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A autonomia do direito como imanência interdisciplinar: reflex es a partir da querela entre Gustav Hugo e Hegel = The autonomy of law as interdisciplinary immanence: reflections from the Hegel-Hugo debate
Campos, André Santos
Veritas , 2011,
Abstract: Na querela entre os membros da Escola Histórica do Direito (Hugo e Savigny) e Hegel acerca de quem tem o título legítimo para pensar o direito, para os primeiros a Filosofia do Direito é uma inerência à própria ciência sistemática do direito, enquanto para o segundo o conceito de direito passa inevitavelmente por uma dialética transsistemática (o sistema jurídico opera como infrassistema de filosofia). Existiria assim como que uma distin o entre a “Filosofia do Direito dos juristas” e a “Filosofia do Direito dos filósofos”, coexistindo sem intera o. A partir desta querela, será demonstrado que uma releitura de ambos os lados da barricada levará à anula o da possibilidade de uma tal bifurca o da Filosofia do Direito entre juristas e filósofos. A “filosofia do direito dos juristas” n o existe precisamente porque a normatividade e a aplica o constitutiva s o apenas um dos momentos da natureza do direito: ser jurista é formar-se em e produzir-se em direito continuamente nas várias etapas da natureza do direito. A atitude do direito neste sentido amplo é uma de inclus o: autonomia disciplinar aqui decorre na imanência interdisciplinar do direito. In the debate between the Historische Rechtschule (Hugo and Savigny) and Hegel about who is legitimately entitled to develop legal theory, the former considered philosophy of law to be inherent to systematic science of law, whereas the latter considered the concept of Law in a necessary transdisciplinary dialectic – there would then be a difference between ‘the jurists’ philosophy of law’ and ‘the philosophers’ philosophy of law’. I will demonstrate that such distinction cannot stand. A ‘jurists’ philosophy of law’ does not exist precisely because legal norms and their application are merely one of the law’s moments. The law’s attitude is one of inclusion: philosophy of law’s disciplinary autonomy occurs in the law’s interdisciplinary immanence.
Apresenta o da tradu o brasileira da filosofia do direito de G. W. F. Hegel =Presentation of the brazilian translation of the philosophy of right by G. W. F . Hegel  [PDF]
Meneses, Paulo et al.
Veritas , 2010,
Abstract: Dados da tradu o brasileira de HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Linhas Fundamentais da Filosofia do Direito ou Direito Natural e Ciência do Estado em Compêndio. Tradu o, notas, glossário e bibliografia de Paulo Meneses et alli. Apresenta es de Denis Lerrer Rosenfield e de Paulo Roberto Konzen. S o Paulo: Loyola; S o Leopoldo: UNISINOS, 2010.
Hegel e Filosofia Analítica =Hegel and analytic philosophy
Brandom, Robert B.
Veritas , 2011,
Abstract: Este artigo analisa importantes elementos na recep o da filosofia de Hegel na atualidade. Com a finalidade de alcan ar tal meta discute-se como a filosofia analítica acolhe a filosofia de Hegel. Para tanto se reconstrói a recep o da filosofia analítica em face de Hegel, notadamente a partir daqueles autores que foram centrais neste movimento de recep o e distanciamento de sua filosofia, a saber, Bertrand Russell, Frege e Wittgenstein. Outro ponto central do presente texto é a análise do livro de Paul Redding, Analytic Philosophy and the Return of Hegelian Thought, em cotejo com a recep o de Hegel, desenvolvida aqui pela filosofia analítica. Ao final, mostra-se como é possível um diálogo produtivo destas correntes aparentemente contrapostas. This paper analyzes important elements in the reception of Hegel’s philosophy in the present. In order to reach this goal we discuss how analytic philosophy receives Hegel’s philosophy. For that purpose, we reconstruct the reception of analytic philosophy in the face of Hegel, especially from those authors who were central in this movement of reception and distance of his philosophy, namely, Bertrand Russell, Frege and Wittgenstein. Another central point of this paper is to review the book of Paul Redding, Analytic Philosophy and the Return of Hegelian Thought, in comparison with the reception of Hegel, developed here by analytic philosophy. Finally, we show how a dialogue can be productive of these apparently opposing currents.
A MEDIA O HISTóRICA E A FILOSOFIA DO DIREITO EM HEGEL: ENTRE LIBERDADE E NECESSIDADE THE MEDIATION OF HISTORY IN HEGEL'S PHILOSOPHY OF RIGHT: BETWEEN FREEDOM AND NECESSITY  [cached]
THIAGO CABRERA
Lex Humana , 2012,
Abstract: Resumo: Hegel defende a media o pela negatividade como estrutura fundamental da realidade. Busca-se indicar como, ainda hoje, o pensamento hegeliano, em sua compreens o da rela o, pode oferecer-nos uma fecunda alternativa às desintegradoras interpreta es de mundo em voga, marcadas pelo relativismo. Para tanto, dedica-se aten o especial à rela o entre Filosofia da História e Lógica, concluindo com observa es oportunas acerca de sua Filosofia do Direito, tomada a Lei abstrata como caso exemplar de necessidade de media o. Abstract: Hegel argues mediation by negativity as a fundamental structure of reality. This paper seeks to show how, even today, Hegelian thought in his understanding of the relationship can offer a fruitful alternative to the disintegrating interpretations in vogue around the world, marked by relativism. For this purpose, special attention is given to the relationship between the Philosophy of History and Logic, concluding with timely observations about his philosophy of law, making the law abstract as exemplary case of need for mediation.
Estética jurídica em Hegel = Juridical esthetic from Hegel  [cached]
Luis Satie
Acta Scientiarum : Human and Social Sciences , 2012,
Abstract: A estética de Hegel, longe de ficar adstrita à análise das obras de arte, é rica em categorias úteis para a análise da forma jurídica. Nessa perspectiva, tanto a arte como o direito resultam do mesmo espírito coletivo. No entanto, a estética de Hegel, diferentemente de sua filosofia do direito, evidencia a componente trágica desse espírito. Hegel's aesthetic, far from being hosted by the analysis of works of art, is rich in useful categories for the analysis of legal form. From this perspective, art and law result from the same collective spirit. However, the aesthetics of Hegel, unlike his legal philosophy, shows the tragic part of this spirit.
Pessoa & Nietzche: arte e filosofia, filosofia e arte  [cached]
Cláudia Franco Souza
Caligrama : Revista de Estudos Romanicos , 2007,
Abstract: Resumo: Neste trabalho, empreende-se uma aproxima o entre o pensamento filosófico de Nietzsche e a poesia (bem como a vida) de Fernando Pessoa. Através de uma leitura de “Palavras de Pórtico” (de Pessoa) pela lente nietzschiana, bem como de reflex es sobre as idéias do filósofo alem o, estabelece-se um diálogo entre o filósofo/poeta (Nietzsche) e o poeta/filósofo (Pessoa). Palavras-chave: Friedrich Nietzsche; Fernando Pessoa; filosofia; poesia. Résumé: Dans ce travail, une approche est entreprise entre la pensée philosophique de Nietzsche et la poésie (et la vie) de Fernando Pessoa. à partir d'une lecture de “Palavras de Pórtico” (de Pessoa), aussi bien que des réflexions sur les idées du philosophe allemand, un dialogue entre le philosophe/poèt (Nietzsche) et le poèt/philosophe (personne) est établi. Mots-clés: Friedrich Nietzsche; Fernando Pessoa; philosophie; poesie. Keywords: Friedrich Nietzsche; Fernando Pessoa; philosophy; poetry.
Hegel’s Laws. The Legitimacy of a Modern Legal Order de CONKLIN, William E.  [PDF]
Agemir Bavaresco,Paulo Roberto Konzen
Prisma Jurídico , 2009,
Abstract: No livro, "Hegel’s Laws. The Legitimacy of a Modern Legal Order", William E. Conklin1 analisa, sobretudo, duas quest es: a primeira diz respeito à natureza e à identidade do direito no ambito da rela o do indivíduo com o Estado, de acordo com a Filosofia do Direito de Hegel; e a segunda quest o trata do caráter vinculativo do direito. Muitos filósofos e estudiosos, segundo o autor, manifestaram tal quest o em termos de “legitimidade”. Por isso, a interroga o: “Por que uma norma jurídica vincula?”
Hegel e a história mundial  [PDF]
Vieira, Leonardo Alves
Veritas , 2006,
Abstract: Neste estudo, a história mundial, tal como concebida por Hegel, é analisada a partir dos §§ 330-360 da Filosofia do Direito. Em seguida, procura-se coordenar estes parágrafos com as teses de Kant sobre a guerra e a paz. Finalmente, as abordagens de Kant e de Hegel s o retomadas à luz do estudo de Hobsbawm sobre o cenário político internacional nos séculos 20 e 21. In this study, the history of the world as conceived by Hegel is investigated on the basis of §§ 330-360 of his Philosophy of Law. Hegel’s theory is afterwards linked to Kant’s theses concerning the pax perpetua. Finally, Kant’s and Hegel’s approaches on war and peace shall be assessed by comparing them to Hobsbawm’s views on the political international scene of the 20th. and 21st. Centuries.
O conceito hegeliano de direito na filosofia do espírito de 1805-1806 =The hegelian concept of right in the philosophy of spirit in 1805-1806  [PDF]
Lima, Erick Calheiros de
Veritas , 2010,
Abstract: O presente trabalho pretende considerar as especificidades do conceito hegeliano de direito, tal como desenvolvido por Hegel na parte dos “Esbo os de Sistema” de 1805/06 dedicada à Filosofia do Espírito. Após reconstruir os vínculos intersubjetivos que servem de preambulo à gênese do conceito de direito no referido texto, concernentes à forma o da individualidade pela educa o, apresentar-se-á uma interpreta o para a tentativa de Hegel de oferecer uma rearticula o do núcleo jusnaturalista do argumento contratualista. Tal interpreta o será o ensejo para que se discuta a tese de leitura defendida por Axel Honneth com respeito ao referido texto. O artigo é concluído com uma tentativa de um rápido estudo comparativo entre o desenvolvimento proposto por Hegel para o conceito de direito em seus “Esbo os de Sistema” e aquele apresentado na Filosofia do Direito.
O fundamento lógico da passagem do arbítrio para a liberdade ética em Hegel =The logical foundation of the path from arbitrariness to ethical freedom in Hegel  [PDF]
Klotz, Hans Christian
Veritas , 2010,
Abstract: O presente trabalho visa elucidar o fundamento lógico da passagem do arbítrio para a vontade livre “em si e para si” na Introdu o à Filosofia do Direito de Hegel. Defende-se as seguintes teses: 1. A idéia de tal passagem, concebida como reflexiviza o da vontade, já está presente na ética de Fichte. No entanto, diferentemente de Fichte Hegel concebe-a num fundamento lógico-conceitual. 2. O fundamento lógico da passagem em Hegel é a passagem da Lógica da Essência para a Lógica do Conceito. 3. A explicita o da vontade livre em si e para si pela Lógica do Conceito n o envolve ainda o caráter ético-social da realiza o da tal liberdade, que só se revela no desdobramento da Filosofia do Direito.
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