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O Problema da Emancipa o e da Liberdade
Rogério Santos de Castro
Em Pauta : Teoria Social e Realidade Contemporanea , 2012,
Abstract: O texto trata a quest o da emancipa o humana e da liberdade a partir da ótica marxiana. Busca estabelecer as distin es entre liberdade política e liberdade plena, a rela o excludente entre elas, bem como acaba inevitavelmente por abordar o tensiomento entre o nexo estabelecido entre socialismo e democracia. A reflex o desenvolvida aponta para o limite desse nexo a partir de uma análise estrutural da sociabilidade do capital demonstrando a incompatibilidade entre os seus estatutos ontológicos. Nessa análise, a reprodu o da sociedade enquanto complexo unitário mostra a pressuposi o recíproca entre Estado moderno e sociedade civil, com preponderancia da segunda.
O homem e a liberdade em Plotino
Ullmann, Reinholdo Aloysio
Teocomunica??o , 2008,
Abstract: Este artigo versa sobre o problema do homem e da liberdade em Plotino, baseado nas Enéadas. O filósofo licopolitano defende, como Plat o, a preexistência da alma e, ao mesmo tempo, a liberdade de escolha entre o bem e o mal. O grau máximo de liberdade está na hênosis, isto é, na uni o mística, pelo êxtase, com o Uno. O autor também mostra que Plotino é panenteísta. Deus é chamado de "causa sui", o que significa que o Uno é o que quer ser e n o pode ser diferente. Nas considera es finais, destaca-se Plotino como homem que serve de exemplo em busca da transcendência, em nosso mundo antimetafísico. This paper deals with the problem of the human being and the freedom in Plotinus’ Enneads. Like Plato, he defends the preexistence of the soul and, at the same time, the capacity for choosing between evil and good actions. The highest stage of freedom is the mystical union with God. He is panentheist. But a false idea of his cosmovision is the so-called apocatastasis. God for Plotinus is causa sui; it means that the One is what He wishes to be and cannot be different. In Plotinus we see a man as a symbol looking for transcendence in our antimetaphysical world.
Rawls, Hegel e o liberalismo da liberdade
Ramos, Cesar Augusto
Veritas , 2005,
Abstract: Este artigo procura examinar a avalia o de Rawls acerca de alguns aspectos da filosofia política de Hegel. Rawls interpreta Hegel como um liberal de mente moderadamente reformista, e seu liberalismo é um importante exemplar na história do liberalismo da liberdade. Pretendemos, primeiramente, examinar o estatuto do liberalismo de Hegel, particularmente a quest o da liberdade individual. Em segundo lugar, apresentamos alguns aspectos do entendimento de Rawls acerca deste liberalismo. A plausibilidade da filosofia política de Hegel é questionada, quando Rawls analisa a sua possível contribui o à luz do liberalismo político. This article seeks to examine Ralws’s evaluation about some features of Hegel’s political philosophy. Rawls interprets Hegel as a liberal, with a moderately reforming mind, and his liberalism is an important exemplar in the history of liberalism of freedom. We intend, first, to examine Hegel’s liberalism statute, particularly the individual freedom issue. Second, we present some aspects of Rawls’s understanding about this liberalism. Hegel’s political philosophy plausibility is questioned, when Rawls analyses his possible contribution in the light of political liberalism.
Reflex o e liberdade em Fichte  [PDF]
Elizia Ferreira
PERI , 2010,
Abstract: Este trabalho se concentrará especialmente na primeira e segunda introdu o da “Doutrina da Ciência” de Fichte. O tema a ser discutido é o da defini o fichteana da tarefa da filosofia, a saber, a investiga o da fonte das presenta es acompanhadas pelo sentimento de necessidade. Procurarei num primeiro momento demonstrar e ato-contínuo questionar a descri o desta tarefa, sua necessidade e exclusividade no operar filosófico, assim como suas demais conseqüências. Esta árdua miss o, me ponho como parte da tentativa de pensar o domínio e a realizabilidade da reflex o filosófica, objeto de meu projeto de tese. O texto fichteano parece pertinente a esta investiga o, pois, n o obstante apresentar em vários momentos esta preocupa o — o que fornece subsídios para compreender a pertinência da quest o — o autor, por fim, pretende ter provado que é inquestionável que a reflex o filosófica é sim possível e n o só, que o é apenas como idealismo fundado no “eu absoluto”. Será preciso investigar também o conceito de liberdade, já que Fichte conta com ele para avalizar sua defini o.
Liberdade e coa o no direito de Kant  [PDF]
Pinheiro, Celso de Moraes
Veritas , 2007,
Abstract: Kant divide a filosofia moral em duas partes: ética e Teoria da Justi a. Cada uma é compota de diferentes descri es de deveres e direitos. A ética contém deveres e direitos internos, voluntários e n o-coercitivos. A teoria da justi a contém deveres e direitos externos e coercitivos. Os dois tipos de deveres e direitos s o definidos em sua rela o um com o outro. O que distingue os deveres éticos, ou deveres de virtude, dos deveres jurídicos, é que a compuls o externa para o dever de virtude é baseado na livre coer o própria. Assim, a finalidade deste artigo é pesquisar a no o de dever, e a rela o entre dever, liberdade e coa o. Kant divides moral philosophy into two parts: Ethics and the theory of justice. Each is composed of different sets of duties and rights. Ethics contains internal, voluntary, and unenforceable duties and rights. The theory of justice contains external, enforceable, and coercive duties and rights. Both types of duties and rights are defined in relation to each other, and therefore can be understood only in relation to each other. What distinguishes ethical duties or duties of virtue from juridical ones is that external compulsion to a juridical duty is morally possible, whereas a duty of virtue is based on free selfconstraint. So, the main purpose of this article is to research the notion of duty, and the relationship between duty, freedom and coercion.
Liberdade individual e a Despolitiza o das Escolhas: uma reflex o
Amana Rocha Mattos
Revista Redescri??es : Revista on-line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-Americana , 2011,
Abstract: RESUMO: Tomando as quest es levantadas no documentário “O veneno está na mesa”, de Silvio Tendler (2011), relacionadas ao uso de agrotóxicos no Brasil e seu impacto sobre a popula o, proponho uma reflex o sobre a valoriza o da liberdade individual enquanto liberdade de escolha do indivíduo, pensando como essa no o de liberdade afasta os cidad os de quest es de interesse coletivo – e, consequentemente, do campo da política.ABSTRACT: Addressing the questions raised by Silvio Tendler's documentary "O veneno esta na mesa" (2011) regarding the use and population impact of agrotoxins in Brazil, I suggest an reexamination of the valorization of individual freedom as a freedom of choice, and how this conception of freedom divides citizens from collective pursuits and, consequently, the political realm.
Estado pós-nacional e amplia o da liberdade do cidad o na Europa contemporanea
Daniel Machado Gomes
Lex Humana , 2009,
Abstract: Se fora do organismo político, qualquer que seja, n o há significado nem dignidade para o homem, como defende Hannah Arendt, é preciso que esta vivência política n o se converta em totalitarismo, garantindo a liberdade e a pluralidade de valores na sociedade. O Estado, como organiza o política, deve estar estruturado de maneira a tutelar a liberdade do homem. Hoje, vê-se um enfraquecimento do modelo do Estado-na o. Por um lado, há desafios que ultrapassam a possibilidade de uma solu o nacional, como nas áreas da seguran a e da economia. Por outro, há os anseios a uma liberdade que desconhe a fronteiras territoriais e se materialize através de uma cidadania transnacional. Ganha revelo, assim, a idéia de um novo modo de organiza o política desvinculada do nacionalismo, capaz de potencializar a liberdade - o Estado pós-nacional.
O Ecoturismo como experiência e prática de liberdade  [cached]
Denise Lima Rabelo
Revista Brasileira de Ecoturismo , 2010,
Abstract: De acordo com Larrosa, experiência é o que nos passa, nos acontece, nos toca! E é ele quem nos diz também que ter experiências é cada vez mais raro: o sujeito da sociedade pós-moderna convive com o excesso de trabalho e com o excesso de informa o e, assim, n o disp e de tempo para o silêncio. A falta de silêncio e de memória, de acordo com Larrosa, s o inimigas mortais da experiência. A vida nas cidades está se convertendo em um estado de natureza caracterizado pela regra do terror e pelo medo onipresente que a acompanha, de acordo com Baumann. E Pereira nos fala da nossa vida em condomínios, da mesmice e impessoalidade dos nossos produtos, da dificuldade de dotar um objeto de alguma característica pessoal. Fala de nós como seres confinados em espécies de pris es domiciliares... De acordo com Foucault, para cada limite que criarmos em nossa convivência social, uma possibilidade de transgress o também se desenvolverá e só uma forma o como prática de liberdade pode promover uma ética e estética da existência que faz considerar a própria vida como uma obra de arte, e em que o cuidado de si e com o outro seja resultado de um modo de ver a ética. Acreditamos que o ecoturismo é um espa o/tempo de forma o e pode ser experiência que contribui para tal.
A liberdade de imprensa e a liberdade na publicidade  [cached]
Eugenio Bucci,Silvio Nunes Augusto Junior
Comunica??o, Mídia e Consumo , 2012,
Abstract: O presente artigo procura discutir e problematizar as quest es que permeiam o debate entre a liberdade e a censura da informa o, esclarecendo as principais diferen as entre a liberdade de imprensa e a liberdade no contexto da publicidade. Esclarecendo o papel e a importancia da informa o na esfera pública, espera-se contribuir para o entendimento de que o jornalismo e a publicidade est o em dimens es distintas e que, portanto, a liberdade n o pode ser a mesma para ambos
Democratic constitutions and education to freedom =Constitui es democráticas e a educa o para a liberdade  [PDF]
Pinzani, Alessandro
Civitas , 2009,
Abstract: O presente ensaio tenta analisar a idéia da possibilidade de uma educa o à liberdade por meio de institui es democráticas e o papel da constitui o neste processo. A quest o n o será considerada de uma perspectiva empírica, antes de uma teórica. Na primeira parte as institui es democráticas ser o definidas de maneira que seja possível falar dum hábito democrático como de um componente necessária da democracia. A segunda parte introduzirá um conceito de constitui o estatal que leve a sério a esperan a de que ela possa ser um importante instrumento para a educa o dos cidad os à liberdade. Finalmente, o ensaio tentará dar um sentido à idéia de participa o democrática como educa o à liberdade: primeiramente, ao identificar as condi es nas quais esta seria possível e, em seguida, ao oferecer uma defini o de liberdade. Neste contexto, a liberdade será definida como autonomia política e como poder deliberativo, tomando assim distancia quer da tradicional defini o liberal quer da tradicional defini o republicana, aceitando, ao mesmo tempo, em parte aquela que é chamada às vezes de defini o (radical-)democrática de liberdade. Contudo, o impacto desta aceita o será limitado recorrendo àquela que pode ser chamada de tradi o constitucionalista.
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