbara Regina,LEI Dóris Lúcia Martini,CHAVES Sandra Pinheiro,FREIRE Renata Dami?o
Revista de Nutri??o , 2000,
Abstract: No ano 2 000 a popula o brasileira contará com mais de 14 milh es de idosos e a osteoporose se destaca como uma das enfermidades que afetará pelo menos 3 em cada 20 mulheres brasileiras. Uma das medidas preventivas é assegurar o consumo adequado de cálcio dietético para garantir que o indivíduo atinja o pico de massa óssea geneticamente determinado (que se dá entre os 25 e 30 anos), mantenha esta massa na idade adulta e apresente perda mínima na velhice. O objetivo do estudo foi o de conhecer e avaliar o consumo de cálcio por adolescentes de escolas públicas do Município de Osasco, tendo em vista a preven o da osteoporose. Foi estudado o consumo alimentar de 323 alunos de 5a e 8a séries de 8 escolas localizadas nas regi es central e periférica do município. Utilizou-se a média de registro alimentar de 3 dias alternados. O consumo médio diário de cálcio e a porcentagem de cálcio oriunda de alimentos lácteos n o foram significativamente diferentes entre homens e mulheres. Somente 6,2% dos homens e 2,8% das mulheres apresentaram consumo de cálcio acima de 1200 mg/dia. Houve diferen as significativas entre as regi es geográficas com rela o ao consumo de energia, de cálcio, assim como para a porcentagem de cálcio oriundos de alimentos lácteos e para a densidade do mineral na dieta. A média de cálcio ingerido do quartil mais alto (1015 mg/dia) n o atinge a recomenda o (1200 mg/dia). Os alimentos lácteos mais consumidos foram leite, queijo, sorvete e iogurte. O leite foi o alimento mais citado por todos os adolescentes, porém a quantidade difere entre os gêneros; as mulheres ingerem cerca de 190 ml por dia enquanto os homens tomam 240 ml.O consumo de cálcio dos adolescentes está muito abaixo das recomenda es atuais, refletindo-se na baixa densidade do mineral na dieta diária. Seria desejável uma densidade de pelo menos 550 mgCa/1000 Kcal para alcan ar os 1200 mg diários recomendados. é necessário um esfor o entre os profissionais da saúde no sentido de estimular o aumento do consumo de alimentos ricos em cálcio visando a preven o da osteoporose e suas conseqüências.
Diferen as de sexo e escolaridade na manifesta o de Stress em adultos jovens  [cached]
Calais Sandra Leal,Andrade Lívia Márcia Batista de,Lipp Marilda Emmanuel Novaes
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2003,
Abstract: Este estudo pesquisou sintomas de stress em adultos jovens, relacionando-os com o sexo e ano escolar em curso. Investigou também o tipo e a freqüência de sintomas. Participaram 295 estudantes de 15 a 28 anos, sendo 150 mulheres e 145 homens, que cursavam o primeiro e terceiro anos do ensino médio, curso pré-vestibular e primeiro e quarto anos de ensino superior. A avalia o do stress foi realizada através do Inventário de Sintomas de Stress de Lipp. Os resultados acusaram correla o significativa entre sexo e nível de stress (p<0,0001) sendo que as mulheres apresentaram maior nível de stress em todos os grupos avaliados. Maior índice de stress surgiu em estudantes do curso Pré-Vestibular, seguidos do terceiro ano do ensino médio. A sintomatologia apresentada foi predominantemente psicológica e os sintomas mais prevalentes foram sensibilidade emotiva excessiva, para as mulheres e, para os homens, pensamento recorrente.
Jovens e adolescentes em tempos de Aids reflex es sobre uma década de trabalho de preven o  [cached]
Paiva Vera,Peres Camila,Blessa Cely
Psicologia USP , 2002,
Abstract: Este texto discute o curso da epidemia do HIV /Aids nos últimos anos e a revis o de alguns dos pressupostos que informaram as a es de preven o ao HIV. Refletindo a partir das iniciativas de preven o ao HIV/ AIDS com grupos de jovens e seus educadores em S o Paulo em uma década de trabalho, descreve a supera o das no es de "grupo de risco" e alguns indicadores dos sucessos do esfor o brasileiro diante dos desafios de uma epidemia que cresce ainda entre os mais jovens. O trabalho inicial com alunos de escolas noturnas inspirou inúmeros programas e têm ajudado a estabelecer parametros para a es de preven o, indicadores do contexto e da vulnerabilidade sociais, além de categorias sócio-culturais que informam a vida diária e a atividade sexual dos jovens. A partir de a es interativas que focalizam o sexo e a reprodu o, as rela es de gênero e outros temas associados pelos jovens, os projetos lidam com desinforma o, emo es, a violência estrutural e os caminhos para a cidadania plena. Destaca-se a receptividade e a coopera o dos vários grupos de jovens em contextos mais vulneráveis, assim como dos adultos envolvidos com eles: escolares, internos da FEBEM, ou agrupados em diferentes comunidades e atividades.
O retorno de jovens e adultos aos estudos formais após 20, 30, 40 anos
André Boccasius Siqueira
Poiésis , 2009,
Abstract: Este texto tem como objetivo principal promover uma reflex o acerca das raz es que homens e mulheres adultas retornam à escola, aos bancos escolares, após muitos anos fora do ambiente escolar. Espa o esse com muitas peculiaridades, ou seja, regras, horários a serem cumpridos, tarefas a serem realizadas fora dos horários de aula com prazos estipulados para a entrega, ou seja, as tarefas escolares. Para tanto, realizou‐se uma pesquisa com estudantes da Educa o de Jovens e Adultos em três escolas localizadas na cidade de S o Leopoldo/RS. As etapas pesquisadas foram da terceira à quarta, referentes às séries finais do Ensino Fundamental. A pesquisa deu‐se através de três quest es fechadas, em que os estudantes tinham que expor a opini o pessoal, sem a interferência do pesquisador. A primeira quest o referente ao último ano em que estudou, a segunda acerca de quem o estudante recebe incentivos para estudar e o que dizem ao incentivá‐lo e, por fim, o estudante revela o porquê está estudando, o que o motiva a estudar e suas expectativas na EJA. No final fa o uma apresenta o de minha leitura, uma breve reflex o, a partir das respostas fornecidas pelos estudantes, em que o principal foco que se revela s o as Políticas Públicas para a Educa o de Jovens e Adultos – EJA – uma vez que aparecem nas contribui es dos estudantes, quais sejam o Mundo do Trabalho, as preocupa es com o futuro, o tempo perdido fora da escola e as rela es interpessoais.
O significado de fidelidade e as estratégias para preven o da Aids entre homens casados  [cached]
Silva Cristiane Gon?alves Meireles da
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: OBJETIVOS: Descrever as representa es sobre fidelidade e os usos do preservativo por homens casados e sugerir estratégias de redu o de risco e preven o da Aids. MéTODOS: Dez homens casados, moradores de Americanópolis, bairro da periferia do Município de S o Paulo, foram entrevistados, a partir de um roteiro semi-estruturado. Foram contatados por "bola de neve" a partir do informante chave (preferencial) identificado em pesquisa preliminar com mulheres casadas. As entrevistas foram analisadas segundo o enfoque da constru o cultural da masculinidade e das representa es sociais. RESULTADOS: Observou-se que o grupo estudado tinha um entendimento de que a fidelidade tornava natural para o gênero masculino n o ter a esposa como única parceira sexual. Entendiam fidelidade como o respeito à parceira e o conseqüente uso da camisinha nas rela es extraconjugais, que est o associadas ao risco de infec o, e que as rela es sexuais com a esposa n o eram perigosas porque estavam baseadas no amor e no companheirismo. Nelas, o uso do preservativo era bem-vindo apenas quando o objetivo era a contracep o, especialmente quando outro método n o podia ser utilizado. CONCLUS ES: Os homens estudados tiveram uma percep o bastante limitada da sua vulnerabilidade para Aids. Incentivar que aconte am as rela es sexuais extraconjugais com o uso do preservativo permite levar em conta as defini es culturais para masculinidade. Prop e-se uma estratégia mais aceitável de redu o do risco para esse grupo (e suas esposas) a curto prazo, sem deixar de pensar numa mudan a mais estrutural nas rela es de gênero. A camisinha deve ser estimulada também entre homens casados como forma de contracep o, associada à fidelidade e prote o da família.
Sexualidade e preven o de DST/AIDS: representa es sociais de homens rurais de um município da zona da mata pernambucana, Brasil  [cached]
Alves Maria de Fátima Paz
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Neste trabalho analisamos as concep es de homens rurais residentes na zona da mata pernambucana sobre suas práticas sexuais e a preven o de DST/AIDS. Ele baseia-se numa metodologia de natureza qualitativa, tendo sido entrevistados 22 homens. Os resultados indicam que a primeira rela o sexual destes apresenta um caráter de aprendizado, sendo marcada, por vezes, pela violência. Que eles fazem distin o entre mulheres "de casa e da rua", reconhecem o desejo feminino e valorizam a reciprocidade nas rela es sexuais, diferenciando o sexo que se faz com distintas categorias de mulheres. Sete homens relatam experiências homoeróticas na adolescência, atribuídas à imaturidade, que n o afetam a identidade heterossexual. O uso do preservativo, percebido negativamente, é inconstante e irregular, concorrendo com o conhecimento da parceira. As DSTs s o pouco temidas ao passo que a AIDS é associada à morte, n o vendo-se os entrevistados sob risco de contraí-la. Ambigüidades presentes no discurso, aliadas a uma atua o pouco eficaz dos servi os de saúde e campanhas de preven o, evidenciam um elevado nível de exposi o ao risco de contrair DST/AIDS por parte dos entrevistados e suas/seus parceiras/os.
Diferen a de letalidade hospitalar do infarto agudo do miocárdio entre homens e mulheres submetidos a angioplastia primária
Passos Luiz Carlos Santana,Lopes Antonio Alberto,Esteves Fábio Peroba,Santos Fabiano Marins de Oliveira
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Comparar a letalidade hospitalar (LH) de homens e mulheres submetidos a angioplastia transluminal coronária primária (ATCP) como estratégia de reperfus o no infarto agudo do miocárdio (IAM). MéTODOS: Estudo de coorte retrospectivo baseado em informa es de prontuários médicos de pacientes hospitalizados devido a IAM em hospital de referência para doen a coronária, utilizando preferencialmente a ATCP como técnica de reperfus o miocárdica precoce. Foram incluídos 83 pacientes, 35 (42%) mulheres e 48 (58%) homens, que preencheram critérios para reperfus o miocárdica precoce. RESULTADOS: A média de idade das mulheres foi superior a dos homens (66±10 vs 58±11 anos; p<0,001). As mulheres também apresentaram uma maior freqüência de diabetes mellitus (37,1% vs 6,4%; p<0,001). Apesar destas diferen as na idade e na freqüência de diabetes mellitus, os percentuais de pacientes em que a ATCP foi considerada sucesso foram similares entre homens (83,3%) e mulheres (82,3%). A LH foi também bastante semelhante entre homens e mulheres; 14,6% vs 14,3%, respectivamente. CONCLUS O: A possibilidade de que o excesso de risco de morrer entre as mulheres com IAM em rela o aos homens possa ser reduzido ou até eliminado com o uso da ATCP apóia a necessidade de que se desenvolva um ensaio clínico a fim de avaliar esta quest o.
Qual é a sua atitude?: Narrativas de homens jovens universitários sobre os cuidados preventivos com a AIDS What's your attitude?: College male students' narratives about AIDS preventive care  [cached]
Lúcia Emilia Figueiredo de Sousa Rebello,Romeu Gomes
Saúde e Sociedade , 2012,
Abstract: Objetivou-se analisar 22 narrativas de homens jovens universitários, focalizando os sentidos atribuídos à sexualidade e preven o da AIDS. As narrativas, coletadas em 2009, s o parte do acervo da pesquisa Sexualidade Masculina e Cuidados de Saúde realizada (RJ). O marco teórico privilegia os conceitos de masculinidade hegem nica e roteiro sexual. O desenho metodológico é de estudo de narrativas. Partiu-se do pressuposto de que, para além da escolaridade, marcas identitárias masculinas hegem nicas influenciam os sentidos atribuídos e a ades o à preven o da AIDS. Destaca-se a necessidade de revis o das a es em saúde sexual masculina levando-se em conta aspectos culturais associados à constru o da identidade dos sujeitos e espa os de informa o e atendimento que favore am atitude de preven o. The objective of this paper is to analyze 22 narratives of collegian young men, focusing on the meaning attributed to sexuality and AIDS prevention. The narratives, registered in 2009, are part of the research Masculine Sexuality and Health Care's collection, whicha was made in Rio de Janeiro.. The theoretical framework adopted is the concept of hegemonic masculinity and sexual script. The methodological design is the study of narratives. The starting point was the assumption that, beyond schooling, hegemonic masculinity marks influence the meanings attributed and the adherence to AIDS' prevention. The need of revising male sexual health care actions is highlighted, in order to include cultural aspects associated to the construction of subjects identity, as well as the need of health care and information services which favor a preventive attitude.
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