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Discrimina o positiva para acesso e atendimento em aten o primária à saúde e repercuss es no perfil de clientela: estudo com mulheres de maior vulnerabilidade à exclus o social em S o Paulo.  [cached]
Marta Campagnoni Andrade,Cláudia Renata dos Santos Barros,Lilia Blima Schraiber
Psicología, Conocimiento y Sociedad , 2010,
Abstract: Estuda-se o impacto no perfil da clientela feminina de servi o de aten o primária à saúde, devido a a es específicas de inclus o assistencial para grupos populacionais de maior vulnerabilidade à exclus o social. Trata-se de moradoras de rua, de favela e profissionais do sexo que possuem dificuldades de acesso e de vincula o à aten o rotineiramente oferecida nos servi os. Investigou-se o Centro de Saúde Escola Barra Funda (CSEBF), pertencente à rede pública do sistema de saúde brasileiro (SUS) e que além do funcionamento usual do SUS, desenvolve política de a o afirmativa para aqueles grupos. Foram estudadas algumas características sociais, demográficas, de saúde sexual e reprodutiva e a prevalência de violência por parceiro íntimo, entre usuárias do CSEBF. Aplicou-se questionário por entrevista face-a-face a 481 mulheres de 15 a 49 anos, sendo 199 usuárias com discrimina o positiva (CDP), das quais 70 profissionais do sexo, 64 moradoras de rua e 65 moradoras de favela, e 292 usuárias sem discrimina o positiva (SDP). Os resultados apontam diferen as significativas entre ambos subconjuntos de usuárias quanto à idade, escolaridade, condi o sócio-econ mica, início da vida sexual, abortamento, gravidez, violência por parceiro íntimo e percep o de violência, mostrando que a política de inclus o permite acolher usuárias com necessidades de saúde diferenciadas que sem a discrimina o positiva restariam invisíveis para o sistema de saúde. Conclui-se que grupos mais vulneráveis à exclus o social requerem políticas protetoras para serem usuários mesmo em sistemas como o SUS, que por lei dá direito a acesso universal à assistência em saúde.
Estresse e estratégias de enfrentamento em uma equipe de enfermagem de Pronto Atendimento  [cached]
Andréa Regina Leonardo Calderero,Adriana Inocenti Miasso,Clarissa Mendon?a Corradi-Webster
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: O trabalho é uma das fontes de satisfa o de necessidades humanas, todavia pode, ser fonte de adoecimento quando contém fatores de risco para o estresse e o trabalhador n o disp e de recursos suficientes para se proteger destes riscos. O objetivo deste estudo é verificar, entre a equipe de enfermagem do Pronto Atendimento de um Centro de Saúde Escola, a ocorrência e as fontes de estresse, as estratégias de enfrentamento utilizadas e sugest es de a es para a redu o do estresse. Estudo descritivo, transversal, com abordagem quali-quantitativa. Os dados foram coletados no período de junho e julho de 2005. Constaram da amostra 37 profissionais da equipe de enfermagem que atuam na referida unidade e que consentiram, por escrito, em participar do estudo. Para coleta dos dados utilizou-se entrevista semi-estruturada. Para análise dos dados quantitativos empregou-se a estatística descritiva e para os dados qualitativos, a Análise de Conteúdo de Bardin. 97,4% dos profissionais relataram sentir-se estressados; as sugest es para redu o do estresse relacionaram-se ao funcionamento organizacional, sobrecarga de trabalho e relacionamento com equipe e clientela; foram utilizadas estratégias de evitamento, confronto direito e indireto frente ao estresse. Faz-se necessária ado o, pela referida institui o, de estratégias sadias de redu o de estresse voltadas para estes profissionais.
PERFIL DOS DOADORES E N O DOADORES DE SANGUE DE UM MUNICíPIO DO SUL DO BRASIL  [cached]
Débora Belato,Teresinha Heck Weiller,Stefanie Griebeler Oliveira,Dyan Jamilles Teixeira Brum
Revista de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria , 2011,
Abstract: RESUMO: Este estudo delineou o perfil dos doadores e n o doadores de sangue de uma cidade do Sul do Brasil. Trata-se de um estudo transversal, com abordagem quantitativa. Os dados foram obtidos através de formulários com amostra de 236 estudantes universitários e de 152 usuários que acessaram o pronto atendimento do hospital da mesma cidade, totalizando 388 indivíduos. O instrumento foi aplicado no mês de outubro de 2008,sendo obtidos dados como: sexo, escolaridade, idade, e, se eram ou n o doadores de sangue. Questionava-se, ainda, sobre as raz es para doar ou n o sangue. Verificou-se que o total de mulheres e homens doadores se equipara. Em rela o à idade, o adulto jovem predomina na doa o de sangue. O motivo, mais freqüente, para doa o foi o sentimento de ajudar as pessoas, e para n o doa o, foi o medo do procedimento. Aponta-se que ainda há espa o para esclarecimento sobre o processo de doa o.
Quedas em idosos de dois servic os de pronto atendimento do Rio Grande do Sul
Clariana Vito?ria Ramos,Silvana Sidney Costa Santos,Edison Luiz Devos Barlem,Marlene Teda Pelzer
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2011,
Abstract: O objetivo deste estudo foi identificar os principais fatores causadores de quedas em idosos de dois servic os de pronto atendimento, no Rio Grande do Sul. Pesquisa quantitativa, do tipo survey, descritiva, com 39 idosos, aos quais se aplicou entrevista para verificar perfil, questo es relacionadas a sau de, condic o es da moradia relacionada a queda vivenciada, no peri odo de dezembro de 2009 a abril de 2010. Utilizou-se o software estati stico SPSS para realizac a o de ana lises descritivas. Verificou-se que 22 (56,4%) eram mulheres, 19 (48,7%) tinham de 70-79 anos, 27 (69,2) cai ram nos u ltimos 12 meses, 15 (38,5%) cai ram mais de 2 vezes no u ltimo ano. Quanto as reside ncias dos idosos em: 37 (94,9%) os mo veis sa o pontiagudos, 35 (89,7%) tinham degraus, 27 (69,2%) apresentavam tapetes soltos, 20 (51,3%) tinham piso escorregadio, 12 (30,8%) possui am escadas sem corrimo es. Espera-se sensibilizar os profissionais da a rea da sau de/populac a o para a ameac a das quedas em idosos.
PERFIL DOS PACIENTES ATENDIDOS NA SALA DE EMERGêNCIA DO PRONTO SOCORRO DE UM HOSPITAL UNIVERSITáRIO  [cached]
Tiago de Paula Rosa,Tania Solange Bosi de Souza Magnago,Juliana Petri Tavare,Suzinara Beatriz Soares de Lima
Revista de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria , 2011,
Abstract: Este estudo objetivou tra ar um perfil dos pacientes atendidos na sala de emergência do Pronto-Socorro de um hospital universitário do Rio Grande do Sul. Estudo transversal com 47 pacientes selecionados por conveniência em que se aplicou um formulário semi-estruturado, contendo variáveis sociodemográficos e relacionadas ao atendimento. A coleta de dados ocorreu em setembro e outubro de 2009. Os dados foram organizados no programa Excel, utilizando-se análise estatística descritiva. Evidenciou-se que 74,5% das pessoas atendidas s o do sexo masculino, na faixa etária de 31 a 60 anos (48,9%), casados (61,7%) e com ensino fundamental incompleto (70,2%). A principal causa de atendimento foi por trauma leve (31,9%) e Acidente Vascular Cerebral (8,5%), predominantemente no turno da tarde (49%). A maioria das pessoas atendidas (92%) permaneceu internada no pronto-socorro. O conhecimento do perfil dos pacientes atendidos contribui para o planejamento e execu o de a es que visem atender ao ser humano com qualidade.
Uma experiência de pronto atendimento em saúde mental coletiva
Costa-Rosa, Abílio da;Luzio, Cristina Amélia;Mendes, Márcia Cristina Schwarz;Florezi, Patrícia;
Estudos de Psicologia (Campinas) , 2004, DOI: 10.1590/S0103-166X2004000200008
Abstract: this paper presents a reflection on an experience learned from the primary health care provided by the staff of a public mental health service of a county with about 30 thousand people in s?o paulo state. starting with the analysis of data of the primary health care provided by that institution, the so-called "pronto atendimento" (pa), focusing on patients waiting in line for referral to psychiatric and psychotherapeutic treatment, one suggests that pa may function as a support device since it is precisely in that primary health care service that patients make their complaints, ask for help and the institution, based on that service and its staff refers them lo a range of therapeutic treatment. the analysis of such data allowed us lo suggest that such primary health care service may include actions which reinforce the prevailing psychiatric paradigm or therapeutic actions which in turn may contribute to develop a psychosocial model taking into consideration changes effected in the very social representation of the institution, in the patient's psychic pain, and in the therapeutic resources available for cure.
Aten o a crian as e adolescentes vítimas de violência intrafamiliar por enfermeiros em servi os de pronto-atendimento  [PDF]
Angélica Malman Thomazine,Beatriz Rosana Gon?alves de Oliveira,Cláudia Silveira Viera
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: A violência intrafamiliar trata-se da forma mais complexa e velada de violência contra a crian a e o adolescente, pois aconvivência com o agressor é diária. O profissional da saúde tem o dever ético e legal de denunciá-la, para isso precisaconhecê-la. Objetivamos identificar de que forma acontece o atendimento de enfermagem as crian as e aos adolescentesvítimas de violência intrafamiliar nos servi os de pronto-atendimento de institui es de saúde conveniadas ao SUS nomunicípio de Cascavel-Paraná, no que diz respeito à identifica o dos casos e as medidas de notifica o. Pesquisa qualitativa,descritiva e exploratória, com enfermeiros, cujos dados foram obtidos por meio da entrevista semi-estruturada e analisadosseguindo-se as regras para análise temática. Encontramos que os enfermeiros conseguiam identificar/suspeitar de violênciaintrafamiliar no atendimento de crian as/adolescentes vitimizados, porém, poucos realizaram a notifica o, mesmo sendo umdever legal e ético. Faz-se necessário a implementa o de um protocolo de atendimento, o qual defina claramente o papel decada membro, institui o, órg o governamental, setores da sociedade civil e profissionais no atendimento e preven o daviolência, construindo-se uma rede hierarquizada, articulada e contínua de a es, além de capacita es continuadas daequipe e possíveis mudan as na rotina, estrutura e no ambiente de atendimento.
Assistência ao parto no Município do Rio de Janeiro: perfil das maternidades e o acesso da clientela  [cached]
Campos Tatiana Pacheco,Carvalho Marilia Sá
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: Neste trabalho analisou-se a assistência ao parto, caracterizando o perfil das principais maternidades e o deslocamento da clientela, ou seja, o fluxo entre residência e local de nascimento. Os indicadores utilizados foram construídos a partir do Sistema de Informa o sobre Nascidos Vivos (SINASC) em 1995 e da Pesquisa sobre Assistência Médico-Sanitária (AMS), com dados para 1992. Através de classifica o multivariada foram identificados dois tipos de maternidades: um com grande número de partos cesáreos, boas condi es da parturiente e recém-nato; e outro com maior propor o de partos espontaneos e indicadores que apontam riscos do recém-nascido. As propor es de: m es com escolaridade igual ou superior ao ensino médio, m es adolescentes e partos cesáreos s o os indicadores que melhor caracterizaram os grupos. Identificou-se grande heterogeneidade na distribui o espacial das maternidades, concentrados nas regi es mais ricas da cidade, determinando, conseqüentemente, longos trajetos das gestantes na busca da assistência ao parto.
Perfil lipídico e fatores de risco para doen as cardiovasculares em estudantes de medicina
Coelho Vanessa Gregorin,Caetano Loeni Fátima,Liberatore Júnior Raphael Del Roio,Cordeiro José Ant?nio
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 2005,
Abstract: OBJETIVO: Analisar o perfil lipídico e sua correla o com fatores de risco para doen as cardiovasculares (DCV) em estudantes de medicina. MéTODOS: Foram avaliados 153 estudantes, independente do sexo, com idade entre 18 e 31 anos, submetidos à análise do perfil lipídico, incluindo níveis séricos de colesterol total (CT), fra o de colesterol das lipoproteínas de baixa (LDLc), alta (HDLc) e muito baixa densidade (VLDLc) e triglicérides (TG), além de hábitos de vida e dados antropométricos. Aplicou-se análise estatística, incluindo teste de Mann Whitney, qui-quadrado, correla o de Pearson e análise multivariada, admitindo-se nível de significancia para valor p<0,05. RESULTADOS: Destacaram-se sedentarismo (43,1%) e antecedentes familiais para DCV, particularmente hipertens o arterial (74,5%). O perfil lipídico mostrou-se desejável, embora níveis alterados de CT, LDLc e TG foram detectados em 11,8%, 9,8% e 8,5% dos estudantes, respectivamente, e níveis reduzidos de HDLc em 12,4% deles. As mulheres apresentaram valores significativamente reduzidos para LDLc e elevados para HDLc comparado aos homens (p=0,031 e p<0,0001, respectivamente). Houve associa o significante entre perfil lipídico e, preferencialmente, índice de massa corpórea (IMC), sedentarismo, ingesta de álcool, uso de anticoncepcional, antecedentes familiais de acidente vascular cerebral e dislipidemia. CONCLUS O: Antecedentes familiais para DCV, sedentarismo e uso de anticoncepcional entre os estudantes de medicina mostram-se freqüentes e associados ao perfil lipídico, assim como ingesta de álcool e IMC. Embora com perfil lipídico desejável, independente do sexo, níveis mais elevados de LDLc e reduzidos de HDLc no sexo masculino conferem aos homens desvantagem comparado às mulheres.
Perfil epidemiológico de 277 pacientes com fraturas faciais atendidos no pronto atendimento, pelo Servi?o de Otorrinolaringologia do Hospital do Trabalhador em Curitiba/PR, no ano de 2010
Ykeda, Renier Barreto Arrais;Ballin, Carlos Roberto;Moraes, Rafael Souza;Ykeda, Ronnie Barreto Arrais;Miksza, Alana Farias;
International Archives of Otorhinolaryngology , 2012, DOI: 10.7162/S1809-97772012000400003
Abstract: introduction: epidemiological studies that focus on facial injuries are of great interest for the knowledge of occurrence and severity of presentation. aim: to study the epidemiological profile of 277 patients who suffered facial fractures at the hospital do trabalhador (ht), with an emphasis on variables such as sex, age, cause, and anatomical sites of fractures, comparing the clinical findings with other studies. method: retrospective nonrandomized chart review of 277 patients who were treated at ht by the ent service during the full year 2010, victims of facial fractures. results: of 277 patients, 74.72% were male and 25.27% female (ratio 3:1). according to age, the fractures were distributed as follows: 0-9 years: 4.69%, 10-19 years: 17.32%, 20-29 years: 23.82%, 30-39 years: 20.21%, 40-49 years: 16.24%, 50-59 years: 10.83%, 60-69 years: 3.97%, and 60-79 years: 2.88%. the cause of trauma was most frequently interpersonal violence, 36.45%, followed by falls, 23.09%, and motor vehicle crashes with 17.32%. regarding location, nasal fracture was the most common, with 44.75%, followed by the mandible, 14.32%, orbit, 12.78%, maxillary, 12.02%, zygomatic, 9.97%, 3.32% and front le fort 2.88%. conclusion: the patients were mostly males, aged 21-30 years, victims of aggression with the most commonly fractured bone being the nose. the adoption of personal and public strategies and measures may prevent facial fractures.
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