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Discrimina o racial e vulnerabilidade às DST/Aids: um estudo com adolescentes negras Racial discrimination and vulnerability to STD/AIDS: a study of black teenage girls in Rio de Janeiro  [cached]
Stella R. Taquette,Zilah Vieira Meirelles
Physis: Revista de Saúde Coletiva , 2013,
Abstract: O estudo teve como objetivo verificar a discrimina o racial vivenciada por adolescentes negras moradoras em favelas da cidade do Rio de Janeiro e sua possível influência no processo de vulnerabiliza o ao HIV/Aids. Utilizou-se uma combina o de métodos, quantitativo e qualitativo. Este artigo se refere a um recorte da etapa qualitativa desenvolvida por meio de dez grupos focais com a participa o de 139 adolescentes. Seguiu-se um roteiro para o debate contendo dois grupos temáticos: sexualidade/DST/Aids/gênero e ra a/cor/discrimina o. Os relatos foram gravados e o material transcrito organizado conforme os temas tratados e analisados criticamente por equipe multidisciplinar. Os dados coletados foram classificados em categorias específicas articuladas aos pressupostos teóricos, a fim de responder às quest es formuladas, tendo por base os objetivos da pesquisa. Os resultados revelaram que as adolescentes negras sofrem discrimina o racial no seu cotidiano, que é manifestada nas express es de suas falas, referindo-se ao aspecto físico, ao caráter e à capacidade intelectual. Tais condutas discriminatórias dificultam o acesso aos servi os de saúde e induzem um atendimento de baixa qualidade. Concluiu-se que a discrimina o racial vivida por estas adolescentes negras, na cidade do Rio de Janeiro, influencia o desenvolvimento da autoestima e contribui para a constru o de uma identidade negativa que, aliada ao racismo e à pobreza, se configura num contexto de vulnerabilidade às DST/Aids. Sugere-se que estes dados sejam levados em considera o na elabora o de políticas públicas para que ofere am aten o diferenciada àqueles que est o inseridos de forma desigual na sociedade. This study aimed to verify the racial discrimination experienced by black teenage girls living in shantytowns in Rio de Janeiro city and its possible influence on their vulnerability to HIV/AIDS. We used a combination of quantitative and qualitative methods, based on data collected from focus groups composed of 139 teenage girls. Group discussions followed a script of subjects involving two thematic areas: sexuality/STDs/AIDS/gender and race/color/discrimination. The discussions were recorded and the transcribed texts were critically analyzed by a multidisciplinary team. The data collected were classified in specific categories associated with the theoretical assumptions, to respond to the research questions. The results reveal that the girls suffer racial discrimination in their daily lives, manifested in disparaging remarks and attitudes toward their way of speaking, physical appearanc
A evolu o do (pre)conceito de deficiência  [cached]
Vaneza Cauduro Peranzoni,Soraia Napole?o Freitas
Revista Educa??o Especial , 2000,
Abstract: O presente artigo procura explicitar a evolu o histórica da conceitua o da deficiência sob a ótica do estigma e da discrimina o que configuram (e, por vezes, ainda configuram!) as páginas de nossa história, mais precisamente quanto às oportunidades educacionais (negadas e proporcionadas) e aos servi os oferecidos à clientela dita especial (hoje chamadas de Portadores de Necessidades Educativas Especiais pela sociedade que, em certa época, pregou integra o mas segregou e, hoje, prega inclus o mas ainda exclui. Palavras-Chave - deficiência - história - evolu o
Inclus o/exclus o das mulheres imigrantes nos cuidados de saúde em Portugal: reflex o à luz do feminismo crítico  [PDF]
Topa, Joana Bessa,Nogueira, Concei??o,Neves, Ana Sofia Antunes das
Psico , 2010,
Abstract: O processo migratório pode constituir um factor de risco para a saúde, podendo acarretar uma maior vulnerabilidade em rela o a problemas de saúde em geral (Carballo et al. , 1998) e de saúde mental em particular, devido n o só à dureza do processo migratório (Carta et al. , 2005), mas também à exposi o quotidiana a formas de discrimina o (in Pusseti, Ferreira, Lechner & Santinho, 2009). Se existe um elevado desconhecimento do acesso efectivo dos/as imigrantes aos cuidados de saúde (Fonseca, Silva, Esteves & McGarrigle, 2009) mais acentuado é no que se concerne à mulher imigrante. Esta apresenta o pretende evidenciar e reflectir sobre a necessidade dos países de acolhimento desenvolverem políticas a nível dos servi os de saúde, à luz dos feminismos, tendo em conta o estatuto de mulher e imigrante. Trata-se uma reflex o teórica sobre o tema que está a ser trabalhado empiricamente no ambito de um doutoramento em Psicologia Social.
Discrimina o e Anti-Discrimina o na Espanha: O caso das mulheres mu ulmanas  [cached]
Gunther Dietz
Campos - Revista de Antropologia Social , 2005,
Abstract: Nos últimos quinze anos, a Espanha tem experimentado um forte incremento da popula o imigrante, na qual se destaca um importante percentual de mu ulmanos magrebinos. Paralelamente, desde os finais do franquismo, tem-se observado em cidades andaluzas como Granada e Córdoba uma tendência de convers o ao Isl por parte da popula o autóctone. Ambos os fen menos se fazem acompanhar por atitudes anti-mu ulmanas e anti-mouras, que refletem diferentes dimens es de discrimina o disseminadas em amplos setores da opini o pública espanhola e que se articulam sobretudo em estereótipos e atitudes historicamente arraigados esgrimidos frente às mulheres mu ulmanas, tanto imigrantes quanto convertidas. Neste artigo, tomamos o estudo de caso da discrimina o contra as mulheres mu ulmas para, em primeiro lugar, contextualizar o incipiente debate sobre discrimina o e anti-discrimina o dentro de dois marcos conceptuais específicos: o multiculturalismo e as políticas de identidade, de um lado; e as políticas públicas da diferen a, de outro. Em segundo lugar analisamos o caso etnográfico mencionado, para finalmente esbo ar o surgimento das atuais políticas estatais anti-discrimina o na Espanha e em nível europeu.
Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discrimina o racial relativos ao gênero  [cached]
CRENSHAW KIMBERLé
Revista Estudos Feministas , 2002,
Abstract: Tanto os aspectos de gênero da discrimina o racial quanto os aspectos raciais da discrimina o de gênero n o s o totalmente apreendidos pelos discursos dos direitos humanos. O presente documento, baseado no crescente reconhecimento de que as discrimina es de ra a e de gênero n o s o fen menos mutuamente excludentes, prop e um modelo provisório para a identifica o das várias formas de subordina o que refletem os efeitos interativos das discrimina es de ra a e de gênero. Este documento também sugere um protocolo provisório a ser seguido, a fim de melhor identificar as situa es em que tal discrimina o interativa possa ter ocorrido e, além disso, defende que a responsabilidade de lidar com as causas e as conseqüências dessa discrimina o deva ser amplamente compartilhada entre todas as institui es de direitos humanos.
Declara o de Helsinki: relativismo e vulnerabilidade  [cached]
Diniz Debora,Corrêa Marilena
Cadernos de Saúde Pública , 2001,
Abstract: A Declara o de Helsinki representou um marco fundamental para a pesquisa clínica envolvendo seres humanos. Desde a promulga o da Declara o, uma série de revis es e modifica es foram feitas ao texto original, mas nenhuma delas modificou seu espírito humanista ou diminuiu sua for a como instancia reguladora da pesquisa clínica. Nos últimos quatro anos, no entanto, vem sendo debatida uma proposta de modifica o dos princípios éticos da Declara o. No caso desta proposta ser aprovada, a pesquisa clínica internacional com seres humanos será radicalmente modificada, aumentando a vulnerabilidade de certos grupos sociais. Neste artigo, apresentamos o processo histórico de promulga o da Declara o de Helsinki e os mais recentes debates em torno da proposta de modifica o. Trata-se de uma análise das implica es do novo texto para os países subdesenvolvidos e da defesa da necessidade de uma considera o política do conceito de vulnerabilidade.
Mudan as na Declara o de Helsinki: fundamentalismo econ mico, imperialismo ético e controle social  [cached]
Garrafa Volnei,Prado Mauro Machado do
Cadernos de Saúde Pública , 2001,
Abstract: O presente trabalho consiste em uma reflex o crítica sobre as tentativas de altera es na Declara o de Helsinki, entendida como um dos documentos que representam as teses democráticas vencedoras da segunda metade do século passado, portanto, patrim nio da humanidade, pelo seu valor de referência como diretrizes éticas a serem observadas em pesquisas envolvendo seres humanos. Assim, o controle sobre tal documento deve ser coletivo, mundial, societário, e qualquer mudan a suscita amplo debate, participa o e discuss o, visando-se evitar algum retrocesso humanitário. Este estudo analisa alguns fatos atuais relacionados com pesquisas com sujeitos humanos, desenvolvidas em países chamados "periféricos" ou "em desenvolvimento". E, também, faz uma interpreta o sócio-política da quest o, em que se evidencia que o fundamentalismo econ mico por parte dos países ricos resulta em um inevitável imperialismo ético, expondo ainda mais as comunidades dos países pobres à vulnerabilidade, discrimina o e exclus o social.
Organiza o das práticas de aten o primária em saúde no contexto dos processos de exclus o/inclus o social  [cached]
Carneiro Jr. Nivaldo,Silveira Cássio
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este artigo apresenta a experiência de organiza o de um servi o de saúde em aten o primária, o Centro de Saúde-Escola Barra Funda na cidade de S o Paulo, que privilegiou o acesso dentro dos princípios da eqüidade e da discrimina o positiva, criando condi es de incorporar alguns segmentos que vivem na área central da cidade de S o Paulo. S o eles, os moradores de rua, as trabalhadoras do sexo e a popula o que habita em favelas. Promove, desse modo, uma reflex o acerca das variadas formas de vida social encontradas em áreas centrais de centros urbanos, em particular aquelas que vivem à margem dos processos de inclus o e sofrem graus acentuados de vulnerabilidade e marginalidade no acesso a bens e servi os. Também aponta para a possibilidade de se implementar políticas de saúde que promovam interven es eficazes junto a segmentos sociais normalmente excluídos dos servi os de saúde, efetivando dessa forma o princípio da universaliza o.
Preconceito e discrimina o como express es de violência  [cached]
BANDEIRA LOURDES,BATISTA ANALíA SORIA
Revista Estudos Feministas , 2002,
Abstract: Neste ensaio discutem-se a constru o do preconceito e a visibilidade das discrimina es decorrentes, duplamente associadas à condi o de emergência das diferen as: seja pela afirma o e manipula o da condi o da diferen a, seja por sua insistente nega o ou dissimula o. Em ambos os casos, o n o-reconhecimento das diferen as ou a falta de respeito a elas se fazem presentes, criando novos padr es de violência. A reflex o constrói uma ponte entre o preconceito e a violência, enfatiza as diversas formas de discrimina o e exclus o, e compreende os seguintes aspectos: os parametros jurídicos em rela o a co-existir e a re-conhecer; as ciências sociais diante da constru o das diferen as/dis-semelhan as; os fundamentos conceituais da categoria 'preconceito' e suas derivantes em rela o às de discrimina o e exclus o social; os mecanismos do preconceito; a rela o diferen afraction three-quarters preconceito, imagem e racionaliza o do outro.
Vulnerabilidade das crian as com necessidades especiais de saúde: implica es para a enfermagem Vulnerabilidad de los ni os con necesidades especiales de atención médica: implicaciones para enfermería Vulnerability of children with special health care needs: implications for nursing  [cached]
Andressa da Silveira,Eliane Tatsch Neves
Revista Gaúcha de Enfermagem , 2012,
Abstract: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória que objetivou descrever a vulnerabilidade das crian as com necessidades especiais de saúde para o cuidado e manuten o da vida no cotidiano. Os sujeitos foram 10 familiares/cuidadores de crian as em uma unidade de interna o pediátrica de um hospital de ensino. Os dados foram produzidos por meio do método criativo e sensível, mediado pelas dinamicas de criatividade e sensibilidade e submetidos à análise de discurso francesa. Os resultados apontaram que as crian as possuem vulnerabilidade individual, social e programática traduzidas pela sua fragilidade clínica, a dificuldade de acesso aos servi os de saúde e a inexistência de políticas públicas específicas. Recomenda-se a reestrutura o do sistema de referência e contrarreferência, programas e políticas públicas de saúde específicas para essa clientela. Para isso, torna-se relevante que os profissionais de enfermagem proporcionem, aos familiares/cuidadores, momentos de escuta, reconhecendo na subjetividade do cuidado desenvolvido pelo familiar no domicílio. Estudio cualitativo descriptivo y exploratorio que tuvo como objetivo describir la vulnerabilidad de los ni os con necesidades especiales de salud para el cuidado cotidiano. Los sujetos fueron 10 familiares/cuidadores de ni os en una unidad de pediatría de un hospital universitario. Los datos se produjeron por medio del método creativo y sensible a través de la dinámica de la creatividad y sensibilidad y sometidos al análisis francés del discurso. Los resultados mostraron que los ni os tienen vulnerabilidad individual, social, y programática traducidas por su fragilidad clínica, la dificultad de acceso a los servicios de salud y la falta de políticas específicas. Se recomienda la reestructuración del sistema de referencia y contrarreferencia, los programas y las políticas públicas de salud para que estos ni os. Es importante que los profesionales de enfermería proporcionen a los familiares/cuidadores momentos de escucha, reconociendo, en la subjetividad de atención desarrollado por la familia en el hogar. This qualitative-based, descriptive, exploratory research aimed to provide an account of the vulnerability of children with special health needs in terms of required care and everyday life support. The subjects were ten family members/caregivers of children who were approached in a pediatric admission unit of a teaching hospital. Data were produced by means of the creative and sensitive method, mediated by creativity and sensitivity group dynamics and submitted to French discourse analy
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