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A actual crise sistémica global: crise de paradigma e novos desafios que traz ao debate
Gon?alves,Carlos;
Economia Global e Gest?o , 2009,
Abstract: the current systemic crisis that is fustigating the economic and social system at the global scale has two important particularities: it is a previously announced crisis, so many and such evident (as well as shocking) were the signals that, with some regularity, were emitted, that it causes a strangeness that it caught up so many and so important people out of their guards and, contrarily to previous crises that ravaged the system, it was generated in the womb of the world financial system. it is this second characteristic that has mobilized the most attention of the mass media and guided the debate agendas, around most part of the world, due to the grave consequences in the so-called real economy, understanding by this latter, as the one which is linked to the production of non financial goods and services, and that needs systematic investments for its sustainability, both investments of substitution, as well as of expansion, which, in turn, need to be adequately financed and this is, precisely, the gordian knot of the matter. due to the collapse of the world financial system, the filtrage (or selectivity) is ever greater on the part of a decapitalized financial system, with enormous needs of liquidity and, from this situation, everything, systemically, entangles itself, the companies, mainly the small and medium sized companies, cannot give continuance to their projects, due to the lack of financial resources, their clients, equally in difficulties, do not pay, the families, those that are above the survival level, have, them also, to be selective in the way in which they manage their budget. the corollary of all this systemic entanglement translates itself in bankruptcies, reduction of work time, unemployment and worsening of the life conditions and spiral increase of the social instability, favorable ground to the development of the, historically aberrant, isms. this crisis, despite the differentiating factors from the other crises, has, however, a common elemen
Epistemologia positivista: qual a sua influência hoje? Positivism: what is your influence today?  [cached]
Alexandre Magno Dias Silvino
Psicologia: Ciência e Profiss?o , 2007, DOI: 10.1590/s1414-98932007000200009
Abstract: O que é ciência? Essa quest o continua pertinente. Banalizada por uns ou valorizada ao extremo por outros, a verdade é que ela ganha for a sempre que uma área do conhecimento se pretende científica. A flexibiliza o - ou mesmo substitui o - dos critérios de demarca o contemporaneos é seu mote principal, o que confere à discuss o um tom maniqueísta entre positivismo versus pós-modernismo. Nessa discuss o, diferentes disciplinas s o classificadas como positivistas, apesar das suas divergências filosóficas, teóricas e metodológicas. Mas parece plausível chamar a epistemologia hegem nica de positivista? O objetivo deste artigo é mostrar que o rótulo é inadequado, apesar da influência do positivismo. Para tanto, s o articulados três argumentos: o positivismo está circunscrito historicamente; o sentido de investiga o, fundamentalmente dedutivo, da ciência contemporanea constitui um rompimento com ele, e a classifica o de positivismo adotada coloca, sob a mesma égide, disciplinas essencialmente distintas. The question what is science remains pertinent. Although taken for granted by some, and over-estimated by others, the issue gets stronger every time a new subject tries to reach a scientific status. The bending - or even the replacement - of the contemporary criteria used to define what is scientific is the central topic of this discussion that has gained manichaeist aspects, focusing the opposition between positivism and post-modernism. Within this debate, many subjects are considered to be positivists, despite their philosophical, theoretical and methodological differences. Taking this into account, would it be possible to call positivism the hegemonic epistemology? The main goal of this article is therefore to show that, in spite of the influences of positivism, this is an inadequate label. This idea will be supported by three main arguments: (i) positivism is limited to a historical context; (ii) the deductive sense of contemporary investigation represents a rupture with the concept of positivism; and (iii) the rules of classification adopted by positivism groups subjects that are essentially diverse.
Transi es e Metamorfoses: Um contributo para o debate sobre os desafios do sindicalismo no contexto das globaliza es Transitions and metamorphoses: Contribution for the debate about challenges of unionism within the context of globalisations  [cached]
Irina Bettencourt Pereira,Ana Isabel Figueiredo
Economia Global e Gest?o , 2008,
Abstract: O sindicalismo consolidou-se durante a industrializa o e o fordismo, no seio de rela es de emprego normais , em contextos de expans o económica, prolifera o de políticas keynesianas e de valoriza o do capital humano. Ora, os contextos têm vindo a mudar: as rela es de emprego transformaram-se, o operário já n o constitui a base principal de forma o dos sindicatos nem das estruturas nacionais de emprego, os contextos favoráveis de social-democracia e de Estado--Providência est o em falência; e a abertura das economias ao mercado global alterou os padr es de competitividade transnacional, pulverizando muitos trabalhadores em individualiza o, fragiliza o e maior desemprego. Para sobreviverem nestes contextos e desempenharem um papel proeminente na governan a global, os sindicatos necessitam de metamorfoses estratégicas nos seus objectivos e instrumentos de actua o. Pretende-se aqui reflectir a crise sindical, os desafios emergentes e as utopias criativas de revitaliza o sindical. The trade unionism was strengthened during industrialization and Fordism, within “normal” employment relations, in contexts of economic expansion, proliferation of Keynesian policies and enhancement of human capital. However, the contexts have been changing: the employment relations have been transformed, the typical worker (factories) is no longer the main basis of formation of trade unions nor of the national structures of employment, the favourable contexts of social democracy and welfare state are in crisis, and the opening of economies to the global market changed the patterns of transnational competitiveness spreading many workers in individualization, vulnerability and higher unemployment. To survive in these contexts and play a prominent role in global governance, trade unions need a metamorphosis in their strategic objectives and instruments of action. It is intended here to reflect the union crisis, the emerging challenges and the “creative utopias” for union revitalization.
A actual crise sistémica global: crise de paradigma e novos desafios que traz ao debate The current global systemic crisis: new challenges brought to debate  [cached]
Carlos Gon?alves
Economia Global e Gest?o , 2009,
Abstract: A actual crise sistémica que está a fustigar o sistema económico e social à escala global tem duas importantes particularidades: primeiro, trata-se de uma crise previamente anunciada, tantos e t o evidentes (quanto chocantes) foram os sinais que, com alguma regularidade, foi emitindo, que causa alguma estranheza que tenha apanhado tantas e t o importantes pessoas desprevenidas e, segundo, contrariamente a crises anteriores que assolaram o sistema, foi gerada no ventre do sistema financeiro mundial. é esta segunda característica que tem mobilizado mais a aten o dos mass media e pautado as agendas de debates, um pouco por todo o mundo, devido às graves consequências na chamada economia real. Subentende-se esta como aquela que está ligada à produ o de bens e servi os n o financeiros e cuja sustentabilidade necessita de investimentos sistemáticos, tanto de substitui o, como de expans o, os quais, por seu turno, necessitam de ser adequadamente financiados e este é, precisamente, o nó górdio da quest o. Devido ao colapso do sistema financeiro mundial, a filtragem (ou selectividade) é cada vez maior por parte de um sistema financeiro descapitalizado, com enormes carências de liquidez e, a partir desta situa o, tudo se entrela a, sistemicamente, as empresas, principalmente as pequenas e médias empresas, n o podem dar continuidade a projectos, por falta de recursos financeiros, os seus clientes, igualmente em dificuldades, n o pagam, as famílias, que est o acima do nível de sobrevivência, têm, também elas, de ser selectivas no modo como gerem o seu or amento. O corolário de todo este entrela amento sistémico traduz-se em falências, redu o do tempo de trabalho, desemprego e agravamento das condi es de vida e aumento em espiral da instabilidade social, terreno propício para o desenvolvimento dos ismos, historicamente aberrantes. Esta crise, apesar dos factores diferenciadores das outras crises, tem, contudo, um elemento comum que, tal como aconteceu com as anteriores, vai, muito provavelmente, sair ilibado. Esse elemento comum tem um nome, chama-se a hiperboliza o da ganancia, e esta n o é etérea, é personalizada e perpetrada por pessoas com total ausência dos mais elementares valores. Esta crise, por todas estas raz es e mais ainda por tudo aquilo que aqui está implícito, merece um debate aprofundado e continuado. Neste debate, mais importante do que respostas imediatas, de eficácia momentanea duvidosa, s o as quest es que toda a sua problematiza o deve sustentar e é precisamente esta a linha directriz deste artigo. The current systemic crisis that is fust
Uma introdu o às contribui es da epistemologia contemporanea para a medicina
Tesser Charles Dalcanale,Luz Madel Therezinha
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: O artigo parte de alguns dilemas clínicos vividos pelos profissionais e doentes, tais como dificuldades de enquadramento diagnóstico e relacionamento médico-paciente, para relacionar aspectos desses dilemas com a epistemologia hegem nica aplicada na biomedicina, a qual é caracterizada por um paradigma biomecanico, positivista e representacionista, centrado nas entidades doen as da nosografia biomédica. Estabelece conex o entre esta epistemologia e a ausência atual de um maior e mais harmonioso entrosamento da biociência com outros saberes/práticas de saúde n o-científicos. Como contribui o à busca de resolu o dos problemas discutidos, s o introduzidas algumas idéias epistemológicas provindas da convergência teórica de autores da epistemologia contemporanea das ciências naturais que se constituem em viga mestra de uma inovadora vertente epistemológica ainda em forma o, aqui chamada "co-construtivista". Por fim, s o esbo ados alguns desdobramentos da aplica o deste "co-construtivismo" na saúde, indicando possíveis contribui es e desafios propostos por essa perspectiva epistemológica para a área da saúde e para a pesquisa biomédica.
INTERNALISMO E N O-COGNITIVISMO EM éTICA
Gilson Diana,André Cerri,Cláudio Reis
Philósophos : Revista de Filosofia , 2007, DOI: 10.5216/phi.v8i2.3212
Abstract: Este texto tem a inten o de percorrer panoramicamente alguns pontos de referência importantes no debate contemporaneo sobre o problema da motiva o moral no contexto da discuss o entre posi es cognitivistas e n o-cognitivistas em ética. A idéia básica é a de que o n o-cognitivismo encontrou tradicionalmente um apoio importante nos argumentos internalistas, os quais, por sua vez, retiram sua for a da percep o comum de que as considera es morais n o s o inertes, ou seja, possuem, em algum sentido, uma capacidade motivadora que dificilmente podemos ignorar. Se, agora, quisermos confrontar a posi o n o-cognitivista, inevitavelmente seremos levados a confrontar-nos também com os argumentos internalistas. O que tentamos fazer aqui foi simplesmente apresentar panoramicamente os problemas e as alternativas que podemos encontrar ao longo desses enfrentamentos.
Mente, mundo e autoconhecimento: uma apresenta??o do externalismo
Silva Filho, Waldomiro José da;
Trans/Form/A??o , 2007, DOI: 10.1590/S0101-31732007000100011
Abstract: this text gives some introductory considerations on the argument of externalism in context of the current philosophical debate. it is not a summary, a faithful image or the history of externalism, but a presentation starting from a certain angle, outlining a precarious scenery where the problem of subjectivity (and the themes associated therewith, such as knowledge and rationality) leads to the question of what the relationship is between on the one hand the mind and its content and on the other hand the physical-social-linguistic world surrounding it.
OCKHAM E A FILOSOFIA DA MENTE: aproxima es ao externalismo na filosofia contemporanea  [cached]
Anderson D'Arc Ferreira
Problemata : International Journal of Philosophy , 2011, DOI: 10.7443/problemata.v2i1.10447
Abstract: No presente estudo pretendemos demonstrar alguns aspectos de meus estudos mais recentes de meu doutoramento. Nosso intuito é o de esbo ar brevemente o sistema ockhamiano e, se possível, estabelecer possíveis aproxima es desse autor medieval com o sistema do externalismo na Filosofia da Mente contemporanea. Essa linha de investiga o onde se pretende desenvolver aproxima es entre as temáticas medievas, especificamente de Guilherme de Ockham, e temáticas específicas das filosofias contemporaneas tem suas inspira es em estudos de Claude Panaccio e Alessandro Ghisalberthi. Nesse ínterim pretendemos demonstrar que as teoriza es do “Príncipe dos Nominalistas” prefiguram uma estrutura muito semelhante às desenvolvidas na atual estrutura da linguagem mental. O objetivo de nosso estudo é refletir acerca da possibilidade de existência, ou n o, de uma Filosofia da Mente no medievo, especificamente em Guilherme de Ockham. N o focalizaremos o surgimento dessa problemática na Idade Média, mas deteremos nossas investiga es no sistema lógico desenvolvido pelo Venerabilis Inceptor.
Paneldebatt - panel debate
Karstein Bye et al.
Rangifer , 1988,
Abstract: The debate was in Norwegian.
Fotografia: desafios da interdisciplinaridade  [PDF]
Borges, Maria Eliza Linhares
Estudos Ibero Americanos , 2005,
Abstract: O presente artigo toma a fotografia como ponto de partida para refletir sobre os possíveis diálogos entre dois campos de conhecimento específicos: a História Social da Cultura e a História da Arte. Além de analisar algumas das principais quest es que hoje permeiam o debate relativo ao uso das representa es imagéticas, sobretudo da fotografia, na História da Arte, na Historia da Fotografia e na História Social da Cultura, o artigo também identifica e discute os desafios enfrentados pelo profissional da História strictu senso na análise da composi o fotográfica, cada vez mais utilizada nas pesquisas históricas.
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