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Transi o para a parentalidade: ajustamento conjugal e emocional  [PDF]
Hernandez, José Augusto Evangelho,Hutz, Cláudio Simon
Psico , 2009,
Abstract: A transi o para a parentalidade é um período do ciclo vital familiar caracterizado por mudan as impactantes sobre a vida e o relacionamento dos indivíduos que a experimentam. Este trabalho investigou o ajustamento conjugal e emocional neste contexto. Participaram da pesquisa 62 mulheres coabitantes com seus parceiros, as quais foram examinadas antes e depois do nascimento do bebê. Foram utilizadas a Escala de Ajustamento Diádico e a Escala Fatorial de Neuroticismo. Os resultados mostraram um declínio significativo nas médias de ajustamento conjugal do pré para o pós-natal, confirmando o efeito da transi o para a parentalidade relatado pela literatura. Análises de Regress o revelaram que essa queda na qualidade da rela o do casal foi parcialmente explicada por fatores disposicionais das participantes, tais como desajustamento psicossocial e depress o. Infere-se que, para as mulheres desta amostra, a chegada do primeiro bebê pode ter gerado problemas e dificuldades que afetaram o relacionamento do casal.
O estigma da violência sofrida por mulheres na rela??o com seus parceiros íntimos
Moreira, Virginia;Boris, Georges Daniel Janja Bloc;Venancio, Nadja;
Psicologia & Sociedade , 2011, DOI: 10.1590/S0102-71822011000200021
Abstract: this article describes a research about the stigma of violence suffered by women in their relationship with intimate partners. it focalizes the understanding on which determining factors in the aggressive/abusive relation concur in order that women feel so many difficulties to denounce their aggressors. we used the mundane critical phenomenological method and, as an implement, we used audio-record interviews. the results show that these women endure several modalities of violence in the relation with their partners. feeling psychologically stigmatized, they avoid denouncing because they do not want to be recognized by society as trashed and ill-treated women.
Prevalência de depress o e fadiga em um grupo de mulheres com cancer de mama  [PDF]
Marislei Sanches Panobianco,Paola Alexandria Pinto de Magalh?es,Cristiane Regina Soares,Barbara Alexandre Lespinassi Sampaio
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2012,
Abstract: Estudo transversal cujo objetivo foi identificar e avaliar a ocorrência de sintomas depressivos e de fadiga entre mulheres com até um ano de tratamento com radioterapia e/ou quimioterapia para o cancer de mama. Utilizou-se um instrumento com dados sociodemográficos, clínicos e terapêuticos. Para a avalia o da depress o foi aplicado Inventário de Depress o de Beck (BDI) e para a fadiga o Fatigue Questionnarie. Incluímos 31 mulheres atendidas em um núcleo de reabilita o de mastectomizadas. Os resultados mostram que 87,1% das mulheres apresentaram cansa o nas pernas, como sintoma de mal-estar relacionado à fadiga consequente ao tratamento. Em rela o aos sintomas depressivos, 41,9% delas manifestaram sintomas entre leve e moderado. Os resultados apontam para a necessidade de abordagem e de condutas para o manejo dos sintomas depressivos e fadiga, além de auxiliar os profissionais da saúde a identificar as necessidades dos clientes e a desenvolver estratégias adequadas para o cuidado individualizado.
Prevalência de depress o em mulheres com diabetes mellitus tipo 2 na pós-menopausa
Martins Grasiele L.,Tanaka Rosimeire M.,Campos Nelson B.,Dalbosco Ivaldir S.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002,
Abstract: A prevalência de depress o e suas correla es com o controle metabólico foram estudadas em 80 mulheres pós-menopausadas diabéticas e em 45 mulheres n o diabéticas, tendo sido utilizado o questionário de depress o de Beck (QDB) para o diagnóstico de depress o. A prevalência de depress o foi significativamente maior no grupo de diabéticas na pós-menopausa em compara o às n o diabéticas (p<0,001; RR= 2,4). As pacientes n o diabéticas apresentaram média de idade e de pontos do QDB superiores às diabéticas. Além disso, foram observados entre as diabéticas com depress o valores significativamente elevados de glicemia e hemoglobina glicosilada, demonstrando que as diabéticas depressivas apresentaram pior controle metabólico do que as n o depressivas. Entre as diabéticas depressivas, a depress o também se correlacionou positivamente com a idade, mas n o com o tempo de diagnóstico da doen a.
Problemas ginecológicos mais freqüentes em mulheres soropositivas para o HIV
Melo Victor Hugo de,Araújo Angela Cristina Labanca de,Rio Suzana Maria Pires do,Castro Lúcia Porto Fonseca de
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: apresentar os achados ginecológicos mais freqüentes de uma coorte de 300 mulheres infectadas pelo HIV, acompanhadas ambulatorialmente. MéTODOS: estudo prospectivo e descritivo de mulheres HIV-soropositivas atendidas em clínica ginecológica, no período de novembro de 1996 a dezembro de 2002. As pacientes foram submetidas ao protocolo de atendimento ginecológico que incluiu anamnese, exame ginecológico, colpocitologia oncótica (Papanicolaou), pesquisa de HPV (PCR) e colposcopia. A biópsia cervical, quando necessária, foi realizada. Os dados foram armazenados e analisados no Epi-Info, vers o 6.0. RESULTADOS: a idade média foi 34,5 anos. Destaca-se o pequeno número de parceiros sexuais, média de três parceiros, e a predominancia do contágio heterossexual: 271 (90,6%) pacientes adquiriram o vírus por meio do contato sexual com seus parceiros. Foi alta a prevalência de neoplasias intra-epiteliais cervicais (NIC), representando 21,7% do total da amostra. Dentre as 109 pacientes submetidas a PCR encontraram-se 89 (81,7%) com algum genótipo do HPV. Esfrega o inflamatório à citologia esteve presente em 69% das pacientes. CONCLUS ES: a infec o pelo HIV se associa com freqüência a NIC e a processos infecciosos genitais, em especial o HPV.
Mulheres HIV positivas, reprodu o e sexualidade  [cached]
Santos Naila JS,Buchalla Cassia Maria,Fillipe Elvira Ventura,Bugamelli Laura
Revista de Saúde Pública , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Estudar quest es relativas à sexualidade e à saúde reprodutiva de mulheres HIV-positivas, seu acesso às práticas de preven o, sua aderência a tratamentos e a possibilidade de fazerem op es conscientes quanto à gravidez. MéTODOS: Estudo exploratório realizado, em 1997, em um ambulatório de um centro de referência na área de doen as sexualmente transmissíveis e Aids localizado na cidade de S o Paulo, Brasil. Foi estudada uma amostra consecutiva, n o-probabilística, constituída de 148 mulheres HIV-positivas. Foram excluídas as menores de 18 anos e as fisicamente debilitadas. Os dados foram colhidos por meio de entrevistas estruturadas. Foram aplicados os testes de chi2 e t-Student. RESULTADOS: A média de idade das mulheres pesquisadas foi de 32 anos, sendo que 92 (62,2%) tinham até o primeiro grau de escolaridade, e 12,2% chegaram a cursar uma faculdade. A mediana do número de parceiros na vida foi quatro, e metade das entrevistadas manteve vida sexual ativa após infec o pelo HIV. Do total das mulheres, 76% tinham filhos, e 21% ainda pensavam em tê-los. Um maior número de filhos, maior número de filhos vivos e de filhos que moravam com as m es foram os fatores mais indicados como interferência negativa na inten o de ter filhos. N o foi encontrada associa o entre pensar em ter filhos com as variáveis como percep o de risco, situa o sorológica do parceiro, uso de contraceptivos e outras. Os métodos contraceptivos mudaram, sensivelmente, na vigência da infec o pelo HIV. CONCLUS ES: A inten o de ter filhos n o se alterou substancialmente nas mulheres em conseqüência da infec o pelo HIV. Mulheres HIV-positivas precisam ter seus direitos reprodutivos e sexuais discutidos e respeitados em todos os servi os de aten o à saúde. A ades o ao medicamento e ao sexo seguro s o importantes, mas difíceis, requerendo aconselhamento e apoio. S o necessários servi os que promovam ambiente de apoio para essas mulheres e seus parceiros, propiciando às pessoas com HIV/Aids condi es de conhecer, discutir e realizar op es conscientes no que concerne às decis es reprodutivas e sua sexualidade.
Qualidade de vida e atividade física em mulheres idosas
Eneida Maria Troller Conte,Adair da Silva Lopes
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2005,
Abstract: O presente estudo objetivou analisar indicadores da qualidade de vida no domínio físico e associá-los ao nível de atividade física habitual de mulheres idosas participantes dos grupos de convivência de idosos do município de Marechal Candido Rondon - PR. A amostra constituiu-se de 320 mulheres com idade igual ou superior a sessenta anos. A sele o da amostra foi realizada dentre as mulheres dos 14 grupos que voluntariamente aceitaram participar. Para a coleta de dados utilizou-se uma entrevista estruturada contendo três partes: 1) aspectos sociodemográficos e classifica o socioecon mica; 2) qualidade de vida (Whoqol-breve da Organiza o Mundial de Saúde); 3) nível de atividade física (Ipaq-vers o curta, da Organiza o Mundial de Saúde). Na análise estatística utilizaram-se a distribui o em freqüências e percentuais e o teste de associa o de qui-quadrado, considerando o nível de significancia p < 0,05. Os resultados demonstraram que 50,0% de mulheres estavam na faixa etária de 60 a 65 anos; 50,3% eram casadas; 78,8% eram de descendência alem ; 79,4% possuíam o ensino fundamental (1a a 4a série) e 79,1% eram de nível socioecon mico C. Na caracteriza o do domínio físico, houve um percentual maior de respostas positivas nos itens questionados.O domínio físico apresentou-se associado positivamente ao nível de atividade física (NAF), onde as mulheres ativas responderam sentir menos dor e desconforto, mais energia para o dia-a-dia; maior satisfa o com o sono, maior capacidade de locomo o; maior satisfa o com o desempenho de atividades, maior satisfa o com a capacidade de trabalho e menos necessidade de tratamento médico.
Características sociodemográficas e clínicas das interna es psiquiátricas de mulheres com depress o  [cached]
Richardson Miranda Machado,Sabrina Aparecida Batista Maia de Oliveira,Vanessa Guimar?es Delgado
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2013, DOI: 10.5216/ree.v15i1.14564
Abstract: Estudo retrospectivo e exploratório, realizado com objetivos de identificar e analisar características sociodemográficas e clínicas de interna es psiquiátricas de mulheres acometidas por depress o. O estudo foi realizado a partir do Sistema de Interna es Hospitalares de um servi o especializado. A amostra foi constituída por 24.161 pacientes admitidos; 1.160 tiveram diagnóstico de depress o (4,8%), com predominancia do sexo feminino (761-65,6%), faixa etária de 41 a 50 anos (194-25,4%), procedentes para interna o de diferentes servi os de saúde (273-35,8%), com tempo de interna o de 60 dias (311-40,8%), altas médicas (687-90,2%), uma interna o hospitalar (661-86,8%) e interna es pagas pelo Sistema único de Saúde (633-83,2%). Os aspectos biológicos (hormonais), culturais (papel da mulher na sociedade), automedica o, diagnóstico tardio e coocorrência com outras doen as foram os principais fatores relacionados ao acometimento por depress o pelas mulheres e interna o. Tais aspectos devem direcionar uma melhor abordagem do cuidado e promo o da saúde mental.
INTERVEN ES UTILIZADAS NA PROMO O DE ESTRATéGIAS DE COPING NA DEPRESS O EM MULHERES COM C NCER INTERVENCIONES UTILIZADAS PARA PROMOVER ESTRATEGIAS DE COPING PARA LA DEPRESIóN ENTRE MUJERES CON CáNCER APPLIED INTERVENTIONS TO PROMOTE COPING STRATEGIES FOR DEPRESSION AMONG WOMEN WITH CANCER  [cached]
LUCIMARA MORELI,JEANNE MARIE R STACCIARINI,ARIANE DE FREITAS CARDOSO,EMILIA CAMPOS DE CARVALHO
Ciencia y Enfermería : Revista Iberoamericana de Investigacíon , 2009,
Abstract: A depress o tem sido observada em portadores de doen as cr nico-degenerativas, incluindo cancer. A utiliza o de diferentes estratégias de coping nessas condi es patológicas pode ser extremamente importante, em face da presen a de fatores estressores e sentimentos indesejáveis. Buscou-se identificar, por meio de revis o sistemática, os tipos de estudo para promover estratégia de coping e as interven es utilizadas para promover tais estratégias em situa o de depress o, em mulheres com cancer. Foram consultadas três bases de dados eletr nicas, utilizando as palavras chave depression, coping e cancer para busca de publica es em Inglês, Português e Espanhol. A busca foi limitada ao gênero feminino e aos tipos de estudo: clinical trial, meta-analysis, randomized controlled trial e review. Foram encontrados 376 artigos, excluídos os que n o possuíam texto na íntegra disponível e as repeti es em diferentes bases de dados; foram eleitos 22 artigos oriundos de diferentes países (63% da America do Norte), e publicados em periódicos de diferentes áreas de conhecimento; s o de modelo experimental (63%); recentes (1996 a 2006); foram adotadas estratégias individuais (59,9%) e grupais; o suporte emocional e a terapia cognitiva foram as mais empregadas. As interven es que promovam estratégias de coping identificadas podem ser eficazes, com diminui o significante de depress o e aumento de coping e qualidade de vida; recomenda-se que o enfermeiro as empregue para redu o de depress o ao longo do processo terapêutico do cancer. La depresión ha sido observada en portadores de enfermedades cronico-degenerativas, incluyendo el cáncer. El uso de diferentes estrategias de coping para lidiar con estas condiciones patológicas puede ser extremadamente importante, en vista de la presencia de factores de estrés y sentimientos indeseables. Se buscó identificar, por medio de una revisión sistemática, los tipos de estudio para promover estrategias de coping y las intervenciones usadas para promover tales estrategias en situaciones de depresión en mujeres con cáncer. Fueron consultadas 3 bases de datos electrónicas, utilizando las palabras clave depression, coping y cáncer para buscar publicaciones en inglés, portugués y espa ol. La búsqueda fue limitada al género femenino y a los tipos de estudio: clinical trial, meta-analysis, randomized controlled trial y review. Fueron encontrados 376 artículos. Excluidos aquéllos sin texto completo disponible y las repeticiones en diferentes bases de datos, fueron elegidos 22 artículos originarios de diferentes países (63% de América del No
Entre o sonho e a realidade: a maternidade na adolescência sob a ótica de um grupo de mulheres da periferia da cidade de Maceió–AL  [cached]
Ruth Fran?a Cizino da Trindade
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2007,
Abstract: Este foi um estudo de natureza qualitativa, que teve como objetivo compreender, a partir da experiência de mulheres que se tornaram m es na adolescência, o significado da maternidade no contexto de vida destas m es. Participaram 14 mulheres na faixa etária de 20 a 24 anos, residentes na periferia de Maceió, capital do estado de Alagoas. A coleta de informa o foi realizada por meio de entrevistas, utilizando a história oral temática como procedimento metodológico. Foram construídas narrativas, a partir das histórias de vida das mulheres, posteriormente, analisadas à luz do referencial de gênero. Observamos que as entrevistadas tiveram sua inicia o sexual durante o período de namoro quando n o haviam recebido orienta es prévias sobre sexualidade ou saúde reprodutiva. Algumas mulheres conviviam com seus parceiros quando aconteceu a gravidez, porém, mesmo assim, consideraram esse fato inesperado. Houve aceita o da gravidez pela maioria delas, e também ocorreu a uni o, ainda que n o de maneira legalizada, de muitos casais que n o viviam juntos. Tentativas de abortamento, quando da n o-aceita o imediata do parceiro, foram relatadas. As quest es de gênero mostram-se presentes nas rela es conjugais, com os parceiros figurando como provedores da família e as mulheres mantidas sob sua dependência, centradas no ambiente doméstico, assumindo responsabilidade pelo cuidado da casa, dos filhos e do companheiro. Os homens agiam mais livremente, mantendo rela es extraconjugais e chegavam a agredir suas mulheres, em casa. Apesar de ressentidas com essa atitude dos companheiros, elas mantinham o relacionamento com eles. As entrevistadas deixaram explícito que lamentavam a perda da liberdade, do lazer, da oportunidade de trabalho e de estudo ao assumirem a maternidade. Por outro lado, enfatizaram seu n o-arrependimento por terem levado a gravidez até o fim. Assim o cotidiano dessas mulheres parece centralizado no cuidar dos filhos, conscientes de que s o elas as principais responsáveis por eles, voltando todos os seus projetos de vida para este cuidado. A vida dessas m es é marcada pelas condi es de desigualdade em que vivem, social-econ mica-cultural e de gênero. Dessa forma, apesar de seus desejos manifestos elas encontram poucas oportunidades objetivas de romperem com o contexto de vida em que est o inseridas.
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