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A satisfa o profissional, as rela es interpessoais e a auto-estima do professor  [cached]
Cláudia Terra do Nascimento,Vantoir Roberto Brancher,Valeska Fortes de Oliveira
Revista Educa??o Especial , 2011, DOI: 10.5902/1984686x4182
Abstract: Este artigo pretende trazer reflex es – experenciais e teóricas - sobre a auto-estima docente, centrando tal reflex o na importancia da mesma para a satisfa o profissional do professor, considerando a lógica da sociedade contemporanea como um dos elementos que pode levar o professor a ter problemas em sua auto-estima. Procura mostrar a rela o que existe entre auto-estima docente e discente, bem como o papel do professor na constru o saudável da auto-estima dos seus alunos. Para tanto, apresenta, primeiramente, uma experiência realizada com professor da rede estadual de ensino do município de Júlio de Castilhos - RS, através de uma vivência realizada pelo GEPEIS (Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Imaginário Social), a qual buscou trabalhar com a auto-estima docente. Em um segundo momento, traz as reflex es teóricas que fundamentaram a prática concretizada. Nesse momento, apresenta, no primeiro tópico, um breve resgate das conceitua es de auto-estima; no segundo tópico, acende reflex es acerca da auto-estima docente; e, finalmente, no terceiro tópico, faz um paralelo entre a auto-estima docente e a auto-estima discente, analisando o papel do professor na constru o desse constructo psicológico e social. Palavras-chave: Auto-Estima. Rela o Interpessoal. Satisfa o Profissional. Forma o Docente.
A auto-estima de idosos e as doen as cr nico-degenerativas  [cached]
Eliane Vitoreli,Salete Pessini,Maria Júlia Paes da Silva
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2005,
Abstract: O presente estudo visa verificar o escore de auto-estima em idosos e a rela o com as doen as cr nico-degenerativas para melhor compreender a rela o entre essas doen as e a auto-estima na popula o idosa institucionalizada. Para tanto, foi utilizada a Escala para Medida de Sentimento de Auto-Estima, validada por Dela Coleta (1996), aplicada em trinta indivíduos com idade igual ou superior a sessenta anos, numa institui o asilar. Dentre os achados verificou-se que apenas 6,6% n o possuíam nenhuma doen a cr nica; os homens apresentam maior auto-estima que as mulheres e o número de doen as cr nicas interfere na auto-estima do idoso.
Auto-estima na forma inativa da oftalmopatia de Graves
Magalh?es, Carlos Henrique de Toledo;Pereira, Max Domingues;Manso, Paulo Góis;Veiga, Daniela Francescato;Novo, Neil Ferreira;Ferreira, Lydia Masako;
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2008, DOI: 10.1590/S0004-27492008000200015
Abstract: purpose: to assess the self-esteem of graves' ophthalmopathy patients in the inactive phase. methods: thirty euthyroid patients were evaluated in the inactive phase of disease with age ranging from 26 to 65 years, average of 43 ± 11,0 years, called study group and 39 individuals without graves' ophthalmopathy with age ranging from 18 to 67 years, average of 41 ± 13,4 years, selected from the general population called control group. to evaluate the self-esteem the rosenberg unifesp/epm self-esteem scale, applied by means of an interview, was utilized. the self-esteem scores in the two studied groups were compared by means of the non-parametric mann-whitey test. the same test was applied to compare the obtained scores in the graves' ophthalmopathy group considering disease severity. results: no alteration with statistical significance in graves' ophthalmopathy patients' self-esteem was observed (p=0.057). the study group presented, on average, lower self-esteem values when compared with the control group. there was no difference of self-esteem mild and moderate-severe patients (p=0.2710). conclusion: graves' ophthalmopathy in the inactive phase did not affect the patients' self-esteem in the group studied.
Evolu o da Auto-Estima e Adapta o Social das Crian as
Alicia LAMIA,Pierre TAP,Florence SORDES-ADER
Revista E-Psi , 2011,
Abstract: A auto-estima é a auto-avalia o que cada indivíduo faz a partir das representa es e das imagens que tem de si próprio e a partir da imagem que lhe é transmitida por outrem. O sentimento de valor pessoal aparece assim num processo de constru o identitária.Este está associado à avalia o que as pessoas significativas fazem do nível de adapta o social da crian a.O presente estudo diz respeito à imagem de si e à auto-estima das crian as em idade escolar. A amostra foi composta por 180 crian as.Os resultados demonstraram uma diferencia o nas respostas das crian as em rela o à idade e ao género. Os rapazes avaliaram-se de forma mais positiva do que as raparigas. Verificaram-se os mesmos resultados nas crian as mais novas em rela o às mais velhas./L'estime de soi est l’autoévaluation que chaque individu fait à partir des représentations et des images qu’il a de soi-même et à partir aussi de l’image qui lui est envoyé par autrui. Ce sentiment de valeur personnelle appara t ainsi dans un processus de construction identitaire.Il est associé à l’évaluation que les personnes significatives font du niveau d’adaptation sociale de l’enfant.Notre étude concerne l’image de soi et l’estime de soi des enfants d’age scolaire. La population représente 180 enfants d’age scolaire.Les résultats montrent une différenciation dans les réponses des enfants en fonction de leur age et de leur sexe. Les gar ons s’évaluent de fa on plus positive que les filles. Nous trouvons le même phénomène concernant les enfants plus jeunes par rapport aux plus agés.
Self-efficacy, physical competence and self-esteem in basketball participants with and without physical disability Auto-eficácia, competência física e auto-estima em praticantes de basquetebol com e sem deficiência física  [cached]
José Pedro Ferreira,Pedro Miguel Gaspar,Maria Jo?o Campos,Cristina Maria Senra
Motricidade , 2011, DOI: 10.6063/motricidade.7(1).120
Abstract: The purpose of this study was to assess the hypothetical hierarchical relationship between self-efficacy, physical self and global self-esteem, in groups with and without physical disability as well as gender and condition between groups. A second purpose was to assess the influence of independent variables, such as time and frequency of sport involvement, on self-efficacy, physical competence and global self-esteem for each of the groups studied. Participants were 193 basketball players, 59 male athletes with disability (mean age 32.80 ± 11.64), 80 male athletes without disability (mean age 21.48 ± 4.69), and 54 female athletes without disability (mean age 22.91 ± 3.11), all participating in Portuguese national competitions. Results showed evidence of a hierarchical organization among self-efficacy, physical self-perceptions and global self-esteem. Physical self-worth was also confirmed as a mediator between self-perceptions at the base of the model and feelings in the apex, i.e., between physical self-perceptions and global self-esteem. However, this relationship was found to be a negative one. Strong perceptions of self-efficacy and physical competence seem to generate weaker global feelings of self-confidence and personal satisfaction in everyday life contexts. O presente estudo analisou a hipotética rela o hierárquica entre eficácia percepcionada, competência física e auto-estima global em basquetebolistas, bem como eventuais diferen as entre sexos e entre atletas com e sem deficiência. Analisámos também a influência do tempo de prática e da frequência de prática nos níveis de eficácia, de competência e de auto-estima global, em cada um dos grupos estudados. Os participantes foram 193 basquetebolistas, 59 do sexo masculino com deficiência física (32.80 ± 11.64 anos), 80 do sexo masculino sem deficiência física (21.48 ± 4.69 anos) e 54 do sexo feminino sem deficiência física (22.91 ± 3.11 anos), envolvidos em competi es de nível nacional. Os resultados obtidos suportam a existência de uma organiza o hierárquica entre a eficácia percepcionada, a competência física avaliada através das autopercep es no domínio físico e a auto-estima global. Foi igualmente confirmada a existência da autovaloriza o física como variável moderadora ou preditora entre as percep es da base e o topo do modelo, ou seja, entre as percep es no domínio físico e a auto-estima global. Esta rela o apresenta um sentido negativo, ou seja, percep es fortes de competência e de eficácia n o geram sentimentos fortes de confian a e de satisfa o individual em outros contextos do
A AUTO-ESTIMA EM ADOLESCENTES COM E SEM FISSURAS DE LáBIO E/OU DE PALATO  [cached]
Andrade Denise de,Angerami Emília Luígia Saporiti
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2001,
Abstract: O auto-conceito é um determinante importante da auto-estima, entre homens e mulheres, isto nos fez refletir sobre o processo de reabilita o das pessoas portadoras de malforma o. Utilizamos para mensurar o nível de auto-estima a escala de Janis e Field. Entrevistou-se 608 adolescentes sendo 235 com e 373 sem fissuras de lábio e/ou de palato, entre idades de 17 a 20 anos e de ambos o sexos. Analisando os níveis de auto-estima concluímos que o grupo de adolescentes com fissuras se comporta de forma diferente do grupo sem fissura, ou seja, os portadores de fissuras exibem menores escores de auto-estima.
Labirinto de espelhos: forma o da auto-estima na infancia e adolescência  [cached]
Mitre Rosa Maria de Araújo
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract:
El efecto de las experiencias de práctica en el desarrollo del sentido de autoeficacia en la formación inicial de educadoras de párvulos O efeito das experiências de prática no desenvolvimento do sentido da auto-eficácia na forma ao inicial de professores de educa o infantil The effect of field-based experiences in the development of the sense of self-efficiency during the education of pre-school teachers  [cached]
M. Francisca del Río,Claudia Lagos,Horacio Walker
Estudios Pedagógicos (Valdivia) , 2011,
Abstract: El presente estudio aplicó la escala de autoeficacia de Tschannen-Moran y Woolfolk Hoy (2001) a un grupo promedio de 69 alumnas de la carrera de Pedagogía en Educación Parvularia de la Universidad Diego Portales, con el fin de conocer la evolución del sentido de autoeficacia durante sus estudios. Se hipotetizó que la eficacia percibida se debiera fortalecer a medida que se contaba con una mayor experiencia práctica en las aulas. Los resultados muestran una fluctuación de la autoeficacia entre los semestres de formación, con un comportamiento disímil de los diversos factores de la eficacia evaluados. Se aventuran explicaciones a los resultados, abriendo la puerta a futuras intervenciones dirigidas a fortalecer el sentido de eficacia de los profesores en formación. O presente estudo aplicou a escala de auto-eficácia de Tschannen-Moran e Woolfolk Hoy (2001) a um grupo de aproximadamente 69 alunas do curso de Pedagogia em Educa o Infantil da Universidade Diego Portales, com o objetivo de analisar a evolu o do sentido de auto-eficácia em diversos estágios do programa de forma o. A hipótese testada é que o sentido de eficácia se fortalece na medida em que se ganha maior experiência prática na sala de aula. Os resultados mostram uma flutua o da auto-eficácia entre os semestres de forma o com um comportamento dissimilar dos diversos fatores de eficácia analisados. As explica es dadas aos resultados obtidos abrem a porta para futuras interven es dirigidas ao fortalecimento do sentido de eficácia de professores em forma o. The present study applied the Tschannen-Moran & Woolfolk (2001) self-efficiency scale to a sample group of an average of 69 teacher candidates enrolled in a Pre-school Education Teacher Preparation Program at Universidad Diego Portales in Chile. The objective of the study was to analyze the development of the self-efficiency of teacher candidates during their education. We hypothesized that the sense of efficiency reported would become stronger as candidates increased their exposure and participation in field-based experiences throughout the program. The results show a fluctuation of the self-efficiency among the training semesters, with a dissimilar behavior of the different factors of the efficiency evaluated. Explanations might be given about the results, opening the door for future interventions aiming at strengthening the sense of efficiency of the teacher trainees.
A influência dos grupos de convivência sobre a auto-estima das mulheres idosas do município de Santa Cruz do Sul - RS
Francine Letiele Bulsing,Kênia Fernandes de Oliveira,Luana Maria Kilian da Rosa,Lunara da Fonseca
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2007,
Abstract: O presente artigo buscou saber qual é a influência dos grupos de convivência para a terceira idade no município de Santa Cruz do Sul, visando entender os benefícios que os grupos de convivência trazem para as mulheres. Para isso, foram entrevistadas 39 mulheres acima de sessenta anos, as quais responderam a um questionário. Identificamos que o grupo de convivência possibilita uma ressocializa o, aumentando o grupo de amizades; beneficia a auto-estima da mulher, dando um novo sentido para a vida daquela que antes se sentia sozinha e sem muitas expectativas.
Auto-estima: gênese e constitui o de um atributo construído socialmente  [cached]
Adriana de Fátima Franco,Claudia Davis
ETD : Educa??o Temática Digital , 2011,
Abstract: Este estudo analisa, nos marcos da perspectiva sócio-histórica, os elementos constitutivos da constru o social da autoestima no processo ensino-aprendizagem de alunos que viveram histórias de fracasso na escola. Nortearam a sua constru o os seguintes pontos: as rela es entre autoestima e aprendizagem nas últimas três décadas e o desenvolvimento do psiquismo humano. Analisou-se, por meio do relato da história de vida, o processo de constru o da autoestima de dois jovens que frequentaram classes de acelera o, identificando, pela media o das abstra es teóricas advindas da Psicologia Sócio-Histórica, a maneira como a realidade vivida foi significada e valorada. Pela análise biográfica verificou-se que a autoestima está atrelada a um contexto amplo e que, enquanto as condi es concretas de vida n o forem modificadas, altera es na consciência e, portanto, na forma de avaliar n o devem ser esperadas. Assim sendo, a autoestima, como todo fen meno humano, é produzida nas condi es concretas de existência, e a escola deve estar efetivamente comprometida com a humaniza o de seus alunos.
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