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Uma heurística de trocas para o problema de sequenciamento de tarefas em processadores uniformes  [cached]
Müller Felipe Martins,Limberger Sergio Jo?o
Pesquisa Operacional , 2000,
Abstract: O sequenciamento de tarefas independentes de forma n o preemptiva em sistemas de processadores uniformes, com o objetivo de minimizar o tempo total de execu o (makespan), é o assunto do presente artigo. Considera-se um conjunto de n tarefas, onde cada tarefa possui um tempo de processamento, e um conjunto m > ou = 2 de processadores com velocidades de processamento sigma1 = 1£s2<= ...£sm. Sendo o problema de encontrar o mínimo makespan considerado NP-difícil, desenvolveu-se uma heurística de trocas poderosa para resolvê-lo. A heurística proposta é composta de três fases: aloca o inicial, balanceamento de carga e fase de dupla troca. A principal característica desta nova heurística é a de prescindir de uma pré-ordena o das tarefas. A heurística desenvolvida foi comparada com um limitante inferior da solu o ótima e também com outras três heurísticas apresentando um desempenho superior, encontrando a solu o ótima em um grande número de casos as custas de um baixo esfor o computacional.
ALEITAMENTO MATERNO E AS CREN AS ALIMENTARES
Ichisato Sueli Mutsumi Tsukuda,Shimo Antonieta Keiko Kakuda
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2001,
Abstract: A hipogalactia tem levado ao desmame precoce. As cren as e os tabus influenciam a alimenta o materna durante a lacta o. O presente estudo tem como objetivo identificar lactogogos regionais utilizados como suporte do aleitamento materno (AM), pautados nos tabus e cren as. Trata-se de um estudo de caso utilizando a análise de prosa(12). Alimentar-se ou n o de certos alimentos, ter vivenciado a amamenta o, as cren as transmitidas por familiares e médicos, crescimento e desenvolvimento da crian a foram os fatores que estimularam o AM na nossa pesquisa
Amamenta o: cren as e mitos
Ana Luisa Issler Vaucher,Solania Durman
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2005,
Abstract: Este foi um estudo de campo, de natureza descritiva junto à puérpera de uma institui o hospitalar privada da regi o oeste do estado do Paraná, no período de junho a julho de 2000. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, para tanto utilizamo-nos da entrevista semi-estruturada para a coleta de dados. Os dados foram agrupados em unidades temáticas e analisados conforme MINAYO (1996). Teve como objetivo identificar as cren as da puérpera em rela o a amamenta o. Inúmeros problemas aparecem decorrentes de cren as, contudo muitas vezes as orienta es às puérperas s o fragmentadas, ou ent o estas n o as seguem, em fun o à sua cren a e cultura.
A sorte das crian as que morrem sem batismo  [cached]
Hackmann, Geraldo Luiz Borges
Teocomunica??o , 2008,
Abstract: O artigo analisa, de forma sintética, os argumentos expostos no Documento da Comiss o Teológica Internacional sobre a sorte das crian as que morrem sem Batismo. Os dois primeiros capítulos do Documento abrem caminho para, no terceiro capítulo, serem expostas as raz es de esperan a para se crer na salva o eterna dessas crian as. This article analyses synthetically the arguments contained in the Document of the International Theological Commission about the destiny of infants who die without being baptized. The first chapters of the Document prepare the way, let’s say, in order to explain after the reasons of the hope to believe in the eternal salvation of these infants.
Mitos e Cren as sobre as Pessoas com Altas Habilidades: alguns aspectos que dificultam o seu atendimento  [cached]
Susana Graciela Pérez Barrera Pérez
Revista Educa??o Especial , 2003,
Abstract: Nesta recopila o dos mitos e cren as que assombram as pessoas com altas habilidades, principais responsáveis pelos prejuízos decorrentes da sua falta de reconhecimento e atendimento, analisam-se as causas, examinando-os à luz do contexto brasileiro; resgatam-se os mitos apresentados por diversos autores e outros ainda n o sistematizados e prop em-se sete categorias: mitos de constitui o, distribui o, identifica o, níveis ou graus de inteligência, desempenho, conseqüências e atendimento, tecendo-se considera es sobre os esfor os necessários para sua elimina o. Palavras-chave: Descritores: Altas Habilidades, Superdota o, Educa o Especial.
Uma vis o pragmática de cren as de alunos sobre o ato de errar A pragmatics view of learners' beliefs about erring  [cached]
Helena da Silva Guerra Vicente,Fabíula Martins Ramalho
Revista Brasileira de Linguística Aplicada , 2009,
Abstract: Este trabalho tem por objetivo geral investigar se uma professora universitária e seus alunos partilham cren as a respeito da corre o de composi es escritas. Como objetivo específico, buscamos caracterizar as rela es entre duas cren as desse mesmo grupo de alunos: uma cren a antiga de que errar é embara oso e deve ser evitado a todo custo, e uma cren a em constru o de que a corre o individualizada de tarefas escritas pode ser benéfica, por permitir-lhes refletir mais demoradamente sobre os seus próprios erros. A primeira cren a é inferida a partir de pistas linguísticas que denotam embara o e distanciamento, presentes em certas estratégias de polidez negativa, como pedidos de desculpas e impessoaliza o. A segunda, por outro lado, n o é facilmente inferida, mas pistas linguísticas conflitantes presentes na fala dos alunos podem ser o indicativo de uma mudan a em curso. This study's main aim is to investigate whether a professor and her students share beliefs as far as the correction of written compositions is concerned. Our specific aim is to characterize the relationships operating among two beliefs of this group of students: an old belief that making errors is embarrassing and should be avoided at all costs, and a possibly newly-acquired belief that the one-to-one correction of written assignments can be advantageous, as it allows the students to reflect upon their own mistakes. The first belief is inferred through linguistic cues which denote embarrassment and distancing, present in some negative politeness strategies, such as apologizing and impersonalization. The second belief, on the other hand, is not easily inferable, though conflicting linguistic cues in the students' speech might be signaling an ongoing change.
Assertividade, sistema de cren as e identidade social  [cached]
Almir Del Prette,Zilda A. P. Del Prette
Psicologia em Revista , 2003,
Abstract: Com base na Teoria da Identidade Social e seus conceitos principais, como grupo, filia o categórica e sistema de cren as, este artigo examina a dimens o do comportamento intergrupal como modalidade do comportamento assertivo de enfrentamento. Discute, também, o sistema de cren as a respeito de estratifica o e mobilidade social como variável facilitadora ou dificultadora do desempenho assertivo e sua importancia para o Treinamento Assertivo.
Cren as coletivas e desigualdades culturais
Lahire Bernard
Educa??o & Sociedade , 2003,
Abstract: Com o conceito de capital cultural, desde os anos de 1970, a sociologia da educa o francesa assumiu que as formas legítimas de cultura funcionam como uma moeda desigualmente distribuída que dá acesso a muitos privilégios. Entretanto, os pesquisadores estavam t o preocupados em criticar as ideologias oficiais a respeito da escola e em revelar desigualdades sociais perante a escola que n o se indagaram sobre as condi es históricas em que diferen as de percursos escolares podem ser interpretadas em termos de desigualdades escolares. A reflexividade histórica ajuda a conscientizar-se do fato de que a desigualdade é indissociável da cren a coletiva na legitimidade (alto grau desejabilidade coletiva) de um objeto, de um saber ou de uma prática.
Questionário de cren as irracionais e escala de cren as irracionais: propriedades psicométricas
Yoshida Elisa Medici Piz?o,Colugnati Fernando Antonio Basile
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 2002,
Abstract: S o estimadas e comparadas as propriedades psicométricas de vers es em português de duas medidas de auto-relato para cren as irracionais: Questionário de Cren as Irracionais (QCI) e Escala de Cren as Irracionais (ECI). Oitocentos e quarenta e nove universitários completaram os instrumentos, além do Questionário de Saúde Geral de Goldberg (QSG) usado como critério externo da validade discriminante. Os resultados mostram que os dois instrumentos têm boa consistência interna e fidedignidade de teste e reteste, mas nenhum deles correlaciona-se significantemente com o QSG. Análise do componente principal da ECI indica estrutura de fator único com 16 dos 20 itens da escala apresentando altas cargas num mesmo fator para ao menos um dos sexos e a amostra geral. Os demais itens necessitar o ser adaptados ou modificados. Recomenda-se que a ECI seja preferida ao QCI na avalia o de cren as irracionais de sujeitos brasileiros e que novas pesquisas de validade sejam realizadas.
Memória de trabalho e desempenho em tarefas de L2
Ingrid Fontanini,Janaina Weissheimer,Joara Martin Bergsleithner,Magareth Perucci
Revista Brasileira de Linguística Aplicada , 2005,
Abstract: O presente artigo examina se a natureza da rela o entre memória de trabalho e desempenho em tarefas de língua estrangeira (L2) é geral ou específica. Uma bateria de quatro testes de memória de trabalho em inglês e quatro tarefas de desempenho foi aplicada em doze estudantes universitários de nível elementar em inglês como L2. A análise mostrou uma correla o significativa entre a medida geral de memória de trabalho e as tarefas de leitura, sintaxe e produ o oral. Quanto às tarefas de memória de trabalho específicas, a medida de amplitude de leitura correlacionou significativamente com a tarefa de sintaxe, e a medida de amplitude oral correlacionou tanto com as tarefas de produ o oral, quanto com as de sintaxe. Os resultados do presente estudo sinalizam para uma natureza híbrida da rela o entre memória de trabalho e desempenho em tarefas em L2. This paper examines whether the nature of the relationship between working memory and the performance in L2 tasks is domain-free or task-specific. A set of four working memory tests in English and four L2 performance tasks was applied to twelve undergraduate beginner students of English as a second language. Correlational analyses showed significant correlation between the operation-word span test and the reading, syntactic and speaking tasks. As for the specific span tests, the reading span test correlated significantly with the syntactic task, and the speaking span test correlated both with the speech production task and the syntactic task. The results of the present study point to a hybrid nature of the relationship between working memory capacity and L2 task performance.
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