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ENTRE A UNIVERSALIDADE DA TEORIA E A SINGULARIDADE DOS FEN MENOS: ENFRENTANDO O DESAFIO DE CONHECER A REALIDADE  [cached]
Divanir Eulália Naréssi Munhoz
Revista Emancipa??o , 2006,
Abstract: Este artigo analisa o Método do Abstrato ao Concreto, heran a de Marx para a humanidade, como recurso de grandes potencialidades para pesquisa de fen menos humano-sociais e n o necessariamente vinculado à proposta de transforma o de sociedade apresentada por esse economista e filósofo alem o do século 19. Procura esclarecer o leitor n o familiarizado com a contribui o desse pensador, que a orienta o metodológica que ele oferece à ciência subsiste através dos tempos, adotada por estudiosos de renome, como recurso dos mais fecundos para investiga o da realidade e conseqüente constru o do conhecimento sobre ela. O texto apresenta também discuss o sobre as categorias da universalidade, particularidade e singularidade e a media o entre elas no processo de caminhar da aparência à essência dos fen menos, proposta central do referido método.
Avalia o in vitro da microdureza do esmalte adjacente a restaura es após desafio cariogênico  [PDF]
Ribeiro, Talitha Rodrigues et al.
Revista Odonto Ciência , 2009,
Abstract: Objetivo: Este estudo in vitro utilizou ensaio de microdureza para avaliar a desmineraliza o do esmalte pela indu o de les es artificiais de cárie adjacentes a materiais restauradores. Metodologia: Foram utilizados dois cimentos de ion mero de vidro convencionais (MAXXION R e VIDRION R ), um cimento de ion mero de vidro modificado por resina (VITREMER ) e uma resina composta sem flúor (Z-250 ). Cavidades padronizadas foram confeccionadas em 160 blocos de esmalte bovino, divididos aleatoriamente em 4 grupos experimentais (n=40) de acordo com o material utilizado. Após ser realizado o ensaio de microdureza inicial, os blocos de esmalte foram restaurados e submetidos à ciclagem térmica e de pH, simulando o desafio cariogênico. Os blocos foram ent o submetidos a novos ensaios de microdureza. A partir dos dados obtidos, foi calculada a perda de dureza superficial (PDS) do esmalte, a qual foi comparada através da análise de variancia e teste de Tukey (α=0,05). Resultados: A ordem decrescente de perda de dureza superficial do esmalte adjacente foi: Z-250 = VITREMER > VIDRION R > MAXXION R. Conclus o: A desmineraliza o foi menor no esmalte adjacente aos cimentos de ion mero de vidro convencionais do que no esmalte adjacente aos materiais resinosos.
O calcanhar de aquiles: do mito grego ao desafio cotidiano da avalia o inicial nas salas de recursos multifuncionais  [cached]
Denise Meyrelles de Jesus,Ana Marta Bianchi de Aguiar
Revista Educa??o Especial , 2012, DOI: 10.5902/1984686x6532
Abstract: http://dx.doi.org/10.5902/1984686X6532 Este artigo objetiva discutir os processos de avalia o que acontecem na sala de recursos multifuncionais, partindo da pesquisa intitulada: Observatório Nacional de Educa o Especial: Estudo em rede sobre as Salas de Recursos Multifuncionais (MENDES, 2010). Justificando o título dado a este trabalho, utilizamos a metáfora do “Calcanhar de Aquiles”, configurando, como na mitologia grega, a avalia o como uma grande vulnerabilidade do processo inclusivo. A estratégia principal de coleta de dados da pesquisa foi a utiliza o de grupos focais conduzidos pelos pesquisadores. Queremos entender como os professores envolvidos na pesquisa est o significando aavalia o inicial em seu cotidiano. A partir da análise dos dados, pudemos constatar que os procedimentos avaliativos iniciais est o fortemente remetidos à ideia de laudos de profissionais da área clínica, cabendo ao professor especialista, junto com o professor de sala regular, somente a identifica o inicial de condi es "da n o aprendizagem". Os professores especializados desconhecem o indicativo de eles serem responsáveis por esta avalia o, inclusive para finalidade de preenchimento de censo escolar. Os dados apontam para uma vis o de avalia o pouco clara, observando-se uma desarticula o entre esses processos de identifica o e os modos de interven o. Podemos constatar, ainda, a partir dos dados que há uma desarticula o entre os servi os públicos envolvidos, fazendo com que a participa o da família seja de responsabiliza o pela consecu o do laudo. Os resultados apontam a necessidade de que se fa a um investimento bastante significativo na reestrutura o das escolas, garantindo espa oscoletivos de discuss es e encaminhamentos para quest es t o sérias, possibilitando-nos, assim, construir práticas pedagógicas mais inclusivas noque tange à avalia o dos alunos. Palavras-chave: Avalia o; Educa o especial; Inclus o escolar.
Gest o da Biblioteca Pública de Santa Catarina: planejamento, organiza o, lideran a, controle e avalia o
Delsi Fries Davok,Carla Purcina de Campos Pereira
Revista ACB , 2011,
Abstract: Relato de experiência que apresenta resultados parciais de projeto em desenvolvimento na Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC), intitulado “Gest o da Biblioteca Pública de Santa Catarina: Planejamento, Organiza o, Lideran a, Controle e Avalia o”. Vinculado ao programa de extens o universitária “Biblioteca Pública de Santa Catarina: um Modelo de Gest o”, o Projeto tem como finalidade incorporar novos princípios e valores na cultura organizacional da BPSC, com vistas a prepará-la para enfrentar o desafio de atender às exigências e demandas informacionais da sociedade digital. Nessa linha, o Projeto aborda o planejamento, a organiza o, a lideran a, o controle e a avalia o da BPSC, sob enfoque sistêmico. Empregando técnicas de pesquisa-a o, além de realizar planejamento e organiza o para o oferecimento de servi os que aportam valor à informa o, o Projeto vem proporcionando à equipe da Biblioteca oportunidades para atualizar suas habilidades técnicas em servi os bibliotecários, bem como para desenvolver competências e habilidades de gest o, por meio de trabalhos em equipe, cursos e palestras.
Complexidade da avalia o avalia o na complexidade  [cached]
Ernesto Keim Jacob
Eccos Revista Científica , 2000,
Abstract: Neste artigo apresentamos uma reflex o sobre a natureza conceitual da Complexidade enquanto movimento e da avalia o enquanto recurso e metodologia utilizada para investigar a qualidade dos processos educativos. Nossa inten o é promover uma reflex o entre o suporte teórico e operacional da avalia o no contexto da educa o mediada pela Complexidade, que lhe confere características de movimento n o linear de reflex o e transforma o da realidade. Discute-se como avaliar a complexidade e como avaliar a avalia o a partir dos referenciais da Complexidade
O desafio da participa o humana do IT-Coimbra no Págico
Arlindo Veiga,Carla Lopes,Dirce Celorico,Jorge Proen?a
Linguamática , 2012,
Abstract: Na qualidade de grupo de investiga o em Processamento Computacional da Língua portuguesa, pretendemos, neste documento, relatar a experiência vivenciada na participa o do grupo LudIT no Págico -- Português Mágico. Estando o nosso trabalho mais centrado, de uma forma geral, no Processamento Automático da Fala, exprimimos obrigatoriamente uma vis o decorrente de, como participantes humanos, ter entrado num desafio que levanta quest es de língua distintas das que, até ao momento, têm sido levantadas no ambito da investiga o que temos desenvolvido e que est o mais relacionadas com o Processamento da Linguagem Natural. Num relato breve, descrevemos a estratégia adotada e as dificuldades encontradas. Decorrentes delas, apresentamos igualmente algumas opini es, as quais podem vir a ser consideradas como sugest es a acolher numa próxima edi o do Págico ou em outro desafio de perfil semelhante. Finalizamos com uma tentativa de interpreta o do resultado obtido pela participa o do
O desafio da lideran a para o enfermeiro  [cached]
Sim?es Ana Lúcia de Assis,Fávero Neide
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2003,
Abstract: Este estudo teve como objetivos conhecer a opini o do enfermeiro sobre a possibilidade de tornar-se líder, identificar características e habilidades de um líder eficaz e apresentar pontos fortes e fracos relacionados ao desempenho da lideran a, segundo a auto-avalia o dos enfermeiros. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas, realizadas com 36 enfermeiros da área hospitalar, sendo analisados segundo a técnica de análise de conteúdo. Os resultados evidenciaram que a maioria dos enfermeiros entrevistados concorda que seja possível tornar-se líder; credibilidade, comunicabilidade e conhecimentos foram características destacadas em um líder; ter bom relacionamento, envolvimento e seguran a foram atitudes responsáveis pelo sucesso do enfermeiro nas experiências de lideran a, caracterizando os pontos fortes, enquanto que inseguran a e comunica o ineficaz representaram os pontos fracos. Concluiu-se que existem perspectivas para o enfermeiro melhorar seu desempenho na lideran a, desde que haja mudan as no comportamento, aquisi o de conhecimentos e desenvolvimento de habilidades específicas.
Avaliando a institucionaliza o da avalia o
Contandriopoulos André-Pierre
Ciência & Saúde Coletiva , 2006,
Abstract: O artigo aborda os desafios em torno da necessidade de conceber e implantar uma cultura de avalia o. S o discutidas as rela es e diferen as entre pesquisa avaliativa, avalia o normativa e tomada de decis o. A análise mostra que a capacidade de institucionaliza o da avalia o como instrumento para melhorar o sistema de saúde é paradoxal, pois sup e que a informa o produzida contribua para uma racionaliza o dos processos de decis o. Postula-se que o grau em que os resultados de uma avalia o s o levados em conta pelas instancias decisórias varia de acordo com a credibilidade, fundamenta o teórica e pertinência das avalia es. Observa-se que atores que ocupam diferentes posi es n o conseguem chegar a um consenso quanto à pertinência dos resultados produzidos pela avalia o. Para fazer com que a avalia o esteja no cerne das estratégias de transforma o do sistema de saúde, sugere-se criar condi es para um julgamento avaliativo verdadeiramente crítico, com a implementa o de estratégias que favore am a forma o e o aprendizado, o debate, a reflex o e a abertura de novas frentes de interven o. Institucionalizar a avalia o implica antes de tudo se questionar a capacidade da avalia o de produzir as informa es e julgamentos necessários para ajudar as instancias decisórias a melhorar o desempenho do SUS.
Avalia??o da fun??o e da les?o renal: um desafio laboratorial
Sodré, Fábio L.;Costa, Josete Concei??o Barreto;Lima, José Carlos C.;
Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial , 2007, DOI: 10.1590/S1676-24442007000500005
Abstract: nowadays, renal disease is an important public health problem, affecting millions of people in brazil and in the world. the study of renal function and renal pathologic processes has aroused the interest of researchers, mainly in the field of development of new assays that could aid physicians in establishing early diagnosis, better classifying the disease, obtaining better outcome and monitoring drug therapeutics. in this article, seven laboratory markers of renal function or damage are evaluated: urea, creatinine, cystatin c, proteinuria, dysmorphic erythrocytes, microalbuminuria and liver-type fatty acid binding protein (l-fabp). for each one of them, a short historical report of its clinical utility and physiopathology is presented. then technical and methodological approaches are described as well as its utility in clinical management of kidney patients. although improvements have been reached and incorporated in laboratorial practice, none of these markers is effective enough to define precisely kidney function and/or damage and an extensive understanding of all of these markers is crucial to correct evaluate renal function.
Guantánamo: o desafio democrata  [cached]
Virgílio Caixeta Arraes
Meridiano 47 : Boletim de Análise de Conjuntura em Rela??es Internacionais , 2008,
Abstract: o artigo trata da elei o presidencial dos Estados Unidos. Aborda o desafio dos democratas em reformar o sistema prisional destinado ao combate do terrorismo.
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