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Proposi es Conservadora e Crítica em Educa o Ambiental: discuss o das duas possibilidades em um mesmo espa o  [cached]
Rodrigo Machado
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2010,
Abstract: A proposta deste trabalho é apresentar as Unidades de Conserva o em regi es metropolitanas como relacionadas a ambientes diversos em um mesmo espa o: o núcleo protegido e seu entorno. Ainda, oferecer possibilidades para a abordagem de duas proposi es antag nicas em Educa o Ambiental, uma identificada como crítica, popular e transformadora; outra afeta a a es comportamentalistas com apelo a mudan as individuais. A discuss o promovida no texto se pauta por apresentar o debate acerca do modelo de unidades de conserva o no Brasil, as diferen as entre as perspectivas conservadora e emancipatória da Educa o Ambiental e a ideia do turismo como recurso pedagógico, tendo como contexto o referido espa o que guarda dois ambientes em conflito: a preserva o dos recursos naturais e a tens o resultante da express o socioespacial de uma sociedade estratificada.
Territorialidade, conflitos socioambientais e a atividade turística em unidades de conserva o: uma discuss o conceitual
Luís Ricardo Rodrigues de Araújo,Rosemeri Melo e Souza
Revista Nordestina de Ecoturismo , 2012, DOI: 10.6008/ess1983-8344.2012.002.0002
Abstract: Atualmente, diante do crescimento de a es que proporcionam o aumento da apropria o social de espa o, é notória a importancia da inser o de conceitos sobre territorialidade em discuss es acerca de conflitos socioambientais. A territorialidade possui papel de extrema relevancia no processo de forma o e desenvolvimento dos mais diversos grupos de atores sociais. é neste processo que conflitos sociais s o evidenciados e podem ser trabalhados face discuss es que envolvam as rela es de poder (territorialidades) geradas em um determinado território. As Unidades de Conserva o (UC) devem servir como ferramenta para a harmoniza o entre os atores envolvidos na área e a unidade de relevancia natural, porém a implementa o de uma nova UC, pode gerar conflitos entre os diversos setores da sociedade que est o envolvidos. O turismo, atividade em franca em expans o no Brasil, define-se como atividade comercial complexa que envolve diversos atores de diversos níveis da sociedade. Esta atividade, quando realizada em áreas de grande relevancia natural, pode ser fomentadora de conflitos socioambientais, causados por rela es de poder na área onde é praticada. Diante do exposto, o presente trabalho procura discutir alguns conceitos acerca de territorialidade face à atividade turista como potencial causadora de conflitos socioambientais presentes em Unidades de Conserva o. Para tanto, inicialmente foram apresentadas, a partir de um apanhado histórico, diferentes vertentes conceituais de território, unidades de conserva o, rela es de poder e conflitos socioambientais. Posteriormente, foi realizada uma discuss o sobre os conceitos dos elementos citados, procurando ligá-los às exigências de uma discuss o sobre conflitos socioambientais em unidades de conserva o. Os resultados deste trabalho apresentam elementos que poder o ser utilizados em áreas que tragam como temática a discuss o sobre conflitos socioambientais n o só em UC’s, mas também nos mais diversos tipos de territórios.
Gêneros (digitais) em foco: por uma discuss o sóciohistórica  [cached]
Petrilson Alan Pinheiro
Alfa : Revista de Linguística , 2010,
Abstract: O objetivo deste artigo é realizar uma discuss o de caráter sócio-histórico que aponte o que, a nosso ver, seriam as três grandes fases na história da constitui o dos gêneros discursivos, a saber: suas origens na Retórica aristotélica, ainda como um gênero oral; sua redefini o a partir da inven o da escrita tipográfica no século XV; e sua “transforma o” em gêneros digitais com o advento da Internet. Como base teórica, adotamos uma perspectiva sócio-histórica de linguagem, cuja forma o se estende desde a retórica aristotélica, perpassa a vis o bakhtiniana dos gêneros discursivos e é ressignificada em teorias mais recentes que lidam com a quest o dos gêneros digitais (YATES; ORLIKOWSKI; RENNECKER, 1997; ERICKSON, 1997; SHEPHERD; WATTERS, 2006; DEVITT, 2000; MARCHUSCHI, 2004). Consideramos que tal discuss o de cunho sócio-histórico pode nos permitir construir um referencial teórico ainda pouco explorado no meio acadêmico que traga contribui es que contemplem tanto quest es de cunho sócio-ideológico (mais amplas) quanto quest es de cunho linguístico-discursivo (mais específicas) a partir de uma rela o dialética entre teoria e prática na constitui o de gêneros digitais.
Conectividade e Informa o - O iPad em suas m os: promovendo leitura, discuss o online e inteligência social
Antonio Mendes Silva Filho
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: Nada resiste ao teste do tempo, exceto o amor. Refiro-me ao amor verdadeiro. Mas, neste artigo, n o é meu intuito falar sobre o amor. Nosso cotidiano tem sido modificado por conta da inser o de novas tecnologias que promovem a intera o entre pessoas, incentiva leitura e discuss es, além de acesso a uma vasta base de informa es. Dentro desse contexto, o objetivo deste artigo é dar continuidade a discuss o iniciada em artigo anterior, explorando experiência e percep o do usuário no uso e ado o de nova tecnologia e o que ela pode fazer por você (usuário). O foco do artigo recai sobre o tablet da Apple, o iPad. Nesse sentido, este artigo trata da inser o do tablet no cotidiano dos usuários, promovendo leitura, discuss es online e inteligência social.
Poder e trabalho na escola: práticas inclusivas em discuss o  [cached]
Patrícia Eliane de Melo,Marisa Lopes da Rocha
Psicologia em Revista , 2008,
Abstract: Tomando a escola como um lugar de múltiplos encontros, nossa perspectiva é a de discutir as práticas de inclus o que vêm ganhando corpo entre os professores da rede pública de ensino a partir da análise de publica es sobre o tema e das reflex es nas pesquisas que vimos realizando em escolas municipais de Belo Horizonte participantes do Projeto de Educa o Inclusiva. Considerando os dispositivos de poder atravessados na forma o e os diversos modos de gest o do trabalho, estamos afirmando o processo de inclus o como potencializador de estratégias de transforma o da escola que temos. Para isso, iniciamos problematizando a inclus o como tens o entre ensino especial e regular; a seguir, abordamos as práticas de inclus o/exclus o como dispositivos de poder em Foucault, passando às discuss es acerca da constitui o histórica na educa o especial e possíveis rupturas; finalmente, concluímos com desdobramentos e paradoxos quando a perspectiva de análise é a micropolítica.
RESíDUOS BIOLóGICOS EM SERVI OS DE DIáLISE: DISCUSS O SOBRE O SEU GERENCIAMENTO  [PDF]
Izilda Sim?es Vitorino Eliam,Izildinha Pedreira Barros,Karla Evangelina Marques Lopes,Anaclara Ferreira Veiga Tipple
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2004,
Abstract: Os profissionais dos servi os de diálise enfrentam situa es de riscos desde a realiza o dos procedimentos diretos às práticas relacionadas, até o gerenciamento dos diferentes resíduos gerados nestes servi os. O acidente com material perfurocortante representa um dos maiores riscos para trabalhadores da saúde. O objetivo foi caracterizar o gerenciamento dos resíduos biológicos nos servi os de diálise da cidade de Goiania – GO. Estudo descritivo, cujos dados foram coletados em mar o de 2004, por meio de check list elaborado de acordo com RDC 33/ 03/ANVISA, previamente validado, e observados os aspectos éticos e legais, havendo consentimento dos onze servi os existentes. Evidenciou-se que o descarte de perfurocortantes é feito em caixas específicas em quatro unidades; sete unidades improvisam o recipiente, utilizando frascos de solu es dialíticas. Em oito servi os os dialisadores s o descartados em sacos brancos leitosos. A segrega o de perfurocortantes é feita próxima à fonte geradora na maioria das unidades (91%). A maioria n o possui lixeira com tampa acionada por pedal para descarte de resíduos infectantes. O transporte interno é feito manualmente em 82% dos servi os. Concluiu-se que na maioria dos servi os pesquisados, as práticas relacionadas ao gerenciamento de resíduos, n o atendem às normas de biosseguran a, potencializando o risco biológico coletivo.
Pesquisa e inova o em saúde: uma discuss o a partir da literatura sobre economia da tecnologia
Albuquerque Eduardo da Motta e,Souza Sara Gon?alves Antunes de,Baessa Adriano Ricardo
Ciência & Saúde Coletiva , 2004,
Abstract: O artigo avalia as características principais dos sistemas de inova o do setor saúde de países avan ados como uma introdu o para a discuss o dos desafios e potencialidades do caso brasileiro. A importancia estratégica da inova o em saúde é enfatizada, indicando tanto as intera es entre a pesquisa científica e as inova es no setor como as múltiplas influências entre a constru o de um efetivo sistema de inova o no setor saúde e a economia. No caso brasileiro, em que o atraso tecnológico coexiste com o atraso social, a supera o de ambos passa pelo fortalecimento das institui es do sistema de inova o do setor saúde.
As vogais médias do PB - uma discuss o sobre as coronais em seqüências vocálicas  [cached]
Carmen Lúcia Barreto Matzenauer,Ana Ruth Moresco Miranda
Alfa : Revista de Linguística , 2008,
Abstract: Este estudo trata das vogais coronais médias em sílaba t nica, em nomes da língua, como parte de duas seqüências: /vogal coronal/ ... /o/ e /vogal coronal/ ... /a/, fazendo referência ao status fonêmico das vogais médias baixas no sistema do português brasileiro. A análise do fen meno como processo metaf nico da língua tem base em abordagem fundamentada em restri es, seguindo a proposta de Clements (2001).
A dinamica dos atos de linguagem em listas de discuss o  [cached]
Jairo Ferreira
Ciberlegenda , 2011,
Abstract: Aparentemente, a quest o chave da coopera o é o reconhecimento mútuo dos interlocutores. Essa hipótese é parcialmente válida, desde que este reconhecimento n o seja visto como uma decorrência direta de um contrato. A quest o do reconhecimento ultrapassa o contrato formal de lugares institucionais, para se sustentar em outras instancias da vida social, além do compartilhamento, reciprocidade e conserva o das proposi es através de atos de linguagem, das representa es concretas e da prática. Nesse sentido, as intera es discursivas constituem-se numa sucess o de estruturas instáveis e estáveis encadeadas entre si, o que implica em formas de equilíbrio (e, portanto, de coopera o) específicas em redes digitais.
Perda auditiva em indivíduos paralíticos cerebrais: discuss o etiológica
Lam?nica Dionísia A. C.,Chiari Brasília M.,Pereira Liliane D.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: Objetivo: o presente estudo teve por objetivo verificar a capacidade de detectar tons puros em diferentes freqüências por meio da audiometria tonal liminar. Forma de estudo: clínico prospectivo randomizado. Material e método: foram estudados 67 indivíduos paralíticos cerebrais sem queixa de problemas de audi o e correlacionar aos prováveis fatores etiológicos responsáveis pelas seqüelas motoras. Resultados: Os resultados apontam para altera o da sensibilidade auditiva mostrando perda auditiva neurossensorial em freqüências altas, variando o grau de leve a severo. Entre os fatores apontados pelos pais como sendo responsáveis pelos déficits motores e auditivos foi descrita a hipóxia.
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