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De onde surgem os modelos? As origens e expans?es Tupi na Amaz?nia Central
Heckenberger, Michael J.;Neves, Eduardo G.;Petersen, James B.;
Revista de Antropologia , 1998, DOI: 10.1590/S0034-77011998000100003
Abstract: this article presents archaeological data for the debate - revisited in the revista de antropologia by franciso noelli, eduardo viveiros de castro and greg urban - on a putative origin of the tupí languages in the central amazon. we present here the preliminary results of the archaeological research we have been undertaking in the area of confluence of the negro and solim?es rivers which seem not to support the archaeological premises of this model, first presented by donald lathrap in 1970.
Capital social: origens e aplica??es na sociologia contemporanea
Portes,Alejandro;
Sociologia, Problemas e Práticas , 2000,
Abstract: neste artigo examinamos as origens e as defini??es do conceito de capital social nas obras de bourdieu, loury e coleman, entre outros, e distinguimos quatro fontes de capital social, cujas dinamicas exploramos. as aplica??es do conceito na bibliografia sociológica sublinham o seu papel no controlo social, no apoio familiar e nos benefícios mediados por redes extrafamiliares. apresentamos exemplos de cada uma destas fun??es positivas. as consequências negativas do mesmo processo merecem também aten??o, procurando-se oferecer uma imagem equilibrada das for?as em jogo, sendo analisadas e ilustradas com exemplos relevantes quatro dessas consequências. trabalhos recentes sobre o capital social alargaram o ambito do conceito, inicialmente definido como um recurso individual, para designar uma característica de comunidades e mesmo de na??es. nas sec??es finais do artigo descrevemos este alargamento conceptual e examinamos as suas limita??es. sustentamos que o capital social, designa??o estenográfica das consequências positivas da sociabilidade, ocupa um lugar bem definido na teoria sociológica; contudo, extens?es excessivas do conceito podem p?r em perigo o seu valor heurístico.
Capital social: origens e aplica es na sociologia contemporanea
Alejandro Portes
Sociologia, Problemas e Práticas , 2000,
Abstract: Neste artigo examinamos as origens e as defini es do conceito de capital social nas obras de Bourdieu, Loury e Coleman, entre outros, e distinguimos quatro fontes de capital social, cujas dinamicas exploramos. As aplica es do conceito na bibliografia sociológica sublinham o seu papel no controlo social, no apoio familiar e nos benefícios mediados por redes extrafamiliares. Apresentamos exemplos de cada uma destas fun es positivas. As consequências negativas do mesmo processo merecem também aten o, procurando-se oferecer uma imagem equilibrada das for as em jogo, sendo analisadas e ilustradas com exemplos relevantes quatro dessas consequências. Trabalhos recentes sobre o capital social alargaram o ambito do conceito, inicialmente definido como um recurso individual, para designar uma característica de comunidades e mesmo de na es. Nas sec es finais do artigo descrevemos este alargamento conceptual e examinamos as suas limita es. Sustentamos que o capital social, designa o estenográfica das consequências positivas da sociabilidade, ocupa um lugar bem definido na teoria sociológica; contudo, extens es excessivas do conceito podem p r em perigo o seu valor heurístico.
Paráfrases lexicais: fonte produtiva para defini es e designa es  [cached]
Antonieta Laface
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Trata-se de quest o relativa à pedagogia-ensino do léxico, objeto de estudo e de discuss o nos últimos anos. Considera-se a restri o do vocabulário do estudante como uma das causas do seu mau desempenho escolar. Discutem-se, no presente artigo, atividades com a palavra, encontradas em livros didáticos diversos. Sugere-se um trabalho pedagógico de leitura e de reda o, centrado em paráfrases lexicais, no plano da sinonímia e da parassinonímia, fonte produtiva para defini o e designa es de objeto a ser descrito em contexto discursivo. A análise de um texto de Mill r Fernandes torna-se instrumento para demonstrar a validade deste tipo de trabalho sugerido - uma contribui o para melhor desempenho do estudante.
O império da concorrência: uma perspectiva histórica das origens e expans o do capitalismo  [cached]
Marcelo Weishaupt Proni
Revista Paranaense de Desenvolvimento , 1997,
Abstract: O objetivo deste artigo é apresentar um panorama da evolu o do capitalismo, desde a longa egsta o que antecede a Revolu o Industrial até a eclos o da crise contemporanea. Por se tratar de um texto sintético, n o tem a pretens o de se aprofuundar discuss es teóricas e sim de apresentar as passagens ceentrais relativas ao desenvolvimento das economias capitalistas avan adas, mostrando que esse percurso tem sido marcado por rupturas e continunidades. Um de seus aspectos centrais é o papel desempenhado pela concorrência na expans o do sistema econ mico.
Magma : as origens de Guimar es Rosa  [cached]
Luiz Cláudio Vieira de Oliveira
Caligrama : Revista de Estudos Romanicos , 2000,
Abstract: Resumo: Leitura de Magma, de Guimar es Rosa, com o objetivo de indicar a presen a de temas, fragmentos, personagens, express es e recursos estilísticos ali existentes, em outros textos do autor, cronologicamente posteriores. Palavras-chave: Literatura brasileira; Guimar es Rosa; Magma. Résumé: Lecture de Magma, de Guimar es Rosa, ayant l’objectif de montrer la présence de quelques sujets, fragments, personnages, expressions et traits stylistiques, que y sont présents, et aussi dans autres textes du même auteur, chronologiquement postérieurs. Mots-clés: Littérature brésilienne; Guimar es Rosa; Magma. Keywords: Brazilian literature; Guimar es Rosa; Magma.
Hospitaliza es por infarto agudo do miocárdio segundo o dia da semana: estudo retrospectivo  [cached]
Yazlle Rocha Juan S,Silva Gleiton C M
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: A literatura tem relatado a associa o do infarto com a segunda-feira, sugerindo a existência de mecanismos de "gatilho" no desencadeamento da doen a. Foi realizado estudo para verificar a distribui o semanal das hospitaliza es por infarto do miocárdio e sua associa o ao sexo e à categoria da interna o (condi o social) na regi o de Ribeir o Preto de 1987 a 1996. MéTODOS: Foram estudadas 173.982 hospitaliza es por doen as cardíacas e vasculares cerebrais, incluindo 5.804 casos de infarto agudo do miocárdio, referidos a um centro de registro contínuo de informa es de assistência hospitalar. As hospitaliza es foram classificadas em particulares, de sistemas privados de pré-pagamento e do Sistema único de Saúde (SUS). Foram estudadas as associa es com o sexo, a condi o do egresso e a categoria da interna o. RESULTADOS/CONCLUS ES: A distribui o semanal de hospitaliza es por doen as cardiovasculares e infarto agudo do miocárdio apresentou um pico às segundas-feiras: 19,3% e 16,9% dos casos, respectivamente. Houve queda acentuada no final de semana (8,6%) dos casos de doen as cardiovasculares e menor redu o dos casos de infarto agudo do miocárdio (12,7%), sendo essas diferen as estatisticamente significantes. Houve diferen as nos padr es de distribui o semanal dos pacientes do SUS (4.120), dos sistemas de pré-pagamento (1.225) e dos particulares (459). Para os pacientes do SUS e dos sistemas de pré-pagamento o número de hospitaliza es foi elevado no início da semana e houve uma diminui o gradual no restante dos dias. Para os particulares, o número de hospitaliza es foi baixa no domingo e houve eleva o na sexta e sábado. N o houve associa o com o sexo ou com a condi o de saída.
O Programa Nacional de Imuniza es (PNI): origens e desenvolvimento  [cached]
Tempor?o José Gomes
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2003,
Abstract: Este artigo tem por objeto apresentar e discutir os aspectos centrais envolvidos na trajetória do Programa Nacional de Imuniza es (PNI) em suas rela es com a dinamica das políticas setoriais. Herdeiro das experiências exitosas do passado, mas concebido em momento completamente distinto, o PNI segue o sucesso da Campanha de Erradica o da Varíola e abre uma nova etapa na história das políticas públicas no campo da preven o. O PNI passará a articular sob um único comando um conjunto de práticas anteriormente dispersas em vários órg os e instancias de governo. O processo de concep o, estrutura o e desenvolvimento do PNI, ao interior das políticas desenvolvidos pelo Estado no campo da saúde é abordado. Seus principais determinantes, atores institucionais e conflitos políticos e ideológicos derivados de sua implementa o, s o ressaltados. O sucesso obtido em sua implementa o é considerado como um importante componente do processo de estrutura o de um mercado de vacinas no Brasil.
Avaliando a taxa de expans o de les es de Bipolaris sorokiniana em trigo  [cached]
PRATES LUCIANO GRAEFF,FERNANDES JOSé MAURíCIO CUNHA
Fitopatologia Brasileira , 2001,
Abstract: Os primeiros sintomas de mancha marrom causada por Bipolaris sorokiniana em trigo (Triticum aestivum) têm início com pequenos pontos negros nas folhas. à medida que se expandem, as les es adquirem formato oval, com o centro marrom-escuro e halo amarelado. Em condi es favoráveis, as les es coalescem necrosando grandes áreas da folha. O efeito da temperatura na taxa de expans o de les o de B. sorokiniana foi determinado em oito cultivares de trigo. Imagens digitalizadas das les es de diferentes cultivares e em distintos regimes de temperatura foram capturadas a intervalos regulares e armazenadas eletronicamente. Um software específico, denominado AreaScan, foi usado para medir a área individual das les es. A velocidade de expans o de les o de B. sorokiniana diferiu entre cultivares. A cultivar BR 18 apresentou a taxa de expans o de les o mais lenta. As cultivares Embrapa 15 e Embrapa 16 apresentaram a taxa mais rápida, enquanto BR 15, BR 23, BR 35, Embrapa 40 e Embrapa 49 apresentaram taxa intermediária. A rela o entre a taxa de expans o e a temperatura foi descrita por uma fun o matemática y=(a+bx)/(1+cx+dx2), onde y é a resposta, x a temperatura, e a,b,c,d parametros. O regime de temperatura diurna de 30 °C e noturna de 23 °C foi o mais favorável ao desenvolvimento de les o de B. sorokiniana. A obten o de cultivares de trigo com resistência parcial à mancha marrom é estratégico para o estabelecimento da cultura em regi es tropicais e subtropicais. A metodologia usada provou ser uma importante ferramenta na identifica o de cultivares de trigo com tais características.
Repercuss es maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26a semana gestacional
Pierre Alessandra Maria Mont'Alverne,Bastos Germana Zélia Gomes,Oquendo Régis,Alencar Júnior Carlos Augusto
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: avaliar o prognóstico materno e perinatal em casos com amniorrexe prematura ocorridas até a 26a semana de gravidez. MéTODOS: análise retrospectiva dos casos de ruptura prematura das membranas ocorridas até a 26a semana gestacional, sem sinais de trabalho de parto, sem qualquer tratamento para esta condi o antes da admiss o, acompanhados no período de janeiro de 1994 a dezembro de 1999. Os casos com idade gestacional menor que 22 semanas e peso ao nascimento inferior a 500 gramas foram excluídos. A amniorrexe foi confirmada pelo exame especular. Em caso de dúvida realizaram-se o teste da cristaliza o e a determina o do pH. Todas as grávidas foram submetidas a exame ultra-sonográfico para determina o da idade gestacional e índice de líquido amniótico. Os dados referentes ao resultado final da gravidez e as conseqüências para m e, feto e neonato foram tabulados. RESULTADOS: preencheram os critérios de inclus o 29 casos de amniorrexe prematura. A ruptura ocorreu entre a 17a e a 26a semana, com média de 23,6 semanas. A dura o média do período de latência foi de 21,7 dias. Ocorreram 22 partos vaginais espontaneos e três induzidos, além de quatro cesarianas. Houve sinais de infec o antes do parto em seis casos. Em 37,9% dos casos foram administrados antibióticos e em 6,9%, corticóides. Nenhuma paciente foi submetida a tocólise. Ocorreram três óbitos fetais e 25 neonatais. Apenas um recém-nascido sobreviveu, tendo permanecido na unidade de neonatologia por 19 dias devido a infec o e síndrome do desconforto respiratório. N o ocorreram óbitos maternos. CONCLUS O: a amniorrexe prematura até a 26a semana gestacional tem sido doen a com prognóstico extremamente sombrio para fetos e neonatos em nossa institui o.
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