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Preconceito e discrimina o como express es de violência  [cached]
BANDEIRA LOURDES,BATISTA ANALíA SORIA
Revista Estudos Feministas , 2002,
Abstract: Neste ensaio discutem-se a constru o do preconceito e a visibilidade das discrimina es decorrentes, duplamente associadas à condi o de emergência das diferen as: seja pela afirma o e manipula o da condi o da diferen a, seja por sua insistente nega o ou dissimula o. Em ambos os casos, o n o-reconhecimento das diferen as ou a falta de respeito a elas se fazem presentes, criando novos padr es de violência. A reflex o constrói uma ponte entre o preconceito e a violência, enfatiza as diversas formas de discrimina o e exclus o, e compreende os seguintes aspectos: os parametros jurídicos em rela o a co-existir e a re-conhecer; as ciências sociais diante da constru o das diferen as/dis-semelhan as; os fundamentos conceituais da categoria 'preconceito' e suas derivantes em rela o às de discrimina o e exclus o social; os mecanismos do preconceito; a rela o diferen afraction three-quarters preconceito, imagem e racionaliza o do outro.
O preconceito lingüístico em textos de humor: uma piada sem gra a
Débora Facin,Marizete Bortolanza Spessatto
Roteiro , 2010,
Abstract: As piadas, embora pare am discursos neutros, refor am uma série de preconceitos. Em rela o à língua, tornam-se mais uma ferramenta de discrimina o àqueles que s o detentores das variantes n o-padr o. Neste artigo apresentam-se os resultados de uma pesquisa que tomou como base a Sociolingüística com suporte da Análise do Discurso, procurando-se apontar a existência do preconceito lingüístico em textos de humor. A partir da descri o dos principais fatores que caracterizam o preconceito lingüístico, buscou-se categorizar os textos por meio dos mecanismos lingüísticos, a fim de identificar os principais preconceitos que se formam a partir da constru o dos enunciados. é importante lembrar que, assim como em outras situa es comunicativas, o preconceito lingüístico presente nas piadas revela-se um forte mecanismo de preconceito social, o que pode ser comprovado pelos grupos citados nas piadas analisadas. O presente artigo é resultado da pesquisa “Uma piada sem gra a: o preconceito lingüístico em textos de humor”, desenvolvida durante o curso de especializa o em Lingüística e Ensino, com recursos do Fape/Unochapecó.
Preconceito de gênero em mulheres praticantes do esporte universitário  [PDF]
Hillebrand, Marinez Domeneghini,Grossi, Patricia Krieger,Moraes, Jo?o Feliz Duarte de
Psico , 2008,
Abstract: As mulheres atletas sempre tiveram de encarar o preconceito social em rela o à prática de determinados esportes. Este artigo que aborda o tema preconceito, foi realizado com parte dos dados de um estudo pioneiro quanti-qualitativo, realizado no Parque Esportivo da PUCRS entre abril e setembro de 2006, com 43 mulheres voluntárias e participantes do Esporte Universitário na PUCRS, onde se buscou compreender como a prática esportiva influenciou sua qualidade de vida. Desse total, 11, praticavam futsal. Estas, foram submetidas às duas fases do estudo, sendo que na segunda fase, quatro praticantes de futsal responderam a uma entrevista semi-estruturada com quatro perguntas. Os dados coletados foram submetidos a uma avalia o estatística e a uma análise de conteúdo. Os resultados encontrados mostraram que essas mulheres possuem uma boa percep o de sua qualidade de vida para os cinco domínios avaliados pelo questionário. As entrevistas salientaram a presen a do preconceito de gênero envolvido com a prática de futsal, mostrando a existência de uma opini o formada na sociedade em geral (um estereótipo), refor ada até pelas próprias famílias, de que as mulheres que praticam futsal s o "machonas" e pouco "femininas". Ficou clara a importancia da luta contra os preconceitos e a discrimina o que envolvem essas atletas, buiscando o respeito da sociedade pela escolha dessa prática esportiva.
O peso social da obesidade  [PDF]
Felippe, Flávia
Textos & Contextos (Porto Alegre) , 2003,
Abstract: Conhecer as representa es sociais sobre o comer para indivíduos obesos, o significado atribuído à rela o com o comer e com a manuten o de um peso saudável s o os objetivos deste artigo. O peso social da obesidade revela que ela vem crescendo em propor es epidêmicas, favorecidas pela sociedade contemporanea, onde se percebem inten es ideológicas claras. Os mapas de diferentes segmentos foram construídos mostrando aspectos contraditórios no significado do comer para os obesos, como prazer e sofrimento relacionado ao comer (compuls o, descontrole); como aspectos que permeiam essa rela o, aparecem os fatores sociais (discrimina o, press o, preconceito, culto ao corpo).
Técnicas da carta-perdida como instrumento de pesquisa social: um estudo sobre preconceito e ajuda  [cached]
Silva Abelardo Vinagre da,Günther Hartmut,Lara Andréa de Almeida,Cunha Ludmila Fernandes da
Psicologia: Reflex?o e Crítica , 1998,
Abstract: A técnica da carta perdida foi adaptada para o contexto cultural brasileiro. Trezentas cartas endere adas e seladas, foram colocadas "por engano", simulando perda, nos pára-brisas de veículos em dois estacionamentos. Um bilhete anexo explicava que o autor se desencontrara do amigo, "dono do carro". O bilhete variou, dando a entender que seu autor era masculino ou feminino (fator 1); tinha características pessoais distintas: homossexual, negro ou grupo controle (fator 2); permitindo a possibilidade de contatos telef nicos, ou n o (fator 3), num delineamento 2 x 3 x 2. Quem encontrava a carta, podia enviá-la (comportamento pró-social) ou descartá-la. Sessenta e um por cento das cartas foram enviadas. Nenhuma diferen a significativa foi encontrada em fun o das características dos três grupos (controle, negro ou homossexual), de gênero, da intera o destes fatores. A possibilidade de telefonar para o remetente, aumentou significativamente o envio de cartas. A técnica mostrou-se promissora por possibilitar, enquanto instrumento n o-reativo, o estudo de preconceito e ajuda.
Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discrimina o racial relativos ao gênero  [cached]
CRENSHAW KIMBERLé
Revista Estudos Feministas , 2002,
Abstract: Tanto os aspectos de gênero da discrimina o racial quanto os aspectos raciais da discrimina o de gênero n o s o totalmente apreendidos pelos discursos dos direitos humanos. O presente documento, baseado no crescente reconhecimento de que as discrimina es de ra a e de gênero n o s o fen menos mutuamente excludentes, prop e um modelo provisório para a identifica o das várias formas de subordina o que refletem os efeitos interativos das discrimina es de ra a e de gênero. Este documento também sugere um protocolo provisório a ser seguido, a fim de melhor identificar as situa es em que tal discrimina o interativa possa ter ocorrido e, além disso, defende que a responsabilidade de lidar com as causas e as conseqüências dessa discrimina o deva ser amplamente compartilhada entre todas as institui es de direitos humanos.
Concep es de m es em rela o a filhos portadores da Síndrome de Down  [PDF]
Hanna de Souza Matos,Taline Souza de Andrade,Isnara Teixeira Mello,Zenilda Nogueira Sales
Revista Saúde.Com , 2006,
Abstract: A Síndrome de Down – SD ou Trissomia do 21 é a anormalidade cromoss mica mais freqüente em seres humanos, sendo a mais observada na faixa etária pediátrica, apresentando diversas altera es fenotípicas, comportamentais, desenvolvimento, altera es de órg os e sistemas, e de deficiência mental. O nascimento de crian a sindr mica traz consigo diversas implica es no contexto familiar, sendo a m e quem sofre maior impacto, desde o choque inicial frente ao diagnóstico, à percep o, através do convívio, das limita es características da síndrome. A pesquisa teve como objetivo analisar concep es das m es em rela o a seus filhos portadores da Síndrome de Down. A popula o pesquisada foi composta de oito m es de crian as portadoras da Síndrome de Down atendidas por pediatras no município de Jequié-BA, no primeiro semestre de 2005. Os dados foram coletados através de entrevista semi-estruturada contendo o um roteiro com duas quest es abertas, que foram submetidas à análise de conteúdo. Das entrevistas emergiram duas categorias e seis subcategorias que respondeu o objetivo proposto Categoria 1- Nascimento de um filho com Síndrome de Down com as subcategorias: choque, nega o da doen a, aceita o e mudan a no estilo de vida. Categoria 2 -Expectativas futuras com as subcategorias: Positiva e Medo do futuro e preconceito social. Concluímos que, as m es aceitaram os filhos diferentes do imaginado, estabeleceram vinculo afetivo. Ressaltamos a importancia da m e no desenvolvimento global da crian a, no sentido de maior de superara o de várias limita es além da trissomia, assim como maior conscientiza o para minimizar a discrimina o e rejei o à deficiência física ou mental. Destacamos o papel do profissional de saúde no sentido de apoiar a família, auxiliando na supera o dos sentimentos negativos viabilizando o estabelecimento da díade m e e filho.
As sutilezas das faces da violência nas práticas escolares de adolescentes  [cached]
Camacho Luiza Mitiko Yshiguro
Educa??o e Pesquisa , 2001,
Abstract: Este artigo busca lan ar um olhar sobre a vida escolar de adolescentes de classes médias e de segmentos das elites, incidindo, porém, sobre a prática de violência contra seus pares em duas escolas da cidade de Vitória-ES, sendo uma pública e outra privada. A pesquisa constituiu-se em um estudo de natureza eminentemente qualitativa, que no entanto valeu-se também de dados quantitativos. No trabalho de campo os dados foram colhidos por meio das técnicas da observa o, questionário e entrevistas individuais e em grupos e, também, por meio de depoimentos e da consulta a documentos. O estudo permitiu constatar que nas duas escolas investigadas as a es socializadoras incidem muito mais sobre o aspecto pedagógico do que na proposta educativa, que é deixada em segundo plano. Onde se constata a ausência de uma ampla abrangência da socializa o, a escola n o funciona como retradutora dos valores sociais e termina por permitir que idéias de discrimina o e preconceito, por exemplo, invadam e se estabele am no espa o escolar. A falta de alcance da a o socializadora até o ambiente relacional promove o aparecimento de brechas que permitem aos alunos a constru o de experiências escolares, dentre elas, a experiência da violência. Com todos os encontros e desencontros entre as escolas, observou-se que o ponto decisivo de convergência entre ambas é a presen a da prática da violência, ainda que, em intensidade distinta e com faces envolvidas por sutis especificidades.
Pluralidade racial: um novo desafio para a psicologia  [cached]
Caio Maximino de Oliveira
Psicologia: Ciência e Profiss?o , 2002, DOI: 10.1590/s1414-98932002000400005
Abstract: Esse artigo tem por objetivo analisar os elementos que constituem o racismo e a discrimina o por meio de uma perspectiva psicossocial, demonstrando as raízes culturais das manifesta es de preconceito e sua origem no mito do bode expiatório. Visa mostrar a nossa imers o quase completa na ideologia dominante, jogando principalmente com os conceitos de imaginário social, ideologia, hegemonia e autoridade e sua constru o social. Apresenta um ponto de vista anti-autoritário e por meio deles, demonstra o desafio da Psicologia em se livrar dos grilh es impostos pela ideologia dominante que a impedem de ser ciência n o comprometida com as classes dominantes. This paper aims to determine the causes of racism and discrimination through a psychosocial perspective, demonstrating the cultural roots of prejudiced manifestations and its origins in the myth of the scapegoat. The objective is, thus, to show our almost complete immersion in the dominant ideology, dealing mainly with the concepts of social imaginary, ideology, hegemony and authority and its historical construction. An anti-authoritarian point of view is placed. Through it, Psychology's challenge in getting rid of its manacles, imposed by the dominant ideology, that hinders it from being a science not involved with the dominant classes.
Orgulho e Preconceito
Roberto Polanco - Carrasco
Cuadernos de Neuropsicologia , 2009,
Abstract: Fragmento...Assim titulou a romancista britanica Jane Austen (1775 – 1817) uma das suas obras mais importantes e uma das primeiras comédias romanticas na história da literatura. A novela descreve pouco mais de um ano da vida da família Bennet e um grupo de adinheirados jovens em Londres de fins de século 18. Considerada uma obra de “educa ao pessoal”, Austen ilustra com maestria, como tanto o orgulho como o preconceito podem causar maus entendidos e distanciarnos das pessoas que nos interessam. Seus protagonistas Elizabeth e Darcy, deveriam madurar e aprender com seus erros para poder estarem juntos, superando por um lado o orgulho da calsse de Darcy e por outro os preconceitos de Elizabeth com rela o a ele.Tanto o orgulho como o preconceito podem se encontar, do mesmo jeito, rondando como fantasmas os espa os da forma o profissional. Revisemos alguns dados;...
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