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CRISE E/OU RUPTURA DA MODERNIDADE: QUESTIONAMENTOS SOBRE ESTUDOS CIENTíFICOS E REPRESENTA O DO MUNDO.  [cached]
Luiz Alberto dos Reis Gon?alves
Revista Tamoios , 2005,
Abstract: A crise da modernidade trouxe efeitos sobre o fazer das Ciências que s o fatores impeditivos da realiza o das mais diferentes utopias construídas no interior dos mais variados projetos modernos. A busca por superá-las converte-se, ent o, na própria constru o de uma outra utopia, com os mesmos sonhos de liberdade, igualdade e fraternidade, diferenciando-se daquelas outras por seus patamares. Busca-se aqui, n o estabelecer, definitivamente, estes novos parametros, mas ao menos, esbo a-los. Palavras-chave: modernidade, projeto moderno, crise, representa o do mundo.
Linguagem dos videoclipes e as quest es do indivíduo na pós-modernidade  [PDF]
Pontes, Pedro
Sess?es do Imaginário , 2003,
Abstract: “Abandonai toda esperan a de totalidade, tanto futura como passada, vós que entrais no mundo da modernidade fluida”. Zygmunt Bauman
MODERNIDADE, PóS-MODERNIDADE E CIêNCIAS SOCIAIS  [cached]
Georges Benko
Revista do Departamento de Geografia , 1999, DOI: 10.7154/rdg.v0i13.154
Abstract: MODERNIDADE, PóS-MODERNIDADE E CIêNCIAS SOCIAIS
Modernidade, pós-modernidade e os reflexos na educa o  [cached]
Jo?o Manuel Roratto
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2010, DOI: 10.5902/198464442367
Abstract: Este trabalho discute conceitos de modernidade e de pós-modernidade, com base em pensadores como Habermas, Chaui, Bauman, Oliveira, Boff, entre outros, para entender como eles repercutem na sociedade contemporanea, particularmente no que se refere às mudan as de valores sociais e, em particular, como essas transforma es interferem na educa o. Essa nova realidade provoca rupturas nos processos escolares, fazendo com que as estratégias familiares e institucionais sejam determinantes na inser o do educando no processo global. Mesmo na pós-modernidade, que nega que haja qualquer coisa de universal, como afirma Daniel, pode-se encontrar aspectos positivos de referência para o sistema educacional, como o respeito pela diversidade, o valor igual de todos os seres humanos, a tolerancia e o respeito pela liberdade alheia, pela criatividade, pela emo o, como também pela intui o. A educa o n o pode abrir m o de seu papel de, compreendendo os novos tempos, adequar-se às necessidades do ensino, para com o uso de uma ética humanizatória, tornar as rela es menos competitivas e mais humanas, os cidad os mais preparados para o mundo do trabalho, com competências e habilidades para criar e encontrar caminhos de realiza o. Palavras-chave: Modernidade; Pós-modernidade; Educa o.
A modernidade técnica
Brüseke Franz Josef
Revista Brasileira de Ciências Sociais , 2002,
Abstract: O fato de que a modernidade, como época histórica, nasce com a ciência e técnica moderna, mostra hoje toda sua virulência. Podemos até dizer que essa modernidade é t o penetrada pela "técnica" que ela pode ser denominada e caracterizada como "modernidade técnica". Propomos este conceito para evidenciar sua essência e falamos sobre a emergência desta modernidade para evocar, por um lado, seu advento processual e histórico e, por outro, seu alto grau de instabilidade e imprevisibilidade. A técnica contribui, em fun o de seu caráter contingente, para uma destitui o da predominancia da racionalidade de fins, t o característica da fase histórica na qual surgiu o capitalismo, por uma racionalidade contingente. Essa racionalidade desoculta científica e tecnicamente o Ser, sem dispor de um fim que daria dire o ou identificaria limites. Sem dire o e limites a modernidade técnica desenvolve-se racionalmente, sem que haja uma prote o contra oscila es irracionalizantes que castigam cada vez mais seu percurso. Apresentamos o nacional-socialismo alem o, o comunismo russo e a democracia americana como três tipos ideais da modernidade técnica. Um olhar comparativo na dire o da tríade modernizante do século XX demonstra tanto a indiferen a valorativa da modernidade técnica, quanto nos faz compreender melhor os fen menos contingentes e irracionais gerados no seu bojo.
CULTURA E MODERNIDADE NO BRASIL
OLIVEN, RUBEN GEORGE;
S?o Paulo em Perspectiva , 2001, DOI: 10.1590/S0102-88392001000200002
Abstract: o tema da modernidade tem ocupado a intelectualidade brasileira em diferentes épocas. no brasil, a modernidade freqüentemente é vista como algo que vem de fora e que deve ser admirado e adotado, ou, ao contrário, considerado com cautela tanto pelas elites como pelo povo. a modernidade também se confunde, muitas vezes, com a idéia de contemporaneidade, uma vez que aderir a tudo que está em voga nos lugares adiantados tende a ser entendido como moderno. atualmente, o que caracteriza o brasil é uma contradi??o entre uma crescente modernidade tecnológica e a n?o realiza??o de mudan?as sociais que propiciem o acesso da maioria da popula??o aos benefícios do progresso material
Heidegger e a modernidade
Wanderley J. Ferreira Jr.
Philósophos : Revista de Filosofia , 2007, DOI: 10.5216/phi.v3i2.11273
Abstract: A finalidade do presente artigo é mostrar como o conjunto dos temas propostos por Heidegger se insere em uma posi o bem clara sobre a modernidade na qual se destacam as no es de ciência e técnica.
Desenvolvimento, modernidade e subjetividade
Domingues José Maurício
Revista Brasileira de Ciências Sociais , 1999,
Abstract: O tema da modernidade foi central para a obra de Costa Pinto, em dois registros. Um, mais evidente, implicava uma recusa da express o, que lhe servia para conceituar um tipo de evolu o histórica e social que ele rejeitava como modelo e telos para o Brasil, caracterizando-se pela ado o de padr es de consumo, de comportamento, de institui es, valores e idéias das sociedades mais avan adas, sem importar necessariamente em transforma es reais da estrutura econ mica e social. Havia, porém, uma outra forma de conceber a modernidade, que Costa Pinto nomeia, muito mais positivamente, de "desenvolvimento", inclusivo e ampliador de bem-estar para toda a popula o, que produziria a passagem para uma outra "estrutura social". Enquanto a "moderniza o" seria por princípio n o planificável, o desenvolvimento requereria o contrário, tendo o Estado em seu centro. Argumentar-se-á neste artigo que essa idéia de desenvolvimento, embora datada conceitualmente, ainda é em parte válida. é preciso, contudo, rever sua concep o geral de moderniza o e, no lugar de pensar o Estado como o grande agente da moderniza o, vê-lo como uma dentre as subjetividades coletivas que devem impulsionar o processo de desenvolvimento.
A passagem interna da modernidade para a pós-modernidade The inner transition from modernity to post-modernity  [cached]
Ana Maria Nicolaci-da-Costa
Psicologia: Ciência e Profiss?o , 2004, DOI: 10.1590/s1414-98932004000100010
Abstract: A passagem da modernidade para a pós-modernidade vem sendo intensamente estudada de uma perspectiva macro, ou social. S o, no entanto, poucos os estudos que procuram compreender como está dando-se essa transi o do ponto de vista micro, ou individual. Esse é o objetivo do presente trabalho. Uma análise do discurso de jovens entre 18 e 25 anos sobre o seu uso de telefones celulares deu visibilidade parcial a essa transi o interna e permitiu identificar um processo de interpenetra o de campos semanticos que dá concretude psicológica a algumas das principais características do mundo contemporaneo: seu imediatismo e sua fluidez. The transition from modernity to post-modernity has been intensively studied from a macro, or social, perspective. There have been, however, few attempts to understand how such a transition is taking place from a micro, or individual, point of view. This is the main purpose of the present study. An analysis of 18 to 25-year-old men and women’s discourse about their use of cell phones made this inner transformation partially visible. This analysis made it possible to identify a process of interpenetration of semantic fields that makes some of the main characteristics of the post-modern world - its immediacy and fluidity - psychologically concrete.
PSICOESFERA: A MODERNIDADE PERVERSA  [cached]
Samira Peduti Kahil
Revista do Departamento de Geografia , 1997, DOI: 10.7154/rdg.v0i11.187
Abstract: Este artigo é parte de uma investiga o que estamos fazendo em nosso trabalho de tese de doutoramento. A psicoesfera como materializa o nos mecanismos que regulam os conflitos, na padroniza o das imagens do mundo, na sua massifica o dos valores culturais formadores de uma nova identidade social é aqui estudada como esfera complementar á esfera da racionalidade instrumental (princípio organizador dos subsistemas Estado, Mercado, Sociedade). Se na esfera técnica o espa o se organiza de modo descontínuo, como psicoesfera o espa o se mundializa, internacionalizando cren as, desejos, hábitos e comportamentos. O espa o cuja configura o se define pelo conjunto de objetos técnicos, materiais ou n o e o tempo, que caracterizado pelo instantaneo, pela urgência torna-se um signo do poder, s o hoje instrumentos de medida hegem nica que comandam o ritmo dos homens e dos lugares. Assim essa investiga o quer contribuir para uma reflex o das características singulares que o espa o geográfico assume hoje.
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