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Conhecimento das mulheres idosas sobre doen as sexualmente transmissíveis, conhecimento, uso e acesso aos métodos preventivos  [PDF]
Tamires Machado Moreira,Bibiane Dias Miranda Parreira,Marina Aleixo Diniz,Sueli Riul da Silva
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: O presente trabalho trata-se de estudo descritivo, transversal e quantitativo, que teve como objetivos verificar o conhecimento e ocorrência de doen as sexualmente transmissíveis (DST) e o acesso ao tratamento entre mulheres de uma Unidade de Aten o ao Idoso e o entendimento, uso e acesso aos métodos preventivos. A coleta de dados foi realizada por meio de um formulário estruturado com 210 idosas na Unidade de Aten o ao Idoso de Uberaba-MG, e analisada por estatística simples. Identificou-se que 74,8% das mulheres sabiam o que s o DST, sendo a mais conhecida a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (94,8%); 12,4% relataram ocorrência de DST, sendo a gonorreia a mais citada (23%). Os sinais e sintomas mais mencionados foram coceira vaginal (65,2%) e corrimento (57,6). A camisinha foi referida como principal método preventivo (80,5%). Contudo, somente 20,6% das sexualmente ativas relataram a sua utiliza o. Ressalta-se a importancia de a es educativas voltadas às DST e método preventivos para essa popula o específica.
Preven o de doen as sexualmente transmissíveis em mulheres: associa o com variáveis sócio-econ micas e demográficas  [cached]
Jiménez Ana Luisa,Gotlieb Sabina Léa Davidson,Hardy Ellen,Zaneveld Lourens J. D.
Cadernos de Saúde Pública , 2001,
Abstract: As doen as sexualmente transmissíveis (DST) têm sido debatidas no ambiente científico e nos meios de comunica o de massa, em especial, por sua associa o a maior risco de infec o pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Estudou-se a ado o de comportamentos por mulheres para prote o das DST, tal como a associa o destes a variáveis sócio-econ micas e demográficas. Trata-se de estudo descritivo, com dados secundários de pesquisa feita em Campinas, S o Paulo, na qual foram entrevistadas 635 mulheres selecionadas mediante a técnica de amostragem "bola de neve". Foram classificadas em: adolescentes e adultas de status sócio-econ mico médio-alto ou baixo. Grande propor o delas n o se prevenia das DST, em particular, as de status baixo. Em todos os grupos, o condom masculino foi o método de preven o mais referido. Houve associa o negativa entre parceiro fixo e uso de condom, e a principal raz o para n o usá-lo foi "só ter um parceiro e confiar nele". Em meio às adolescentes, ocorreu associa o positiva entre escolaridade acima da oitava série e uso de condom, bem como negativa entre idade e uso desse método. Entre adultas o uso exclusivo de condom esteve, em geral, positivamente associado a status sócio-econ mico.
Doen as sexualmente transmissíveis  [cached]
Nilton Tornero
Semina : Ciências Sociais e Humanas , 1978, DOI: 10.5433/
Abstract: A part of a project about diseases sexually transmittable, which is being developed in Londrina, state of Parana, the authors present the results that were obtained through a last questionnaire about these diseases answered by high short students. Starting from a sample by conglomeration, several characteristics of the population such as age, sex, episodes of diseases sexually transmittable, periods of study, etc. were studied. The knowledge about the diseases were measured through a score and considered low (56,4% right per questionnaire). The scare was also analyzed in relation to other circumstances and the conclusion was that the two more important parts factors that interfere in the knowledge are the masculine sex and age. The conclusion was that the population involved in the research is in danger, which justifies a program of information in the matter. The suggestion is that this information could be done by high school students especially trained, who might be better accepted by their own colleagues. Como parte de um projeto sobre doen as sexualmente transmissíveis que está sendo desenvolvido no município de Londrina, Paraná, os autores apresentam os resultados obtidos através da aplica o de um questionário básico sobre o assunto a colegiais. Partindo-se de uma amostragem por conglomerados, estudou-se várias características da popula o, como idade, sexo, estado civil, episódios de doen as sexualmente transmissíveis, período de estudo, etc. Os conhecimentos foram medidos através de um escore e considerados baixos (56,4% de acertos por questionário). Analisou-se também o escore em rela o a vários fatores e concluiu-se que os dois mais importantes que influem no conhecimento é o sexo e a idade. Verificou-se também que a popula o estudada é de alto risco, o que justifica uma a o educativa a ser desenvolvida, talvez, por colegiais especialmente treinados, que atuar o em seu próprio ambiente de estudo, o que permitiria uma maior aceita o por parte de seus colegas.
Detec o de Doen as Sexualmente Transmissíveis em Clínica de Planejamento Familiar da Rede Pública no Brasil
Codes José Santiago de,Cohen Deborah Ann,Melo Neli Almeida de,Santos Alessandra Barbosa
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: analisar a prevalência da gonorréia, infec o por clamídia, sífilis e infec o por HIV entre as mulheres de uma clínica de planejamento familiar em fun o da presen a de sintomas de DST e de comportamentos de risco. Métodos: mulheres com as idades entre 18 e 30 anos que freqüentavam os servi os de uma clínica de planejamento familiar da rede pública no Brasil foram testadas para a gonorréia e infec o por clamídia, com o uso do teste de amplifica o do DNA na urina, para a sífilis e a infec o por HIV por meio de exames de sangue. Foram feitas a todas as participantes perguntas sobre comportamento de demanda de servi os de saúde, a presen a de sintomas de DST e comportamentos de risco para as doen as sexualmente transmissíveis. Resultados: a infec o por clamídia foi encontrada em 11,4%, a sífilis em 2%, a gonorréia em 0,5% e a infec o por HIV em 3%. Aproximadamente 60% das mulheres que estavam infectadas por clamídia n o apresentavam sintomas. Mulheres que nunca usavam preservativos apresentaram um risco de DST muito mais alto do que aquelas que sempre ou na maioria das vezes usavam preservativos. Houve tendência para as mulheres que nunca haviam feito uso de qualquer método anticoncepcional de apresentar risco mais alto para as DST do que as mulheres que usavam um método anticoncepcional (p=0,09). Muito poucas mulheres reportaram problemas com o uso de álcool ou de drogas ilegais, mas entre aquelas que reportaram tal uso, o risco de DST foi muito alto, particularmente para o uso de maconha. Conclus es: os achados mais significativos foram as altas taxas de doen as numa popula o de mulheres que reportaram de modo geral comportamentos de baixo risco de saúde. Com base nos nossos achados é essencial que se ofere a o rastreamento de DST/HIV a todas as mulheres com menos de 30 anos que visitam uma clínica de planejamento familiar. Se n o se fizer esse rastreamento mais da metade das mulheres infectadas n o ser o identificadas ou tratadas. Considerando-se a alta sensibilidade e especificidade da nova tecnologia disponível para o rastreamento da infec o por clamídia, gonorréia e infec o por HIV, e a facilidade de se coletarem espécimes de urina para o diagnóstico, mais esfor os devem ser dirigidos para a vigilancia das popula es de risco, para que a prática clínica corrente possa refletir o risco verdadeiro das popula es servidas.
Preven o de doen as sexualmente transmissíveis e Aids entre jogadores juniores  [cached]
Silva Wilson Aparecido,Buchalla Cassia Maria,Paiva Vera,Latorre Maria do Rosário Dias de Oliveira
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: INTRODU O/ OBJETIVO: Os casos de Aids continuam crescendo entre os jovens, e existem poucos estudos para entender as especificidades da vulnerabilidade masculina no contexto jovem. Assim, realizou-se estudo com o objetivo de desenvolver um programa de preven o de doen as sexualmente transmissíveis (DST) e da Aids entre jogadores profissionais de futebol. MéTODOS: Participaram do estudo 25 jogadores juniores de um time de futebol profissional de Campinas, SP. O estudo foi desenvolvido em duas etapas: (1) aplica o de questionário para auto-resposta, com informa es sociodemográficas, sobre ades o às normas tradicionais de gênero, conhecimentos e preven o de DST/Aids e risco de transmiss o associado ao esporte; e (2) uma segunda etapa com dezessete sess es de dinamica de grupo. Diversas dinamicas e formas de express o (discursiva, escrita, pictográfica, vídeos) foram utilizadas para captar os conteúdos do grupo com referência aos temas desenvolvidos. RESULTADOS: O grupo mostrou elevado grau de informa o quanto às vias de transmiss o do HIV e baixo nível de conhecimento em rela o à reprodu o e às DST. A gravidez n o planejada constituiu a principal preocupa o desses jovens. Quanto ao preservativo, o uso consistente só foi relatado com parceiras casuais (73%) e foi inconsistente com parceiras fixas (27%). A convivência, no futebol, com atletas infectados pelo HIV, é entendida como amea a para 58% do grupo. CONCLUS ES: Os jovens se consideram pouco vulneráveis, embora expostos à possibilidade de adquirir HIV e de ocorrer gravidez indesejada. Os atletas têm pouco conhecimento sobre o corpo e sobre a saúde reprodutiva. O espa o do futebol, assim como dos demais esportes, pode ser um importante local para interven o e forma o de multiplicadores, uma vez que jogadores s o considerados modelos por crian as e jovens.
Sintomas de doen as sexualmente transmissíveis em adultos: prevalência e fatores de risco  [cached]
Carret Maria Laura Vidal,Fassa Anaclaudia Gastal,Silveira Denise Silva da,Bertoldi Andréa D
Revista de Saúde Pública , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Medir a prevalência de sintomas de doen as sexualmente transmissíveis (DST) e seus fatores de risco em uma popula o adulta. MéTODOS: Estudo transversal de base populacional. A amostra foi constituída de adultos com 20 anos ou mais de idade, da zona urbana de Pelotas, RS. Utilizou-se questionário auto-aplicado para obten o de informa es de comportamento sexual e de sintomatologia para DST. A análise ajustada foi realizada por regress o logística. RESULTADOS: A prevalência de sintomas de DST foi de 13,5%. Pessoas do sexo feminino, mais jovens e cor n o branca, bem como aquelas que n o usaram preservativo na última rela o sexual e que tiveram maior número de parceiros apresentaram maior risco para DST. Após estratificar por sexo, idade precoce de inicia o sexual e prática de sexo anal, as DST mostraram-se associadas com o desfecho apenas para os homens, e a menor escolaridade mostrou-se associada com o desfecho apenas para as mulheres. CONCLUS ES: Este estudo mostrou uma prevalência importante de sintomas de DST. Levando-se em conta que muitas DST s o assintomáticas e casos sintomáticos freqüentemente n o s o percebidos como patológicos pelos doentes e/ou n o s o diagnosticados pelos servi os, considera-se que o problema é ainda maior. Os resultados contribuíram também para aprofundar a discuss o sobre o fato de viver com companheiro sexual n o ser fator de prote o para a presen a de sintomas dessas doen as e indicaram diferen as nos fatores de risco entre os sexos, sendo necessário considerar estas peculiaridades na abordagem deste assunto.
Vulnerabilidade à Doen?as Sexualmente Transmissíveis/AIDS e uso de drogas psicoativas por caminhoneiros
Masson, Valéria Aparecida;Monteiro, Maria Inês;
Revista Brasileira de Enfermagem , 2010, DOI: 10.1590/S0034-71672010000100013
Abstract: a cross-sectional epidemiological descriptive study with the purpose of identify the demographic characteristics, health aspects and life style, vulnerability to sexually transmitted diseases/aids amongst long distance truck drivers were applied to 50 drivers from supply center of campinas (fruit, vegetable, product wholesale market). the outcomes showed that almost all drivers interviewed were men, the majority were married, had kids, low study level and fewer than 40 years old. 70% reported abuse psychoactive drugs. the majority was aware of the importance of using condoms with casual partners; 94% reported relationship with casual partners and just 6% never used condoms. although the small sample analyzed, the results suggests that must be implemented health promotion actions and illness prevention public politics, including the development of customized educational interventions with in this professional group.
Doen as sexualmente transmissíveis na adolescência: estudo de fatores de risco
Taquette Stella R.,Vilhena Marília Mello de,Paula Mariana Campos de
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2004,
Abstract: As doen as sexualmente transmissíveis s o prevalentes na adolescência e facilitadoras da contamina o pelo HIV. A baixa idade das primeiras rela es sexuais, a variabilidade de parceiros, o n o uso de preservativo e o uso de drogas ilícitas s o apontados como fatores de risco às doen as sexualmente transmissíveis. Entrevistamos 356 adolescentes que procuraram atendimento no Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro no período de agosto/2001 a julho/2002 com o objetivo de conhecê-los do ponto de vista da sexualidade e identificar fatores de risco às doen as sexualmente transmissíveis. Fizemos análises de freqüência e testes qui-quadrado dos dados coletados. Observamos associa es estatisticamente significativas entre ter uma doen as sexualmente transmissíveis e as variáveis: atraso escolar, uso de álcool, tabaco e drogas, histórico de abuso sexual e a n o utiliza o de preservativo nas rela es sexuais. Os resultados indicam que os fatores de risco às doen as sexualmente transmissíveis na adolescência s o múltiplos, sendo que o n o uso do preservativo é o que tem possibilidade de redu o sob a a o das equipes de saúde.
Rela??es de gênero e vulnerabilidade às doen?as sexualmente transmissíveis: percep??es sobre a sexualidade dos adolescentes
Torres, Cibele Almeida;Beserra, Eveline Pinheiro;Barroso, Maria Grasiela Teixeira;
Escola Anna Nery , 2007, DOI: 10.1590/S1414-81452007000200017
Abstract: gender subjects are extremely important for the acknowledgements of the relationships of power amongst the society, including sexuality. the aim of this study is to analyze the influence of gender relations in the adolescents' context and different gender perceptions of the vulnerability to sexually transmissive diseases. this is a study with qualitative approach which used a focal group technique with adolescents of fortaleza, ceará, brazil. through the adolescents' dialogue it was found that the social network does not feel responsible for their vulnerability. the adolescents of the male focal group felt the need to freely express their sexual desires, withholders of authority in a conjugal relationship. the female focal group repeated the present condition of female submission towards the males' desires. both groups are vulnerable to sexually transmissive diseases. the whole format of society contributes to the present paradigms, which embodies sexuality.
A vulnerabilidade da adolescente às doen?as sexualmente transmissíveis: contribui??es para a prática da enfermagem
Barreto, Ana Cláudia Mateus;Santos, Rosangela da Silva;
Escola Anna Nery , 2009, DOI: 10.1590/S1414-81452009000400017
Abstract: the present study is a research of qualitative nature. the method used was the life history method. the main purpose of this research was to analyze the vulnerability of adolescents to sexually transmitted diseases (std). the objectives were to identify the vulnerable conditions of adolescents under care at maternity wards of public hospitals in rio de janeiro and to describe the strategies adopted by adolescents to prevent sexually transmitted diseases. this was done by obtaining the life history of adolescents and analyzing their vulnerability to sexually transmitted diseases. according to this study, adolescents with unstable family backgrounds are less resilient, and therefore more vulnerable to being infected by sexually transmitted diseases. the study emphasizes the importance of nurses taking ownership of the concepts of vulnerability and resilience to be able to stimulate and enhance self-esteem in adolescents and reduce their vulnerability to sexually transmitted diseases.
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