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Da ortopedia ao controle do corpo: o discurso da saúde na publicidade  [cached]
Luciane Lucas,Tania Hoff
Comunica??o, Mídia e Consumo , 2006,
Abstract: RESUMO Este artigo aborda as transforma es da concep o de corpo da sociedade disciplinar – Foucault – para a de controle – Deleuze –, com base na análise das representa es de corpo presentes em anúncios3 de medicamentos e cosméticos em dois momentos da publicidade brasileira: a década de 1920 e a atualidade – segunda metade da década de 1990 até o presente momento. Embora os cuidados com o corpo tenham se transformado significativamente ao longo do século passado, observa-se, nas campanhas e pe as analisadas, que a no o de imperfei o e a necessidade de aprimoramento permanecem como tra o constitutivo do imaginário de corpo. Palavras-chave: Corpo; publicidade brasileira; medicamento; cosmético. ABSTRACT This article deals with the transformations undergone by the conception of body, from the disciplinary society – Foucault – to the society of control – Deleuze –, using as our starting point representations of the body found in advertisements for medicines and cosmetics in two moments of Brazilian publicity: the 1920’s and now – from the second half of the 1990’s to the present day. In spite of significant changes in body care throughout the 20th century, we can notice in the campaigns and advertisements under analysis that the notions of imperfection and the need of improvement are still constituent features in the cultural imaging of the body. Keywords: Body; Brazilian advertising; medicine; cosmetic.
THE COMMUNICATION IN THE SPEECH OF THE HUMAN RIGHTS A COMUNICA O NO DISCURSO DOS DIREITOS HUMANOS - DA LIBERDADE DE EXPRESS O AO DIREITO HUMANO à COMUNICA O  [cached]
Raimunda Aline Lucena Gomes
REMark : Revista Brasileira de Marketing , 2007, DOI: 10.5585/remark.v6i1.139
Abstract: In this article, it is analyzed how communication inscribes itself in the Human Rights' speech. For this purpose, it brings a study on international normative texts, focusing on communication approach. It will be worked extracts from the Universal Declaration of the Human Rights (1948) and from the final document of the Conference of Vienna (1993), related to the international plan of global scope; and the American Convention on Human Rights – Pact of San Jose, Costa Rica (1969), in the international plan of inter-American regional scope. The theoretical support for the analysis will be the theories of Mikhail Bakhtin on language, dialogical communication and speech. As a result, it intends to understand the communication concept for the Human Rights. Neste artigo, analisa-se como a comunica o se inscreve no discurso dos Direitos Humanos. Para tanto, faz-se um estudo sobre os textos normativos internacionais, com foco na abordagem da comunica o. Ser o trabalhados trechos da Declara o Universal dos Direitos Humanos (1948) e do documento final da Conferência de Viena (1993), concernentes ao plano internacional de ambito global, bem como da Conven o Americana de Direitos Humanos – Pacto de San José da Costa Rica (1969), no plano internacional de ambito regional interamericano. O aporte teórico para a análise será o de Mikhail Bakhtin, sobre linguagem, comunica o dialógica e discurso. Como resultado, pretende-se chegar a uma compreens o do conceito de comunica o para os Direitos Humanos.
O discurso da norma na gramática de Jo o de Barros  [cached]
Diana Luz Pessoa de Barros
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: O estudo sobre o discurso da norma na Gramática de Jo o de Barros é parte de uma pesquisa em desenvolvimento acerca do discurso da norma em gramáticas da língua portuguesa, do século XVI à atualidade, no ambito do projeto coletivo "História das idéias linguisticas no Brasil: ética e política das línguas". As gramáticas s o analisadas como discursos, na perspectiva teórica e metodológica da semiótica discursiva francesa. S o examinados, particularmente, três procedimentos discursivos: as modaliza es dos sujeitos e dos objetos, que constituem três tipos de discursos da norma - a norma natural, predominante em Jo o de Barros, a norma prescritiva e a norma usual - ; as proje es enunciativas de pessoa e de tempo na gramática em exame; as rela es intertextuais entre o discurso da norma na gramática e os discursos gramaticais da época, com que Jo o de Barros concorda, e também com o discurso colonialista português, o da Monarquia e o da Igreja, da época, discursos que sua gramática ajuda a construir, sobretudo pelos exemplos.
O REGISTRO DO BATISMO EM OPOSI O AO DA CONVERS O: O DISCURSO INACIANO NAS MISS ES DO PARAGUAI NA PRIMEIRA METADE DO SéCULO XVII  [PDF]
GUILHERME GALHEGOS FELIPPE
Espa?o Ameríndio , 2007,
Abstract: ABSTRACT: In light of the objectives imposed by the missionary enterprise and the needs of the evangelical labor - amongst which, the registry by correspondence of the day-to-day in the reductions -, the Jesuits have placed in the baptism a great importance, not only as a rite of passage on the conversion to Christianity, but also as an instrument of discourse to confirm the conversion of the natives and, thus, to prove to their superiors the adequate progress of thereductions. However, by analyzing the Ignatian discourse, a great incidence of stories that highlight the incidence of the baptism can be perceived, without there being the same proportion of stories proving these recently baptized Indians. There is, therefore, adisproportion in the Jesuitical registry of the proportion between baptized Indians and converts.RESUMO: Frente aos objetivos postos pela empresa missionária e às necessidades referentes ao trabalho evangélico – dentre eles, o registro em correspondências do cotidiano reducional –, os jesuítas agregaram ao batismo uma grande importancia n o apenas como ritual depassagem para o cristianismo, mas também como instrumento discursivo para confirmar a convers o dos nativos e, assim, comprovar aos superiores o bom andamento das redu es. Porém, analisando-se o discurso inaciano, percebe-se uma grande incidência de relatos quesublinham a realiza o do batismo, sem haver a mesma propor o de relatos que comprovem a convers o destes índios recém-batizados. Há, portanto, uma despropor o no registro jesuítico na rela o entre indígenas batizados e convertidos.
Silenciar a polissemia e invisibilizar os sujeitos: indaga es ao discurso sobre a qualidade da educa o  [cached]
Maria Teresa Esteban
Revista Portuguesa de Educa??o , 2008,
Abstract: El artículo parte de diagnósticos sobre fracaso escolar, presentes en documentos oficiales producidos en Portugal y por la Unión Europea, para discutir procesos de silenciamiento y producción de invisibilidad y subalternidad que atraviesan el discurso hegemónico respecto a la calidad. Una de las ideas centrales en la argumentación que se teje en el artículo es que legitimar una única perspectiva epistemológica, un único universo de conocimientos, un único conjunto de valores, es un modo de descalificar lo que se muestra diferente del padrón. Se enuncia la diferencia cultural sistemáticamente como causa de fracaso escolar. A pesar de los discursos amparados en la generalización que la universalización de parámetros conduce, los sujetos que fracasan se apropian de conocimientos y asimismo los producen y las escuelas donde el fracaso se expresa son espacios de conocimientos múltiples. Una escuela pública de calidad para todos demanda conocimientos sobre su cotidianidad, más allá de lo que se puede percibir a través de la evaluación del desempe o.
Um percurso de forma o: do discurso comum ao discurso universitário  [PDF]
Riolfi, Claudia Rosa,Ribeiro, Mariana Aparecida de Oliveira
Psico , 2010,
Abstract: Nosso objeto de pesquisa s o as transforma es nas maneiras de um pesquisador em forma o registrar por escrito sua lida com seu objeto de pesquisa. Para tal fim, comparamos o modo como uma mesma informante redigiu a se o dedicada à análise de dados em seu relatório de inicia o científica e em sua tese de doutorado. Pressupomos que, para ser bem sucedido em sua forma o, o pesquisador precisa aprender a escrever nos moldes da comunidade discursiva onde se realiza a forma o e, para além disso, aprender a localizar e a transmitir os seus impasses lógicos por escrito. Para mostrar como esta passagem se dá, recorremos à no o de discurso como la o social cunhada por Jacques Lacan. Concluímos que, ao ser capturada pelo funcionamento do discurso universitário, a informante utilizou os meios necessários para aprender a escrever um texto socialmente validado em sua comunidade interpretativa.
O conceito de neutralidade no discurso da história: entre os “Geschichtliche Grundbegriffe” e o “Le Neutre” de Roland Barthes
Olga Guerizoli Kempinska
História da Historiografia , 2009,
Abstract: Este estudo consiste numa reflex o sobre dois sentidos possíveis do conceito de “neutralidade”. Uma confronta o do sentido dado ao conceito pelo discurso da história no verbete intitulado “Neutralit t” do dicionário “Geschichtliche Grundbegriffe” com a proposta de Roland Barthes em seu curso sobre o Neutro, mostra um contraste entre um discurso regido pela hierarquia, completude e conflito, e um outro discurso que, fragmentário e aproximativo, tenta evitar o conflito como seu princípio de organiza o.
O discurso sobre a ades?o de adolescentes ao tratamento da dependência química em uma institui??o de saúde pública
Scaduto,Alessandro Antonio; Barbieri,Valéria;
Ciência & Saúde Coletiva , 2009, DOI: 10.1590/S1413-81232009000200029
Abstract: promoting adherence to chemical dependence (cd) treatment has been a challenge in several contexts, especially regarding adolescents. such challenge has been related to assumptions about who adolescents are, what is understood by dependence and about its treatment. twelve professionals from a cd outpatient service in the region of ribeir?o preto (sp) were interviewed about the meanings they attributed to the following subjects: adolescence, substance use/abuse and its treatment and adherence to such treatment. it was observed that the interviewees considered several determinants for explaining adolescence; however, there was a predominance of individualizing arguments regarding this subject. chemical dependence was understood as the individual's loss of self-control; consequently the aim of the treatment was favoring this individual's reflection about the role of substance use in his/her life. the interviewees showed a critical discourse, seeking for institutional and staff-related factors as well as for external factors to explain treatment adherence. the discourses of the interviewees are discussed in terms of their interrelations with the literature about the subjects approached in the interviews and its implications for cd treatment.
Outras vozes na argumenta o: atualiza o da polifonia e reformula o da descri o semantico-argumentativa do discurso  [PDF]
Azevedo, Tania Maris de
Letras de Hoje , 2011,
Abstract: A concep o polif nica do sentido expressa na Teoria da Argumenta o na Língua (TAL) vem sendo constantemente reelaborada, desde sua formula o original, por Ducrot, em 1980, até a vers o mais recente da TAL, a Teoria dos Blocos Semanticos, de Oswald Ducrot e Marion Carel, acompanhando a evolu o da própria Teoria na qual se inscreve. Dado esse percurso, pretendo, neste artigo, dar início à reformula o do modelo por mim proposto para a descri o semantica do discurso pela TAL, especificamente aqui, no que diz respeito ao papel nele exercido pela polifonia, uma vez que o referido modelo toma por base a concep o polif nica da TAL desenvolvida até 2002.
Heterogeneidade enunciativa no discurso sobre o ambiente na imprensa portuguesa: funcionamento e efeitos do discurso directo
Rui Ramos
Linguagem em (Dis)curso , 2007,
Abstract: O presente artigo pretende dar conta de algumas das dimens es mais relevantes da heterogeneidade enunciativa (Fonseca, 1992 (1989)) que marca as manifesta es do discurso de imprensa sobre o meio ambiente. Centra-se sobre aspectos estruturais centrais e sobre o funcionamento pragmático-comunicativo do discurso directo, mecanismo citacional sistematicamente usado no corpus recolhido. Além de apresentar várias possibilidades de organiza o sintagmática, o discurso directo está ao servi o estratégico da projec o de determinada imagem do locutor do discurso citante, elemento essencial do exercício da influência que caracteriza largamente o discurso jornalístico sobre o ambiente.
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